Cristina
Ataíde
- Residências artisticas e Exposições
Nascida em 1951 em Viseu, com atualmente 75 anos de idade, Cristina Ataíde é uma artista plástica, tendo a sua primeira graduação na área da escultura no ano de 1978 pela “Escola Superior de Belas Artes” em Lisboa, mais tarde a mesma realizou o curso de Design na mesma instituição. Mesmo com uma formação em escultura a artista utiliza de alguns suportes além da escultura, sendo a fotografia, o vídeo, o desenho e, claro, a escultura.
Biografia
A artista participou de diversas residências artísticas e exposições, assim, devido ao elevado número de ambos, deixarei aqui alguns exemplos de alguns dos mais relevantes, afinal expondo obras ativamente desde 1984, somando mais de 40 anos de carreira a artista assina muitos projetos ao longo do seu percurso.
Desde 2023 até 2025 a artista participou de 33 exposições, sendo 8 delas solo e 25 delas coletivas. A sua mais recente exposição aconteceu entre 27/02 a 02/04/2026 na “Appleton Square”, um espaço dedicado à arte contemporânea sem fins lucrativos situada em Lisboa, a exposição possuía o nome de “Espaço Intermédio”.
Residências Artisticas
Exposições
Processo Criativo
A artista desenvolveu o seu trabalho através da sua profunda exploração e experimentação. O tema das suas obras em maioria das vezes está ligado à natureza e com isso pretende denunciar crimes ambientais e defesa ao ecossistema com uma consciência ecológica. O processo criativo de Cristina Ataíde deve-se às suas viagens podendo ser elas uma viagem pela rua ou em volta do ateliê, observação de diversas paisagens, algumas de suas obras são baseadas em sítios específicos dessas mesmas viagens, não com interesse na paisagem em si mas com interesse nas suas particularidades e aquilo que a natureza tiver para lhe oferecer, seja com a ajuda do vento ou da chuva na mistura dos pigmentos, o seu trabalho é como uma performance, para ela a natureza é que faz o trabalho e a artista apenas realiza a ação.
Partial view of the installation
Auto-retrato a vermelho
Vestígios
Ready-Made Site-Specific
"Can We Save Amazon?"
O Uso do Vermelho
(Im)permanências #14
A fonte #15 e #14
Desenho
Fotografia
Mais Obras da Artista
Empurra-me
Bartolomeu
Liberdade
Da
Costa
Correia
Garção
Obras da Artista
Desenhos de viagem #32 Cristina Ataíde aguarela, lápis de cera 120x160
2003
Esta obra pertence à sua série “desenhos de viagem”, um conjunto de registos por diferentes locais e os materiais utilizados costumam ser encontrados nos mesmos, desde a água que a artista recolhe até folhas, e pigmentos naturais, nos desenhos desta série são utilizadas papeis de gramagem que permitam a absorção da humidade e que o papel seja dobrado como se fosse um mapa e para que seja transportável. De acordo com as palavras da artista sobre a obra, não existe um interesse pela paisagem em si mas sim como o corpo se integra no local.
Todas as montanhas
Do
Mundo
Info
"Desenhos de Viagem"
2003
Dado aos temas naturais que compõem maior parte das obras de Ataíde, acredito que a aguada vermelha no desenho representa uma crítica, como o desmatamento ou os incêndios florestais, e as linhas pontilhadas da mesma cor trazem uma certa semelhança com um mapa ou coordenadas, acredito que se fossemos capazes de ler o que está escrito na obra seríamos capazes de entender melhor a peça.
Contemporanêo
Movimentos proveniente do contemporâneo
Pop Art
“Incomplete Open Cubes”
Sol LeWitt 1974.
Arte conceitual
1950-1960
1950-1960
1960-1970
“Shot Sage Blue Marilyn” Andy Warhol 1964.
“Ugly drawing” Henry Flynt 1959.
Minilamismo
Arte Povera
Movimentos proveniente do contemporâneo
1960
Land Arte
“Trappola” Pino Pascali 1968.
1960-1970
Arte Urbana
1970-?
