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Portfólio de Filosofia

Maria Pacheco

Lógica formal

Lógica Formal

Logos

Razão, pensamento

Discurso, argumento

" Sem linguagem não há pensamento.Há inteligência,mas não pensamento."

Lógica Formal

1

Permissa

2

Justificação

3

Conclusão

Os automóveis elétricos produzem menos poluição

-Sustenta-Apoia-Justifica

Os automóveis elétricos são uma opção ambiental sustentátel

1-Estrutura do s argumentos

Argumento 1

Os automóveis elétricos produzem menos poluição, logo, são uma opção ambientalmente sustentável.

Como avaliar argumentos?

Lógica proposicional

  • Lógica proposicional-avaliar argumentos dedutivos

  • Validade e força

Argumentos dedutivos válidos

Validade e Força

A verdade das permissas garante a verdade da conclusão.

Argumentos não dedutivos fortes

Solidez e cogência

A verdade das permissas torna muito provável a verdade da conclusão-

A validade ou força não devem ser confundidas com a veracidade das proposições que constituem.

II

I

III

Falácias formais

IIII

Formas de inferência dedutiva válida

III

O método dos inspetores de circunstâncias

II

I

Lógica proposicional-avaliar argumentos dedutivos

Formalização de argumentos

Estratégias de persuação

Os meios técnicos que permitem a persuação são de três tipos: os que se fundam no caráter de orador(ethos), os que residem na condição de quem ouve(pathos) e os que se prendem com o próprio discurso(logos

Ethos

Pathos

Logos

Exemplo

Exemplo

Identificar o EthosAo identificar o uso do ethos por um orador, as pessoas devem procurar:

  • Locais em que o orador aponta para as suas próprias qualificações.
  • Maneiras pelas quais o orador tenta realçar a sua reputação ou fazer-se acreditar.
  • Momentos em que o orador tenta estabelecer uma ligação com os valores ou experiências do público.
Analisar o EthosAo analisar o uso do ethos por um orador, as pessoas devem:
  • Pense se o orador parece ser uma fonte de informação fiável.
  • Pense se o orador parece realmente instruído sobre o assunto em questão.
  • Considerar se o orador parece valorizar os mesmos valores que o público a que se destina.
Utilizar o Ethos na escritaQuando se utiliza o ethos ao escrever um argumento, as pessoas devem:
  • Estabelecer valores partilhados com os seus leitores.
  • Destacar a experiência pessoal ou as credenciais relacionadas com o tema em questão.
  • Utilize fontes credíveis e cite-as adequadamente para garantir uma argumentação fiável.

Identificar o PathosPor vezes, pode ser difícil identificar se um autor está a usar pathos ou não. Ao tentar identificar pathos, os leitores devem procurar o seguinte:

  • Imagens sensoriais que influenciam os sentimentos do público.
  • Linguagem carregada de emoções.
  • Histórias pessoais que criam simpatia pelo orador .
  • Linguagem figurativa, como símiles ou metáforas que criam imagens impactantes.
A linguagem carregada de emoções provoca emoções intensas no leitor ou ouvinte, mas não se refere diretamente a uma emoção específica. Por exemplo, a menção das palavras "morte", "luto" ou "perda" pode provocar sentimentos de tristeza numa audiência sem afirmar diretamente que algo é triste. Analisar o PathosAo analisar o pathos, os leitores devem colocar a si próprios as seguintes questões:
  • O orador faz com que o público sinta emoções fortes, como tristeza ou excitação?
  • O orador faz com que o público sinta emoções que influenciam a sua opinião sobre o tema?
  • A utilização de linguagem figurada pelo autor reforça efetivamente o seu argumento?

