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Escola Secundária José Régio Vila do Conde

Psicologia BBeatriz Ribeiro, 12º LH4, Nº1

Será que somos influenciáveis?

Bibliografia

Os poderosos

Os muitos

Os próximos

Os grupos que imitamos

A atração das normas sociais

Familía Pólgar

Clarificação do problema

Índice:

Será o nosso comportamento influenciado pelos grupos em que estamos inseridos?

Clarificação do probelma

01

László Polgár

Familía Polgár

02

Susan Polgár

Familía Polgár

02

Sofia Polgár

Familía Polgár

02

Judite Polgár

Familía Polgár

02

Irmãs Polgár

Familía Polgár

02

A atração sedutora das normas sociais

03

"Os homens são animais de rebanho"

James Clear

Charles Darwin

A atração sedutora das normas sociais

03

Michel Montaigne

"Somos arrasados pelos costomes e práticas de vida de uma sociedade "

James Clear

"Não escolhemos os nossos primeiros hábitos, imitamos-los. Seguimos o Guião que nos foi passado"

  • Os mais próximos;
  • Os muitos;
  • Os poderosos.

Imitamos os hábitos de 3 grupos em particular:

Grupos que imitamos

03

Mapa Mental

Mapa Mental

Imitamos os mais próximos

04

Solomon Asch

Imitamos os muitos

05

Solomon Asch- estudo

Imitamos os muitos

05

Mapa Mental

Imitamos os Poderosos

06

Livro- Hábitos Atomicos

Bibliografia

07

Qual a vossa opinião?

Será que somos influenciávies?

Para começar cada experiência, o sujeito devia entrar numa sala com um grupo de estranhos. Não sabia que os outros participantes eram atores escolhidos pelo investigador e com instruções para darem determinadas respostas a certas perguntas. Ao grupo era mostrado um cartão com uma linha e depois um segundo cartão com uma serie de linhas. Pediram-lhes que escolhessem a linha do segundo cartão que lhes parecia ter o mesmo comprimento da linha do primeiro. Era muito simples. Eis um exemplo de dois cartões usados na experiência. A experiência começava sempre da mesma maneira. Primeiro, havia uns ensaios simples em que todos estavam de acordo quanto à linha certa. Depois de algumas repetições, os participantes foram colocados perante um teste tão obvio como os anteriores, só que desta vez os atores presentes escolhiam de propósito a resposta errada. Por exemplo, diziam que a linha igual, na Figura 10, era a “A”. Todos diziam “A”, mesmo que fossem claramente diferentes. O sujeito da experiência, que não sabia o que estava a acontecer, ficava atónito. Abria os olhos espantados. Ria nervosamente. Confirmava que era mesmo aquela escolha dos seus companheiros de experiência. Ficava cada vez mais espantado quando os ouvia, um a seguir ao outro, dar a mesma incorreta. Em breve, duvidava do que os seus olhos viam. E acabava por dar a resposta que sabia estar errada. Asch repetiu esta experiência muitas vezes de muitas maneiras. O que descobriu foi que, quantos mais atores havia, mais o sujeito se conformava com a escolha. O sujeito partia do princípio de que estava na mesma sala com um idiota. Quando havia dois atores, o impacto ainda era pequeno. Mas a partir de três, quatro daí para cima, até oito, o sujeito da experiência sentia cada vez mais dúvidas. No fim, quase 75% acabavam por concordar com a resposta do grupo. Sempre que não sabemos exatamente como nos comportar, olhamos para o grupo á espera que ele oriente o nosso comportamento. A nossa mente sabe muito bem como se dar com os outros. Quando a realização de um comportamento significa desafiar a tribo, a mudança não é atrativa.