“Running Fence”, Christo e Jeanne-Claude 1976
“O estrangeiro” Os Gêmeos 2011
Fontes:
https://macam.pt/en/artists/cristina-ataide https://fonsecamacedo.com/artistasposts/cristina-ataide/ https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristina_Ata%C3%ADde
https://www.fundacaogramaxo.com/evento/intervencao-participativa-artistica-por-cristina-ataide/
https://www.artecapital.net/entrevista-303-cristina-ataa-de
https://www.cristinataide.com/proximas_exposicoes.html
https://www.rtp.pt/play/p6637/e455165/filhos-da-nacao https://www.youtube.com/watch?v=r-eV1gpC54w https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/cristina-ataide-dar-corpo-ao-vazio
https://umbigo.space/search?search=cristina%20ataide
https://youtu.be/Kf0E18j___s?si=8xMr3VSZlgWnmqic https://youtu.be/EH0x6Yw410g?si=KFnXebNf1_3RRrLp https://youtu.be/UBDOa7cz4eA?si=Z16ThpuWt_PcMFPU
Fim
Ou será que não?
Cristina Ataíde
Info
Eliana Romão A88094 Catarina Amado A92517
Arte Urbana, início dos anos 70, Eua
Temas principais: Se propõe a dar voz a todo tipo de pessoas, usada principalmente para fazer críticas sociais, políticas e econômicas, normalmente é realizada fora dos ditos espaços artísticos, realizadas nas ruas ela se adapta à arquitetura exterior e faz parte do cotidiano de todos nós, tem diversos apoios para ser produzida.
Artista representante: Os Gêmeos.
Mais tarde começou a apropriar-se de objetos mais orgânicos criando uma conexão mais profunda com a natureza, como por exemplo no seu projeto de série “Can We Save Amazon?”, um projeto com várias obras onde uma das intervenções consiste em atar uma fita a uma árvore e as pessoas escreverem uma frase nessas fitas.
A artista dá grande importância à cor, dimensão e aos materiais utilizados nas suas obras. O vermelho sendo uma cor que passou a ser recorrentemente utilizada, de acordo com a artista, esse pigmento tem todas as cores, não como forma de cor, mas como forma de expressar todas emoções, para ela o vermelho é vida, morte, amor, ódio e energia, seja ela positiva ou negativa, e com o vermelho como cor complementar do verde, lembra-lhe do verde da natureza, lugar ao qual ela se sente melhor e mais gosta de estar a trabalhar.
Arte conceitual, anos 60 e 70, Europa e Eua
Este movimento se baseia em nos questionar o que é arte.
Temas principais: Interatividade com o espectador,
Crítica ao mercado artístico, desmaterialização da arte e o uso da fotografia. Artista representante: Henry Flynt.
"The wire"Henry Flynt
"Open Cube Structure" Sol Lewitt
Minimalismo, fim dos anos 50 início dos 60, Nova York
O minimalismo assim como a Pop art era um dos precursores do contemporâneo. Temas principais: Simplificação do objeto, desapego às “futilidades” ou a grandes recursos, ausência de emoção, utilizam a Bi ou tridimensionalidade.
Artista representante: Sol LeWitt.
Land Art, anos 60 e 70, Europa e Eua
Funde a natureza e a arte, tem muito em comum com a arte povera.
A land art é feita ao ar livre assim não é possível expô-la no museu na sua totalidade, assim é possível expô-la por registros fotográficos.
Temas principais: Unir a natureza e a arte, utilizar recursos naturais.
Artista representante: Christo e Jeanne-Claude.
Imagens:
Todas as Imagens têm as suas respectivas fontes nos seus botões intercativos.
Existem algumas imagens que não têm algumas informações pois não foi possível encontrar os respectivos artistas ou informações complementares online, porém confirmei que todas existem e nenhuma destas foi gerada a partir de inteligência artificial.
Exposições
“Montanha-Água”, Lisboa, MACAM, 2025
“Dar Corpo ao Vazio”, Lisboa, MAC/CCB, 2021
“Lugares sin Nombre”, Espanha, CAB, 2024
Pop art, 1950, Inglaterra- Contém as primeiras obras de arte consideradas contemporâneas.
