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Janeiro 2024

Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Inclusiva

Maria de Jesus Florindo

Gestão de expetativas

Avaliação

Calendarização

Objetivos

Introdução

Plano Capacitação Digital

As TIC são cada vez mais importantes no dia-a-dia dos indivíduos, por isso, a educação/ formação nesta área deverá estar focada na utilização adequada e segura dos recursos digitais. No passado, a deficiente ou insuficiente utilização das TIC foi atribuída à falta de recursos materiais. Nos dias de hoje, com o apetrechamento de equipamentos informáticos nas escolas portuguesas e com o Plano de Capacitação Digital, essa barreira, parece ter sido ultrapassada. De acordo com Martins, Santarosa, Rodrigues, & Heredero (2014) “O principal obstáculo para a integração das TIC na educação de alunos com e sem NEE permanece ainda relacionada com a confiança subjacente a experiências anteriores e formação obtida na utilização das TIC.” (p: 70) Praticamente todos os professores utilizam o computador no seu dia a dia, contudo, a “sua transposição para o contexto pedagógico encontra-se envolta em incertezas e dúvidas que limitam a proatividade dos docentes nesta área.” (p:70)Os mesmos autores acrescentam que a utilização das TIC para os alunos com NEE são mais complexas pelo papel adicional que podem desempenhar, tornando acessível o que de outra forma seria inatingível. Importa, pois, “associar ao conhecimento tecnológico o conhecimento prático de aplicações pedagógicas das TIC, para que não se continuem a replicar velhos métodos em vez de se adotarem novas metodologias de trabalho.” (p. 71) .

introdução

Objetivos

Desenvolver nos professores capacidades que permitam a pesquisa, a reflexão, a alteração e produção de recursos, de forma autónoma e crítica.

Refletir sobre as vantagens/ constrangimentos da utilização destes recursos, do ponto de vista didático e metodológico.

Conhecer e explorar tecnologias de apoio e acessibilidades para a inclusão Promover o trabalho colaborativo entre professores.

Compreender a necessidade de adequação de estratégias de aprendizagem em sala de aula, com o recurso à utilização das TIC, para a inclusão dos alunos com NEE, de carácter permanente

24 de jan • Das 14h15 às 17h15h 31 de jan • Das 14h15 às 17h15h 7 de fev • Das 14h15 às 17h15h 28 de fev • Das 14h15 às 17h15h 13 de mar • Das 14h15 às 17h15h Teórico-práticas 15h TOTAL = 15h + 15h (autónomo)

calendarização

Avaliação da oficina

+ INFO

Formulário do CFBSB + participação + apresentação final

Formulário do CFBSBhttps://forms.gle/j4ZCKybhKU3YY5tZ9

Criação de um Cenário de Aprendizagem; Digital Storytelling ou Escape Room

Expetativas iniciais

O que vamos fazer?

Reflexão no final de cada sessãohttps://padlet.com/mariajflorindo/tic-para-a-inclus-o_reflex-es-9p9o942msls1mk27

Padlet sessão

Trabalho final

Avaliação final

Faça a sua reflexão em torno das seguintes questões:O que poderá ser abordado neste curso de formação “Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Inclusiva"?Que ferramentas digitais utiliza?Que oportunidades e desafios antecipa? Os seus contributos são muito importantes para o desenvolvimento e gestão da formação.

expetativas

https://www.menti.com/algwgikc99wn

Siga o link... Introduza o código 7512 4384 Escreva 3 palavras sobre o que é pedido!

Proposta de trabalho

Escola Inclusiva

A escola inclusiva é aquela que está em movimento, na qual a participação significa a aprendizagem em conjunto com os outros e a colaboração com eles, em experiências educativas partilhadas, sendo necessário um envolvimento ativo na aprendizagem com implicações na forma como é vivido o processo educativo. Booth & Ainscow (2002)

Educação Inclusiva

Inclusão

Conceitos

A educação inclusiva é um processo contínuo (AINSCOW, 2009; ANGELIDES, 2008) de fortalecimento da capacidade do sistema educacional para responder a todos e a cada um dos alunos (UNESCO, 2009; 2017), reconhecendo as suas diferenças individuais como oportunidades para enriquecer a aprendizagem e beneficiá-los a todos (UNESCO, 2017).

