Entre
Dinaussauros
INTRODUÇÃO
Este projeto final de Autoria Multimédia propõe a criação de um tótem interativo para o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC), com foco na temática dos dinossauros e da paleontologia. Num contexto de visita ao museu, a interface pretende captar a atenção, simplificar a exploração da informação e promover uma aprendizagem rápida, intuitiva e significativa.
Integrado na Universidade de Lisboa, o MUHNAC reúne coleções científicas e patrimoniais de grande valor, oferecendo um cenário ideal para uma experiência multimédia orientada para a descoberta.
“Da ciência ao ecrã: uma experiência interativa para descobrir os dinossauros no MUHNAC.”
All, o dinossauro:
Olá, o meu nome é All, sou um Allosaurus e vou ser o vosso anfitrião/guia. Vamos dar uma volta pelo mundo perdido dos Dinossauros e da Paleontologia.
Prepara-te para uma viagem no tempo! Imagina que recuamos 150 milhões de anos, até ao final do período Jurássico.
Era dos Dinossauros
Mesozoico
Jurássico
Cretáceo
All, o dinossauro:
Sabiam que eu não sou deste ano? Nem do ano passado? Nem do ano em que os vossos avós nasceram! Eu venho de um tempo muuuito, muito distante. Uma era super especial chamada... Era Mesozoica! Conseguem repetir comigo? Me-so-zo-i-ca!
JUrássico
All, o dinossauro:
Há 150 milhões de anos, a separação da Pangeia criou a Bacia Lusitânica (Portugal), um ecossistema de rios que atraía gigantes pré-históricos. Descobertas na jazida de Andrés (Pombal) por investigadores do MUHNAC e IDL revelam os dinossauros que dominavam a nossa região: Predadores: Allosaurus fragilis, Torvosaurus e Ceratosaurus. Herbívoros: Gigantes que partilhavam o mesmo território. Estes fósseis colocam hoje Portugal no centro da paleontologia mundial. Toca nos dinossauros e descobre mais.
CRETÁCEO
All, o dinossauro:
Imagine Portugal onde, há 130 milhões de anos, o Cabo Espichel era o domínio de "monstros pescadores". Nas águas dos antigos rios de Areia do Mastro e Papo Seco, o Baryonyx usava as suas garras para capturar peixes, partilhando o espaço com manadas de herbívoros iguanodontídeos. Apesar do trágico incêndio de 1978, o MUHNAC conseguiu resgatar dentes e memórias que hoje, em parceria com o Instituto Dom Luiz (IDL), revelam novas espécies como o Iberospinus. Vem descobrir como cada osso encontrado nas nossas falésias ajuda a completar a fantástica história da vida no nosso território. Toca no dinossauro e descobre mais.
Jurássico
Gigantes entre nós: Bem-vindo ao nosso Jurássico!
Herbívoros
Carnívoros
Jurássico
Carnívoros
All, o dinossauro:
A separação da Pangeia transformou a Bacia Lusitânica (Portugal) num ecossistema de dinossauros gigantes.
Fósseis do MUHNAC, como o Allosaurus de Pombal, provam que estes animais viajavam entre a Europa e a América do Norte. Além disso, revelam que a nossa região era dominada por uma "elite" de grandes caçadores: o Torvosaurus, o Allosaurus e o Ceratosaurus.
Jurássico
Herbívoros
All, o dinossauro:
A abertura do Atlântico tornou a Bacia Lusitânica (Portugal) a casa de dinossauros únicos, desde os saurópodes gigantes como o Lusotitan até aos estegossauros couraçados. Hoje, o MUHNAC usa a digitalização 3D para transformar fragmentos de osso em testemunhos reais do passado, demonstrando por que razão o nosso país tem uma das maiores riquezas paleontológicas do planeta.
CRETÁCEO
O último reino dos dinossauros
Herbívoros
Carnívoros
CretácEO
Carnívoros
All, o dinossauro:
O Cabo Espichel era habitado por dinossauros como o carnívoro pescador Baryonyx e grandes manadas de herbívoros iguanodontídeos.
Apesar de um trágico incêndio em 1978, o MUHNAC salvou peças raras desta época, como o "dente milagroso" do Baryonyx. Hoje, exposto ao lado do recente Iberospinus natarioi, este achado ajuda os investigadores a decifrar a evolução pré-histórica na Península Ibérica.
