Trabalho realizado por:Beatriz Pereira, 125567 | Inês Rodrigues, 127482Lara Marques, 126213 | Laura Bilelo, 121394Mª Carolina Ferreira, 108800
A Implementação da Atividade Física e Desportiva nas
Atividades de EnriquecimentoCurricular no 1º CEB
Introdução
No âmbito desta unidade curricular, foi-nos proposta a realização de um trabalho de campo
que teve como foco central compreender de que forma a AFD é implementada no contexto do 1.º Ciclo do Ensino Básico.
Objetivos
Observação da aula:
Questionário ao professor de AFD nas AEC no município de Matosinhos:
Permitir um contacto mais próximocom a realidade e com a dinâmica da AFD nas AEC.
Fundamentação teórica
Atividades de Enriquecimento Curricular: Atividades gratuitas e facultativas,Destinadas a alunos do 1.º ciclo, Surgiram no âmbito da política da Escola a Tempo Inteiro em 2005/2006.Gestão maioritariamente municipal;Articulação entre o professor titular de turma e os técnicos especializados;Municípios cada vez mais com um papel relevante (as câmaras representam cerca de 90% das
entidades promotoras);Atividade Física e Desportiva:atividade física (movimento e jogo),atividade desportiva (regras e competição).Objetivos: desenvolvimento motor, promoção de estilos de vida saudáveis, espírito desportivo e desenvolvimento integral da criança.
Fundamentação teórica
Programa das AEC, surgiu no ano letivo de 2005/2006;Atividade Física e Desportiva foi integrada no ano seguinte;Em contexto real, a carga horária corresponde a 90 minutos semanais por turma.
AFD nas AEC
Educação física
Carácter obrigatório;Orientada pelasAprendizagens Essenciais.
Carácter facultativo;Complementar;Mais flexível.
Profissionais envolvidos
Profissionais envolvidos
Assegurada pelo professortitular de turma.
Profissionais com mais variados.
perfis
Fundamentação teórica
Programa das AEC, surgiu no ano letivo de 2005/2006;Atividade Física e Desportiva foi integrada no ano seguinte;Em contexto real, a carga horária corresponde a 90 minutos semanais por turma.
AFD nas AEC
Educação física
Carácter obrigatório;Orientada pelasAprendizagens Essenciais.
Carácter facultativo;Complementar;Mais flexível.
Profissionais envolvidos
Profissionais envolvidos
Assegurada pelo professortitular de turma.
Profissionais com mais variados.
perfis
Métodos
Observação de uma aula na Escola Básica e Secundária Jaime Magalhães Lima, no dia 30 de Março
entre as 16h e 17h;Participação de 19 crianças do 4º ano, com idades entre os 9 e 10 anos;Participação de 3 adultos através de questionários de resposta aberta;
Professora da aula observada:Licenciada em Desporto e Lazer;Possui o nível 1 de treinadora de basquetebol;Tem 6 anos de experiência na lecionação de AFD nas AEC.Professor do outro contexto educativo:Mestre em Ensino da Educação Física;Experiência como personal trainer, treinador de basquetebol;Tem 6 anos de experiência na lecionação de AFD nas AEC.Instrumentos de observação com focos em: tipos de atividades realizadas, participação dos alunos,tempo em que as crianças permaneciam em atividade e organização geral da aula.Questionários enviados pelo Google Forms no dia 30 de Março;A análise de dados seguiu uma abordagem qualitativa e descritiva.
Resultados
Gestão e organização da estrutura, recursos e condições
Gestão
Organização das AEC é adaptada àscaracterísticas de cada agrupamento
Assegurada pela Coordenação das AEC, emcolaboração com a Câmara Municipal e asdireções dos agrupamentos
2 modelos
Condições e dificuldades
Modelo tradicional: aposta na rotatividadede diferentes projetos ao longo da semana,Modelo NOVAEC: privilegia odesenvolvimento de um único projetodurante um semestre, permitindo umamaior continuidade das aprendizagens
Condições básicas para o funcionamento
das atividadesDificuldades: falta de recursos humanosqualificados, escassez de materiais e anecessidade de melhores condições paraapoiar alunos com necessidades educativas
especiais.
