Trabalho do parque natural do SW Alentejano e costa Vicentina
Localização do território
Razões da criação
Explicação da fauna, flora e geologia
Caraterísticas da área protegida
Importância educativa
Vídeo
Tomás Vinagreiro Nº21 8ºF
Localização da área protegida
https://maps.app.goo.gl/m1fa4oaB5FWwRxAQ8
Razões da criação
o que pretende protecer
Porque crio
O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina foi criado para proteger a biodiversidade e a paisagem natural da região. Este parque abrange uma vasta área de 89.568,77 hectares, que inclui habitats costeiros ricos em endemismos florísticos e uma flora diversificada. A fauna, especialmente a avifauna e ictiofauna, desempenha um papel crucial na preservação da biodiversidade local. Além disso, o parque visa preservar os valores naturais e disciplinar a ocupação do espaço, promovendo um desenvolvimento sustentável que respeite a natureza e a cultura local.
O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina foi criado para preservar a diversidade natural da região, incluindo a flora e fauna endêmicas e raras. A criação do parque visa a defesa dos valores naturais paisagísticos e culturais, promovendo a proteção e o aproveitamento sustentado dos recursos naturais. Além disso, o parque tem como objetivo promover o desenvolvimento económico, social e cultural da região de forma equilibrada e ordenada, respeitando as leis fundamentais da natureza.
explicação da fauna
explicação da flora
explicação da geologia
Caraterísticas da área protegida
O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina ocupa uma superfície de 89.568,77 ha (60.577,25 ha de área terrestre e 28.991,52ha de zona marinha) estendendo-se por uma faixa estreita do litoral - Costa Sudoeste - entre S. Torpes e Burgau. A Costa Sudoeste como é denominada, por vezes, esta zona, corresponde a uma zona de interface mar-terra com características muito específicas que lhe conferem uma elevada diversidade paisagística, incluindo alguns habitats que suportam uma elevada biodiversidade, tanto florística como faunística.
A rede hidrográfica da Costa Sudoeste é constituída por cursos de água pertencentes à bacia hidrográfica do rio Mira e à bacia hidrográfica do Barlavento Algarvio constituída, por alguns sistemas atípicos temporários, para a sustentação de elevado número de espécies da flora e da fauna, incluindo algumas espécies de peixes prioritárias e endémicas. As suas galerias ripícolas constituem um habitat relevante para a migração de passeriformes transharianos bem como para a alimentação e refúgio de várias espécies de mamíferos. Mas, não mais importantes, são alguns estuários com as suas zonas de nursery para várias espécies de peixes, como habitat privilegiado de alimentação, repouso e nidificação para aves migradoras.
Atividades de lazer
Surf: A Costa Vicentina é um dos melhores locais para surfar, com ondas que variam conforme a época do ano.
1
Caminhadas: A Rota Vicentina oferece trilhos que percorrem a costa e o interior, proporcionando vistas panorâmicas espetaculares.
1
Praias: A região possui várias praias de areia dourada, desde praias extensas com ondulação a pequenas enseadas isoladas de mar tranquilo.
1
Passeios de barco: Os visitantes podem explorar a costa em barcos, aproveitando a beleza natural e a tranquilidade dos locais.
1
Passeios de bicicleta e a cavalo: Aproveite a natureza e a beleza da costa em bicicleta ou a cavalo.
1
Passeios de todo-o-terreno: Para os amantes de aventura, a região oferece trilhos e passeios de todo-o-terreno.
1
Essas atividades são apenas algumas das muitas que podem ser realizadas no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, um destino que combina a beleza natural com a diversidade de atividades ao ar livre.
Importância educativa
PAISAGEM
Plataforma litoral no Algarve meridional.
Setor de Vila Nova de Milfontes.
Setor de Afrifana
ATIVIDADES No que respeita aos aspetos económicos, destaca-se o setor primário, ligado às atividades agrícola e pecuária. Grande parte da área encontra-se ocupada por terrenos agrícolas, maioritariamente por sistemas e culturas tradicionais, com exceção da área ocupada pelo Perímetro de Rega do Mira, onde a disponibilidade de água tem permitido a reconversão e intensificação dos sistemas produtivos.
