A importância da avaliação no ensino da Economia e da Contabilidade
Avaliar não é classificar
Uma avaliação de caráter pedagógico é um processo comprometido com as aprendizagens de todos e de cada um dos alunos, integrado nos momentos de ensino-aprendizagem e não exterior a eles. Ao avaliar em vez de apenas classificar, o docente promove um desenvolvimento holístico. O rigor avaliativo reside na coerência e transparência dos critérios, na diversificação das técnicas e no diálogo que os sustenta.
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Regulação
Articulação
Certificação
Função Sumativa
Função Diagnóstica
Função Formativa
Certifica o nível atingido e comunica ao exterior. Embora necessária, é insuficiente se usada isoladamente; deve articular-se com as restantes funções avaliativas.
Acompanha continuamente o processo, regulando o percurso do aluno e as opções pedagógicas. Segundo Perrenoud (1999), a avaliação deve focar-se na regulação das aprendizagens.
Identifica representações prévias. Em Economia, deteta conceções do quotidiano que funcionam como ancoragens. Em Contabilidade, localiza lacunas antes que comprometam o raciocínio.
3 · Distinção conceptual essencial
Assessment for learning: Integra o próprio processo de aprendizagem. O feedback contínuo, específico e orientado para a melhoria é o seu elemento central, permitindo que o aluno assuma um papel ativo na autorregulação. O Projeto MAIA (Fernandes, 2021) valoriza precisamente esta abordagem transformadora.
Assessment of learning: Opera numa lógica de prestação de contas. Ocorre após o processo, mede e certifica o que o aluno sabe num dado momento através de testes sumativos e exames. É uma prática necessária, mas insuficiente se for a única modalidade presente no ensino.
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O feedback como motor de aprendizagem
O feedback como motor de aprendizagem. A principal diferença reside na utilização pedagógica da informação recolhida. Quando o feedback é genuinamente formativo, o aluno deixa de ser recetor passivo de classificações e passa a autorregular ativamente o seu percurso. Lima, Ferreira e Cosme (2022) definem as etapas de autorreflexão e autorregulação como estruturantes da autoavaliação. Em áreas de Autorregulação em Contabilidade, onde o raciocínio é cumulativo, esta competência é vital. O ciclo formativo — planear, agir, avaliar e regular — torna-se, assim, a base da autonomia do estudante.
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Cada competência exige o seu instrumento
Testes escritos, estudos de caso, portefólios e rubricas para uma análise aprofundada.
Apresentações orais e debates que estimulam a expressão e a argumentação.
Projetos colaborativos que integram a diversificação instrumental.
Grelhas de observação para um acompanhamento sistemático e transparente.
Mapas de conceitos e relatórios reflexivos que promovem a reflexão crítica.
Como afirmam Pinto e Santos (2006), a coerência com os objetivos é primordial.
Cinco ideias fundamentais
01 — Avaliar é um ato pedagógico, não burocrático: ao serviço da aprendizagem, não da seleção.
02 — As três funções (diagnóstica, formativa, sumativa) articulam-se e exigem-se mutuamente.
03 — A distinção avaliação das / para as aprendizagens é o eixo mais estruturante da literatura atual.
04 — O feedback contínuo e a autorregulação são os mecanismos centrais da avaliação formativa.
Referências bibliográficas
Amante, L., & Oliveira, I. (Coords.). (2016). Avaliação das aprendizagens: Perspetivas, contextos e práticas. Universidade Aberta. Boggino, N. (2009). A avaliação como estratégia de ensino. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 9, 79–86. Fernandes, D. (2021). Avaliar para melhorar as aprendizagens. Projeto MAIA. Direção-Geral da Educação. Lima, L., Ferreira, D., & Cosme, A. (2022). Mudar a escola, mudar a avaliação. NOVA ÁGORA – CFAE – Cadernos da Formação, 7, 6–17. Martins, G. O., et al. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Ministério da Educação. Perrenoud, P. (1999). Avaliação: Da excelência à regulação das aprendizagens. Artmed. Pinto, J., & Santos, L. (2006). Modelos de avaliação das aprendizagens. Universidade Aberta.
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"A avaliação constitui um fator fulcral da qualidade dos processos de aprendizagem, sendo deles indissociável." — Amante & Oliveira (2016)
A importância da avaliação como elemento estruturante dos processos de aprendizagem é amplamente reconhecida na literatura especializada.
Avaliar para as Aprendizagens: Perspetiva MAIA
A avaliação centrada no Projeto MAIA, conforme preconizado por Fernandes (2021), privilegia a melhoria das aprendizagens através de feedback contínuo. Este paradigma transforma o ato avaliativo, tornando-o um motor de desenvolvimento e sucesso escolar.
- Foco na melhoria contínua através do feedback específico.
- Promoção da autorregulação pelo aluno.
- Articulação dialógica entre professor e turma.
- Valorização do percurso face à classificação final.
- Abordagem baseada nas orientações do Projeto MAIA.
Essencial
A relevância da deteção autónoma do erro em processos cumulativos.
Obrigado pela sua atenção durante esta apresentação. Esperamos que estas reflexões contribuam para tornar a avaliação um verdadeiro motor do sucesso educativo no Grupo 430.