Resultados
Tipo de atividades das AFD nas AEC
Atividades identificadaspelo professor deMatosinhos
Atividades identificadaspela professora da aulaobservada
Aula observada
Jogo da corrente (7 minutos), Estafetas com jogo do tubarãono meio (15 minutos),Jogo do mata americano com 2bolas (15 minutos).
Jogos lúdicos e tradicionais;Atividades de desenvolvimentodas capacidades motoras,Jogos pré-desportivos,Atividades rítmicas e
Atividades descritas nos guias
pedagógicos,Rope skipping,Patinagem,
Atividades identificadas pelaprofessora da aula observada:
Golf,Natação, Surf & bodyboard,
Total: 37 minutos de atividade
expressivas,Percursos e circuitos motores,Exercícios de cooperação,Trabalho em equipa.
motora
Boccia, Outras modalidadesadaptadas.
Participação ativa e interesse nos
jogos propostos
O envolvimento e motivaçãovariam entre grupos
Projetos referidos pela coordenadora das AEC: EDUC’ARTE, o NUTRISER, o ECO-ENGLISH, o SUPER NÚMEROS e o APRENDER A
A BRINCAR
Resultados
AFD nas AEC: importância, desafios e contextos escolares
Importância da AFD
Dificuldades
Todos o participantes reconhecem:Desenvolvimento motor, cognitivo esocioemocional;Promoção de hábitos de vida saudáveis.
Monitora:Escassez de Material;Turmas numerosas com alunos com NEE;Cansaço dos alunos.
Coordenadora acrescenta:Conceito de literacia motora;Projeto Nutriser como exemplo prático(literacia nutricional + prática desportiva).
Coordenadora:Falta de espaços cobertos;Escassez de material;Cansaço dos alunos;Rotatividade de técnicos.
Resultados
AFD nas AEC: importância, desafios e contextos escolares
Diferenças entreescolas
Parcerias/ Projetos
Propostas Melhoria
Monitora e Prof. de Matosinhos:Mais materiais;Turmas mais pequenas.
Coordenadora: Projeto Super Quinas:parceria com FPF e município,orientado para literacia
Prof. de Matosinhos:Controlo do inventário,mesmos recursos nas escolas;Variações apenas emprocessos logisticos.
motora;Projeto Nutriser: modelomultidisciplinar adaptado aocontexto de cada escola.
Coordenadora - intervenção
Coordenadora:Desigualdades ao nível dasinfraestruturas e localização
sistémica:Qualificação dos professores;Modernização dasinfraestruturas;Maior articulação comprofessores titulares.
geográfica;Diferente grau de interaçãopedagógica da AFD em cadaagrupamento.
Discussão
Objetivo: Compreender como a AFD é implementada nas AEC no 1.º CEB
1.
2.
3.
Gestão e organizaçãoda estrutura, recursose condições
AFD nas AEC:importância, desafios econtextos escolares
Tipo de atividadesdas AFD nas AEC
Discussão
Gestão e organização da estrutura, recursos e condições
A implementação da AFD depende da articulação entre coordenação, município e
profissionais;Os recursos materiais e humanos condicionam a qualidade das atividadesPersistem constrangimentos ao nível dos materiais, dos espaços e dos recursos
humanos;Os resultados vão ao encontro da fundamentação teórica.
Discussão
Tipo de atividades das AFD nas AEC
Predomínio de atividades com caráter lúdico e motor;Jogos, estafetas e propostas centradas no movimento e na participação ativa37 minutos de atividade motora efetiva na aula observada;As atividades observadas vão ao encontro do caráter lúdico e diversificado da AFD.
