Código secreto
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O Labirinto da Floresta Negra
Numa noite fria de outono, o jovem Tomás entrou na antiga Floresta Negra atrás do seu cão, Bolt, que tinha fugido assustado depois de ouvir um barulho estranho. No início parecia fácil voltar atrás… mas, depois de alguns minutos, o caminho desapareceu. As árvores eram enormes. A neblina cobria tudo. E o silêncio parecia observar cada passo dele. De repente, encontrou uma pedra coberta de musgo. Nela estava escrito: “Só sairás quando encontrares o código secreto.” Tomás engoliu em seco. Mais abaixo havia outra frase: “O código tem 3 números escondidos pela floresta.” Ele percebeu que precisava encontrar os números.
PRIMEIRA PISTA
Tomás caminhou durante muito tempo até encontrar uma ponte velha de madeira. Pendurado nela estava um cadeado enferrujado. No cadeado havia uma gravação: “O primeiro número é igual ao número de corvos que vigiam a ponte.” Tomás olhou para cima. Um… dois… três… quatro… cinco corvos estavam empoleirados nos galhos. Assim que contou o último, todos levantaram voo ao mesmo tempo.
SEGUNDA PISTA
Mais à frente, encontrou uma torre abandonada escondida entre árvores tortas. Lá dentro havia relógios partidos por todo o lado No centro da sala existia apenas um relógio funcionando. Mas o estranho era que ele girava ao contrário. Quando Tomás se aproximou, ouviu uma voz rouca: “Conta as badaladas…” O relógio começou: DONG… DONG… DONG… DONG… DONG… DONG… DONG… Sete badaladas. As luzes da torre apagaram-se imediatamente. Tomás correu para fora assustado.
TERCEIRA PISTA
A floresta ficou ainda mais escura. Tomás ouviu passos atrás dele, mas quando virava… não havia ninguém. Depois encontrou uma árvore gigante com uma pequena porta escondida no tronco. Dentro havia velas acesas e uma mesa com três caixas. Na parede estava escrito “Só a caixa correta revela o último número.” As caixas tinham símbolos: Lua Sol Olho Tomás reparou numa frase quase apagada: “A noite vê aquilo que o dia esconde.” — A noite… então deve ser a Lua. Ele abriu a caixa da Lua. Lá dentro havia apenas um papel velho com um único número desenhado a vermelho:
Codigo secreto
Simão Matias Ferreira Mendes (a4877)
Created on May 8, 2026
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O Labirinto da Floresta Negra
Numa noite fria de outono, o jovem Tomás entrou na antiga Floresta Negra atrás do seu cão, Bolt, que tinha fugido assustado depois de ouvir um barulho estranho. No início parecia fácil voltar atrás… mas, depois de alguns minutos, o caminho desapareceu. As árvores eram enormes. A neblina cobria tudo. E o silêncio parecia observar cada passo dele. De repente, encontrou uma pedra coberta de musgo. Nela estava escrito: “Só sairás quando encontrares o código secreto.” Tomás engoliu em seco. Mais abaixo havia outra frase: “O código tem 3 números escondidos pela floresta.” Ele percebeu que precisava encontrar os números.
PRIMEIRA PISTA
Tomás caminhou durante muito tempo até encontrar uma ponte velha de madeira. Pendurado nela estava um cadeado enferrujado. No cadeado havia uma gravação: “O primeiro número é igual ao número de corvos que vigiam a ponte.” Tomás olhou para cima. Um… dois… três… quatro… cinco corvos estavam empoleirados nos galhos. Assim que contou o último, todos levantaram voo ao mesmo tempo.
SEGUNDA PISTA
Mais à frente, encontrou uma torre abandonada escondida entre árvores tortas. Lá dentro havia relógios partidos por todo o lado No centro da sala existia apenas um relógio funcionando. Mas o estranho era que ele girava ao contrário. Quando Tomás se aproximou, ouviu uma voz rouca: “Conta as badaladas…” O relógio começou: DONG… DONG… DONG… DONG… DONG… DONG… DONG… Sete badaladas. As luzes da torre apagaram-se imediatamente. Tomás correu para fora assustado.
TERCEIRA PISTA
A floresta ficou ainda mais escura. Tomás ouviu passos atrás dele, mas quando virava… não havia ninguém. Depois encontrou uma árvore gigante com uma pequena porta escondida no tronco. Dentro havia velas acesas e uma mesa com três caixas. Na parede estava escrito “Só a caixa correta revela o último número.” As caixas tinham símbolos: Lua Sol Olho Tomás reparou numa frase quase apagada: “A noite vê aquilo que o dia esconde.” — A noite… então deve ser a Lua. Ele abriu a caixa da Lua. Lá dentro havia apenas um papel velho com um único número desenhado a vermelho: