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Design, Desenvolvimento e Avaliação de Projetos

viana

Created on May 18, 2026

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Transcript

Design, Desenvolvimento e Avaliação de Projetos

Luca Viana - 2º ano Licenciatura de Animação Sociocultural - 2025/2026
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Luca Viana

Indíce

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Introdução: Introdução e apresentação pessoal

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1º semestre:Aulas, atividades, desenvolvimento

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2º semestre:Aulas, atividades, desenvolvimento

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2º semestre:Aulas, atividades, desenvolvimento

Introdução

1. Introdução

Este portefólio reúne o conjunto de trabalhos e aprendizagens desenvolvidos ao longo da unidade curricular, tanto em contexto de aula como no âmbito do projeto realizado. Para além de refletir o meu percurso individual, pretende também evidenciar a participação ativa nas dinâmicas da turma, através da partilha de ideias, comentários críticos e momentos de cooperação com os colegas. Ao longo deste processo, fui registando experiências, dificuldades, competências adquiridas e reflexões pessoais que contribuíram para o meu crescimento académico e pessoal. Assim, este documento representa não apenas o trabalho realizado, mas também a evolução das minhas práticas e da minha compreensão sobre a importância da Animação Sociocultural enquanto área de intervenção participativa e consciente.

+ sobre mim

2º semestre

2º Semestre

1. Introdução

Neste semestre, aprofundei conhecimentos relacionados com a metodologia de projeto, nomeadamente ao nível do diagnóstico, definição de objetivos e análise do contexto. O desenvolvimento do trabalho de grupo permitiu-me compreender melhor os desafios associados à colaboração e à construção coletiva de um projeto, exigindo capacidade de adaptação, responsabilidade e organização. Ao longo do semestre, fui desenvolvendo competências de observação, reflexão crítica e autonomia, terminando esta etapa com uma visão mais clara sobre o processo de intervenção e sobre a importância do envolvimento ativo na construção de projetos em contexto social.

+ aulas

1º semestre

1º Semestre

1. Introdução

Neste semestre, aprofundei conhecimentos relacionados com a metodologia de projeto, nomeadamente ao nível do diagnóstico, definição de objetivos e análise do contexto. O desenvolvimento do trabalho de grupo permitiu-me compreender melhor os desafios associados à colaboração e à construção coletiva de um projeto, exigindo capacidade de adaptação, responsabilidade e organização. Ao longo do semestre, fui desenvolvendo competências de observação, reflexão crítica e autonomia, terminando esta etapa com uma visão mais clara sobre o processo de intervenção e sobre a importância do envolvimento ativo na construção de projetos em contexto social.

+ aulas

1º semestre

1º Semestre

1. Introdução

Neste semestre, aprofundei conhecimentos relacionados com a metodologia de projeto, nomeadamente ao nível do diagnóstico, definição de objetivos e análise do contexto. O desenvolvimento do trabalho de grupo permitiu-me compreender melhor os desafios associados à colaboração e à construção coletiva de um projeto, exigindo capacidade de adaptação, responsabilidade e organização. Ao longo do semestre, fui desenvolvendo competências de observação, reflexão crítica e autonomia, terminando esta etapa com uma visão mais clara sobre o processo de intervenção e sobre a importância do envolvimento ativo na construção de projetos em contexto social.

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Aulas

No dia 9 de janeiro realizámos finalmente a nossa primeira intervenção para conhecer as crianças estudantes da EB dos Arcos.

Na primeira aula da unidade curricular tive a oportunidade de compreender melhor a forma como a UC irá decorrer ao longo do semestre, bem como conhecer os docentes responsáveis pelo acompanhamento do trabalho desenvolvido. Desde o início, percebi que a componente prática teria bastante relevância, algo que despertou o meu interesse por jar ter feito algo semelhante, mas trouxe algum receio. Uma das atividades realizadas consistiu na exploração dos trilhos e painéis informativos existentes no espaço natural do IPS. Ao longo do percurso, que incluía várias paragens, foi possível observar e conhecer melhor diferentes espécies de flora e fauna presentes naquele espaço. Esta experiência permitiu-me perceber que o campus possui uma biodiversidade bastante rica e diversificada, muito além daquilo que inicialmente imaginava. No final da aula, participámos numa dinâmica de expressão em grupo. A turma foi dividida em equipas e cada grupo teve de representar diferentes elementos da natureza através do corpo, do movimento e do som. Esta atividade exigiu cooperação, criatividade e comunicação entre todos os elementos, reforçando a importância do trabalho coletivo. No geral, esta primeira aula ajudou-me a perceber que esta UC irá muito além da componente teórica, valorizando também a experiência prática, a expressão criativa e a aprendizagem através da participação ativa.