A inclusão implica uma observação pormenorizada sobre a forma como se podem diminuir, em relação a qualquer aluno, as barreiras à sua aprendizagem e à sua participação (...) a inclusão envolve mudança, sendo por isso um processo contínuo de desenvolvimento da aprendizagem e da participação de todos os alunos. No contexto educativo, é o processo que contribui para ultrapassar os obstáculos que se levantam à participação e à aprendizagem dos/as alunos/as, promovendo deste modo a construção de uma escola inclusiva, em que todos e todas, e cada um/a, se sintam valorizados/as e respeitados/as e tenham um verdadeiro sentimento de pertença (UNESCO, 2017; 2020).

A educação, para ser de, com e para todos, tem de ser inclusiva. Para ser justa, ética e respeitadora dos Direitos e Deveres Humanos, tem de ser inclusiva. (OCDE, 2022)

“o educador não trabalha com abstrações, com entidades estatísticas, mas com pessoas únicas concretíssimas. Assim, o respeito pelas personalidades individuais e pelos projetos individuais de existência é a exigência que se põe ao educador. Nesses projetos individuais de existência podem caber os mais diversos saberes e culturas”. MFP, 1990

VS

4. O que é possível fazer para aprofundar os processos já encetados de modo a levar a educação inclusiva mais longe?

1. Na vossa perspetiva, os docentes, face às mudanças legislativas no âmbito da Educação Inclusiva, terão sido levados a questionar crenças e práticas?

Pensar utopicamente a educação

2. Que tipo de mudanças se verificaram a partir das orientações propostas?

3. Como se organizaram as comunidades educativas face aos dilemas e transformações nas vossas escolas?

Incentiva a interação entre alunos e professores Estimula a comunicação entre estudantes Diminui o individualismo Promove aprendizagens diferenciadas

Com o uso da tecnologia, todos os alunos, com ou sem limitações físicas ou mentais, tornam-se protagonistas da própria aprendizagem, conduzindo o conhecimento de maneira a adaptar-se melhor às próprias necessidades.

Qual é o papel da tecnologia?

Permite que o tempo de cada um seja respeitado Respeita os diferentes tipos de inteligência Incentiva a concentração e o foco Trabalha diversas habilidades simultaneamente

+ INFO

Esta definição vai ao encontro do conceito apresentado por Martins (2016), no qual os cenários de aprendizagem “são definidos como o ambiente no qual se irá realizar o processo de ensino/aprendizagem quando se utiliza este tipo de recursos tecnológicos e são compostos por um conjunto de elementos que descrevem o contexto em que se desenrola esse processo” (p. 94).

+ INFO

Cenários são ambientes potenciadores de aprendizagem, passíveis de utilização de recursos tecnológicos, constituídos por um conjunto de elementos e processos que descrevem o contexto de intervenção para a aprendizagem.

Cenário de aprendizagem

Cenário de aprendizagem

Histórias são histórias. E toda a gente tem histórias para contar, seja qual for o meio que escolhe para o fazer. E por Storytelling entende-se, muito basicamente, o ato de contar ou escrever uma história. Contar histórias que envolvam, que criem empatia, que levem as pessoas a fazer qualquer coisa e a sentir muitas mais, é uma arte. Das mais puras e ancestrais que o ser humano conhece e tão bem domina.

Digital Storytelling

Vamos então olhar para o Digital Storytelling, ou ao Storytelling digital, que no fundo “mais não é” do que usar a tecnologia e, em particular, o recurso aos computadores, para contar histórias emocionantes e cativantes através dos suportes tecnológicos que hoje existem à nossa disposição, tais como: Realidade Aumentada, Realidade Virtual, Câmaras 360, drones, etc.