Discussão
AFD nas AEC: importância, desafios e contextos escolares
Importância:Contributos ao nível motor, cognitivo, social e emocional;Coordenação, cooperação, atenção, respeito pelas regras e gestão de emoções;A AFD como oportunidade educativa relevante.
Desafios:Escassez de materiais;Limitação de espaços;Cansaço dos alunos;Necessidade de maior apoio à inclusão.
Contextos escolares:A implementação varia entre escolas e municípios;Os recursos e a organização influenciam a qualidade da AFD.
Conclusão
Contributos do estudo:Reforço da importância da AFD na promoção da literacia motora;Valorização da AFD como promotora de estilos de vida ativos.
Limitações:Observação de uma única aula;Número reduzido de participantes;Instrumentos construídos para este trabalho.
Contextos escolares:Incluir mais escolas, contextos e participantes;Aprofundar a inclusão e as condições de implementação da AFD.
Referências
Bento, G. (2020). Grelha de observação de espaços exteriores em educação de infância: GO-Exterior. UA Editora.
Castanheira, N., & Gonçalves, M. (2016). Os Municípios e as AEC: Tendências descentralizadoras da política educativa em Portugal. REICE.Revista Iberoamericana sobre Calidad, Eficacia y Cambio en Educación, 14(1), 65–81.
Direção-Geral da Educação. (2009). Atividades de Enriquecimento Curricular no 1.º ciclo do ensino básico: Balanço da implementação
2005/2006–2008/2009. Ministério da Educação.
Direção-Geral da Educação. (2018). Gestão das Atividades de Enriquecimento Curricular. Ministério da Educação.
Fialho, I., et al. (2013). Avaliação Externa do Programa de Atividades de Enriquecimento Curricular no 1.º Ciclo do Ensino Básico - Relatório
Final. CIEP-UE.
Machado, J., & Cruz, A. (2014). Atividades de enriquecimento curricular no 1.º ciclo do ensino básico. Currículo sem Fronteiras, 14(1), 173–
191.
Maria, A., & Nunes, M. M. (2007). Atividade física e desportiva: 1.º ciclo do ensino básico — orientações programáticas. Ministério da
Educação.
Ministério da Educação e Ciência. (2013, 15 de julho). Despacho n.º 9265-B/2013. Diário da República: 2.ª série, (134), 22210(2)–22210(5).
Referências
Ministério da Educação. (2007). Decreto-Lei n.º 137/2007, de 27 de abril. Diário da República, 1.ª série, n.º 82.
Ministério da Educação, Ciência e Inovação. (2026). Aprendizagens essenciais: Articulação com o perfil dos alunos — 1.º ano, 1.º ciclo do
ensino básico, Educação Física.
Pereira, M. R. S. (2014). AEC: Educação ou Ocupação? – Perceção de Atores Locais no Agrupamento de Escolas de Pampilhosa da Serra(Relatório final de projeto de investigação). Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Coimbra.
Portaria n.º 644-A/2015, de 24 de agosto. Diário da República n.º 164/2015, 3.º Suplemento, Série II. Ministério da Educação e Ciência.
Reis, P. (2011). Observação de aulas e avaliação do desempenho docente. Ministério da Educação, Conselho Científico para a Avaliação
de Professores.
Santos, Â. M. C. (2009). Atividades de enriquecimento curricular no 1.º CEB: Estudo de caso [Master’s thesis, Universidade de Aveiro].
Repositório Institucional da Universidade de Aveiro.
Silveira, D. F. T. (2007). Actividades de Enriquecimento Curricular – Actividade Física e Desportiva. Procedimentos para a sua implementação.Monografia de Licenciatura. Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.
Vieira, F., & Moreira, M. A. (2011). Supervisão e avaliação do desempenho docente: Para uma abordagem de orientação transformadora.Ministério da Educação, Conselho Científico para a Avaliação de Professores.
Obrigada!