PATRIMÓNIO CULTURAL“Das costas junto ao cabo Sacro, uma é o começo do lado ocidental da Ibéria até à boca do Tagus e a outra é o começo do lado sul até ao outro rio, o Anas e sua embocadura. Ambos os rios vêm do Oriente, mas um desemboca direito até ao Ocidente e é muito maior que o outro, enquanto o Anas se dirige para o sul e limita a região entre os dois rios, a que habitam na sua maior parte os Celtas e alguns Lusitanos que foram trasladados da outra margem do Tagus pelos romanos.” descrito por Estrabão, eis quanto à situação, esse vértice continental português a que comodamente chamamos “o Sudoeste”
PATRIMÓNIO CONSTRUÍDO Ilha do Pessegueiro
Forte de Belixe
Fortaleza de Sagres
Farol do cabo Sardão
O território do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina desenvolve-se em dois conjuntos distintos de rochas, nomeadamente as mais antigas, com mais de 300 MA, aflorando desde o extremo norte do Parque até próximo de Vila do Bispo e outras, arenitos e diversas variedades de calcário, datando de há 120-200 MA, aflorando na parte sul do Algarve e resultantes de sedimentos que se depositaram na bacia marinha outrora existente no barrocal algarvio.
A variedade das rochas contrasta com uma certa monotonia no respeitante às formas de relevo. Toda a linha de costa, na parte terrestre, é acompanhada por áreas planas cuja altitude vai aumentando para sul à medida e que o encaixe dos rios é mais profundo.
FLORA TERRESTRE
A flora do distribui-se por três tipos de ambientes geomorfológicos:
Barrocal ocidental, no planalto vicentino a sul, com vegetação típica de solos calcários, uma zona de clima seco e quente;
Planalto litoral, com vegetação mais diversificada, nas dunas, charnecas e áreas alagadiças, uma zona fresca e húmida; e
Serras litorais e barrancos, com densa vegetação arbórea e arbustiva típica das zonas húmidas das ribeiras.
Ao longo do Parque ocorre uma mistura de vegetação mediterrânica, atlântica e do norte de África, com predominância para a primeira. Existem cerca de 750 espécies, das quais mais de 100 são endémicas, raras ou localizadas; 12 não existem em mais nenhum local do mundo. Na área do Parque encontram-se espécies consideradas vulneráveis em Portugal, assim como também diversas espécies protegidas na Europa.
FLORA MARINHA A natureza diversificada dos fundos e a confluência de distintas massa de água - mediterrânea, atlântica temperada e atlântica tropical - bem como o afloramento de águas profundas contribuem para a presença de elevados níveis de biodiversidade. Fundos rochosos, acidentes geográficos - pequenos ilhotes, baías e cabos, sistemas lagunares e o estuário do Mira suportam habitats adequados em termos de abrigo, alimentação, crescimento e reprodução para muitas espécies marinhas.
A forte componente em fundos rochosos, proporcionando uma maior variedade de habitats, possibilita uma maior diversidade biológica bem traduzida, aliás, na variedade de espécies da flora e fauna marinhas.
Fauna terrestre De destacar quanto à fauna terrestre, a lontra (Lutra lutra) que se abriga nas arribas marítimas e barrancos adjacentes e, caso raro na Europa, utiliza o meio marinho para realizar as suas pescarias. Encontramos nesta costa e nas suas áreas limítrofes muitas outras espécies da fauna terrestre, entre os quais o texugo (Meles meles), o sacarrabo (Herpestes ichneumon) e a fuinha (Martes foina). Fauna marinha A natureza diversificada dos fundos e a confluência de distintas massas de água - mediterrânea, atlântica temperada e atlântica tropical - bem como o afloramento de águas profundas contribuem para a presença de elevados níveis de biodiversidade. Fundos rochosos, acidentes geográficos - pequenos ilhotes, baías e cabos, sistemas lagunares e o estuário do Mira suportam habitats adequados em termos de abrigo, alimentação, crescimento e reprodução para muitas espécies marinhas.