CretácEO
Herbívoros
All, o dinossauro:
A abertura do Atlântico transformou Portugal num laboratório de gigantes. Os fósseis do MUHNAC revelam um Jurássico dominado por superpredadores como o Torvosaurus e o Allosaurus, ao lado de saurópodes e estegossauros.
Mais tarde, no Cretáceo, as nossas costas passaram a ser o território de dinossauros pescadores, como o Iberospinus. Através do estudo de dentes e vértebras, o museu e o Instituto Dom Luiz (IDL) continuam a decifrar este puzzle, reafirmando Portugal na rota da evolução global dos dinossauros.
All, o dinossauro:
Durante o Mesozóico, Portugal acolhia uma enorme variedade de répteis além dos dinossauros. No Jurássico, a Bacia Lusitânica era o lar de crocodilos marinhos gigantes com 9 metros (Machimosaurus), espécies minúsculas de água doce, lagartos primitivos e tartarugas. No Cretáceo, as zonas costeiras de Sesimbra eram dominadas por crocodilos que deixaram marcas raras de natação e do arrasto do ventre, além de pterossauros nos céus. Fósseis destes grupos estão expostos na coleção do museu.
RÉPTEIS
JURÁSSICO
CRETÁCEO
Paleontologia
All, o dinossauro:
A paleontologia estuda a evolução da Terra através dos fósseis. O museu é um centro de investigação ativa onde dentes, vértebras e pegadas reconstroem ecossistemas inteiros.
Hoje, os cientistas combinam fósseis com scanners 3D e tomografias para identificar novas espécies e compreender como a vida se adaptou ao território português. Cada descoberta nas nossas falésias é uma peça vital no puzzle da história biológica do planeta.
Como são formados fósseis?
Como são formadas as pegadas?
All, o dinossauro:
O trabalho dos paleontólogos no MUHNAC é o de autênticos "detetives do passado". Estes cientistas dividem-se entre o campo, onde procuram novos fósseis em falésias e jazidas, e o laboratório, onde limpam, conservam e analisam os achados com a ajuda de scanners 3D, chegando até a reestudar coleções antigas do museu para atualizar o conhecimento.
No final, toda esta investigação transforma-se em exposições e atividades abertas ao público, tornando a ciência acessível a todos.
PalEONTOLOGIA
All, o dinossauro:
Aqui vais encontrar alguns mateiriais paleontológicos!
Outros fósseis
All, o dinossauro:
Aqui vais encontrar outros fósseis que estão na exposição!
All, o dinossauro:
Se tiveres dúvidas volta ao início desta viagem e revê mais um bocadinho do mundo Mesozóico!
Volta ao Início
Tyrannosaurus rex
Embora nunca tenham sido encontrados fósseis de T. rex em Portugal, no museu podes ver réplicas impressionantes deste que foi o "rei" do final do Cretáceo. Com a mordida mais poderosa de que há registo, ele é o exemplo perfeito para compararmos com os grandes predadores que habitaram o nosso território em épocas anteriores.
Stegosaurus
Famoso pelas placas nas costas e espinhos afiados na cauda, o Stegosaurus é uma das estrelas do museu. Estudos do MUHNAC sobre fósseis deste dinossauro encontrados na Batalha ajudaram a provar que Portugal e a América do Norte estiveram ligados. O acervo preserva vértebras raras deste animal que são fundamentais para compreender como ele se defendia dos predadores.
Dromaeosaurus
Pequeno, veloz e muito inteligente, este dinossauro é um parente próximo dos raptores. O museu utiliza o seu esqueleto para explicar como é que este grupo de animais desenvolveu características que as aves de hoje ainda preservam.
Contactos
Carolina Carvalho: carolinacarvalho1822@gmail.com
Tiago Grazina: grazinatiago@gmail.com
Laura Raquel: laura.raquel36610@gmail.com
Mafalda Leonardo: m5parenteleonardo@gmail.com
Laura Dias: diaslaura161@gmail.com
2ª Ano
Produção Multimédia em Educação
Ceratosaurus
Este caçador é famoso por as cristas no nariz e pelos dentes em forma de lâmina. Cientistas do museu identificaram recentemente fósseis deste animal em coleções antigas, confirmando que ele partilhava o território português com outros grandes carnívoros.
Triceratops
Famoso pelos seus três chifres e pelo enorme escudo ósseo no pescoço, este herbívoro da América do Norte destaca-se na coleção do museu através de um crânio considerado descomunalmente gigante. Embora não tenha vivido em Portugal, a sua presença em Lisboa é fundamental para os cientistas compararem o tamanho e as táticas de defesa dos dinossauros que habitaram diferentes partes do mundo no final da sua era.
