Want to create interactive content? It’s easy in Genially!

Get started free

Vintage Mosaic Presentation

Daniela Santos

Created on May 22, 2026

Start designing with a free template

Discover more than 1500 professional designs like these:

Memphis Presentation

Higher Education Presentation

Psychedelic Presentation

Harmony Higher Education Thesis

Vaporwave presentation

Geniaflix Presentation

Vintage Mosaic Presentation

Transcript

Passeio FinalOs Maias

Ana Sancho, nº1Carolina Ribeiro, nº 4 Daniela Santos, nº5 Eva Rodrigues, nº8 Margarida Mendonça, nº 18 Matilde Dias, nº 21

Index

1. Introdução e contextualização2. Personagens3. Resumo da ação 4. Simbologias relevantes 5. Indícios trágicos 6. Críticas feitas 7. Comparação entre XIX e XXI 8. Resumo e conclusão

Contextualização

Personagens

João da Ega
Carlos da Maia

Resumo da ação

  • O Regresso a Lisboa: Dez anos após a tragédia, Carlos volta a Lisboa para uma curta estadia e reencontra o amigo Ega.
  • O Passeio: Os dois caminham por Lisboa, partilhando memórias e uma forte nostalgia do passado.
  • A Ruína do Ramalhete: Visitam o casarão da família, encontrando-o abandonado e à venda, o que simboliza a decadência e o fim dos Maias.
  • O Destino de Maria Eduarda: Ega revela que ela vai casar em França; Carlos reage com calma, mostrando que o tempo curou a ferida.
  • A Filosofia dos "Vencidos da Vida": Assumem o fracasso dos seus projetos de juventude e teorizam que o segredo da felicidade é a inércia e não desejar nada.
  • A Ironia Final: Logo após dizerem que não vale a pena correr por nada, veem-se atrasados para o jantar e desatam a correr atrás do elétrico.

Análise e Simbologias Relevantes

O Fatalismo:A teoria de que nada vale a pena, culminando na corrida irónica pelo elétrico ("O Americano").

O Ramalhete:Símbolo da decadência da família e do país. A casa em ruínas reflete o fim de uma era.

Estátua de Camões:Representa a glória passada de Portugal confrontada com a decadência presente dos "vencidos".

Conclusão

O passeio não é apenas físico, mas espiritual. Eça encerra a obra com a aceitação da mediocridade nacional, deixando a imagem imortal de dois homens a correr para lado nenhum.

Obrigada!