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Parque Natural da Serra de S. Mamede

Um Parque geologica e biologicamente diversificado, o mais importante dos relevos alentejanos

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Quanto ao parque

As características geomorfológicas e climáticas da serra levam a comunidades vegetais mediterrânicas e principalmente atlânticas que se dividem: nas vertentes norte/oeste há mais precipitação, nas vertentes sul/este há mais seca, assim traduzindo uma maior influência mediterrânica.

Habitats

O parque também apresenta outras espécies vegetais que são usadas para cultivo , sendo algumas seminaturais. A sul verifica-se a presença do olival, da vinha e do figueiral, sendo espécies com carácter mediterrânico. A nortecultiva-se a cerejeira, o castanheiro, a nogueira e a aveleira.No parque também à a presença de florestas invasoras sendo estas o pinhal e o eucaliptal.

O carácter peculicar climaticamente do parque confere-lhe a presença de cerca de 800 espécies vegetais, típicas tanto de clima mediterrânico como atlântico:

Flora

Anfíbios:

Répteis:

Mamífero:

Aves:

O parque apresenta grande biodiversidade animal abrigando cerca de 150 espécies e cerca 40 dessas espécies nidificam no Parque, destacando-se algumas que se encontram protegidas:

Fauna

Este parque é deveras peculiar por agrupar várias paisagens que não são normalmente associadas às gigantescas planícies alentejanas, mostrando uma mistura evidente de regiões tanto mediterrânicas como atlânticas. Para além de ser um parque beneficiado graças à sua biodiversidade também inclui patrimónios históricos como por exemplo Marvão. No entanto, o parque natural da serra de S. Mamede está comprometido por incluir várias povoações completamente inabitadas o que dificulta a comunicação para além de que este parque está sujeito a períodos de seca que começam a ser cada vez mais frequentes, deste modo afetando tanto populações animais como vegetais.

Conclusão

https://lifecharcos.lpn.pt/

https://www.icnf.pt/conservacao/rnapareasprotegidas/parquesnaturais/pnserradesmamede

Trabalho realizado por: Matilde Figueiras Nº19, 10º1Disciplina: Geologia e biologia

https://www.museubiodiversidade.uevora.pt/

Webgrafia

Florestas mediterrânicas caducifólias

Mais especificamente: Carvalhais galaico-portugueses de Quercus robur e Quercus pyrenaica são florestas com vegetação de folha cadúca com várias espécies vegetais, no entanto, as espécies dominantes são ocarvalho-alvarinho (sendo uma população isolada)e .o carvalho negral.

Mais especificamente: Rochas siliciosas com vegetação pioneira da Sedo-Scleranthion ou da Sedo albi-Veronicion dillenii são habitats rochosos, com rochas predominantemente graníticas e xistos, colonizados por vegetação baixa de diversidade específica como musgos e líquenes.

Vertentes rochosas com vegetação casmofítica

Mais especificamente: Vertentes rochosas com vegetação casmofítica são habitats onde há afloramento de rochas carbonatadas frequentemente cobertas por comunidades vegetais casmofíticas, calciforas e termofilas, ou seja, de carácter xerófilo adaptadas a crescer em paredes verticais na presença de cálcio.

Sapo-parteiro-ibérico (Alytes cisternasii)

Ordem: Anura Família: AlytidaeAlimentação: Carnívoro

Florestas da Europa temperada

Mais especificamente: Florestas aluviais de Alnus glutinosa e Fraxinus excelsior (Alno-Padion, Alnion incanae, Salicion albae) são florestas onde as árvores são predominantemente de folha caduca que se situam aos redores de rios ou pântanos. São bosques de vegetação densa e sombria.

Tritão-de-ventre-laranja (Triturus boscai)

Ordem: Caudata Família: SalamandridaeAlimentação: Carnívoro

Grifo (Gyps fulvus)

Ordem: AccipitriformesFalconiformes Família: AccipitridaeAlimentação: Carnívoro

O parque possui grande multiplicidade na suas paisagens e na sua geologia por apresentar diferentes altitudes que ,consequentemente, levam á variedade de exposições (voltando-se para norte e para sul). Isto confere ao parque uma grande diversidade vegetal de influência atlântica e influência mediterrânica que leva , simultaneamente, á existência de comunidades diferenciadas.