100%
Para questões adicionais, contacte-nos através de [seu endereço de email].
A Avaliação no Ensino da Economia e Contabilidade
ourobello ourobello
Created on June 10, 2026
Uma análise profunda sobre a avaliação pedagógica no ensino da Economia e Contabilidade. Explore as funções diagnóstica, formativa e sumativa, a distinção entre avaliação das e para as aprendizagens e a importância vital do feedback na autorregulação.
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A importância da avaliação no ensino da Economia e da Contabilidade
Avaliar não é classificar
Uma avaliação de caráter pedagógico é um processo comprometido com as aprendizagens de todos e de cada um dos alunos, integrado nos momentos de ensino-aprendizagem e não exterior a eles. Ao avaliar em vez de apenas classificar, o docente promove um desenvolvimento holístico. O rigor avaliativo reside na coerência e transparência dos critérios, na diversificação das técnicas e no diálogo que os sustenta.
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Articulação
Certificação
Função Sumativa
Função Diagnóstica
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Certifica o nível atingido e comunica ao exterior. Embora necessária, é insuficiente se usada isoladamente; deve articular-se com as restantes funções avaliativas.
Acompanha continuamente o processo, regulando o percurso do aluno e as opções pedagógicas. Segundo Perrenoud (1999), a avaliação deve focar-se na regulação das aprendizagens.
Identifica representações prévias. Em Economia, deteta conceções do quotidiano que funcionam como ancoragens. Em Contabilidade, localiza lacunas antes que comprometam o raciocínio.
3 · Distinção conceptual essencial
Assessment for learning: Integra o próprio processo de aprendizagem. O feedback contínuo, específico e orientado para a melhoria é o seu elemento central, permitindo que o aluno assuma um papel ativo na autorregulação. O Projeto MAIA (Fernandes, 2021) valoriza precisamente esta abordagem transformadora.
Assessment of learning: Opera numa lógica de prestação de contas. Ocorre após o processo, mede e certifica o que o aluno sabe num dado momento através de testes sumativos e exames. É uma prática necessária, mas insuficiente se for a única modalidade presente no ensino.
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O feedback como motor de aprendizagem
O feedback como motor de aprendizagem. A principal diferença reside na utilização pedagógica da informação recolhida. Quando o feedback é genuinamente formativo, o aluno deixa de ser recetor passivo de classificações e passa a autorregular ativamente o seu percurso. Lima, Ferreira e Cosme (2022) definem as etapas de autorreflexão e autorregulação como estruturantes da autoavaliação. Em áreas de Autorregulação em Contabilidade, onde o raciocínio é cumulativo, esta competência é vital. O ciclo formativo — planear, agir, avaliar e regular — torna-se, assim, a base da autonomia do estudante.
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Grelhas de observação para um acompanhamento sistemático e transparente.
Mapas de conceitos e relatórios reflexivos que promovem a reflexão crítica.
Como afirmam Pinto e Santos (2006), a coerência com os objetivos é primordial.
Cinco ideias fundamentais
01 — Avaliar é um ato pedagógico, não burocrático: ao serviço da aprendizagem, não da seleção.
02 — As três funções (diagnóstica, formativa, sumativa) articulam-se e exigem-se mutuamente.
03 — A distinção avaliação das / para as aprendizagens é o eixo mais estruturante da literatura atual.
04 — O feedback contínuo e a autorregulação são os mecanismos centrais da avaliação formativa.
Referências bibliográficas
Amante, L., & Oliveira, I. (Coords.). (2016). Avaliação das aprendizagens: Perspetivas, contextos e práticas. Universidade Aberta. Boggino, N. (2009). A avaliação como estratégia de ensino. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 9, 79–86. Fernandes, D. (2021). Avaliar para melhorar as aprendizagens. Projeto MAIA. Direção-Geral da Educação. Lima, L., Ferreira, D., & Cosme, A. (2022). Mudar a escola, mudar a avaliação. NOVA ÁGORA – CFAE – Cadernos da Formação, 7, 6–17. Martins, G. O., et al. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Ministério da Educação. Perrenoud, P. (1999). Avaliação: Da excelência à regulação das aprendizagens. Artmed. Pinto, J., & Santos, L. (2006). Modelos de avaliação das aprendizagens. Universidade Aberta.
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"A avaliação constitui um fator fulcral da qualidade dos processos de aprendizagem, sendo deles indissociável." — Amante & Oliveira (2016)
A importância da avaliação como elemento estruturante dos processos de aprendizagem é amplamente reconhecida na literatura especializada.
Avaliar para as Aprendizagens: Perspetiva MAIA
A avaliação centrada no Projeto MAIA, conforme preconizado por Fernandes (2021), privilegia a melhoria das aprendizagens através de feedback contínuo. Este paradigma transforma o ato avaliativo, tornando-o um motor de desenvolvimento e sucesso escolar.
Essencial
A relevância da deteção autónoma do erro em processos cumulativos.
Obrigado pela sua atenção durante esta apresentação. Esperamos que estas reflexões contribuam para tornar a avaliação um verdadeiro motor do sucesso educativo no Grupo 430.
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