Nesta aula refletimos sobre a importância da sustentabilidade e sobre a forma como esta se relaciona diretamente com o nosso quotidiano e com a intervenção social. Inicialmente, assistimos a um documentário sobre a Serra da Arrábida, que destacou não só a riqueza natural e paisagística daquela região, mas também a vulnerabilidade do seu ecossistema. Esta visualização permitiu-me compreender melhor os desafios existentes na preservação das áreas protegidas, sobretudo no equilíbrio entre a conservação ambiental, o turismo e as necessidades das populações locais. Posteriormente, participámos numa palestra dedicada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e ao projeto ESD for 2030, promovido pela UNESCO. Ao longo da sessão, percebi que os ODS representam metas concretas e necessárias para promover mudanças sociais, ambientais e económicas mais sustentáveis. Um dos aspetos que mais me marcou foi a valorização da educação enquanto ferramenta fundamental para promover uma maior consciência ambiental e incentivar práticas mais responsáveis. Esta aula levou-me a refletir sobre a importância das pequenas ações no dia a dia e sobre a necessidade de transformar a consciência ambiental em atitudes concretas. Compreendi que a sustentabilidade não depende apenas de grandes medidas globais, mas também das escolhas individuais e coletivas que fazemos diariamente.

Nesta aula abordámos a estrutura do projeto final a entregar no final do segundo semestre. A professora apresentou e explicou o índice do trabalho, clarificando os diferentes elementos que deverão integrar o projeto, especialmente a componente de intervenção. Ao longo da explicação, foram trabalhados temas como os objetivos gerais e específicos, os eixos de intervenção, o design do projeto e as atividades a desenvolver junto do público-alvo. Compreendi melhor a importância de estabelecer uma ligação coerente entre o diagnóstico realizado e os objetivos definidos, garantindo que a intervenção responde efetivamente às necessidades identificadas no contexto analisado. Na segunda parte da aula, os grupos tiveram tempo para trabalho autónomo, com o objetivo de começar a aplicar os conteúdos abordados à construção do próprio projeto. O meu grupo aproveitou esse momento para organizar ideias, rever algumas decisões já tomadas e avançar na estruturação da intervenção que pretendemos desenvolver. Considero que esta aula foi importante para clarificar o percurso a seguir e para compreender melhor a forma como todas as etapas do projeto se articulam entre si.

Na quinta aula fizemos uma visita a três espaços verdes de Setúbal: o Parque de Vanicelos, o Jardim da Algodeia e o Jardim do Bonfim. No Parque de Vanicelos, com cerca de 30 anos, aprendemos que nasceu de uma antiga quinta com laranjeiras e oliveiras. As zonas centrais foram desenhadas para lazer e convívio, e hoje é mais frequentado por pessoas seniores e por quem procura atividades de bem-estar. O parque tem áreas de polinização e espécies da Serra da Arrábida, e a Câmara tem feito melhorias, como bebedouros caninos e o projeto “Ilhas de Sombra” para o tornar mais agradável. Depois fomos ao Jardim da Algodeia que era conhecido como “jardim de inverno” por não ter sombras nem árvores. Agora está mais verde, com árvores em crescimento e um lago que ajuda a evitar cheias. É o parque que mais evoluiu e onde há ações de voluntariado. Para além disso, tem parque infantil, zona de fitness, esplanada e até um parque canino moderno com bebedouros para pessoas e animais. Terminámos a visita no Jardim do Bonfim, o mais antigo e um dos mais bonitos de Setúbal, conhecido como o “pulmão verde” da cidade. Tem muitas árvores, um lago com aves, parque infantil, café e um anfiteatro para eventos culturais. Aí realizámos uma atividade de grupo, em que cada grupo encenou um dos “Pasmadinhos” do jardim, tornando a visita mais divertida e ajudando-nos a observar melhor o espaço. No fim percebi que os jardins são espaços vivos, que crescem e mudam com a comunidade, equilibrando a natureza com o uso das pessoas.

No dia 9 de janeiro realizámos finalmente a nossa primeira intervenção para conhecer as crianças estudantes da EB dos Arcos.