Trabalho do parque natural do SW Alentejano e costa Vicentina
k
Created on May 1, 2026
Start designing with a free template
Discover more than 1500 professional designs like these:
View
Smart Presentation
View
Practical Presentation
View
Essential Presentation
View
Akihabara Presentation
View
Flow Presentation
View
Terrazzo Presentation
View
Dynamic Visual Presentation
Explore all templates
Transcript
Trabalho do parque natural do SW Alentejano e costa Vicentina
Localização do território
Razões da criação
Explicação da fauna, flora e geologia
Caraterísticas da área protegida
Importância educativa
Vídeo
Tomás Vinagreiro Nº21 8ºF
Localização da área protegida
https://maps.app.goo.gl/m1fa4oaB5FWwRxAQ8
Razões da criação
o que pretende protecer
Porque crio
O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina foi criado para proteger a biodiversidade e a paisagem natural da região. Este parque abrange uma vasta área de 89.568,77 hectares, que inclui habitats costeiros ricos em endemismos florísticos e uma flora diversificada. A fauna, especialmente a avifauna e ictiofauna, desempenha um papel crucial na preservação da biodiversidade local. Além disso, o parque visa preservar os valores naturais e disciplinar a ocupação do espaço, promovendo um desenvolvimento sustentável que respeite a natureza e a cultura local.
O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina foi criado para preservar a diversidade natural da região, incluindo a flora e fauna endêmicas e raras. A criação do parque visa a defesa dos valores naturais paisagísticos e culturais, promovendo a proteção e o aproveitamento sustentado dos recursos naturais. Além disso, o parque tem como objetivo promover o desenvolvimento económico, social e cultural da região de forma equilibrada e ordenada, respeitando as leis fundamentais da natureza.
explicação da fauna
explicação da flora
explicação da geologia
Caraterísticas da área protegida
O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina ocupa uma superfície de 89.568,77 ha (60.577,25 ha de área terrestre e 28.991,52ha de zona marinha) estendendo-se por uma faixa estreita do litoral - Costa Sudoeste - entre S. Torpes e Burgau. A Costa Sudoeste como é denominada, por vezes, esta zona, corresponde a uma zona de interface mar-terra com características muito específicas que lhe conferem uma elevada diversidade paisagística, incluindo alguns habitats que suportam uma elevada biodiversidade, tanto florística como faunística.
A rede hidrográfica da Costa Sudoeste é constituída por cursos de água pertencentes à bacia hidrográfica do rio Mira e à bacia hidrográfica do Barlavento Algarvio constituída, por alguns sistemas atípicos temporários, para a sustentação de elevado número de espécies da flora e da fauna, incluindo algumas espécies de peixes prioritárias e endémicas. As suas galerias ripícolas constituem um habitat relevante para a migração de passeriformes transharianos bem como para a alimentação e refúgio de várias espécies de mamíferos. Mas, não mais importantes, são alguns estuários com as suas zonas de nursery para várias espécies de peixes, como habitat privilegiado de alimentação, repouso e nidificação para aves migradoras.
Atividades de lazer
Surf: A Costa Vicentina é um dos melhores locais para surfar, com ondas que variam conforme a época do ano. 1 Caminhadas: A Rota Vicentina oferece trilhos que percorrem a costa e o interior, proporcionando vistas panorâmicas espetaculares. 1 Praias: A região possui várias praias de areia dourada, desde praias extensas com ondulação a pequenas enseadas isoladas de mar tranquilo. 1 Passeios de barco: Os visitantes podem explorar a costa em barcos, aproveitando a beleza natural e a tranquilidade dos locais. 1 Passeios de bicicleta e a cavalo: Aproveite a natureza e a beleza da costa em bicicleta ou a cavalo. 1 Passeios de todo-o-terreno: Para os amantes de aventura, a região oferece trilhos e passeios de todo-o-terreno. 1 Essas atividades são apenas algumas das muitas que podem ser realizadas no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, um destino que combina a beleza natural com a diversidade de atividades ao ar livre.
Importância educativa
PAISAGEM
Plataforma litoral no Algarve meridional.
Setor de Vila Nova de Milfontes.
Setor de Afrifana
ATIVIDADES No que respeita aos aspetos económicos, destaca-se o setor primário, ligado às atividades agrícola e pecuária. Grande parte da área encontra-se ocupada por terrenos agrícolas, maioritariamente por sistemas e culturas tradicionais, com exceção da área ocupada pelo Perímetro de Rega do Mira, onde a disponibilidade de água tem permitido a reconversão e intensificação dos sistemas produtivos.
