Rio Mondego
O Maior Rio Inteiramente Português
Realizado por Henrique Plaza
Objetivos do Estudo
Caraterizar a morfologia da bacia.
Analisar o perfil e a dinâmica das águas.
Avaliar a gestão hídrica e riscos naturais.
Dimensões da Bacia
258 km
6670 km²
Comprimento Total
Área da Bacia Hidrográfica
A Origem: Mondeguinho
Nasce a 1425 metros de altitude, no Corgo das Éguas, em pleno Parque Natural da Serra da Estrela.
Enquadramento Geográfico
O Mondego percorre o Centro de Portugal, desde a Serra da Estrela até à Figueira da Foz.
Afluentes Principais
A rede é densa, destacando-se três afluentes fundamentais para o caudal final:
Dão
Alva
Ceira
Configuração da Rede
O Perfil Longitudinal
Curso superior
Curso médio
Curso inferior
Análise do Declive
O perfil revela três fases distintas que condicionam a energia da água:
Forte Declive: Nas zonas de montanha.
Zonas de Equilíbrio: No curso médio.
Fraco Declive: Na planície aluvial de Coimbra.
Curso Alto: Erosão Vertical
Aqui o rio escava o leito. A velocidade é elevada e o vale é estreito e profundo.
Curso Médio: Transporte
O vale abre-se. O rio transporta os materiais desgastados lá atrás. Início dos meandros.
Curso Baixo: Sedimentação
O rio perde força e deposita aluviões. Formação de leitos largos e solos muito férteis.
Regime Hídrico e Precipitação
Prós e Contras
Prós
Lazer e Turismo
Produção de Energia e Regadio
Contras
Perda de Biodiversidade
Erosão Costeira
Fatores de Influência
Clima
Relevo
Concentração de chuva.
Rapidez do escoamento.
Solo
Vegetação
Capacidade de infiltração.
Retenção da água.
As Barragens
O Mondego está altamente domesticado por barragens fundamentais:
Aguieira e Raiva: Produção de energia e regularização de caudais.
Fronhas (Alva): Reforço da capacidade energética.
Recursos Hídricos
Usos principais: Abastecimento público, regadio agrícola (Arroz) e lazer (praias fluviais).
Risco de Inundações
Coimbra sofre historicamente com as cheias do Mondego. O assoreamento do leito aumenta o risco.
Síntese Final
O Mondego é o coração hídrico de Portugal Central. A sua gestão é vital para equilibrar as necessidades humanas e a preservação ambiental.
Obrigado!
Dúvidas?
Fontes: SNIRH, APA, Manual Escolar Geografia A, ReaserchGate,
PechaKucha: Rio Mondego - Geografia A
Henrique
Created on May 23, 2026
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Rio Mondego
O Maior Rio Inteiramente Português
Realizado por Henrique Plaza
Objetivos do Estudo
Caraterizar a morfologia da bacia.
Analisar o perfil e a dinâmica das águas.
Avaliar a gestão hídrica e riscos naturais.
Dimensões da Bacia
258 km
6670 km²
Comprimento Total
Área da Bacia Hidrográfica
A Origem: Mondeguinho
Nasce a 1425 metros de altitude, no Corgo das Éguas, em pleno Parque Natural da Serra da Estrela.
Enquadramento Geográfico
O Mondego percorre o Centro de Portugal, desde a Serra da Estrela até à Figueira da Foz.
Afluentes Principais
A rede é densa, destacando-se três afluentes fundamentais para o caudal final:
Dão
Alva
Ceira
Configuração da Rede
O Perfil Longitudinal
Curso superior
Curso médio
Curso inferior
Análise do Declive
O perfil revela três fases distintas que condicionam a energia da água:
Forte Declive: Nas zonas de montanha.
Zonas de Equilíbrio: No curso médio.
Fraco Declive: Na planície aluvial de Coimbra.
Curso Alto: Erosão Vertical
Aqui o rio escava o leito. A velocidade é elevada e o vale é estreito e profundo.
Curso Médio: Transporte
O vale abre-se. O rio transporta os materiais desgastados lá atrás. Início dos meandros.
Curso Baixo: Sedimentação
O rio perde força e deposita aluviões. Formação de leitos largos e solos muito férteis.
Regime Hídrico e Precipitação
Prós e Contras
Prós
Lazer e Turismo
Produção de Energia e Regadio
Contras
Perda de Biodiversidade
Erosão Costeira
Fatores de Influência
Clima
Relevo
Concentração de chuva.
Rapidez do escoamento.
Solo
Vegetação
Capacidade de infiltração.
Retenção da água.
As Barragens
O Mondego está altamente domesticado por barragens fundamentais:
Aguieira e Raiva: Produção de energia e regularização de caudais.
Fronhas (Alva): Reforço da capacidade energética.
Recursos Hídricos
Usos principais: Abastecimento público, regadio agrícola (Arroz) e lazer (praias fluviais).
Risco de Inundações
Coimbra sofre historicamente com as cheias do Mondego. O assoreamento do leito aumenta o risco.
Síntese Final
O Mondego é o coração hídrico de Portugal Central. A sua gestão é vital para equilibrar as necessidades humanas e a preservação ambiental.
Obrigado!
Dúvidas?
Fontes: SNIRH, APA, Manual Escolar Geografia A, ReaserchGate,