No dia 9 de janeiro realizámos finalmente a nossa primeira intervenção para conhecer as crianças estudantes da EB dos Arcos.

No dia 5 de dezembro, fora de aula, realizámos a visita à instituição parceira do nosso projeto, a Escola Básica dos Arcos. Durante a visita, tivemos a oportunidade de entrevistar a professora Dora Felício, docente da turma do 3.º ano com a qual iríamos trabalhar posteriormente no desenvolvimento das atividades do projeto. A entrevista permitiu-nos compreender melhor o funcionamento da turma, as dinâmicas existentes em sala de aula, as características dos alunos e algumas das suas necessidades e interesses. Para além disso, ajudou-nos a perceber de que forma poderíamos adaptar as atividades planeadas ao contexto real da escola e ao grupo com quem iríamos intervir. Ao longo da visita, procurámos também criar um ambiente próximo e acolhedor, facilitando a comunicação e a recolha de informação relevante para o projeto. Este contacto direto com a instituição revelou-se bastante importante, uma vez que tornou o projeto mais concreto e permitiu clarificar melhor os objetivos e as estratégias de intervenção que pretendíamos desenvolver. Transcrição da entrevista:

Durante esta aula, tivemos a oportunidade de receber feedback relativamente ao trabalho que vinha a ser desenvolvido até ao momento, o que permitiu identificar aspetos a melhorar e clarificar algumas dúvidas relacionadas com o projeto. Além disso, realizámos um exercício prático de diagnóstico, através do qual aprofundámos a compreensão desta etapa da metodologia de projeto. A partir das necessidades e problemáticas identificadas, aprendemos a construir objetivos gerais e específicos de forma coerente e articulada com a realidade analisada. Esta atividade ajudou-me a perceber a importância de definir objetivos claros, concretos e adequados ao contexto da intervenção, garantindo uma maior organização e sentido ao desenvolvimento do projeto.

Semelhantemente à aula 10, não tinhamos qualquer visita à instituição marcada então realizamos trabalho autónomo. Tirámos então este tempo para preparar a primeira intervenção com o grupo alvo, utilizando a entrevista e pesquisa prévia como guia.

Nesta aula, os grupos dirigiram-se à biblioteca com o objetivo de procurar materiais e referências úteis para o desenvolvimento dos respetivos projetos. No caso do meu grupo, a pesquisa incidiu sobretudo sobre temas relacionados com crianças, dinâmicas de grupo, atividades lúdicas e estratégias educativas adequadas ao contexto escolar. Durante a pesquisa, encontrámos alguns livros e materiais que nos ajudaram a pensar em possíveis atividades a desenvolver com a turma do 3.º ano. Para além disso, explorámos também o livro Museus de Brincar, que aborda a importância do jogo e da brincadeira enquanto ferramentas educativas, sociais e de desenvolvimento pessoal ao longo da vida. Posteriormente, realizámos várias dinâmicas práticas no exterior, como jogos tradicionais e atividades de grupo. Estas experiências permitiram refletir sobre a importância do brincar, da cooperação e da participação ativa, mostrando como atividades simples podem promover interação, aprendizagem e envolvimento entre os participantes. No final da aula, desenvolvemos ainda uma atividade artística inspirada nos trabalhos de Roberto Burle Marx. Utilizando o chão como suporte para as composições, criámos diferentes formas e desenhos relacionados com a época natalícia, nomeadamente árvores de Natal. Esta dinâmica incentivou a criatividade, o trabalho em equipa e a expressão artística, ao mesmo tempo que reforçou o espírito colaborativo entre os colegas.

No dia 9 de janeiro realizámos finalmente a nossa primeira intervenção para conhecer as crianças estudantes da EB dos Arcos.

