5. A democracia atual e a plurinacionalidade
6. A AFIRMAÇÃO DO LIBERALISMO POLÍTICO E DOS SEUS VALORES ESTRUTURANTES
Trabalho Realizado: André Nº3 Bernardo Nº4 Gonçalo Nº11 Mateus Nº22
Índice
A democracia atual e a plurinacionalidade
A democracia atual e a plurinacionalidade-1
A democracia atual e a plurinacionalidade- 2
Fórum Social Mundial
Fórum Mundial de Alternativas
Curiosidade
A afirmação do liberalismo político e os seus valores estruturantes
Filósofos ilusionnistas
Robespierre
Bibliografia
5. A democracia atual e a plurinacionalidade
A democracia atual e a plurinacionalidade
Na época atual, a globalização fez emergir uma diversidade de manifestações que remetem para um conceito novo - plurinacionalidade - envolvendo associações de natureza política, social e cultural, que alguns autores já designam por "estados". Na verdade, trata-se de equacionar a democracia e o Estado em moldes completamente novos, defendendo a unidade com respeito pela diferença, incentivando a participação comunitária e integrando os valores culturais de todos os povos que partilham o território, as leis e o Governo.
A questão da identidade nacional tem sido muito discutida, a propósito da relação entre a soberania europeia e a concentração do poder nos Estados-nação. Na divergência de opiniões destaca-se a corrente de pensamento que defende a coexistência de uma pluralidade de identidades nacionais em contextos políticos distintos e a necessidade de ajustar os valores da democracia a esta nova realidade, em que a soberania deixa de ser um exclusivo do Estado, passando a ser partilhada por diferentes ins-tâncias, na perspetiva de uma nova ordem mundial.
A democracia atual e a plurinacionalidade
O Fórum Social Mundial e o Fórum Mundial de Alternativas têm tido um papel relevante no reconhecimento da identidade original de cada um dos povo indígenas: serem quechuas ou aymaras antes de serem peruanos ou bolivianos.
A integração na União Europeia parece servir os interesses das comuni- dades nacionais que constituem a Espanha, o Reino Unido, a Bélgica, e que afirmam a sua identidade na esfera europeia, demarcando-se das posições dos governos que as representam, nesta fase de "ordem pós-soberania".
É um espaço de debate democráticode ideias, troca de experiências e articulação de movimentos sociais, redes, ONG e outras organizações da sociedade civil que se opõem ao neoliberalismo e ao domínio do mundo pelo capital ou por qualquer forma de imperialismo.Caracteriza-se pela pluralidade e diviersidade, defende uma globalização solidária.
Fórum Social Mundial
Uma rede Internacional de centros de investigação e de intelectuais de vários países, criada em 1997, no Cairo, com o lema: "É tempo de mudar o curso da História". Defende a ação conjugada dos movimentos da cidadania como uma forma de aprofundamento democrático.
Fórum Mundial de Alternativas
Na América do Sul têm-se promovido encontros para defender os direitos dos povos indígenas, contrapondo ao modelo de desenvolvimento existente um outro mais justo, diversificado, participativo, sem exclusões, mais preocupado com a preservação e um aproveitamento racional dos recursos naturais.
"CURIOSIDADE"
6. A afirmação do liberalismo político e os seus valores estruturantes
A afirmação do liberalismo político e os seus valores estruturantes
As primeiras revoluções liberais, na América do Norte e na França, resultaram da mesma ideologia mas tiveram significados diferentes: a Revolução Americana representou a luta pelo reconhecimento da independência em relaçãoao país colonizador, a Grã-Bretanha.
Os Filósofos iluministas inspiraram as reformas feitas por alguns monarcas europeus, mas foi através das revoluções que as suas ideias se impuseram.A revalorização do dominio politico, alcançada com o liberalismo, assenta na independência relativamente à religião e visa a preservação dos direitos individuais, entendidos como direitos naturais do Homem.
A afirmação do liberalismo político e os seus valores estruturantes
Uma contradição que os revolucionários mais radicais da Convenção, apoiados pelas camadas mais baixas da população e liderados por Robespierre, tentaram contrariar com medidas mais democráticas, muito embora de curta duração.
A Declaração Universal dos Direitos do Homem e do cidadão tornou-se a bandeira propagandística da Revolução Francesa, anunciando o seu caráter burguês e a superioridade política da Nação, fonte de soberania no contexto pós-revolucionário.
Pensadores europeus do século XVIII, que desenvolveram teorias baseadas na defesa do primado da razão humana,ou seja, a capacidade de conhecimento e transformação da realidade manifestada pelo Homem.Os iluministas apresentam os direitos naturais como os valores os valores essenciais das sociedades modernas: liberdade, igualdade e fraternidade.
Filósofos iluministas
Líder dos jacobinos, no governo da Convenção. Tentou conjugar as reformas sociais e económicas necessárias para a democratização do governo revolucionário com a resposta à guerra contra os países conservadores da Europa.