Atividades de Enriquecimento Curricular no 1º CEB
Lara Marques
Created on May 31, 2026
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Trabalho realizado por:Beatriz Pereira, 125567 | Inês Rodrigues, 127482Lara Marques, 126213 | Laura Bilelo, 121394Mª Carolina Ferreira, 108800
A Implementação da Atividade Física e Desportiva nas
Atividades de EnriquecimentoCurricular no 1º CEB
Introdução
No âmbito desta unidade curricular, foi-nos proposta a realização de um trabalho de campo
que teve como foco central compreender de que forma a AFD é implementada no contexto do 1.º Ciclo do Ensino Básico.
Objetivos
Observação da aula:
Questionário ao professor de AFD nas AEC no município de Matosinhos:
Permitir um contacto mais próximocom a realidade e com a dinâmica da AFD nas AEC.
Fundamentação teórica
Atividades de Enriquecimento Curricular: Atividades gratuitas e facultativas,Destinadas a alunos do 1.º ciclo, Surgiram no âmbito da política da Escola a Tempo Inteiro em 2005/2006.Gestão maioritariamente municipal;Articulação entre o professor titular de turma e os técnicos especializados;Municípios cada vez mais com um papel relevante (as câmaras representam cerca de 90% das
entidades promotoras);Atividade Física e Desportiva:atividade física (movimento e jogo),atividade desportiva (regras e competição).Objetivos: desenvolvimento motor, promoção de estilos de vida saudáveis, espírito desportivo e desenvolvimento integral da criança.
Fundamentação teórica
Programa das AEC, surgiu no ano letivo de 2005/2006;Atividade Física e Desportiva foi integrada no ano seguinte;Em contexto real, a carga horária corresponde a 90 minutos semanais por turma.
AFD nas AEC
Educação física
Carácter obrigatório;Orientada pelasAprendizagens Essenciais.
Carácter facultativo;Complementar;Mais flexível.
Profissionais envolvidos
Profissionais envolvidos
Assegurada pelo professortitular de turma.
Profissionais com mais variados.
perfis
Fundamentação teórica
Programa das AEC, surgiu no ano letivo de 2005/2006;Atividade Física e Desportiva foi integrada no ano seguinte;Em contexto real, a carga horária corresponde a 90 minutos semanais por turma.
AFD nas AEC
Educação física
Carácter obrigatório;Orientada pelasAprendizagens Essenciais.
Carácter facultativo;Complementar;Mais flexível.
Profissionais envolvidos
Profissionais envolvidos
Assegurada pelo professortitular de turma.
Profissionais com mais variados.
perfis
Métodos
Observação de uma aula na Escola Básica e Secundária Jaime Magalhães Lima, no dia 30 de Março
entre as 16h e 17h;Participação de 19 crianças do 4º ano, com idades entre os 9 e 10 anos;Participação de 3 adultos através de questionários de resposta aberta;
Professora da aula observada:Licenciada em Desporto e Lazer;Possui o nível 1 de treinadora de basquetebol;Tem 6 anos de experiência na lecionação de AFD nas AEC.Professor do outro contexto educativo:Mestre em Ensino da Educação Física;Experiência como personal trainer, treinador de basquetebol;Tem 6 anos de experiência na lecionação de AFD nas AEC.Instrumentos de observação com focos em: tipos de atividades realizadas, participação dos alunos,tempo em que as crianças permaneciam em atividade e organização geral da aula.Questionários enviados pelo Google Forms no dia 30 de Março;A análise de dados seguiu uma abordagem qualitativa e descritiva.
Resultados
Gestão e organização da estrutura, recursos e condições
Gestão
Organização das AEC é adaptada àscaracterísticas de cada agrupamento
Assegurada pela Coordenação das AEC, emcolaboração com a Câmara Municipal e asdireções dos agrupamentos
2 modelos
Condições e dificuldades
Modelo tradicional: aposta na rotatividadede diferentes projetos ao longo da semana,Modelo NOVAEC: privilegia odesenvolvimento de um único projetodurante um semestre, permitindo umamaior continuidade das aprendizagens
Condições básicas para o funcionamento
das atividadesDificuldades: falta de recursos humanosqualificados, escassez de materiais e anecessidade de melhores condições paraapoiar alunos com necessidades educativas
especiais.