Na terceira aula realizámos uma visita de estudo que passou pelo Jardim Sensorial das Energias, um espaço dedicado à sensibilização para as energias renováveis. Durante a visita, os professores apresentaram-nos as diferentes estações existentes no jardim (Biomassa, Geotermia, Energia Oceânica, Solar, Hídrica e Eólica) bem como outras áreas do espaço, como as zonas de descanso, o percurso de água e os espaços com plantas aromáticas. Apesar de considerar o conceito do jardim bastante interessante e educativo, observei que algumas zonas se encontravam degradadas e que várias estações estavam vazias ou pouco cuidadas. Ainda assim, foi um espaço que despertou bastante interesse no meu grupo, ao ponto de termos considerado a possibilidade de desenvolver aí o nosso projeto. Posteriormente, realizámos uma atividade de arte efémera utilizando apenas elementos naturais recolhidos no espaço envolvente. A turma foi dividida em três grupos, cada um responsável pela criação de uma composição diferente. O meu grupo construiu um ninho, utilizando pinhas para representar os ovos e flores para simbolizar os pássaros. Esta dinâmica permitiu trabalhar a criatividade, a cooperação e a capacidade de criar algo significativo a partir de materiais simples da natureza. A visita continuou no Jardim do Pescador, onde participámos em atividades relacionadas com os cinco sentidos. Na primeira dinâmica, um dos grupos ficou vendado enquanto o outro orientava os colegas por diferentes zonas do jardim, incentivando-os a identificar elementos através do toque e das restantes sensações. Mais tarde, trocámos de papéis e o outro grupo passou a guiar os colegas até à Praia da Saúde, ajudando-os a explorar sensorialmente elementos como a areia, as pedras e o som do mar. No final da aula, senti que esta experiência contribuiu para desenvolver competências relacionadas com a confiança, o trabalho em equipa, a comunicação e a criatividade. Além disso, permitiu-me perceber de forma mais prática como os espaços naturais podem ser utilizados em atividades de caráter educativo, sensorial e sociocultural.

Nesta aula abordámos a temática da Metodologia de Projeto, com especial foco na importância do diagnóstico em contexto de Animação Sociocultural. Percebi que o diagnóstico constitui uma etapa fundamental antes de qualquer intervenção, uma vez que permite compreender a realidade da comunidade, identificar necessidades, reconhecer dificuldades e também valorizar os recursos e potencialidades já existentes. Ao longo da aula, compreendi que uma intervenção eficaz não deve basear-se apenas em ideias ou intenções, mas sim num conhecimento concreto do contexto onde se pretende atuar. O diagnóstico assume, assim, um papel essencial na construção de projetos mais adequados, conscientes e com impacto real junto das pessoas envolvidas. Foram também apresentados diferentes métodos de recolha de informação utilizados nesta fase do processo, como a observação direta, as conversas informais, os questionários e a análise de documentos institucionais. Estas estratégias permitem recolher informações importantes sobre o ambiente, as relações entre os indivíduos e as necessidades sentidas pela comunidade. No final, fiquei com a ideia de que saber observar, escutar e interpretar a realidade é uma competência essencial para qualquer Animador Sociocultural, sendo precisamente isso que o diagnóstico procura desenvolver.

Durante esta aula, os diferentes grupos procederam à escolha do espaço verde e da instituição onde pretendiam desenvolver o respetivo projeto. Este momento acabou por ser algo dinâmico e, por vezes, confuso, uma vez que vários grupos demonstraram interesse pelos mesmos espaços, o que obrigou a reajustes e negociações entre colegas. Inicialmente, o meu grupo (constituído pela Rafaela Lontro, João Figueiras, Matilde Feliciano, Nuno Francisco e por mim) tinha interesse em desenvolver o projeto no Jardim Multissensorial das Energias. No entanto, acabámos por ceder esse espaço a outro grupo e optámos pelo Jardim da Algodeia como local de intervenção. Após a definição do espaço, avançámos para a escolha e análise da instituição parceira (EB dos Arcos), realizando posteriormente o respetivo diagnóstico. Esta etapa permitiu-nos compreender melhor as características da instituição, as suas valências e o público-alvo com quem trabalha. Através desse processo, foi possível identificar necessidades, potencialidades e aspetos relevantes para a construção do projeto. Com base nas informações recolhidas, trabalhámos ainda na formulação dos objetivos gerais e específicos, procurando garantir que estes respondiam de forma adequada às necessidades identificadas durante o diagnóstico. Esta atividade ajudou-me a compreender melhor a importância do planeamento e da adaptação do projeto ao contexto real de intervenção.

Nesta aula, o trabalho desenvolvido centrou-se essencialmente nas tutorias de acompanhamento do projeto. Os diferentes grupos reuniram com os professores em horários organizados previamente, tendo oportunidade de esclarecer dúvidas, apresentar o ponto de situação do trabalho e receber orientações específicas para o desenvolvimento do projeto. Durante estes momentos de acompanhamento, foi possível obter feedback importante relativamente às ideias já construídas, bem como orientações que ajudaram a melhorar alguns aspetos do planeamento e da organização do trabalho. Fora das tutorias, o restante tempo foi dedicado ao trabalho autónomo de cada grupo, permitindo continuar a desenvolver as tarefas necessárias ao avanço do projeto. Esta aula revelou-se importante para consolidar ideias, estruturar melhor o trabalho e garantir uma maior clareza relativamente às etapas seguintes do processo.