Temas principais: Consumo, publicidade e o estilo de vida americano e cotidiano. Artista representante: Andy Warhol.
"Campbell's Soup Cans" 1962 Andy Warhol
Inicialmente, Cristina começou o seu trabalho como escultora, as suas primeiras obras foram originadas a partir de objetos que encontrou, peças e objetos industriais chamavam-lhe à atenção e transmitiam-lhe uma ideia de peça bela e simples ao qual sentia que já estava tudo feito e não existia muito o que mudar, apenas o seu contexto muda e surge um novo significado para essas peças, essa ideia de ready-made continua a ser presente até hoje no seu trabalho. A artista utiliza também os site-specific, obras criadas para espaços específicos, algo pelo qual a torna mais conhecida.
Nas suas obras de fotografia, Cristina tende a mostrar as suas intervenções na paisagem, e serve também com uma ferramenta de recolha, já em vídeos, a artista continua a fazer esse registo mas como uma forma de mostrar a sua visão colocando a câmara o mais próximo de si.
Residências Artísticas
“Winter Workspace Residency”, Nova Iorque, 2014
“Ethiopia Walkscapes”, Ethiopia, 2017
“LabVerde”, Brasi, 2019
O conjunto de 8 desenhos da obra de continuidade “Todas as montanhas do mundo” , de Cristina Ataíde, é realizado sobre papel de várias dimensões unido para formar uma única peça. As cores presentes na obra são o vermelho e o preto (característico da artista).
Em 2013 a obra ganhou um suporte de madeira para enrolar toda a extensão da peça.
Muitas vezes podemos perceber que a artista não costuma levar o desenho de forma convencional, gosta de trabalhar de forma escultórica e passar a sensação de volume, ela não pretende que o seu desenho seja figurativo mas que sim consiga passar a energia ou ou som recebido pelo local.
Arte Povera(Arte pobre), anos 60, Itália- Se destaca na pintura, escultura, instalação e performance.
Temas principais: trazer uma reflexão artística sobre o conceito de arte, utiliza materiais acessíveis e naturais tornando a arte efêmera. Artista representante: Pino Pascali.
Cristina Ataíde
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Created on May 22, 2026
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Transcript
Cristina
Ataíde
Nascida em 1951 em Viseu, com atualmente 75 anos de idade, Cristina Ataíde é uma artista plástica, tendo a sua primeira graduação na área da escultura no ano de 1978 pela “Escola Superior de Belas Artes” em Lisboa, mais tarde a mesma realizou o curso de Design na mesma instituição. Mesmo com uma formação em escultura a artista utiliza de alguns suportes além da escultura, sendo a fotografia, o vídeo, o desenho e, claro, a escultura.
Biografia
A artista participou de diversas residências artísticas e exposições, assim, devido ao elevado número de ambos, deixarei aqui alguns exemplos de alguns dos mais relevantes, afinal expondo obras ativamente desde 1984, somando mais de 40 anos de carreira a artista assina muitos projetos ao longo do seu percurso.
Desde 2023 até 2025 a artista participou de 33 exposições, sendo 8 delas solo e 25 delas coletivas. A sua mais recente exposição aconteceu entre 27/02 a 02/04/2026 na “Appleton Square”, um espaço dedicado à arte contemporânea sem fins lucrativos situada em Lisboa, a exposição possuía o nome de “Espaço Intermédio”.
Residências Artisticas
Exposições
Processo Criativo
A artista desenvolveu o seu trabalho através da sua profunda exploração e experimentação. O tema das suas obras em maioria das vezes está ligado à natureza e com isso pretende denunciar crimes ambientais e defesa ao ecossistema com uma consciência ecológica. O processo criativo de Cristina Ataíde deve-se às suas viagens podendo ser elas uma viagem pela rua ou em volta do ateliê, observação de diversas paisagens, algumas de suas obras são baseadas em sítios específicos dessas mesmas viagens, não com interesse na paisagem em si mas com interesse nas suas particularidades e aquilo que a natureza tiver para lhe oferecer, seja com a ajuda do vento ou da chuva na mistura dos pigmentos, o seu trabalho é como uma performance, para ela a natureza é que faz o trabalho e a artista apenas realiza a ação.
