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INFOGRÁFICO

Rita Cabaço

Created on May 22, 2026

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Transcript

INFOGRáfico

Fermentação
Oque é?
Tipos de fermentação:
Para que servem?

fermentação alcoólica

PRODUÇÃO DE PÃO
PRODUÇÃO DE VINHO

Foto tirada por: Tiago Pereira nº21

Fotos tiradas por: Laura Pizzotti nº15

FErmentação lática

PRODUÇÃO DE IORGUTE

Fotos tiradas por: Rita Cabaço nº19

Fotos tiradas por: Joana Henriques nº14

Referências Bibliográficas

A fermentação ajuda a conservar alimentos porque dificulta o crescimento de microrganismos prejudiciais. Além disso, é usada na indústria para fabricar álcool combustível, medicamentos, vitaminas e outras substâncias. Os principais tipos são: Fermentação alcoólica: produz álcool etílico e dióxido de carbono. Fermentação láctica: produz ácido láctico. Exemplos: Glicose → álcool etílico + dióxido de carbono + energia Glicose → ácido láctico + energia
pH do Gobolé F

Gobolé F contém apenas leite e foi posto no frigorífico a 4ºC. Pode concluir-se que ocorreu apenas uma ligeira acidificação do leite (pH 6). A baixa temperatura reduz o crescimento e a atividade dos microrganismos, dificultando a fermentação. Assim, a diminuição do pH foi pequena e insuficiente para provocar alterações significativas, como a coagulação das proteínas do leite. Portanto, conclui-se que o leite permaneceu relativamente estável durante o período de incubação no frigorífico.

Gobolé B

O gobolé B foi posto no frigorífico, a 4ºC, e foi lhe adicionado iogurte natural juntamente ao leite. Podemos concluir que, ao colocar o gobelé com iogurte e leite no frigorífico a 4 °C, a fermentação ocorreu muito lentamente ou quase não aconteceu. Isso deve-se ao facto de as bactérias lácticas terem pouca atividade em temperaturas baixas, produzindo menos ácido lático.

pH do Gobolé G

Gobolé G contém apenas leite e foi posto na estufa a 42ºC. Pode concluir-se que ocorreu alguma acidificação do meio (pH de 6/5). A diminuição do pH indica que houve produção de ácido, provavelmente devido à ação de microrganismos naturalmente presentes no leite. No entanto, como não foi adicionado iogurte nem uma cultura de bactérias lácticas, a fermentação terá sido menos eficiente do que no gobolé C. Assim, embora tenha ocorrido uma redução do pH, as alterações observadas resultaram de uma fermentação limitada e menos controlada.

pH do Gobolé A

Gobolé A que continha iogurte natural e leite, posto à temperatura ambiente.Podemos concluir que o seu pH diminui ao longo do tempo obtendo um pH de 5. Isto acontece porque as bactérias lácticas presentes no iogurte fermentam a lactose do leite, produzindo ácido láctico. A acumulação deste ácido torna o meio mais ácido, fazendo com que o pH baixe. À medida que o pH diminui, as proteínas do leite começam a coagular, contribuindo para a formação da textura característica do iogurte.

Gobolé A

O gobolé A foi posto à temperatura ambiente e foi lhe adicionado iogurte natural juntamente com leite. Podemos concluir que, ao deixar um gobelé com iogurte e leite a fermentar à temperatura ambiente, as bactérias do iogurte transformaram a lactose em ácido lático. Isso fez com que o leite ficasse mais ácido, alterando a textura e formando mais iogurte.

Gobolé C

O gobolé C foi posto na estufa, a 42ºC, foi lhe adicionado iogurte natural juntamente ao leite. Observou-se a formação de uma massa branca e espessa no fundo do recipiente, indicando que ocorreu fermentação láctica. As bactérias presentes no iogurte metabolizaram a lactose e produziram ácido láctico, o que provocou a coagulação das proteínas do leite, formando uma estrutura semelhante à do iogurte. Também foi observada uma separação entre a fase sólida e a fase líquida, sugerindo a libertação de soro (sinérese), fenómeno que pode ocorrer devido à diminuição do pH e à continuação da fermentação.

pH do Gobolé C

Gobolé C contém leite e iogurte natural e foi posto na estufa a 42ºC. Pode concluir-se que ocorreu fermentação láctica. As bactérias presentes no iogurte fermentaram a lactose do leite, produzindo ácido láctico e provocando a diminuição do pH. A temperatura de 42 °C favoreceu a atividade destas bactérias, permitindo uma fermentação mais eficiente. Assim, a redução do pH para 5 indica que o processo de fermentação ocorreu com sucesso e que começaram a formar-se as características típicas do iogurte, como o aumento da consistência e a coagulação das proteínas do leite, mas este ficou com alguns fungos.