Nesta aula, assim como na seguinte, o tempo disponibilizado pelos professores foi destinado ao trabalho de campo dos diferentes grupos, nomeadamente às visitas às instituições parceiras e à recolha de dados necessários para o desenvolvimento dos projetos. No caso do meu grupo, a visita à instituição encontrava-se agendada apenas para o dia 5 de sexta-feira, pelo que esta aula acabou por ser utilizada para trabalho autónomo. Aproveitámos esse momento para avançar com a preparação do guião de entrevista, organizar documentos relevantes para o projeto e estruturar algumas das tarefas pendentes. Este tempo revelou-se importante para melhorar a organização do grupo e preparar de forma mais consciente a fase de recolha de informação junto da instituição.

Na segunda aula realizámos uma atividade de caráter mais pessoal e reflexivo, relacionada com a nossa ligação à natureza. Cada estudante levou um objeto ou elemento simbólico que representasse essa relação. No meu caso, escolhi uma agulha de pinheiro, associada ao Pinhal Novo, local onde vivo, e também uma fotografia de uma praia situada no Cavaleiro, um espaço que considero especial pelas memórias e pelo significado pessoal que tem para mim. Esta atividade levou-me a refletir sobre a forma como os espaços naturais podem marcar as nossas vivências e influenciar a nossa identidade. Ao ouvir as partilhas dos colegas, percebi que, apesar das diferentes experiências e contextos de cada um, todos estabelecemos algum tipo de ligação afetiva com a natureza. Alguns identificavam-se mais com o mar, outros com a serra, jardins ou florestas, mostrando que existem várias formas de sentir e viver essa relação. Para além da componente individual, esta dinâmica contribuiu também para fortalecer a relação entre a turma. A partilha de experiências pessoais permitiu criar um ambiente de maior proximidade, escuta e respeito mútuo. Considero que este momento demonstrou a importância da comunicação, da empatia e da valorização das experiências de cada pessoa, aspetos fundamentais em qualquer projeto de intervenção sociocultural. Tivemos igualmente a oportunidade de ouvir o testemunho de alunas do 3.º ano, que partilharam connosco a sua experiência nesta unidade curricular. Falaram sobre os desafios encontrados ao longo do processo, mas também sobre as aprendizagens e competências que desenvolveram. Este momento ajudou-me a compreender melhor aquilo que poderá ser exigido ao longo da UC e permitiu-me encarar o projeto com maior consciência e preparação.

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Aulas

Na primeira aula da unidade curricular tive a oportunidade de compreender melhor a forma como a UC irá decorrer ao longo do semestre, bem como conhecer os docentes responsáveis pelo acompanhamento do trabalho desenvolvido. Desde o início, percebi que a componente prática teria bastante relevância, algo que despertou o meu interesse por jar ter feito algo semelhante, mas trouxe algum receio. Uma das atividades realizadas consistiu na exploração dos trilhos e painéis informativos existentes no espaço natural do IPS. Ao longo do percurso, que incluía várias paragens, foi possível observar e conhecer melhor diferentes espécies de flora e fauna presentes naquele espaço. Esta experiência permitiu-me perceber que o campus possui uma biodiversidade bastante rica e diversificada, muito além daquilo que inicialmente imaginava. No final da aula, participámos numa dinâmica de expressão em grupo. A turma foi dividida em equipas e cada grupo teve de representar diferentes elementos da natureza através do corpo, do movimento e do som. Esta atividade exigiu cooperação, criatividade e comunicação entre todos os elementos, reforçando a importância do trabalho coletivo. No geral, esta primeira aula ajudou-me a perceber que esta UC irá muito além da componente teórica, valorizando também a experiência prática, a expressão criativa e a aprendizagem através da participação ativa.