Resultados
Tipo de atividades das AFD nas AEC
Atividades identificadaspelo professor deMatosinhos
Atividades identificadaspela professora da aulaobservada
Aula observada
Jogo da corrente (7 minutos), Estafetas com jogo do tubarãono meio (15 minutos),Jogo do mata americano com 2bolas (15 minutos).
Jogos lúdicos e tradicionais;Atividades de desenvolvimentodas capacidades motoras,Jogos pré-desportivos,Atividades rítmicas e
Atividades descritas nos guias
pedagógicos,Rope skipping,Patinagem,
Atividades identificadas pelaprofessora da aula observada:
Golf,Natação, Surf & bodyboard,
Total: 37 minutos de atividade
expressivas,Percursos e circuitos motores,Exercícios de cooperação,Trabalho em equipa.
motora
Boccia, Outras modalidadesadaptadas.
Participação ativa e interesse nos
jogos propostos
O envolvimento e motivaçãovariam entre grupos
Projetos referidos pela coordenadora das AEC: EDUC’ARTE, o NUTRISER, o ECO-ENGLISH, o SUPER NÚMEROS e o APRENDER A
A BRINCAR
Resultados
AFD nas AEC: importância, desafios e contextos escolares
Importância da AFD
Dificuldades
Todos o participantes reconhecem:Desenvolvimento motor, cognitivo esocioemocional;Promoção de hábitos de vida saudáveis.
Monitora:Escassez de Material;Turmas numerosas com alunos com NEE;Cansaço dos alunos.
Coordenadora acrescenta:Conceito de literacia motora;Projeto Nutriser como exemplo prático(literacia nutricional + prática desportiva).
Coordenadora:Falta de espaços cobertos;Escassez de material;Cansaço dos alunos;Rotatividade de técnicos.
Resultados
AFD nas AEC: importância, desafios e contextos escolares
Diferenças entreescolas
Parcerias/ Projetos
Propostas Melhoria
Monitora e Prof. de Matosinhos:Mais materiais;Turmas mais pequenas.
Coordenadora: Projeto Super Quinas:parceria com FPF e município,orientado para literacia
Prof. de Matosinhos:Controlo do inventário,mesmos recursos nas escolas;Variações apenas emprocessos logisticos.
motora;Projeto Nutriser: modelomultidisciplinar adaptado aocontexto de cada escola.
Coordenadora - intervenção
Coordenadora:Desigualdades ao nível dasinfraestruturas e localização
sistémica:Qualificação dos professores;Modernização dasinfraestruturas;Maior articulação comprofessores titulares.
geográfica;Diferente grau de interaçãopedagógica da AFD em cadaagrupamento.
Discussão
Objetivo: Compreender como a AFD é implementada nas AEC no 1.º CEB
1.
2.
3.
Gestão e organizaçãoda estrutura, recursose condições
AFD nas AEC:importância, desafios econtextos escolares
Tipo de atividadesdas AFD nas AEC
Discussão
Gestão e organização da estrutura, recursos e condições
A implementação da AFD depende da articulação entre coordenação, município e
profissionais;Os recursos materiais e humanos condicionam a qualidade das atividadesPersistem constrangimentos ao nível dos materiais, dos espaços e dos recursos
humanos;Os resultados vão ao encontro da fundamentação teórica.
Discussão
Tipo de atividades das AFD nas AEC
Predomínio de atividades com caráter lúdico e motor;Jogos, estafetas e propostas centradas no movimento e na participação ativa37 minutos de atividade motora efetiva na aula observada;As atividades observadas vão ao encontro do caráter lúdico e diversificado da AFD.