Partial view of the installation
Auto-retrato a vermelho
Vestígios
Ready-Made Site-Specific
"Can We Save Amazon?"
O Uso do Vermelho
(Im)permanências #14
A fonte #15 e #14
Desenho
Fotografia
Mais Obras da Artista
Empurra-me
Bartolomeu
Liberdade
Da
Costa
Correia
Garção
Obras da Artista
Desenhos de viagem #32 Cristina Ataíde aguarela, lápis de cera 120x160 2003
Esta obra pertence à sua série “desenhos de viagem”, um conjunto de registos por diferentes locais e os materiais utilizados costumam ser encontrados nos mesmos, desde a água que a artista recolhe até folhas, e pigmentos naturais, nos desenhos desta série são utilizadas papeis de gramagem que permitam a absorção da humidade e que o papel seja dobrado como se fosse um mapa e para que seja transportável. De acordo com as palavras da artista sobre a obra, não existe um interesse pela paisagem em si mas sim como o corpo se integra no local.
Todas as montanhas
Do
Mundo
Info
"Desenhos de Viagem"
2003
Dado aos temas naturais que compõem maior parte das obras de Ataíde, acredito que a aguada vermelha no desenho representa uma crítica, como o desmatamento ou os incêndios florestais, e as linhas pontilhadas da mesma cor trazem uma certa semelhança com um mapa ou coordenadas, acredito que se fossemos capazes de ler o que está escrito na obra seríamos capazes de entender melhor a peça.
Contemporanêo
Movimentos proveniente do contemporâneo
Pop Art
“Incomplete Open Cubes” Sol LeWitt 1974.
Arte conceitual
1950-1960
1950-1960
1960-1970
“Shot Sage Blue Marilyn” Andy Warhol 1964.
“Ugly drawing” Henry Flynt 1959.
Minilamismo
Arte Povera
Movimentos proveniente do contemporâneo
1960
Land Arte
“Trappola” Pino Pascali 1968.
1960-1970
Arte Urbana
1970-?
“Running Fence”, Christo e Jeanne-Claude 1976
“O estrangeiro” Os Gêmeos 2011
Fontes:
https://macam.pt/en/artists/cristina-ataide https://fonsecamacedo.com/artistasposts/cristina-ataide/ https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristina_Ata%C3%ADde https://www.fundacaogramaxo.com/evento/intervencao-participativa-artistica-por-cristina-ataide/
https://www.artecapital.net/entrevista-303-cristina-ataa-de https://www.cristinataide.com/proximas_exposicoes.html https://www.rtp.pt/play/p6637/e455165/filhos-da-nacao https://www.youtube.com/watch?v=r-eV1gpC54w https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/cristina-ataide-dar-corpo-ao-vazio
https://umbigo.space/search?search=cristina%20ataide https://youtu.be/Kf0E18j___s?si=8xMr3VSZlgWnmqic https://youtu.be/EH0x6Yw410g?si=KFnXebNf1_3RRrLp https://youtu.be/UBDOa7cz4eA?si=Z16ThpuWt_PcMFPU
Fim
Ou será que não?
Cristina Ataíde
Info
Eliana Romão A88094 Catarina Amado A92517
Arte Urbana, início dos anos 70, Eua Temas principais: Se propõe a dar voz a todo tipo de pessoas, usada principalmente para fazer críticas sociais, políticas e econômicas, normalmente é realizada fora dos ditos espaços artísticos, realizadas nas ruas ela se adapta à arquitetura exterior e faz parte do cotidiano de todos nós, tem diversos apoios para ser produzida. Artista representante: Os Gêmeos.
Mais tarde começou a apropriar-se de objetos mais orgânicos criando uma conexão mais profunda com a natureza, como por exemplo no seu projeto de série “Can We Save Amazon?”, um projeto com várias obras onde uma das intervenções consiste em atar uma fita a uma árvore e as pessoas escreverem uma frase nessas fitas.