Na primeira aula da unidade curricular tive a oportunidade de compreender melhor a forma como a UC irá decorrer ao longo do semestre, bem como conhecer os docentes responsáveis pelo acompanhamento do trabalho desenvolvido. Desde o início, percebi que a componente prática teria bastante relevância, algo que despertou o meu interesse por jar ter feito algo semelhante, mas trouxe algum receio. Uma das atividades realizadas consistiu na exploração dos trilhos e painéis informativos existentes no espaço natural do IPS. Ao longo do percurso, que incluía várias paragens, foi possível observar e conhecer melhor diferentes espécies de flora e fauna presentes naquele espaço. Esta experiência permitiu-me perceber que o campus possui uma biodiversidade bastante rica e diversificada, muito além daquilo que inicialmente imaginava. No final da aula, participámos numa dinâmica de expressão em grupo. A turma foi dividida em equipas e cada grupo teve de representar diferentes elementos da natureza através do corpo, do movimento e do som. Esta atividade exigiu cooperação, criatividade e comunicação entre todos os elementos, reforçando a importância do trabalho coletivo. No geral, esta primeira aula ajudou-me a perceber que esta UC irá muito além da componente teórica, valorizando também a experiência prática, a expressão criativa e a aprendizagem através da participação ativa.

Nesta aula abordámos a estrutura do projeto final a entregar no final do segundo semestre. A professora apresentou e explicou o índice do trabalho, clarificando os diferentes elementos que deverão integrar o projeto, especialmente a componente de intervenção. Ao longo da explicação, foram trabalhados temas como os objetivos gerais e específicos, os eixos de intervenção, o design do projeto e as atividades a desenvolver junto do público-alvo. Compreendi melhor a importância de estabelecer uma ligação coerente entre o diagnóstico realizado e os objetivos definidos, garantindo que a intervenção responde efetivamente às necessidades identificadas no contexto analisado. Na segunda parte da aula, os grupos tiveram tempo para trabalho autónomo, com o objetivo de começar a aplicar os conteúdos abordados à construção do próprio projeto. O meu grupo aproveitou esse momento para organizar ideias, rever algumas decisões já tomadas e avançar na estruturação da intervenção que pretendemos desenvolver. Considero que esta aula foi importante para clarificar o percurso a seguir e para compreender melhor a forma como todas as etapas do projeto se articulam entre si.

Na primeira aula da unidade curricular tive a oportunidade de compreender melhor a forma como a UC irá decorrer ao longo do semestre, bem como conhecer os docentes responsáveis pelo acompanhamento do trabalho desenvolvido. Desde o início, percebi que a componente prática teria bastante relevância, algo que despertou o meu interesse por jar ter feito algo semelhante, mas trouxe algum receio. Uma das atividades realizadas consistiu na exploração dos trilhos e painéis informativos existentes no espaço natural do IPS. Ao longo do percurso, que incluía várias paragens, foi possível observar e conhecer melhor diferentes espécies de flora e fauna presentes naquele espaço. Esta experiência permitiu-me perceber que o campus possui uma biodiversidade bastante rica e diversificada, muito além daquilo que inicialmente imaginava. No final da aula, participámos numa dinâmica de expressão em grupo. A turma foi dividida em equipas e cada grupo teve de representar diferentes elementos da natureza através do corpo, do movimento e do som. Esta atividade exigiu cooperação, criatividade e comunicação entre todos os elementos, reforçando a importância do trabalho coletivo. No geral, esta primeira aula ajudou-me a perceber que esta UC irá muito além da componente teórica, valorizando também a experiência prática, a expressão criativa e a aprendizagem através da participação ativa.

Na primeira aula da unidade curricular tive a oportunidade de compreender melhor a forma como a UC irá decorrer ao longo do semestre, bem como conhecer os docentes responsáveis pelo acompanhamento do trabalho desenvolvido. Desde o início, percebi que a componente prática teria bastante relevância, algo que despertou o meu interesse por jar ter feito algo semelhante, mas trouxe algum receio. Uma das atividades realizadas consistiu na exploração dos trilhos e painéis informativos existentes no espaço natural do IPS. Ao longo do percurso, que incluía várias paragens, foi possível observar e conhecer melhor diferentes espécies de flora e fauna presentes naquele espaço. Esta experiência permitiu-me perceber que o campus possui uma biodiversidade bastante rica e diversificada, muito além daquilo que inicialmente imaginava. No final da aula, participámos numa dinâmica de expressão em grupo. A turma foi dividida em equipas e cada grupo teve de representar diferentes elementos da natureza através do corpo, do movimento e do som. Esta atividade exigiu cooperação, criatividade e comunicação entre todos os elementos, reforçando a importância do trabalho coletivo. No geral, esta primeira aula ajudou-me a perceber que esta UC irá muito além da componente teórica, valorizando também a experiência prática, a expressão criativa e a aprendizagem através da participação ativa.