É o uso da razão e do raciocínio, seja indutivo ou dedutivo, para a construção de um argumento. Na persuasão, logos é o raciocínio lógico por trás das declarações do orador. Logos refere-se a qualquer tentativa de apelar a argumentos lógicos. O raciocínio dedutivo argumenta que “se A é verdadeiro e B é verdadeiro, a interseção entre A e B também deve ser verdadeira”. Por exemplo, no argumento “mulheres gostam de laranjas” seria verdadeiro “mulheres gostam de frutas” porque “laranjas são frutas”. O raciocínio indutivo também usa premissas, mas a conclusão é apenas uma expectativa e pode não ser necessariamente verdadeira devido á sua natureza subjetiva. Por exemplo, as frases “Pedro gosta de comédia” e “este filme é uma comédia” podem concluir que “Pedro vai gostar deste filme”. Não consegui saber/encontra informação suficiente, para poder colocar: identificar logos, analisar logos e como/onde utilizar o logos (como foi colocado no ethos e pathos)

Os oradores têm usado o ethos ao longo da história. O recurso é frequentemente visto em discursos políticos . Por exemplo, em 2015, o antigo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez um discurso para comemorar o quinquagésimo aniversário da Marcha de Selma de 1965 pelos Direitos Civis Afro-Americanos. Em ao ligar-se a John Lewis, Obama mostrou ao seu público que valoriza os mesmos ideais que eles, fazendo assim com que confiem mais nele.

Pathos nos discursosOs oradores recorrem frequentemente a apelos retóricos para garantir que o seu discurso é cativante e eficaz. Por exemplo, o Presidente Abraham Lincoln utilizou o pathos no "Discurso de Gettysburg" em 1863. Encontramo-nos num grande campo de batalha dessa guerra. Viemos dedicar uma parte desse campo, como local de descanso final para aqueles que aqui deram as suas vidas para que esta nação pudesse viver. É totalmente adequado e apropriado que o façamos". Lincoln apela aqui às emoções do público para garantir que este se lembra dos soldados que deram a vida pelo país. A utilização da palavra "we" (nós) recorda ao público o seu envolvimento na guerra, mesmo que não estejam a combater, o que leva o público a refletir sobre a forma como os soldados deram a vida. A utilização das palavras "final" e "resting place" (lugar de descanso) são exemplos de frases carregadas de emoção porque recordam ao público o carácter trágico da morte dos soldados.

Lógica Informal

2

São argumentos cuja conclusão não decorre necessáriamente das suas premissas.

São erros de raciocinio ou argumentativos(não evidentes)assentes em conteúdo equívoco ou erros de linguagem .

1

Argumentos não dedutivos

Falácias informais

Argumentos não dedutivos:

I)

Faláciasinformais

Falácia da derrapagem(ou bola de neve): As premissas assumem pequenas improbabilidades que somadas resultam numa conclusão muito improvável e não fundamentada.

Falsa relação causal: Acontece quando se pensa que um evento A causou o evento B apenas porque este ocorreu a seguir ao primeiro.

Petição de princípio: Falácia que se comete sempre que usamos nas premissas a mesma proposição que queremos justificar(a conclusão ou tese).

Falácia do boneco de palha(ou espantalho): Distorcer a posição que queremos refutar para assim ser mais fácil argumentar contra ela.

Falácia do ad hominem: Ataque pessoal e ofensivo ao carácter de uma pessoa, deixando de lado o argumento ou assunto em questão.

Apelo á ignorância: Esta falácia usa na premissa a ausência de prova acerca de algo para fundamentar o seu contrário.

Falso dilema: Falácia que se comete sempre que nas premissas omitimos opções, quando na realidade elas existem.

Falsa analogia: Raciocínio por analogia em que as semelhanças apresentadas nas premissas não são relevantes ou em número suficiente para fundamentar a conclusão.

Falácia ad populum: Tomar a opinião, muitas vezes emotiva, de um grupo específico de pessoas como prova da veracidade da conclusão.

Apelo ilegítimo á autoridade: Recurso a uma autoridade(entidade ou indivíduo) que não é especialista no assunto do argumento ou recurso a um especialista num assunto em que não existe consenso.