PATRIMÓNIO CULTURAL“Das costas junto ao cabo Sacro, uma é o começo do lado ocidental da Ibéria até à boca do Tagus e a outra é o começo do lado sul até ao outro rio, o Anas e sua embocadura. Ambos os rios vêm do Oriente, mas um desemboca direito até ao Ocidente e é muito maior que o outro, enquanto o Anas se dirige para o sul e limita a região entre os dois rios, a que habitam na sua maior parte os Celtas e alguns Lusitanos que foram trasladados da outra margem do Tagus pelos romanos.” descrito por Estrabão, eis quanto à situação, esse vértice continental português a que comodamente chamamos “o Sudoeste”
PATRIMÓNIO CONSTRUÍDO Ilha do Pessegueiro
Forte de Belixe
Fortaleza de Sagres
Farol do cabo Sardão
O território do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina desenvolve-se em dois conjuntos distintos de rochas, nomeadamente as mais antigas, com mais de 300 MA, aflorando desde o extremo norte do Parque até próximo de Vila do Bispo e outras, arenitos e diversas variedades de calcário, datando de há 120-200 MA, aflorando na parte sul do Algarve e resultantes de sedimentos que se depositaram na bacia marinha outrora existente no barrocal algarvio. A variedade das rochas contrasta com uma certa monotonia no respeitante às formas de relevo. Toda a linha de costa, na parte terrestre, é acompanhada por áreas planas cuja altitude vai aumentando para sul à medida e que o encaixe dos rios é mais profundo.
FLORA TERRESTRE A flora do distribui-se por três tipos de ambientes geomorfológicos: Barrocal ocidental, no planalto vicentino a sul, com vegetação típica de solos calcários, uma zona de clima seco e quente; Planalto litoral, com vegetação mais diversificada, nas dunas, charnecas e áreas alagadiças, uma zona fresca e húmida; e Serras litorais e barrancos, com densa vegetação arbórea e arbustiva típica das zonas húmidas das ribeiras. Ao longo do Parque ocorre uma mistura de vegetação mediterrânica, atlântica e do norte de África, com predominância para a primeira. Existem cerca de 750 espécies, das quais mais de 100 são endémicas, raras ou localizadas; 12 não existem em mais nenhum local do mundo. Na área do Parque encontram-se espécies consideradas vulneráveis em Portugal, assim como também diversas espécies protegidas na Europa.
FLORA MARINHA A natureza diversificada dos fundos e a confluência de distintas massa de água - mediterrânea, atlântica temperada e atlântica tropical - bem como o afloramento de águas profundas contribuem para a presença de elevados níveis de biodiversidade. Fundos rochosos, acidentes geográficos - pequenos ilhotes, baías e cabos, sistemas lagunares e o estuário do Mira suportam habitats adequados em termos de abrigo, alimentação, crescimento e reprodução para muitas espécies marinhas. A forte componente em fundos rochosos, proporcionando uma maior variedade de habitats, possibilita uma maior diversidade biológica bem traduzida, aliás, na variedade de espécies da flora e fauna marinhas.
Fauna terrestre De destacar quanto à fauna terrestre, a lontra (Lutra lutra) que se abriga nas arribas marítimas e barrancos adjacentes e, caso raro na Europa, utiliza o meio marinho para realizar as suas pescarias. Encontramos nesta costa e nas suas áreas limítrofes muitas outras espécies da fauna terrestre, entre os quais o texugo (Meles meles), o sacarrabo (Herpestes ichneumon) e a fuinha (Martes foina). Fauna marinha A natureza diversificada dos fundos e a confluência de distintas massas de água - mediterrânea, atlântica temperada e atlântica tropical - bem como o afloramento de águas profundas contribuem para a presença de elevados níveis de biodiversidade. Fundos rochosos, acidentes geográficos - pequenos ilhotes, baías e cabos, sistemas lagunares e o estuário do Mira suportam habitats adequados em termos de abrigo, alimentação, crescimento e reprodução para muitas espécies marinhas.