Localizado no Alto-Alentejo, o Parque Natural de São Mamede envolve a serra de São Mamede e pertence aos concelhos de Portalegre, Marvão, Castelo de Vide e Arroches. Esta reserva foi criada para conservação de espécies e assegurar a compatibilidade das atividades antropogénicas com o funcionamento dos ecossistemas.

Abutre-preto (Aegypius monachus)

Ordem: AccipitriformesFalconiformesFamília: Accipitridae

Carvalho-negral (Quercus pyrenaica)

Ordem: Fagales Família: Fagaceae

Cágado-mediterrânico (Mauremys leprosa)

Classe: Reptilia Ordem: TestudinesAlimetação: Omnívoro

Hidrografia do parque

No território do Parque Natural de São Mamede abundam vários afluentes do rio Tejo e do rio Guadiana que conferem grande biodiversidade na região. Os afluentes principais são o rio Sever que nasce na serra e a ribeira de Nisa, no entanto, há outros cursos hidrográficos que envolvem o parque: rios Xévora e Caia e as ribeiras de Arronches, Soverete e Abrilongo (desaguam no Guadiana); Rio Sever e ribeira de Nisa (desaguam no Tejo)

Cágado-de-carapaça-estriada (Emys orbicularis)

Ordem: Testudines Família: EmydidaeAlimentação: Omnívoro

Lontra (lutra lutra)

Ordem: CarnivoraFamília: MustelidaeAlimentação: Carnívoro

Matos esclerofilos

Mais especificamente: Matos termomediterrânicos pré-desérticos são habitats heterogéneos em relação à sua vegetação e estrutura, englobando maioritariamente espécies mediterrânicas. São habitats pré-florestais que integram matagais altos e baixos mediterrânicos relativamente secos e resistentes a longos períodos de seca.

Milhafre-real (Milvus milvus)

Ordem: AccipitriformesFamília: AccipitridaeAlimentação: Carnìvoro

Águia de Bonelli (Hieraaetus fasciatus)

Ordem: AccipitriformesFamília: AccipitridaeAlimentação: Carnívoro

Rato de Cabrera (Microtus cabrerae)

Ordem: Rodentia Família: CricetidaeAlimentação: Herbívoro

Sobreiro (Quercus suber)

Ordem: Fagales Família: Fagaceae

Azinheira (Quercus rotundifolia),

Ordem: Fagales Família: Fagaceae

Formações herbáceas naturais e seminaturais

Mais especificamente: Montados de Quercus spp. De folha perene são um habitat mediterrânico semi-natural (a sua existência depende da ação humana) formado por pastagens de vegetação vivaz e perene cobertas por populações de sobreiros ou azinheiras normalmente associadas a sistemas de pastorícia.

Cegonha-preta (Ciconia nigra)

Ordem: Ciconiiformes Família: CiconiidaeAlimentação: Carnívoro

Chasco-preto (Oenanthe leucura)

Ordem: Passeriformes Família: MuscicapidaeAlimentação: Omnívoro

Rabirruivo-de-testa-branca (Phoenicurus phoenicurus)

Ordem: Passeriformes Família: MuscicapidaeAlimentação: Omnivoro

Lagarto-de-água (Lacerta shreiberi)

Ordem: Squamata Família: Lacertidae Alimentação: Omnívoro

Geologia do parque

Calcula-se que a Serra de São Mamede, inserida na área protegida, tenha sido formada devido a movimentos tectónicos compressivos que levaram á formação de extensos alinhamentos de cristas quartzíticas rochosas no sentido NO-SE que apresentam várias falhas. Para além das cristas quartzíticas, a serra também apresenta outras rochas sendo estas granitos, xistos e calcários (maioritariamente xistos).

No topo da serra, foi construída vila de Marvão a 860 metros do chão, desprezando a forte inclinação do relevo.

Marvão

Alto Alentejo, intagra-se na área da serra de S.Mamede.