Falácia da generalização precipitada: Tomar como suficiente uma amostra pequena ou reduzida qua do se realiz uma generalização.

Prespetiva volicionista

Prespetiva causalista

O que é a ação humana?

Um acontecimento é um evento que ocorre num determinado lugar durante um determinado pe-ríodo. Exemplos de acontecimentos podem ser fe-nómenos naturais, como os sismos, o crepúsculo solar, a chuva ou um relâmpago. Alguns acontecimentos envolvem agentes, por exemplo espirrar ou deixar cair um copo de água. Mas, nem todos os acontecimentos que envolvem agentes se podem classificar de ações humanas .

O determinismo radical é a teoria que defende a não existência do livre-arbítrio e a veracidade do determinismo.

O determinismo moderado é a teoria compatibilista que define livre-arbítrio como o controlo das ações que realizamos, e considera que esta defenição o torna compatível com o determinismo.

O libertismo é a teoria que defende a existência do livre-arbítrio e a falsidade do determinisno.

Libertismo

Temos livre-arbítrio?

Incompatibilismo

Compatibilismo

Determinismo moderado

Determinismo radical

Costumes dos portuguese que possam parcer estranhos para outras culturas

Crianças selvagens

25 de abril

Roupa dos brancos mortos

Esta imagem mostra a quantidade excessiva de roupa no processo de degradação.

A expressão em Akan, uma das línguas nativas, quer dizer “a roupa do homem branco morto”. É assim desde a independência, em 1957, quando o Gana começou a receber os bens em segunda mão do ocidente. Os ganeses acreditavam no inicio que a ropa que recebia era das pessoas que morriam dos respetives países,

Cerca de 70% da roupa que doamos para caridade e depositamos nos contentores acaba em África. O mercado de roupa em segunda mão é antigo e pode até ser visto como sustentável. Mas a falta de qualidade da chamada fast fashion e a quantidade de roupa que consumimos originou um enorme problema ambiental e social.

A quantidade de roupas descartadas reflete o fenômeno do consumo excessivo, impulsionado pela moda rápida (fast fashion). Esse modelo incentiva a compra frequente de roupas baratas, que muitas vezes têm vida útil curta. Esta prática de descartabilidade resulta numa enorme quantidade de roupas descartadas.

Em termos de impactes ambientais a produção e a descartibilidade de roupas têm um impacto ambiental significativo. Desde o uso de recursos naturais na produção até o impacto do transporte, o ciclo de vida das roupas contribui para a degradação ambiental. As roupas descartadas que não são vendidas em segunda mão frequentemente acabam em aterros sanitários, poluindo assim o solo, a água e o ar.

As roupas têm significados culturais profundos. A chegada de roupas ao Ocidente pode influenciar as práticas e identidades culturais locais. Pode haver uma perda de tradições locais, à medida que as roupas ocidentais se tornam predominantes, ou simplesmente as pessoas do gana podem não as poder vender dependendo se desrrespeitamna religião ou estas estam estragadas e assim não têm o seu lucro

Esta reportagem faz-nos refletir e convida-nos a considerar as responsabilidades que temos como consumidores e as maneiras pelas quais podemos promover um futuro mais sustentável e justo. É crucial buscar um equilíbrio entre adquirir roupas que iremos usar durante um logo periodo de tempo que devem ser a maioria e adquiri roupas que devem ser muito poucas que iremos usar durante um curto prazo.

Antes do 25 de abril:

O que foi o 25 de abril?