Camarasaurus
Este gigante de pescoço longo viveu em Portugal e alimentava-se de plantas, usando os seus dentes com formas curiosas de "espátula" ou "coração" para as triturar. Fósseis deste dinossauro encontrados na Praia da Areia Branca (Lourinhã) revelam que estes animais eram muito parecidos com os seus primos da América do Norte, confirmando as antigas ligações entre os dois continentes.
Brachiosaurus
O Lusotitan foi um dos maiores animais a caminhar sobre a Terra. Este gigante destaca-se pelo seu pescoço altíssimo e por uma característica física invulgar: as patas dianteiras eram mais compridas do que as traseiras, uma anatomia que lhe permitia alcançar facilmente as copas das árvores mais altas para se alimentar.
Archaeopteryx
Considerado o "elo perdido", este animal prova que as aves que conhecemos hoje são, na verdade, descendentes diretos dos dinossauros. Com penas para voar, mas mantendo dentes e uma cauda comprida de réptil, o Archaeopteryx é uma das peças mais importantes da ciência para entender a evolução. No museu, podes ver uma réplica deste fóssil lendário e descobrir como alguns dinossauros sobreviveram à extinção transformando-se nos pássaros que vemos todos os dias.
Velociraptor
Ao contrário do que mostram os filmes, o Velociraptor era pequeno (do tamanho de um peru) e totalmente coberto de penas! Na exposição do museu, podes ver fósseis deste caçador ágil e inteligente. Ele ajuda-nos a perceber a ligação direta entre os dinossauros e as aves que conhecemos hoje.
Giganotosaurus
Vindo da América do Sul, este gigante era ainda mais comprido do que o T-Rex! No MUHNAC, podes observar de perto um crânio deste predador, que chega a medir quase dois metros. Ele mostra-nos como, em diferentes partes do mundo, a natureza criou caçadores colossais que dominavam os seus ecossistemas.
Compsognathus
Este era um dos dinossauros mais pequenos e velozes que já existiram. No museu, podes observar o seu esqueleto delicado e descobrir como este animal, do tamanho de uma galinha, conseguia capturar presas rápidas, como insetos e pequenos lagartos, provando que nem todos os dinossauros precisavam de ser gigantes para serem predadores eficazes.
Carnotaurus
Fácil de identificar pelos dois pequenos chifres sobre os olhos, este dinossauro é conhecido como o "touro carnívoro". O museu exibe um crânio deste animal, permitindo ver as suas características únicas. Além de ser muito rápido, ele tinha braços minúsculos, mas uma agilidade que o tornava um perseguidor temível.
Herrerasaurus
Um dos primeiros "donos" do planeta, sendo dos dinossauros carnívoros mais antigos que conhecemos. Embora tenha surgido antes do Jurássico, o seu esqueleto em exposição é uma peça fundamental para todas as gerações perceberem como tudo começou na história dos dinossauros.
Allosaurus
Conhecido como o "leão do Jurássico", era o predador dominante, sendo extremamente rápido e perigoso. No museu, podes encontrar fósseis originais da jazida de Andrés (Pombal), que mostram como estes animais habitam ecossistemas de rios há 150 milhões de anos e comprovam que esta espécie viveu tanto na Europa como na América do Norte.
Apatosauros
O "Apatosaurus" é um famoso dinossauro pescoço-longo norte-americano. Em 1957, fósseis de Alenquer foram integrados neste género, mas uma revisão em 1998, ligada ao MUHNAC, corrigiu o erro, reclassificando o animal como um gênero exclusivo de Portugal: o "Lourinhasaurus". Hoje, o museu estuda a comparação entre estes gigantes para provar a ligação pré-histórica entre os dois continentes.
Pterossauros
Apesar de serem muitas vezes confundidos com dinossauros, os pterossauros eram, na verdade, répteis voadores que dominavam os céus enquanto os dinossauros caminhavam pela terra. No museu, podes encontrar fósseis fragmentados de dedos e dentes encontrados na região de Pombal, assim como pegadas originais destes "reis do ar". Estes achados, que incluem até fémures de grandes dimensões, provam que estas criaturas viviam perto dos rios e praias de Portugal há 150 milhões de anos, usando a sua excelente visão e agilidade para caçar peixes.