Construído à volta de um desafio ou de uma missão, o Escape Room educativo desenvolve o pensamento crítico, a cooperação e a colaboração.1. Criar uma narrativa. Para motivar os participantes, é importante haver uma história atrativa que permite criar e dar sentido às ações do jogo, e o interesse em sair do quarto como um grupo. Para iniciar esta narrativa, é fundamental criar algo que chame a atenção logo no início, que seja surpreendente e curioso. 2. Agora é a hora da parte didática. Deve-se analisar quais são os objetivos de aprendizagem e como transformá-los em desafios para o escape room. Nesta etapa, é importante também analisar como o grupo poderá dar respostas que representem um trabalho colaborativo. Nesta fase também, deve-se calcular o tempo necessário para obter a resposta certa.3. As regras de participação são também fundamentais. Na hora de preparar, deve-se indicar de forma clara o que não é permitido, o tempo limite para o escape room, a maneira que se verão estas regras. 4. Com a estrutura montada, agora é hora de compor o ambiente com as ferramentas. Na internet, é possível encontrar diversas dicas de enigmas que possam envolver cadeados com combinações de números ou letras, no estilo caixa-forte, ou o uso de quebra-cabeças, mapas, experimentos científicos que devem indicar uma resposta a uma saída, etc.

Genially

Escape Room

+ INFO

Metimeter - sondagens, brainstorming...Wakelet - muraisiMovieToontasticScratch - programaçãoFilmora - criação e edição de videoskahoot

Canva - apresentações, folhetos, cartazes...Genial.ly - apresentações, folhetos, cartazes, escape roomsWordwall - questionários, jogos, etcAdobe Express - videos, QR codes, Book Creator - edição de livrosPadlet - muraisSway

Aplicações... para todos e para cada um

https://chat.openai.com/

https://www.naturalreaders.com/online/ - converte texto em audio https://appseducacao.rbe.mec.pt/ https://speechnotes.co/pt/ https://tinywow.com/

Aplicações... para todos e para cada um

Deficiência Auditiva Deficiência Motora Deficiência Visual Paralisia Cerebral Perturbação do Espectro do Autismo Perturbações do Foro Psicológico e Psiquiátrico Perturbações Específicas de aprendizagem Outras https://www.ualg.pt/necessidades-educativas-especiaishttps://www.uevora.pt/estudar/estudantes-ue/servicos-e-procedimentos-academicos/regimes-especiais/Estudante-com-necessidades-educativas-especiais

As problemáticas mais prevalentes…

a prestação de serviços de informação, formação e aconselhamento aos professores e comunidade educativa em geral, no que respeita à utilização dos produtos de apoio; a promoção de sessões públicas no âmbito das necessidades educativas especiais e da utilização de produtos de apoio, tendo como destinatários docentes, técnicos e encarregados de educação;a criação de parcerias que possam enriquecer as dinâmicas do Centro de Recursos, através da articulação local com os serviços de saúde e da segurança social, instituições de ensino especial, autarquias, instituições do ensino superior e entidades vocacionadas para as necessidades educativas especiais em geral;

a avaliação de alunos com necessidades educativas especiais, que necessitam de produtos de apoio para aceder ao currículo, a fim de garantir a inclusão educativa destes alunos; o registo dos produtos de apoio prescritos na plataforma SAPA, nos termos da Portaria n.º 192/2014, de 26 de setembro, e demais legislação regulamentadora; a aplicação do modelo de ficha de prescrição de produtos de apoio no âmbito do SAPA, nos termos da Portaria n.º 78/2015, de 17 de março, e demais legislação regulamentadora;

CRTic Centros de Recursos de Tecnologias de Informação e Comunicação para a Educação Especial

+ INFO

Trata-se de um conjunto de ferramentas e estratégias com a finalidade de superar desafios comunicativos diários dos vários tipos de comunicadores. A CA pode assumir várias formas pertencendo a uma rede multimodal: fala contactos visuais gestos símbolos pictográficos escrita expressões faciais toque fotografias objetos e partes de objetos sintetizadores ou digitalizadores de fala