Robespierre
Bibliografia
https://www.infoescola.com/filosofia/liberalismo-politico/https://youtu.be/1sT7ZCkxolw?si=fSZTHKnrvWc2UScE Manual https://youtu.be/5UoU4r-UgQA?si=mb7gi9Hf5LXKyE_Y
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Al. Mateus Batalha
Created on March 8, 2024
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5. A democracia atual e a plurinacionalidade
6. A AFIRMAÇÃO DO LIBERALISMO POLÍTICO E DOS SEUS VALORES ESTRUTURANTES
Trabalho Realizado: André Nº3 Bernardo Nº4 Gonçalo Nº11 Mateus Nº22
Índice
A democracia atual e a plurinacionalidade
A democracia atual e a plurinacionalidade-1
A democracia atual e a plurinacionalidade- 2
Fórum Social Mundial
Fórum Mundial de Alternativas
Curiosidade
A afirmação do liberalismo político e os seus valores estruturantes
Filósofos ilusionnistas
Robespierre
Bibliografia
5. A democracia atual e a plurinacionalidade
A democracia atual e a plurinacionalidade
Na época atual, a globalização fez emergir uma diversidade de manifestações que remetem para um conceito novo - plurinacionalidade - envolvendo associações de natureza política, social e cultural, que alguns autores já designam por "estados". Na verdade, trata-se de equacionar a democracia e o Estado em moldes completamente novos, defendendo a unidade com respeito pela diferença, incentivando a participação comunitária e integrando os valores culturais de todos os povos que partilham o território, as leis e o Governo.
A questão da identidade nacional tem sido muito discutida, a propósito da relação entre a soberania europeia e a concentração do poder nos Estados-nação. Na divergência de opiniões destaca-se a corrente de pensamento que defende a coexistência de uma pluralidade de identidades nacionais em contextos políticos distintos e a necessidade de ajustar os valores da democracia a esta nova realidade, em que a soberania deixa de ser um exclusivo do Estado, passando a ser partilhada por diferentes ins-tâncias, na perspetiva de uma nova ordem mundial.
A democracia atual e a plurinacionalidade
O Fórum Social Mundial e o Fórum Mundial de Alternativas têm tido um papel relevante no reconhecimento da identidade original de cada um dos povo indígenas: serem quechuas ou aymaras antes de serem peruanos ou bolivianos.
A integração na União Europeia parece servir os interesses das comuni- dades nacionais que constituem a Espanha, o Reino Unido, a Bélgica, e que afirmam a sua identidade na esfera europeia, demarcando-se das posições dos governos que as representam, nesta fase de "ordem pós-soberania".
É um espaço de debate democráticode ideias, troca de experiências e articulação de movimentos sociais, redes, ONG e outras organizações da sociedade civil que se opõem ao neoliberalismo e ao domínio do mundo pelo capital ou por qualquer forma de imperialismo.Caracteriza-se pela pluralidade e diviersidade, defende uma globalização solidária.
Fórum Social Mundial
Uma rede Internacional de centros de investigação e de intelectuais de vários países, criada em 1997, no Cairo, com o lema: "É tempo de mudar o curso da História". Defende a ação conjugada dos movimentos da cidadania como uma forma de aprofundamento democrático.
Fórum Mundial de Alternativas
Na América do Sul têm-se promovido encontros para defender os direitos dos povos indígenas, contrapondo ao modelo de desenvolvimento existente um outro mais justo, diversificado, participativo, sem exclusões, mais preocupado com a preservação e um aproveitamento racional dos recursos naturais.
"CURIOSIDADE"
6. A afirmação do liberalismo político e os seus valores estruturantes
A afirmação do liberalismo político e os seus valores estruturantes
As primeiras revoluções liberais, na América do Norte e na França, resultaram da mesma ideologia mas tiveram significados diferentes: a Revolução Americana representou a luta pelo reconhecimento da independência em relaçãoao país colonizador, a Grã-Bretanha.
Os Filósofos iluministas inspiraram as reformas feitas por alguns monarcas europeus, mas foi através das revoluções que as suas ideias se impuseram.A revalorização do dominio politico, alcançada com o liberalismo, assenta na independência relativamente à religião e visa a preservação dos direitos individuais, entendidos como direitos naturais do Homem.
A afirmação do liberalismo político e os seus valores estruturantes
Uma contradição que os revolucionários mais radicais da Convenção, apoiados pelas camadas mais baixas da população e liderados por Robespierre, tentaram contrariar com medidas mais democráticas, muito embora de curta duração.
A Declaração Universal dos Direitos do Homem e do cidadão tornou-se a bandeira propagandística da Revolução Francesa, anunciando o seu caráter burguês e a superioridade política da Nação, fonte de soberania no contexto pós-revolucionário.
Pensadores europeus do século XVIII, que desenvolveram teorias baseadas na defesa do primado da razão humana,ou seja, a capacidade de conhecimento e transformação da realidade manifestada pelo Homem.Os iluministas apresentam os direitos naturais como os valores os valores essenciais das sociedades modernas: liberdade, igualdade e fraternidade.
Filósofos iluministas
Líder dos jacobinos, no governo da Convenção. Tentou conjugar as reformas sociais e económicas necessárias para a democratização do governo revolucionário com a resposta à guerra contra os países conservadores da Europa.
Robespierre
Bibliografia
https://www.infoescola.com/filosofia/liberalismo-politico/https://youtu.be/1sT7ZCkxolw?si=fSZTHKnrvWc2UScE Manual https://youtu.be/5UoU4r-UgQA?si=mb7gi9Hf5LXKyE_Y