Na primeira aula da unidade curricular tive a oportunidade de compreender melhor a forma como a UC irá decorrer ao longo do semestre, bem como conhecer os docentes responsáveis pelo acompanhamento do trabalho desenvolvido. Desde o início, percebi que a componente prática teria bastante relevância, algo que despertou o meu interesse por jar ter feito algo semelhante, mas trouxe algum receio. Uma das atividades realizadas consistiu na exploração dos trilhos e painéis informativos existentes no espaço natural do IPS. Ao longo do percurso, que incluía várias paragens, foi possível observar e conhecer melhor diferentes espécies de flora e fauna presentes naquele espaço. Esta experiência permitiu-me perceber que o campus possui uma biodiversidade bastante rica e diversificada, muito além daquilo que inicialmente imaginava. No final da aula, participámos numa dinâmica de expressão em grupo. A turma foi dividida em equipas e cada grupo teve de representar diferentes elementos da natureza através do corpo, do movimento e do som. Esta atividade exigiu cooperação, criatividade e comunicação entre todos os elementos, reforçando a importância do trabalho coletivo. No geral, esta primeira aula ajudou-me a perceber que esta UC irá muito além da componente teórica, valorizando também a experiência prática, a expressão criativa e a aprendizagem através da participação ativa.

Na primeira aula da unidade curricular tive a oportunidade de compreender melhor a forma como a UC irá decorrer ao longo do semestre, bem como conhecer os docentes responsáveis pelo acompanhamento do trabalho desenvolvido. Desde o início, percebi que a componente prática teria bastante relevância, algo que despertou o meu interesse por jar ter feito algo semelhante, mas trouxe algum receio. Uma das atividades realizadas consistiu na exploração dos trilhos e painéis informativos existentes no espaço natural do IPS. Ao longo do percurso, que incluía várias paragens, foi possível observar e conhecer melhor diferentes espécies de flora e fauna presentes naquele espaço. Esta experiência permitiu-me perceber que o campus possui uma biodiversidade bastante rica e diversificada, muito além daquilo que inicialmente imaginava. No final da aula, participámos numa dinâmica de expressão em grupo. A turma foi dividida em equipas e cada grupo teve de representar diferentes elementos da natureza através do corpo, do movimento e do som. Esta atividade exigiu cooperação, criatividade e comunicação entre todos os elementos, reforçando a importância do trabalho coletivo. No geral, esta primeira aula ajudou-me a perceber que esta UC irá muito além da componente teórica, valorizando também a experiência prática, a expressão criativa e a aprendizagem através da participação ativa.

Na primeira aula da unidade curricular tive a oportunidade de compreender melhor a forma como a UC irá decorrer ao longo do semestre, bem como conhecer os docentes responsáveis pelo acompanhamento do trabalho desenvolvido. Desde o início, percebi que a componente prática teria bastante relevância, algo que despertou o meu interesse por jar ter feito algo semelhante, mas trouxe algum receio. Uma das atividades realizadas consistiu na exploração dos trilhos e painéis informativos existentes no espaço natural do IPS. Ao longo do percurso, que incluía várias paragens, foi possível observar e conhecer melhor diferentes espécies de flora e fauna presentes naquele espaço. Esta experiência permitiu-me perceber que o campus possui uma biodiversidade bastante rica e diversificada, muito além daquilo que inicialmente imaginava. No final da aula, participámos numa dinâmica de expressão em grupo. A turma foi dividida em equipas e cada grupo teve de representar diferentes elementos da natureza através do corpo, do movimento e do som. Esta atividade exigiu cooperação, criatividade e comunicação entre todos os elementos, reforçando a importância do trabalho coletivo. No geral, esta primeira aula ajudou-me a perceber que esta UC irá muito além da componente teórica, valorizando também a experiência prática, a expressão criativa e a aprendizagem através da participação ativa.