Comunicação Aumentativa

+ INFO

Por norma, um Sistema de CA recorre a vários recursos e formas de comunicação, de acordo com o contexto e parceiro de comunicação, numa dinâmica flexível que tem em vista o sucesso da troca de informação. A comunicação eficaz ocorre quando as intenções e significados são compreendidos, alcançando-se um entendimento comum, um “espaço partilhado”, entre comunicadores. A forma é menos importante do que a função … o entendimento mútuo da mensagem partilhada (Burkhart, S/D). https://www.manualdabrincadeira.com.br/jogos-digitais-de-comunicacao-alternativa

Comunicação Aumentativa

O Sistema de Símbolos Bliss foi o resultado do trabalho do austríaco Karl Blitz durante 20 anos. É indicado para pessoas com problemas de expressão oral e que tenham possibilidades de adquirir novas aprendizagens, por crianças e jovens com problemas de aprendizagem e indivíduos que não estão preparados para utilizar o alfabeto gramatical e que necessitam de um extenso vocabulário.

Sistema de Símbolos Bliss

Atualmente é constituído por 800 símbolos pictográficos, mas só 400 estão traduzidos e adaptados à Língua Portuguesa. As imagens consistem em figuras estilizadas, desenhadas a branco sobre fundo negro, a fim de ser acessível àqueles com problemas cognitivos ou percetivos. O significado do símbolo é escrito na sua parte superior, o que permite a comunicação com interlocutores que não dominem este sistema. Os símbolos agrupam-se segundo a seguinte ordem temática ou categorias: – Pessoas– Partes do corpo– Vestuário e utensílio pessoais– Casa (geral)– Casa de banho– Cozinha– Comida (geral)– Doces

O objetivo da intervenção com sistemas alternativos de comunicação é a aquisição de vocabulário funcional. O material pedagógico PIC pode ser usado em situações e atividades diversas (construção de jogos, elaboração de cartazes, criação de sequências, identificação de espaços, descrição de situações vivenciadas, escrita de cartas). https://www.myboardmaker.com/Activities/Search

Sistema de Comunicação PIC

https://www.acessibilidade.gov.pt/livros/tapd/html/8_tecnologias_apoio_comunicacao.html

LET me talk

É uma app grátis disponível para Android e IOS que permite, por meio do uso de imagens e símbolos, o desenvolvimento de comunicação alternativa por pessoas não verbais ou que apresentam alguma dificuldade de fala ou escrita. A base de dados do LetMeTalk contém mais de 9.000 imagens, sendo possível ainda a inserção de novas imagens incorporadas pelo usuário. Para utilizar a app não é necessário ter acesso à internet. Assim, é possível utilizar o LetMeTalk em praticamente qualquer situação.

Dislalias
Disartria

É uma dificuldade de aprendizagem que se caracteriza pela perturbação na articulação de um ou vários fonemas, por substituição, omissão, acrescentamento ou distorção dos mesmos.

Tipos de Dificuldades de Aprendizagem Especificas

Disartria é uma alteração da fala, geralmente, provocada por um distúrbio neurológico, como um AVC, paralisia cerebral, doença de Parkinson, miastenia gravis ou esclerose lateral amiotrófica, por exemplo. Uma pessoa com disartria não consegue articular e pronunciar bem as palavras devido a uma alteração no sistema responsável pela fala, envolvendo músculos da boca, língua, laringe ou cordas vocais, o que pode proporcionar dificuldades na comunicação e isolamento social.

Dislexia
Disfemias ou Gagueira

A gagueira é uma alteração no ritmo da fala que se manifesta com interrupções na fluidez da palavra. Existem três tipos de gaguez: (I) gaguez crónica que consiste na repetições silábicas e ligeiros espasmos repetitivos; (II) gaguez tónico que é caracterizada por bloqueio iniciais e fortes espasmos e (III), gaguez mistas – consiste na conjugação dos sintomas das duas anteriores.