Discussão
AFD nas AEC: importância, desafios e contextos escolares
Importância:Contributos ao nível motor, cognitivo, social e emocional;Coordenação, cooperação, atenção, respeito pelas regras e gestão de emoções;A AFD como oportunidade educativa relevante.
Desafios:Escassez de materiais;Limitação de espaços;Cansaço dos alunos;Necessidade de maior apoio à inclusão.
Contextos escolares:A implementação varia entre escolas e municípios;Os recursos e a organização influenciam a qualidade da AFD.
Conclusão
Contributos do estudo:Reforço da importância da AFD na promoção da literacia motora;Valorização da AFD como promotora de estilos de vida ativos.
Limitações:Observação de uma única aula;Número reduzido de participantes;Instrumentos construídos para este trabalho.
Contextos escolares:Incluir mais escolas, contextos e participantes;Aprofundar a inclusão e as condições de implementação da AFD.
Referências
Bento, G. (2020). Grelha de observação de espaços exteriores em educação de infância: GO-Exterior. UA Editora.
Castanheira, N., & Gonçalves, M. (2016). Os Municípios e as AEC: Tendências descentralizadoras da política educativa em Portugal. REICE.Revista Iberoamericana sobre Calidad, Eficacia y Cambio en Educación, 14(1), 65–81.
Direção-Geral da Educação. (2009). Atividades de Enriquecimento Curricular no 1.º ciclo do ensino básico: Balanço da implementação
2005/2006–2008/2009. Ministério da Educação.
Direção-Geral da Educação. (2018). Gestão das Atividades de Enriquecimento Curricular. Ministério da Educação.
Fialho, I., et al. (2013). Avaliação Externa do Programa de Atividades de Enriquecimento Curricular no 1.º Ciclo do Ensino Básico - Relatório
Final. CIEP-UE.
Machado, J., & Cruz, A. (2014). Atividades de enriquecimento curricular no 1.º ciclo do ensino básico. Currículo sem Fronteiras, 14(1), 173–
191.
Maria, A., & Nunes, M. M. (2007). Atividade física e desportiva: 1.º ciclo do ensino básico — orientações programáticas. Ministério da
Educação.
Ministério da Educação e Ciência. (2013, 15 de julho). Despacho n.º 9265-B/2013. Diário da República: 2.ª série, (134), 22210(2)–22210(5).
Referências
Ministério da Educação. (2007). Decreto-Lei n.º 137/2007, de 27 de abril. Diário da República, 1.ª série, n.º 82.
Ministério da Educação, Ciência e Inovação. (2026). Aprendizagens essenciais: Articulação com o perfil dos alunos — 1.º ano, 1.º ciclo do
ensino básico, Educação Física.
Pereira, M. R. S. (2014). AEC: Educação ou Ocupação? – Perceção de Atores Locais no Agrupamento de Escolas de Pampilhosa da Serra(Relatório final de projeto de investigação). Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Coimbra.
Portaria n.º 644-A/2015, de 24 de agosto. Diário da República n.º 164/2015, 3.º Suplemento, Série II. Ministério da Educação e Ciência.
Reis, P. (2011). Observação de aulas e avaliação do desempenho docente. Ministério da Educação, Conselho Científico para a Avaliação
de Professores.
Santos, Â. M. C. (2009). Atividades de enriquecimento curricular no 1.º CEB: Estudo de caso [Master’s thesis, Universidade de Aveiro].
Repositório Institucional da Universidade de Aveiro.
Silveira, D. F. T. (2007). Actividades de Enriquecimento Curricular – Actividade Física e Desportiva. Procedimentos para a sua implementação.Monografia de Licenciatura. Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.
Vieira, F., & Moreira, M. A. (2011). Supervisão e avaliação do desempenho docente: Para uma abordagem de orientação transformadora.Ministério da Educação, Conselho Científico para a Avaliação de Professores.
Obrigada!