Existem vários tipos de fermentação, mas os principais são a fermentação alcoólica e a fermentação láctica. A fermentação alcoólica é realizada por leveduras e transforma o açúcar em álcool etílico e gás carbônico. Este tipo de fermentação é utilizado na produção de pão, vinho e cerveja. Já a fermentação láctica é realizada por bactérias e produz ácido láctico. É usada na fabricação de iogurtes, queijos e outros alimentos fermentados. Existem ainda outros tipos, como a fermentação acética, utilizada na produção do vinagre, e a fermentação butírica, realizada por certas bactérias que produzem ácido butírico.
Gobolé F

O gobolé F foi posto no frigorífico, a 4ºC juntamente com o gobolé B, mas este (o F) só contém apenas leite e não iogurte natural. O gobelé F apenas com leite a 4 °C, a fermentação é ainda mais reduzida ou quase inexistente (demora muito mais que o gobolé B), porque depende apenas dos microrganismos naturalmente presentes no leite, que ficam praticamente inativos no frio. Assim, conclui-se que o iogurte favorece e acelera a fermentação, mesmo em condições de baixa temperatura.

Bibliografia: Manuel escolar e apontamentos https://www.biologianet.com/biologia-celular/fermentacao.htm

A fermentação é um processo biológico realizado por micro-organismos, como bactérias e leveduras, que transformam açúcares em outras substâncias para obter energia, geralmente sem a presença de oxigênio. Durante esse processo podem ser produzidos álcool, ácido láctico e gás carbônico.

Vinho

A fermentação é realizada pela levedura Saccharomyces cerevisiae, que está presente na casca das uvas, As uvas, ricas em açúcares, são esmagadas formando o mosto, O mosto é agitado, o que provoca a sua aeração e o crescimento das leveduras, e depois é deixado em repouso, o que cria condições anaeróbias favoráveis à fermentação. Durante a fermentação, o CO2 produzido é libertado (o vinho ferve) e a concentração de etanol vai aumentando. A fermentação termina quando se esgota o açúcar ou quando o etanol atinge uma concentração que se torna tóxica para as leveduras (cerca de 12%).

Gobolé G

O gobolé G foi posto na estufa a 42ºC juntamente com o gobolé C, mas este (o G) não contém iogurte natural, apenas leite. No gobolé G observou-se apenas um ligeiro espessamento e a formação de alguns grumos, sem ocorrer uma coagulação evidente. Isto indica que a fermentação foi reduzida ou inexistente, uma vez que não foram adicionadas bactérias lácticas capazes de transformar a lactose em ácido láctico. Assim, conclui-se que o leite, por si só, não sofreu alterações significativas e que a presença do iogurte é essencial para promover uma fermentação eficiente e a formação da estrutura característica do iogurte.

Gobolé E

O gobolé E foi posto juntamente com o gobolé A à temperatura ambiente mas este não continha iogurte natural, apenas leite.O gobelé A que continha iogurte fermentou mais rapidamente e de forma mais eficaz, porque o iogurte já possui bactérias lácticas responsáveis pela fermentação. Já no gobelé E tinha apenas leite, a fermentação dependeu dos microrganismos presentes naturalmente no ambiente ou no próprio leite, tornando o processo mais lento e menos controlado.

pH do Gobolé B

Gobolé B contém iogurte natural e leite e foi posto no frigorífico a 4ºC.Pode concluir-se que a fermentação foi muito reduzida (pH de 6). A baixa temperatura do frigorífico inibe a atividade das bactérias lácticas presentes no iogurte, impedindo que produzam quantidades significativas de ácido láctico. Como resultado, ocorreu apenas uma ligeira diminuição do pH, que se manteve relativamente elevado. Assim, conclui-se que as condições de temperatura não foram favoráveis para uma fermentação eficiente e para a formação do iogurte.

pH do Gobolé E

Gobolé E continha apenas leite e foi posto à temperatura ambiente. Pode concluir-se que ocorreu pouca ou nenhuma fermentação. O leite fresco tem normalmente um pH entre 6,5 e 6,8, pelo que um pH de 6 indica apenas uma ligeira acidificação. Isto sugere que houve uma produção reduzida de ácido láctico, insuficiente para provocar uma coagulação significativa das proteínas do leite. Assim, a atividade microbiana foi limitada quando comparada com uma amostra contendo leite e iogurte.

Pão

A fermentação é realizada pela levedura Saccharomyces cerevisiae que é adicionada à massa com farinha e água. O amido da farinha é hidrolisadado em açúcares simples ex: glicose, que depois é fermentada e dá orgiem a CO2 e etanol. A massa do pão cresce, por retenção do CO2 e o etanol vai sendo libertado.Quando a massa do pão é cozida no forno, a fermentação termina. O calor mata as leveduras, provocando a evaporação do etanol.O CO₂ é o principal produto desejado na fermentação do pão, pois é responsável por fazer a massa crescer e por dar ao pão uma textura leve e cheia de pequenos poros.

Foto tirada por: Vicente Cachado nº23

Foto tirada por: Rita Cabaço nº19