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Na primeira aula da unidade curricular tive a oportunidade de compreender melhor a forma como a UC irá decorrer ao longo do semestre, bem como conhecer os docentes responsáveis pelo acompanhamento do trabalho desenvolvido. Desde o início, percebi que a componente prática teria bastante relevância, algo que despertou o meu interesse por jar ter feito algo semelhante, mas trouxe algum receio. Uma das atividades realizadas consistiu na exploração dos trilhos e painéis informativos existentes no espaço natural do IPS. Ao longo do percurso, que incluía várias paragens, foi possível observar e conhecer melhor diferentes espécies de flora e fauna presentes naquele espaço. Esta experiência permitiu-me perceber que o campus possui uma biodiversidade bastante rica e diversificada, muito além daquilo que inicialmente imaginava. No final da aula, participámos numa dinâmica de expressão em grupo. A turma foi dividida em equipas e cada grupo teve de representar diferentes elementos da natureza através do corpo, do movimento e do som. Esta atividade exigiu cooperação, criatividade e comunicação entre todos os elementos, reforçando a importância do trabalho coletivo. No geral, esta primeira aula ajudou-me a perceber que esta UC irá muito além da componente teórica, valorizando também a experiência prática, a expressão criativa e a aprendizagem através da participação ativa.

Na primeira aula da unidade curricular tive a oportunidade de compreender melhor a forma como a UC irá decorrer ao longo do semestre, bem como conhecer os docentes responsáveis pelo acompanhamento do trabalho desenvolvido. Desde o início, percebi que a componente prática teria bastante relevância, algo que despertou o meu interesse por jar ter feito algo semelhante, mas trouxe algum receio. Uma das atividades realizadas consistiu na exploração dos trilhos e painéis informativos existentes no espaço natural do IPS. Ao longo do percurso, que incluía várias paragens, foi possível observar e conhecer melhor diferentes espécies de flora e fauna presentes naquele espaço. Esta experiência permitiu-me perceber que o campus possui uma biodiversidade bastante rica e diversificada, muito além daquilo que inicialmente imaginava. No final da aula, participámos numa dinâmica de expressão em grupo. A turma foi dividida em equipas e cada grupo teve de representar diferentes elementos da natureza através do corpo, do movimento e do som. Esta atividade exigiu cooperação, criatividade e comunicação entre todos os elementos, reforçando a importância do trabalho coletivo. No geral, esta primeira aula ajudou-me a perceber que esta UC irá muito além da componente teórica, valorizando também a experiência prática, a expressão criativa e a aprendizagem através da participação ativa.

Na primeira aula da unidade curricular tive a oportunidade de compreender melhor a forma como a UC irá decorrer ao longo do semestre, bem como conhecer os docentes responsáveis pelo acompanhamento do trabalho desenvolvido. Desde o início, percebi que a componente prática teria bastante relevância, algo que despertou o meu interesse por jar ter feito algo semelhante, mas trouxe algum receio. Uma das atividades realizadas consistiu na exploração dos trilhos e painéis informativos existentes no espaço natural do IPS. Ao longo do percurso, que incluía várias paragens, foi possível observar e conhecer melhor diferentes espécies de flora e fauna presentes naquele espaço. Esta experiência permitiu-me perceber que o campus possui uma biodiversidade bastante rica e diversificada, muito além daquilo que inicialmente imaginava. No final da aula, participámos numa dinâmica de expressão em grupo. A turma foi dividida em equipas e cada grupo teve de representar diferentes elementos da natureza através do corpo, do movimento e do som. Esta atividade exigiu cooperação, criatividade e comunicação entre todos os elementos, reforçando a importância do trabalho coletivo. No geral, esta primeira aula ajudou-me a perceber que esta UC irá muito além da componente teórica, valorizando também a experiência prática, a expressão criativa e a aprendizagem através da participação ativa.

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Sobre mim

O meu nome é Luca Viana. Tenho 20 anos e sou do Pinhal Novo. Estudei na Escola Secundária do Pinhal Novo, onde tirei um curso técnico-profissional de Ação Educativa, depois de ter desistido de Humanidades no fim do 10º ano. Não tendo qualificações para Educação Básica, entrei no curso de Animação Sociocultural na Escola Superior de Educação, no IPS. Atualmente penso que não escolheria nenhuma destas opções se pudesse voltar atrás.

Acho irónico pedirem para falar sobre interesses além da faculdade, como se houvesse tempo para tal. Fora dos estudos a minha maior preocupação é justamente tratar dos efeitos do stress e pressão da faculdade, efeitos estes que se manifestam físicamente e psicológicamente na minha saúde. Mas claro, a faculdade é maravilhosa. Mas para aliviar a culpa dos culpados, porque já sinto a vitimização daqui, posso dizer que como autoregulação gosto de jogar video-jogos, aprender sobre a cultura do Nepal, e fazer cosplay. Mais importantemente dedico o meu tempo, alma e coração a colecionar parafernalia do meu personagem favorito.