Tipos de Dificuldades de Aprendizagem Especificas

dislexia é uma incapacidade específica de aprendizagem, de origem neuropsicológica. É caracterizada por dificuldades na correcção e/ou fluência na leitura de palavras e por baixa competência leitora e ortográfica. Sinais de alerta de dislexia podem ser: dificuldades na linguagem oral; não associação de símbolos gráficos com as suas componentes auditivas; dificuldades em seguir orientações e instruções; dificuldade de memorização auditiva; problemas de atenção e problema de lateralidade.

5 – Classes gramaticais

4 – Leitura em voz alta

3 – Linha de foco

2 – Separação de sílabas

6 – Dicionário de imagens

+ INFO

1 – Espaçamento entre letras; mudança de fonte

dislexia

Disortografia
Disgrafia

Disortografia é a dificuldade de aprendizagem relacionada com a habilidade da linguagem escrita expressiva. Esta dificuldade pode ocorrer associada ou não a dificuldade de leitura, isto é, a dislexia. Considera-se que 90% das disortografias têm como causa um atraso de linguagem; estas são consideradas disortografias verdadeiras. Os 10% restantes têm como causa uma disfunção neuro-fisiológica.A característica mais comum nas crianças com disortografia é, sem dúvida, a ocorrência de erros ortográficos, sejam estes de carácter linguístico-perceptivo, visoespacial, visoanalítico, de conteúdo ou referentes às regras de ortografia.

A disgrafia é uma dificuldade de aprendizagem específica que afecta a caligrafia, nomeadamente a legibilidade e a velocidade da escrita. É uma dificuldade intrínseca e permanente. Quando um aluno apresenta erros que prejudicam a qualidade (forma, tamanho…), velocidade ou conforto (postura, pega no lápis/esferográfica…) da sua escrita manual, deste modo considera-se que revela dificuldades ao nível da caligrafia.Má organização da página; Texto sem unidade e desordenado; Aspecto do conjunto “sujo”; Letras deformadas; Choques entre as letras; Traços de má qualidade; Letras corrigidas diversas vezes; Enlaces mal feitos; Espaços entre as linhas e palavras irregulares, linhas mal mantidas; Pouco grau de nitidez entre as letras; Dimensões exageradas (muito grandes ou pequenas); Desproporção entre pernas e hastes; Postura gráfica incorrecta; Preensão e suporte inadequados dos instrumentos de escrita, etc.

Tipos de Dificuldades de Aprendizagem Especificas

Discalculia

Discalculia léxica: dificuldade na leitura de símbolos matemáticos; Discalculia verbal: dificuldades em nomear quantidades matemáticas, números, termos e símbolos; Discalculia gráfica: dificuldade na escrita de símbolos matemáticos; Discalculia operacional: dificuldade na execução de operações e cálculos numéricos;Discalculia practognóstica: dificuldade na enumeração, manipulação e comparação de objectos reais ou em imagens; Discalculia ideognóstica: dificuldades nas operações mentais e no entendimento de conceitos matemáticos.

Discalculia (do grego dýs+calculare, dificuldade ao calcular), também conhecida como Cegueira Numérica, é uma desordem neurológica específica que afecta a habilidade de uma pessoa de compreender e manipular números. Para ser classificada como discalculia não pode ser causada por problemas na visão e/ou audição. O termo discalculia é usado frequentemente referindo-se à inabilidade de executar operações matemáticas ou aritméticas, mas é definido por alguns profissionais educacionais como uma inabilidade mais fundamental para conceptualizar números como um conceito abstracto de quantidades comparativas

Tipos de Dificuldades de Aprendizagem Especificas

https://www.erte.dge.mec.pt/mentep/ferramentas-para-criacao-de-cenarios-de-aprendizagem

http://www.eun.org/

https://fcl.eun.org/

NA Europa...

As salas do futuro foram pensadas para desenvolver competências do século XXI num ambiente multifacetado de aprendizagem. Para que este ambiente seja o indicado, é essencial que estes espaços estejam equipados com algumas das mais recentes tecnologias ligadas à educação.https://www.abecedariodaeducacao.pt/2019/03/07/as-salas-do-futuro-future-classroom-lab/

Sala de aula do futuro

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