Conquistas do 25 de abril(depois do 25 de abril):

#010

25 de abril

  • Rapazes para um lado, raparigas para o outro Não havia direito ao voto livre
  • Não havia liberdade de expressão
  • Enfermeiras, telefonistas e hospedeiras da TAP não se podiam casar Não era permitido grupos de pessoas juntarem-se para falar ou a discutir ideias
  • Não era permitido festejar o Dia do Trabalhador

Política Queda da Ditadura: A revolução pôs fim a 48 anos de ditadura salazarista (Estado Novo), instaurando a democracia em Portugal. Liberdade e Direitos Civis: Os portugueses passaram a gozar de liberdades fundamentais, como liberdade de expressão, de imprensa, de reunião e de associação. Eleições Democráticas: A implementação de eleições livres e democráticas permitiu a formação de um governo representativo.Educação e Saúde: Expansão e democratização do acesso à educação e serviços de saúde..Economia : Implementação de reformas agrárias, que redistribuíram terras e buscaram modernizar a agricultura. Melhorias nas Condições de Trabalho: Introdução de direitos laborais mais robustos, incluindo aumento do salário mínimo, redução da jornada de trabalho e melhoria das condições de trabalho. Relações Internacionais Integração Europeia: Portugal tornou-se membro da Comunidade Económica Europeia em 1986.

Quando, a 25 de Abril de 1974, um grupo de jovens capitães levou a cabo um golpe de Estado que, em menos de 24 horas, derrubou a ditadura que dominava Portugal há mais quatro décadas, o rumo da história nacional mudou decisivamente. As suas vidas, assim como as de milhares de portugueses, estavam prestes a alterar-se radicalmente. Em breve, o golpe deu lugar a uma Revolução que, durante quase dois anos, agitou o país, abrindo um amplo leque de possibilidades quanto ao caminho a seguir.

As "crianças selvagens" são indivíduos que, durante a infância, viveram isolados da sociedade humana, com pouca ou nenhuma interação com outras pessoas. Essas crianças frequentemente crescem sem a socialização, educação e cuidados típicos fornecidos por uma comunidade humana.

+ info

Impactes no desenvolvimento das crianças

Considerações Éticas e Científicas

As meninas lobo de Midnapore

Os comportamentos e costumes de uma cultura podem parecer curiosos ou estranhos para pessoas de outras culturas. Em Portugal, várias práticas e hábitos podem se destacar e surpreender visitantes de outros países.

Costumes dos portuguese que possam parcer estranhos para outras culturas

Rituais de Café

Contexto: Tomar café é uma parte importante da vida diária em Portugal. Os portugueses frequentemente tomam café expresso (chamado "bica" em Lisboa e "cimbalino" no Porto) várias vezes ao dia, especialmente após as refeições. Percepção Externa: Em culturas onde o café é consumido de maneira diferente (por exemplo, em doses maiores como café filtrado ou americano), a frequência e o estilo de consumo do café em Portugal podem parecer incomuns.

Festas Populares e Romarias

Contexto: As festas populares, como as festas dos santos padroeiros (ex.: Santo António, São João, São Pedro), são celebradas com desfiles, danças, música, e comida típica. As romarias, peregrinações religiosas, também são comuns e atraem multidões. Percepção Externa: Para aqueles de culturas menos religiosas ou com diferentes tradições festivas, essas celebrações podem parecer exóticas e exageradas.

O Culto do Bacalhau

Contexto: O bacalhau (bacalhau seco e salgado) é um alimento emblemático da cozinha portuguesa, com centenas de receitas diferentes. É comum em festas e refeições diárias. Percepção Externa: Em regiões onde o bacalhau não é comum ou não é preparado de forma semelhante, a obsessão portuguesa por esse peixe pode parecer estranha.

Os comportamentos e costumes portugueses refletem a rica herança cultural e a maneira única de ver o mundo dos portugueses. Embora possam parecer estranhos para pessoas de outras culturas, eles são uma parte essencial da identidade nacional e oferecem uma janela para a compreensão e apreciação da diversidade cultural global.

Conclusão:

1.1)Argumentos indutivos:

As inferências indedutivas são sempre extrapoladas: a conclusão ultrapassa as permissas no sentido em que a verdade conjunta das premissas não garante as verdade da conclusão.

Todos os sapos que vi até hoje eram verdes.

Todos os sapos são verdes.

