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Nº13

Nº12

Nº2

10ºC

Estuário do Tejo

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Aves

  • Gaivota-de-asa-escura

  • Guincho

  • Marrequinha

  • Maçarico-de-bico-direito

  • Pilrito-comum

  • Borrelho

  • Flamingo

  • Garça-real

  • Colhereiro

  • Alfaiate

Invertebrados

  • Minhoca-da-pesca

  • Búzio

  • Lambujinha

Crustáceos: isópodes, anfípodes e decápodes

Peixes

  • Taínha

  • Xarroco

  • Caboz

  • Robalo

  • Corvina

  • Sargo

  • Linguado

Área e localização do estuário do Tejo

Localização

Curiosidade

A Reserva Natural do Estuário do Tejo abrange uma área de 14.416,21 ha

Foi criando em 1976.

Símbolo do estuário do Tejo

O alfaiate (Recurvirostra avosetta)

Foi a espécie adotada como símbolo da RNET devido à importância internacional dos seus efetivos invernantes no estuário do Tejo.

À medida que o gelo ia derretendo, o vale do Tejo foi inundando

Ao longo do tempo, outros fatores, como terramotos e a erosão, alteraram a forma do estuário ao longo do tempo.

Formou-se o estuário.

O estuário do Tejo começou a formar-se após o final do último período glaciar (~80 milhões de anos).

Formação do estuário do Tejo em termos geológicos

Hoje em dia, o estuário possui vários, canais, bancos de areia, ilhotas e sapais.

Tipo de água do estuário do Tejo e influência do oceano Atlântico

Importância ecológica

No estuário do Tejo, existe uma grande biodiversidade animal e vegetal.

Nele, é encontrado todo o material biológico arrastado ao longo do rio, que torna o estuário numa zona rica em seres vivos e vegetação e local que oferece habitat a várias espécies.

Pesca

Importância económica

Agricultura

Turismo

11 espécies de anfíbios

Fauna característica

194 espécies de aves

101 espécies de peixes

Invertebrados

9 espécies de répteis

Peixes

Aves

35 espécies de mamíferos

Espécies principais

Flora característica

Espécies principais

  • Sarcocornia fruticosa

  • Sarcocornia perennis

  • Polygonum maritimum

  • Halimione portulacoides

  • Aster tripolium

Habitats naturais

Vídeo Informativo

Webgrafia

Bibliografia

-O estuário do Tejo é um dos maiores estuários da Europa Ocidental, e o maior de Portugal.

-A reserva natural foi fundada em 1976, mas só em 1994 é que passou a ser uma área protegida, especial para aves selvagens.

Com o aumento da maré, a água salgada é introduzida na costa, acabando por dar entrada no estuário.

As águas salgadas

Enquanto a maré está baixa, as águas do rio conseguem fluir mais livremente, o que irá levar as mesmas a serem transportadas até ao estuário, acabando eventualmente por desaguar no oceano Atlântico.

As águas doces

O estuário do Tejo é uma reserva natural, situada entre Alcochete, Benavente e Vila Franca de Xira

É em torno deste que emerge a Área Metropolitana de Lisboa, dividindo a Grande Lisboa da Península de Setúbal

A pesca, illegal em excesso ou para certas espécies, contribui para os stocks de pesca e alimentação.

Destaca-se a apanha da ameixoa japonesa e de espécies valiosas, como a enguia.

Inclui uma extensa superfície de águas estuarinas, campos de vasas recortados por esteiros, mouchões, sapais, salinas e terrenos aluvionares agrícolas (lezírias).

Como ambos os tipos de água (doce e salgada) são introduzidos no estuário por causa das marés, é evidente uma mistura gradual entre estas, o que irá levar a tornarem-se águas salobras.

As águas salobras

Graças aos nutrientes presentes na água, o solo situada na costa do estuario é fértil, e portanto usado para fins agrículas.

Colheita de grãos de arroz. (Agricultura industrial)

Turismo é possivelmente a atividade mais lucrativa no estuário.

Sendo este habitualmente usado para desportos aquáticos, como canuagem e snorkling, ou como um lugar para passear de barco e observar os vários tipos de seres vivos.

Estas águas de natureza salobra promovem os nutrientes necessários para manter e criar a diversidade existente no estuário, abrangendo múltiplos animais e plantas únicas, graças à sua salinidade intermédia.

Tipos de água