A artista dá grande importância à cor, dimensão e aos materiais utilizados nas suas obras. O vermelho sendo uma cor que passou a ser recorrentemente utilizada, de acordo com a artista, esse pigmento tem todas as cores, não como forma de cor, mas como forma de expressar todas emoções, para ela o vermelho é vida, morte, amor, ódio e energia, seja ela positiva ou negativa, e com o vermelho como cor complementar do verde, lembra-lhe do verde da natureza, lugar ao qual ela se sente melhor e mais gosta de estar a trabalhar.
Arte conceitual, anos 60 e 70, Europa e Eua Este movimento se baseia em nos questionar o que é arte. Temas principais: Interatividade com o espectador, Crítica ao mercado artístico, desmaterialização da arte e o uso da fotografia. Artista representante: Henry Flynt.
"The wire"Henry Flynt
"Open Cube Structure" Sol Lewitt
Minimalismo, fim dos anos 50 início dos 60, Nova York O minimalismo assim como a Pop art era um dos precursores do contemporâneo. Temas principais: Simplificação do objeto, desapego às “futilidades” ou a grandes recursos, ausência de emoção, utilizam a Bi ou tridimensionalidade. Artista representante: Sol LeWitt.
Land Art, anos 60 e 70, Europa e Eua Funde a natureza e a arte, tem muito em comum com a arte povera. A land art é feita ao ar livre assim não é possível expô-la no museu na sua totalidade, assim é possível expô-la por registros fotográficos. Temas principais: Unir a natureza e a arte, utilizar recursos naturais. Artista representante: Christo e Jeanne-Claude.
Imagens:
Todas as Imagens têm as suas respectivas fontes nos seus botões intercativos. Existem algumas imagens que não têm algumas informações pois não foi possível encontrar os respectivos artistas ou informações complementares online, porém confirmei que todas existem e nenhuma destas foi gerada a partir de inteligência artificial.
Exposições
“Montanha-Água”, Lisboa, MACAM, 2025 “Dar Corpo ao Vazio”, Lisboa, MAC/CCB, 2021 “Lugares sin Nombre”, Espanha, CAB, 2024
Pop art, 1950, Inglaterra- Contém as primeiras obras de arte consideradas contemporâneas.
Temas principais: Consumo, publicidade e o estilo de vida americano e cotidiano. Artista representante: Andy Warhol.
"Campbell's Soup Cans" 1962 Andy Warhol
Inicialmente, Cristina começou o seu trabalho como escultora, as suas primeiras obras foram originadas a partir de objetos que encontrou, peças e objetos industriais chamavam-lhe à atenção e transmitiam-lhe uma ideia de peça bela e simples ao qual sentia que já estava tudo feito e não existia muito o que mudar, apenas o seu contexto muda e surge um novo significado para essas peças, essa ideia de ready-made continua a ser presente até hoje no seu trabalho. A artista utiliza também os site-specific, obras criadas para espaços específicos, algo pelo qual a torna mais conhecida.
Nas suas obras de fotografia, Cristina tende a mostrar as suas intervenções na paisagem, e serve também com uma ferramenta de recolha, já em vídeos, a artista continua a fazer esse registo mas como uma forma de mostrar a sua visão colocando a câmara o mais próximo de si.
Residências Artísticas
“Winter Workspace Residency”, Nova Iorque, 2014 “Ethiopia Walkscapes”, Ethiopia, 2017 “LabVerde”, Brasi, 2019
O conjunto de 8 desenhos da obra de continuidade “Todas as montanhas do mundo” , de Cristina Ataíde, é realizado sobre papel de várias dimensões unido para formar uma única peça. As cores presentes na obra são o vermelho e o preto (característico da artista). Em 2013 a obra ganhou um suporte de madeira para enrolar toda a extensão da peça.
Muitas vezes podemos perceber que a artista não costuma levar o desenho de forma convencional, gosta de trabalhar de forma escultórica e passar a sensação de volume, ela não pretende que o seu desenho seja figurativo mas que sim consiga passar a energia ou ou som recebido pelo local.
Arte Povera(Arte pobre), anos 60, Itália- Se destaca na pintura, escultura, instalação e performance. Temas principais: trazer uma reflexão artística sobre o conceito de arte, utiliza materiais acessíveis e naturais tornando a arte efêmera. Artista representante: Pino Pascali.