Generalização

Previsão

O próximo sapo que observar será verde.

Permissa:

Para que um argumento Indutivo seja forte:

  • A amostra têm de ser ampla
  • A amostra deve ser relevante, representativa do universo em questão
  • A amostra não deve omitir informação relevante

" Se Descartes é françês, então é europeu".Se é verdade que Descartes é françês, também será verdade que ele é europeu. Esta implicação ocorre entre duas proposições simples:"Descartes é françês" e "Descartes é europeu".Estas duas proposições têm papéis diferentes na condicional: a primeira que se segue ao "se" é chamada antecedente; a segunda que se segue ao "então" é chamada consequente.No exemplo dado, o antecedente é a condição suficiente da consequente e o consequente é condição necessária.

Os termos "permissa" e "conclusão" designam a função que as proposições têm no argumento. Por isso, uma propição pode ser conclusão de um argumento e premissa de outro argumento, dependendo da função que lhe atribuímos.

2-Tipos de Proposições

Proposições categóricas

Proposições condicionais

5-Como Negar Proposições Para negar uma proposição categórica, temos de afirmar a sua contraditória, a partir do quadrado de oposição. Ex:.Todos os S são P. -> Alguns S são P Para negar uma proposição condicional, temos de afirmar a antecedente e negar a consequente.Ex:.Se todos os filósofos estudam lógica, então nunca se enganam.->Todos os filósofos estudam lógica e, por vezes, enganam-se.

Impactes no desenvolvimento:

Linguagem: A aquisição da linguagem é significativamente prejudicada. Crianças selvagens, muitas vezes, têm grande dificuldade em aprender a falar e compreender a linguagem humana, especialmente se forem descobertas após o período crítico de desenvolvimento da linguagem (normalmente considerado antes dos 5 anos de idade). Comportamento Social: Essas crianças costumam exibir comportamentos não convencionais, como andar de quatro, imitar sons de animais. A socialização posterior pode ser extremamente desafiadora. Capacidades Cognitivas: A falta de estimulação e educação pode levar a atrasos cognitivos. Mesmo com intervenção, muitas crianças selvagens não alcançam o desenvolvimento cognitivo típico Emoções: Elas frequentemente mostram dificuldades em formar laços emocionais e em expressar ou entender emoções de forma típica, possivelmente devido à ausência de interação afetiva durante os primeiros anos de vida.

As meninas lobo, a Amala e a Kamala (reflexão):

Natureza vs. Cultura : As suas vidas indicam uma plasticidade comportamental impressionante, sugerindo assim que os seres humanos, podem adaptar-se a ambientes radicalmente diferentes do normal. Isto levanta questões sobre o que é "natural" no comportamento humano e até que ponto somos moldados pelo ambiente e pela cultura.

Veracidade e Interpretação Histórica: A falta de evidências concretas e a dependência em relatos de segunda mão tornam a história de Amala e Kamala um campo fértil para a especulação.

Em conclusão a história de Amala e Kamala, as meninas lobo, no meu ponto de vista serve para refletir sobre a natureza humana, o papel da socialização no desenvolvimento, e as complexidades da interpretação histórica. Além disso, desafia-nos a considerar as implicações éticas de como documentamos e discutimos vidas humanas extraordinárias. Mais do que um simples conto de crianças criadas por lobos, é uma janela para a profunda interconexão entre o ser humano e seu ambiente social e cultural.

Link da história

  • Identificar as premissas e a conclusão
  • Enunciar e classificar as proposições
  • Atribuir a cada proposição simples uma letra representará na linguagem proposicional
  • Introduzir a conetiva
  • Formalização do argumento pode ser apresentada numa única linha

1. Identificando premissa(s) e conclusão2. Relevando premissa(s) omitida(s);3. Afastando o ruído (informações não essenciais);4. Reescrevendo o argumento na sua forma padrão.