Entre-Dinossauros-AM
Beatriz Santos
Created on May 19, 2026
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Entre
Dinaussauros
INTRODUÇÃO
Este projeto final de Autoria Multimédia propõe a criação de um tótem interativo para o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC), com foco na temática dos dinossauros e da paleontologia. Num contexto de visita ao museu, a interface pretende captar a atenção, simplificar a exploração da informação e promover uma aprendizagem rápida, intuitiva e significativa. Integrado na Universidade de Lisboa, o MUHNAC reúne coleções científicas e patrimoniais de grande valor, oferecendo um cenário ideal para uma experiência multimédia orientada para a descoberta.
“Da ciência ao ecrã: uma experiência interativa para descobrir os dinossauros no MUHNAC.”
All, o dinossauro:
Olá, o meu nome é All, sou um Allosaurus e vou ser o vosso anfitrião/guia. Vamos dar uma volta pelo mundo perdido dos Dinossauros e da Paleontologia. Prepara-te para uma viagem no tempo! Imagina que recuamos 150 milhões de anos, até ao final do período Jurássico.
Era dos Dinossauros
Mesozoico
Jurássico
Cretáceo
All, o dinossauro:
Sabiam que eu não sou deste ano? Nem do ano passado? Nem do ano em que os vossos avós nasceram! Eu venho de um tempo muuuito, muito distante. Uma era super especial chamada... Era Mesozoica! Conseguem repetir comigo? Me-so-zo-i-ca!
JUrássico
All, o dinossauro:
Há 150 milhões de anos, a separação da Pangeia criou a Bacia Lusitânica (Portugal), um ecossistema de rios que atraía gigantes pré-históricos. Descobertas na jazida de Andrés (Pombal) por investigadores do MUHNAC e IDL revelam os dinossauros que dominavam a nossa região: Predadores: Allosaurus fragilis, Torvosaurus e Ceratosaurus. Herbívoros: Gigantes que partilhavam o mesmo território. Estes fósseis colocam hoje Portugal no centro da paleontologia mundial. Toca nos dinossauros e descobre mais.
CRETÁCEO
All, o dinossauro:
Imagine Portugal onde, há 130 milhões de anos, o Cabo Espichel era o domínio de "monstros pescadores". Nas águas dos antigos rios de Areia do Mastro e Papo Seco, o Baryonyx usava as suas garras para capturar peixes, partilhando o espaço com manadas de herbívoros iguanodontídeos. Apesar do trágico incêndio de 1978, o MUHNAC conseguiu resgatar dentes e memórias que hoje, em parceria com o Instituto Dom Luiz (IDL), revelam novas espécies como o Iberospinus. Vem descobrir como cada osso encontrado nas nossas falésias ajuda a completar a fantástica história da vida no nosso território. Toca no dinossauro e descobre mais.
Jurássico
Gigantes entre nós: Bem-vindo ao nosso Jurássico!
Herbívoros
Carnívoros
Jurássico
Carnívoros
All, o dinossauro:
A separação da Pangeia transformou a Bacia Lusitânica (Portugal) num ecossistema de dinossauros gigantes. Fósseis do MUHNAC, como o Allosaurus de Pombal, provam que estes animais viajavam entre a Europa e a América do Norte. Além disso, revelam que a nossa região era dominada por uma "elite" de grandes caçadores: o Torvosaurus, o Allosaurus e o Ceratosaurus.
Jurássico
Herbívoros
All, o dinossauro:
A abertura do Atlântico tornou a Bacia Lusitânica (Portugal) a casa de dinossauros únicos, desde os saurópodes gigantes como o Lusotitan até aos estegossauros couraçados. Hoje, o MUHNAC usa a digitalização 3D para transformar fragmentos de osso em testemunhos reais do passado, demonstrando por que razão o nosso país tem uma das maiores riquezas paleontológicas do planeta.
CRETÁCEO
O último reino dos dinossauros
Herbívoros
Carnívoros
CretácEO
Carnívoros
All, o dinossauro:
O Cabo Espichel era habitado por dinossauros como o carnívoro pescador Baryonyx e grandes manadas de herbívoros iguanodontídeos. Apesar de um trágico incêndio em 1978, o MUHNAC salvou peças raras desta época, como o "dente milagroso" do Baryonyx. Hoje, exposto ao lado do recente Iberospinus natarioi, este achado ajuda os investigadores a decifrar a evolução pré-histórica na Península Ibérica.
