Trabalho prático individual
Patricia Mununar
start
Rio Douro
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1. Nome do rio e da bacia hidrográfica
- Rio: Rio Douro;
- Bacia hidrográfica- Bacia do Douro.
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2. Localização no contexto de Portugal
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3. Nascente, foz e o motivo da escolha
Motivo da escolha do rio Douro:
- Escolhi o Rio Douro devido à sua grande importância económica, turística e ambiental em Portugal.
Nascente
- Local: Serra de Urbión, Espanha;
- Altitude aproximada: 2160 metros.
Foz:
- Local: porto/Vila Nova de Gaia;
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4. Mapa da bacia hidrográfica com os principais afluentes
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5. Hierarquia da rede
No Rio Douro, a rede hidrográfica organiza-se por hierarquia. Primeiro, os pequenos cursos de água, chamados subafluentes, juntam-se aos afluentes. Depois, esses afluentes unem-se ao rio principal, aumentando o caudal do Douro ao longo do percurso. Finalmente, o rio desagua no Oceano Atlântico, na cidade do Porto.
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6. Rede densa
A rede hidrográfica do Norte de Portugal é mais densa do que a do Sul. Isso acontece porque:
- existe maior precipitação;
- o relevo é mais montanhoso;
- há maior número de rios e ribeiras permanentes.
A bacia do Douro apresenta uma rede hidrográfica relativamente densa, principalmente nas áreas montanhosas.
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7. Gráfico do perfil logitudinal
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8. Curso Superior
- Declive muito acentuado;
- Vales profundos em “V”;
- Forte erosão;
- Água rápida e agitada.
Dinâmica dominante
- Erosão vertical: nesta zona o rio escava o relevo, formando gargantas e vales encaixados.
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8. Curso Médio
- Declive moderado;
- Velocidade da água diminui;
- Transporte de sedimentos;
- Formação de alguns meandros.
Dinâmica dominante
- Transporte: o rio transporta materiais desgastados do curso superior.
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9. Curso inferior
- Declive reduzido;
- Vale mais largo;
- Formação de planícies aluviais;
- Deposição de sedimentos.
Dinâmica dominante
- Sedimentação: perto da foz o rio perde velocidade e deposita materiais.
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10. Formas do relevo
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11. Relação com a velocidade da água, o declive e a ação do rio em cada troço.
No rio Rio Douro, a velocidade da água depende do declive. No troço superior, o declive é muito acentuado, a água corre mais depressa e o rio faz sobretudo erosão, formando vales encaixados. No troço médio, o declive diminui, a velocidade abranda e o rio começa a transportar mais sedimentos. Já no troço inferior, o declive é fraco, a água fica mais lenta e o rio deposita os materiais, formando planícies aluviais.
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12. Hidrograma
Jan | ██████████ 600
Fev | ███████████ 700
Mar | █████████████ 800
Abr | ███████████████ 900
Mai | ███████████ 700
Jun | ███████ 400
Jul | █████ 250
Ago | ████ 200
Set | █████ 250
Out | ███████ 400
Nov | ██████████ 600
Dez | ███████████ 700
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13. Cheias e Estiagem
No rio Douro, os meses de cheia ocorrem no inverno, devido à maior precipitação e menor evapotranspiração. Já no verão verifica-se a estiagem, porque a precipitação é reduzida e a evapotranspiração aumenta com as temperaturas mais elevadas, diminuindo o caudal do rio.
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14. Localização de barragens e ETAR's
- Barragem da Régua;
- Barragem de Carrapatelo;
- Barragem do Pocinho;
- ETAR de Sobreiras;
- ETAR do Freixo.
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15. Utilidades da água do rio
- Produção de energia hidroelétrica;
- Navegação;
- Rega agrícola;
- Abastecimento de água;
- Controlo de cheias.
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16. Qualidade da água e riscos
Aspetos positivos:
- produção de eletricidade;
- desenvolvimento do turismo;
- agricultura de produção de vinho no Douro e transporte fluvial.
- Aspetos negativos:
- alteração dos ecossistemas; poluição;
- redução da biodiversidade;
- risco de seca devido às alterações climáticas.
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17. Resumo
O Rio Douro é um recurso hídrico essencial para Portugal, A sua bacia hidrográfica apresenta uma grande importância económica, ambiental e social. O rio é utilizado para produção de energia, agriculttura, turismo e abastecimento de água. A gestão sustemtável deste recurso é fundamental para garantir água às futuras gerações e proteger os ecossitesmas associados ao rio.