Ex:.A Joana é amiga da Pedro; A Joana adora automóveis elétricos; A Joana prefere sempre opções ambientalmente sustentáveis; Os automóveis elétricos são uma opção ambientalmente sustentável

Os argumentos podem surgir simplificados ou demasiado complexificados.Para analisarmos precisamos clarificar os seus elementos:

3-Clarificar Argumentos

Premissas:A Joana prefere sempre opções ambientalmente sustentáveis.Os automóveis elétricos são uma opção ambientalmente sustentávelconclusão:A Joana prefere automóveis elétricos.

II

Os níveis de CO2 na atmosfera aumentam nos últimos anos.Logo, nos próximos anos continuarão a aumentar

No argumento apresentado se considerarmos a premissa verdadeira, temos de admitir que a conclusão pode ser falsa, no entanto isso é improvável. É verdade que os níveis de CO2 aumentaram nos últimos anos, e este facto leva-nos a acreditar que nos próximos anos eles continuaram a aumentar. Se a verdade das premissas, apesar de não nos dar a certeza absoluta, nos der boas razões para acreditarmos a probablidade de a conclusão ser verdadeira, então o argumento é forte.

Argumento da experiência/conciência

Argumento da responsabilidade

Argumento da causalidade do agente

Sentimos que cada decisão que tomamos é controlada pela nossa vontade. Esta experiência da liberdade é tão forte que só pode significar que temos livre-arbitrio.

O sentimento de responsabilidade pelas ações decorre da possibilidade de escolha. Somos responsáveis por tudo, exceto pela nossa respousabilidade.

Existem ações que não são causadas por fatores externos, mas sim pelo agente. Isto significa que o agente inicia sequências causais, sem ser apenas um elo numa cadeia mais vasta. Desta forma, o agente possui livre-arbítrio.

Hugh McCann, defende que, entre os processos mentais envolvidos na produção de um acontecimento, existe um que é a essência do agir humano: a volição. A volição é a atividade mental do "querer", do "ter vontade de" realizar algo. A ação humana envolve acontecimentos mentais (crenças/desejos), mas entre estes e o acontecimento físico (movimento do agente) existe a volição do agente. Filósofo norte-americano defensor da posição que a ação humana se define pelo ato volitivo. Portanto, nesta perspetiva volicionista agir é tentar realizar um acontecimento, mesmo que não o consigamos con-cretizar.

Em conclusão

O fenômeno das crianças selvagens desafia a nossa compreensão de desenvolvimento humano e a importância da socialização. Embora sejam casos raros , eles sublinham a importância dos primeiros anos de vida para o desenvolvimento saudável da linguagem, comportamento social e habilidades cognitivas. As histórias dessas crianças também destacam a resiliência do espírito humano e a complexidade da reintegração social e psicológica após experiências extremas de isolamento.

Na segunda premissa afirma-se a consequente da proposição condicional que está na primeira premissa e na conclusão afirma-se a antecedente .

Falácia da afirmação do consequente

Na segunda premissa nega-se a consequente da proposição condicional que está na primeira e na conclusão nega-se a consequente

Falácia da negação do antecedente

Considerações éticas e ciêntificas

Estudo de Casos: Crianças selvagens oferecem uma oportunidade única para estudar os efeitos da privação extrema sobre o desenvolvimento humano. No entanto, esses estudos levantam questões éticas sobre o tratamento e os direitos dessas crianças. Reintegração Social: Reabilitar e reintegrar crianças selvagens na sociedade é um processo complexo e requer abordagens multidisciplinares, incluindo psicologia, educação, e cuidados médicos. Controvérsias: Alguns casos relatados podem ser exagerados ou mal interpretados. A precisão das histórias e o contexto em que essas crianças foram encontradas são importantes para uma compreensão justa e ética.

III

Todas sas esmeraldas que eu vi até hoje eram vermelhas.Logo, a próxima esmeralda que eu observar será vermelha.