CretácEO
Herbívoros
All, o dinossauro:
A abertura do Atlântico transformou Portugal num laboratório de gigantes. Os fósseis do MUHNAC revelam um Jurássico dominado por superpredadores como o Torvosaurus e o Allosaurus, ao lado de saurópodes e estegossauros. Mais tarde, no Cretáceo, as nossas costas passaram a ser o território de dinossauros pescadores, como o Iberospinus. Através do estudo de dentes e vértebras, o museu e o Instituto Dom Luiz (IDL) continuam a decifrar este puzzle, reafirmando Portugal na rota da evolução global dos dinossauros.
All, o dinossauro:
Durante o Mesozóico, Portugal acolhia uma enorme variedade de répteis além dos dinossauros. No Jurássico, a Bacia Lusitânica era o lar de crocodilos marinhos gigantes com 9 metros (Machimosaurus), espécies minúsculas de água doce, lagartos primitivos e tartarugas. No Cretáceo, as zonas costeiras de Sesimbra eram dominadas por crocodilos que deixaram marcas raras de natação e do arrasto do ventre, além de pterossauros nos céus. Fósseis destes grupos estão expostos na coleção do museu.
RÉPTEIS
JURÁSSICO
CRETÁCEO
Paleontologia
All, o dinossauro:
A paleontologia estuda a evolução da Terra através dos fósseis. O museu é um centro de investigação ativa onde dentes, vértebras e pegadas reconstroem ecossistemas inteiros. Hoje, os cientistas combinam fósseis com scanners 3D e tomografias para identificar novas espécies e compreender como a vida se adaptou ao território português. Cada descoberta nas nossas falésias é uma peça vital no puzzle da história biológica do planeta.
Como são formados fósseis?
Como são formadas as pegadas?
All, o dinossauro:
O trabalho dos paleontólogos no MUHNAC é o de autênticos "detetives do passado". Estes cientistas dividem-se entre o campo, onde procuram novos fósseis em falésias e jazidas, e o laboratório, onde limpam, conservam e analisam os achados com a ajuda de scanners 3D, chegando até a reestudar coleções antigas do museu para atualizar o conhecimento. No final, toda esta investigação transforma-se em exposições e atividades abertas ao público, tornando a ciência acessível a todos.
PalEONTOLOGIA
All, o dinossauro:
Aqui vais encontrar alguns mateiriais paleontológicos!
Outros fósseis
All, o dinossauro:
Aqui vais encontrar outros fósseis que estão na exposição!
All, o dinossauro:
Se tiveres dúvidas volta ao início desta viagem e revê mais um bocadinho do mundo Mesozóico!
Volta ao Início
Tyrannosaurus rex
Embora nunca tenham sido encontrados fósseis de T. rex em Portugal, no museu podes ver réplicas impressionantes deste que foi o "rei" do final do Cretáceo. Com a mordida mais poderosa de que há registo, ele é o exemplo perfeito para compararmos com os grandes predadores que habitaram o nosso território em épocas anteriores.
Stegosaurus
Famoso pelas placas nas costas e espinhos afiados na cauda, o Stegosaurus é uma das estrelas do museu. Estudos do MUHNAC sobre fósseis deste dinossauro encontrados na Batalha ajudaram a provar que Portugal e a América do Norte estiveram ligados. O acervo preserva vértebras raras deste animal que são fundamentais para compreender como ele se defendia dos predadores.
Dromaeosaurus
Pequeno, veloz e muito inteligente, este dinossauro é um parente próximo dos raptores. O museu utiliza o seu esqueleto para explicar como é que este grupo de animais desenvolveu características que as aves de hoje ainda preservam.
Contactos
Carolina Carvalho: carolinacarvalho1822@gmail.com
Tiago Grazina: grazinatiago@gmail.com
Laura Raquel: laura.raquel36610@gmail.com
Mafalda Leonardo: m5parenteleonardo@gmail.com
Laura Dias: diaslaura161@gmail.com
2ª Ano
Produção Multimédia em Educação
Ceratosaurus
Este caçador é famoso por as cristas no nariz e pelos dentes em forma de lâmina. Cientistas do museu identificaram recentemente fósseis deste animal em coleções antigas, confirmando que ele partilhava o território português com outros grandes carnívoros.
Triceratops
Famoso pelos seus três chifres e pelo enorme escudo ósseo no pescoço, este herbívoro da América do Norte destaca-se na coleção do museu através de um crânio considerado descomunalmente gigante. Embora não tenha vivido em Portugal, a sua presença em Lisboa é fundamental para os cientistas compararem o tamanho e as táticas de defesa dos dinossauros que habitaram diferentes partes do mundo no final da sua era.