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18. Bibliografia
- Manual de Geografia A: 10.º ano;
- IPMA;
- SNIRH;
- Agência Portuguesa do Ambiente;
- Wikipédia;
- https://www.douro.com.pt/pt/blog/rio-douro/as-seis-pontes-do-porto;
- https://www.maladeaventuras.com/passeio-de-barco-pelo-rio-douro/;
- https://www.douro.com.pt/pt/blog/rio-douro/todas-as-pontes-do-rio-douro;
- https://cnpgb.apambiente.pt/content/carrapatelo;
- https://www.roteirododouro.com/poi/barragem-do-pocinho;
- https://www.ipma.pt/pt/educativa/tempo.clima/;
- https://www.google.com/intl/pt-PT/earth/about/versions/?authuser=1;
- https://www.cadc-albufeira.eu/pt/demarcaciones-internacionales/duero/descripcion.html;
- https://www.h2tec.pt/substituicao-do-circuito-de-recirculacao-de-lamas-da-etar-de-sobreiras/;
- https://www.correiodoporto.pt/do-porto/etar-do-freixo;
- https://drive.google.com/file/d/1lotdXQlkYz-oVLIe6YAsUhIxH00YMrYZ/view?usp=classroom_web&authuser=1.
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00:20
Obrigada pela atenção!
Trabalho individual prático
Patricia
Created on May 19, 2026
Rio Douro
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Trabalho prático individual
Patricia Mununar
start
Rio Douro
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1. Nome do rio e da bacia hidrográfica
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2. Localização no contexto de Portugal
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3. Nascente, foz e o motivo da escolha
Motivo da escolha do rio Douro:
Nascente
Foz:
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4. Mapa da bacia hidrográfica com os principais afluentes
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5. Hierarquia da rede
No Rio Douro, a rede hidrográfica organiza-se por hierarquia. Primeiro, os pequenos cursos de água, chamados subafluentes, juntam-se aos afluentes. Depois, esses afluentes unem-se ao rio principal, aumentando o caudal do Douro ao longo do percurso. Finalmente, o rio desagua no Oceano Atlântico, na cidade do Porto.
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6. Rede densa
A rede hidrográfica do Norte de Portugal é mais densa do que a do Sul. Isso acontece porque:
- existe maior precipitação;
- o relevo é mais montanhoso;
- há maior número de rios e ribeiras permanentes.
A bacia do Douro apresenta uma rede hidrográfica relativamente densa, principalmente nas áreas montanhosas.7/20
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7. Gráfico do perfil logitudinal
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8. Curso Superior
- Declive muito acentuado;
- Vales profundos em “V”;
- Forte erosão;
- Água rápida e agitada.
Dinâmica dominante9/20
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8. Curso Médio
- Declive moderado;
- Velocidade da água diminui;
- Transporte de sedimentos;
- Formação de alguns meandros.
Dinâmica dominante10/20
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9. Curso inferior
- Declive reduzido;
- Vale mais largo;
- Formação de planícies aluviais;
- Deposição de sedimentos.
Dinâmica dominante11/20
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10. Formas do relevo
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11. Relação com a velocidade da água, o declive e a ação do rio em cada troço.
No rio Rio Douro, a velocidade da água depende do declive. No troço superior, o declive é muito acentuado, a água corre mais depressa e o rio faz sobretudo erosão, formando vales encaixados. No troço médio, o declive diminui, a velocidade abranda e o rio começa a transportar mais sedimentos. Já no troço inferior, o declive é fraco, a água fica mais lenta e o rio deposita os materiais, formando planícies aluviais.
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12. Hidrograma
Jan | ██████████ 600 Fev | ███████████ 700 Mar | █████████████ 800 Abr | ███████████████ 900 Mai | ███████████ 700 Jun | ███████ 400 Jul | █████ 250 Ago | ████ 200 Set | █████ 250 Out | ███████ 400 Nov | ██████████ 600 Dez | ███████████ 700
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13. Cheias e Estiagem
No rio Douro, os meses de cheia ocorrem no inverno, devido à maior precipitação e menor evapotranspiração. Já no verão verifica-se a estiagem, porque a precipitação é reduzida e a evapotranspiração aumenta com as temperaturas mais elevadas, diminuindo o caudal do rio.
15/20
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14. Localização de barragens e ETAR's
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15. Utilidades da água do rio
17/20
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16. Qualidade da água e riscos
Aspetos positivos:
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17. Resumo
O Rio Douro é um recurso hídrico essencial para Portugal, A sua bacia hidrográfica apresenta uma grande importância económica, ambiental e social. O rio é utilizado para produção de energia, agriculttura, turismo e abastecimento de água. A gestão sustemtável deste recurso é fundamental para garantir água às futuras gerações e proteger os ecossitesmas associados ao rio.
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18. Bibliografia
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Obrigada pela atenção!