Verificamos que a permissa deste argumento é falsa, no entanto se fosse verdadeira seria uma justificação forte da conclusão. Sendo assim este exemplo mostra-nos que a validade ou a força não são suficientes para tornar um argumento num "bom argumento", pois numa argumentação, interessam-nos argumentos válidos ou fortes, na qual as suas premissas sejam efetivamente verdadeiras

Argumento da ciência:

Argumento da ciência:

As descoberlas cientificas e o seu sucesso explicativo justificam a crença de que todos os acontecimentos, incluindo as ações humanas, estão determinados.

O livre-arbítrio é uma ilusão criada pela mente para dar sentido as nossas ações, porque não é capaz de as explicar de outra forma.

1.2)Argumentos por analogia

Os argumentos por analogia têm como premissas comparações entre dois ou mais elementos. Das semelhanças observadas, conclui-se a existência de uma outra semelhança ainda não constatada. A sua estrutura é: A é muito similar a B.A tem a característica.Logo B tem a característica y.

Exemplo:

A laranja e o limão são frutos citrinos.A laranja é rica em vitamina c.Logo, o limão é rico em vitamina c.

Para que um argumento por analogia possa ser considerado forte devemos poder respoder á 1 e 2 pergunta afirmativamente e negativamente á 3.

  • As semelanças apontadas são relevantes para a conclusão?
  • A comparação tem por base um nº razoável de semelhanças?
  • Não haverá diferenças importantes entre o que está a ser comparado?

O método de inspetor permite-nos verificar se um argumento é válido ou não através de tabelas de verdade e encontramos as tautologias, contradições e contingências

  • Tautologias: as suas proposições são necessariamente verdadeiras
  • Contradições: são proposiçoes que são necessariamente falsas
  • Contingências: são proposições que podem ser verdadeiras numas circunstâncias e falsas noutras.

Argumento de Frankfurt

Argumento das razões e orientação:

0 livre-arbitrio não exige que o agente tenha reais alamaltias de esecoha, mas apenas que tenha o controlo sobre a sua decisão.

O livre-arbitio consiste em ser capaz de resonder pela orientação que damos às nossas ações, apesar delas serem determinadas.

1.3)Argumentos por autoridade

Num argumento por autoridade, as premissas incluem uma referência a uma entidade ou pessoa reconhecida consensualmente como especialista no assunto que o argumento aborda

Exemplo:

Colgate é a marca nº1 recomendada pelos dentistas. Logo a melhor pasta de dentes para se usar é a colgate.

Para que um argumento de autoridade possa ser considerado forte:

  • As fontes devem ser citadas
  • As autoridades invocadas devem ser especialistas na área em questão no argumento
  • As fontes devem ser imparciais
  • Deverá existir um acordo relativamente á informação

  • Modus ponens
  • Modus tollens
  • Silogismo hipotético
  • Silogismo dijuntivo
  • Negação dupla
  • Contraposição
  • Leis de Morgan(1ª,2ª)

Lógica Proposicional

Lógica Formal

Estratégias de persuação

I

Se o aquecimento global existe, então os ursos-polares estão ameaçados.O aquecimento global existe.Logo, os ursos-polares estão ameaçados

No argumento apresentado, se considerarmos as premissas verdadeiras será impossível que a sua conclusão seja falsa.Se é verdade que o aquecimento global implica que os ursos estejam ameaçados e se é verdade que o aquecimento global existe, então a conclusão, "os ursos-polares estão ameaçados", é terá de ser verdadeira

Alguns filósofos têm uma perspetiva causalista da ação. Donald Davidson, por exemplo, considera que a ação envolve sempre acontecimentos mentais (crenças e desejos) e acontecimntos físicos causados por esses fenómenos mentais. Ter uma intenção implica ter pelo menos um par crença-desejo. As intenções causam as ações. Por exemplo, se desejas ser saudável e acreditas que o exercício físico regular é importante para alcançares esse desejo, então estes dois acontecimentos mentais causam a tua ação de praticar exercício físico.