Camarasaurus
Este gigante de pescoço longo viveu em Portugal e alimentava-se de plantas, usando os seus dentes com formas curiosas de "espátula" ou "coração" para as triturar. Fósseis deste dinossauro encontrados na Praia da Areia Branca (Lourinhã) revelam que estes animais eram muito parecidos com os seus primos da América do Norte, confirmando as antigas ligações entre os dois continentes.
Brachiosaurus
O Lusotitan foi um dos maiores animais a caminhar sobre a Terra. Este gigante destaca-se pelo seu pescoço altíssimo e por uma característica física invulgar: as patas dianteiras eram mais compridas do que as traseiras, uma anatomia que lhe permitia alcançar facilmente as copas das árvores mais altas para se alimentar.
Archaeopteryx
Considerado o "elo perdido", este animal prova que as aves que conhecemos hoje são, na verdade, descendentes diretos dos dinossauros. Com penas para voar, mas mantendo dentes e uma cauda comprida de réptil, o Archaeopteryx é uma das peças mais importantes da ciência para entender a evolução. No museu, podes ver uma réplica deste fóssil lendário e descobrir como alguns dinossauros sobreviveram à extinção transformando-se nos pássaros que vemos todos os dias.
Velociraptor
Ao contrário do que mostram os filmes, o Velociraptor era pequeno (do tamanho de um peru) e totalmente coberto de penas! Na exposição do museu, podes ver fósseis deste caçador ágil e inteligente. Ele ajuda-nos a perceber a ligação direta entre os dinossauros e as aves que conhecemos hoje.
Giganotosaurus
Vindo da América do Sul, este gigante era ainda mais comprido do que o T-Rex! No MUHNAC, podes observar de perto um crânio deste predador, que chega a medir quase dois metros. Ele mostra-nos como, em diferentes partes do mundo, a natureza criou caçadores colossais que dominavam os seus ecossistemas.
Compsognathus
Este era um dos dinossauros mais pequenos e velozes que já existiram. No museu, podes observar o seu esqueleto delicado e descobrir como este animal, do tamanho de uma galinha, conseguia capturar presas rápidas, como insetos e pequenos lagartos, provando que nem todos os dinossauros precisavam de ser gigantes para serem predadores eficazes.
Carnotaurus
Fácil de identificar pelos dois pequenos chifres sobre os olhos, este dinossauro é conhecido como o "touro carnívoro". O museu exibe um crânio deste animal, permitindo ver as suas características únicas. Além de ser muito rápido, ele tinha braços minúsculos, mas uma agilidade que o tornava um perseguidor temível.
Herrerasaurus
Um dos primeiros "donos" do planeta, sendo dos dinossauros carnívoros mais antigos que conhecemos. Embora tenha surgido antes do Jurássico, o seu esqueleto em exposição é uma peça fundamental para todas as gerações perceberem como tudo começou na história dos dinossauros.
Allosaurus
Conhecido como o "leão do Jurássico", era o predador dominante, sendo extremamente rápido e perigoso. No museu, podes encontrar fósseis originais da jazida de Andrés (Pombal), que mostram como estes animais habitam ecossistemas de rios há 150 milhões de anos e comprovam que esta espécie viveu tanto na Europa como na América do Norte.
Apatosauros
O "Apatosaurus" é um famoso dinossauro pescoço-longo norte-americano. Em 1957, fósseis de Alenquer foram integrados neste género, mas uma revisão em 1998, ligada ao MUHNAC, corrigiu o erro, reclassificando o animal como um gênero exclusivo de Portugal: o "Lourinhasaurus". Hoje, o museu estuda a comparação entre estes gigantes para provar a ligação pré-histórica entre os dois continentes.
Pterossauros
Apesar de serem muitas vezes confundidos com dinossauros, os pterossauros eram, na verdade, répteis voadores que dominavam os céus enquanto os dinossauros caminhavam pela terra. No museu, podes encontrar fósseis fragmentados de dedos e dentes encontrados na região de Pombal, assim como pegadas originais destes "reis do ar". Estes achados, que incluem até fémures de grandes dimensões, provam que estas criaturas viviam perto dos rios e praias de Portugal há 150 milhões de anos, usando a sua excelente visão e agilidade para caçar peixes.