No seu lugar
Neste exercício encontrará cinco exemplos práticos relacionados com um dos tópicos abordados até agora: Leia atentamente os exemplos e escolha a resposta correta.
- Noções básicas de empatia.
- Experimente, observe, interaja.
Começar
Investigação
Trabalha numa empresa que fabrica pequenos eletrodomésticos. Ultimamente, tem recebido cada vez mais queixas relativas a um liquidificador e gostaria de melhorá-lo. Esta é uma oportunidade excelente para aplicar o design thinking. Inicialmente, gostaria de conhecer os problemas que os utilizadores estão a ter. Como vai realizar esta investigação?
Seguinte
Uma espreitadela à cozinha
Decidiu observar os utilizadores enquanto experimentam o liquidificador. Durante essa fase, a que vai dedicar mais atenção?
Seguinte
Entrevista
Ao terminar a fase da observação, ainda não alcançou o objetivo. Reserve algum tempo para entrevistar os utilizadores sobre a sua experiência com o liquidificador. O que deve perguntar-lhes?
Seguinte
E agora?
Ao observar e conversar com os utilizadores, conseguiu reunir bastantes informações relativas à utilização do liquidificador. Qual é o passo seguinte?
Seguinte
Qual é o problema?
Já recolheu e organizou as informações e conseguiu identificar as ideias mais importantes. Qual destas é a melhor definição do problema?
Seguinte
Concluiu o Caso prático!
Mal pode esperar por mais? Ainda bem, porque há muito para aprender no resto do curso!
Bem pensado! Esta pergunta em aberto vai incitar os utilizadores a dizer o que pensam. As histórias são uma excelente fonte de informação!
Pode encontrar a maneira certa de definir um problema com a declaração de ponto de vista (PdV/POV), conforme é demonstrado neste caso. Este método concentra-se no utilizador, tendo em conta as suas necessidades e quaisquer outras informações relevantes.
Sem dúvida! Nesta fase, deve concentrar-se no que vê e ouve. Não se esqueça de anotar todos os detalhes! O que estão os utilizadores a dizer e a fazer? Ainda não está na hora de analisar o que está a acontecer e porquê. Isso fica para depois. Dica: utilize o método "o quê-como-porquê".
Ótima ideia. É importante organizar a quantidade incrível de informações que conseguiu reunir. Existem várias maneiras de fazê-lo. Por exemplo, recorrendo à partilha e registo de histórias, criando um mapa de empatia ou um mapa do percurso.
É uma boa decisão! A observação é um dos três passos que pode seguir para se colocar no lugar do utilizador. Adicionalmente, pode experimentar o liquidificador e entrevistar os utilizadores sobre as suas experiências.
Apesar de ser um método frequentemente utilizado, não há muitas possibilidades de conseguir informações úteis desta maneira. Em geral, os inquéritos não permitem obter informações detalhadas. Uma opção melhor seria observar a experiência dos utilizadores e depois perguntar-lhes como correu.
Na fase da observação, o melhor é cingir-se aos factos. Ou seja: limite-se ao que consegue ver e ouvir. Numa fase posterior, pode sempre analisar o motivo pelo qual os utilizadores estão a agir de uma certa maneira. Também pode perguntar-lhes diretamente o que pensam e o que sentem.
Esta não é uma pergunta neutral e nem em aberto. Ou seja: é bem provável que ouça um simples "sim" ou "não" como resposta. Experimente fazer perguntas em aberto, que incentivem as pessoas a contar uma história. Por exemplo: "Para que utilizam a velocidade mais baixa?"
Calma, está a saltar uma etapa inteira do processo! Primeiro deve organizar as informações que recolheu. Pode utilizar vários métodos para tal. Por exemplo, a partilha e registo de histórias, criar um mapa de empatia ou um mapa do percurso.
Se formular o problema deste modo, está a concentrar-se demasiado no ponto de vista da empresa, e não nas necessidades do utilizador. Além disso, esta definição do problema já sugere uma solução e não é isso que se pretende alcançar nesta fase.
PTPTComplementar_NoSeuLugar_CasoPratico
Joy
Created on April 23, 2026
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Neste exercício encontrará cinco exemplos práticos relacionados com um dos tópicos abordados até agora: Leia atentamente os exemplos e escolha a resposta correta.
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Investigação
Trabalha numa empresa que fabrica pequenos eletrodomésticos. Ultimamente, tem recebido cada vez mais queixas relativas a um liquidificador e gostaria de melhorá-lo. Esta é uma oportunidade excelente para aplicar o design thinking. Inicialmente, gostaria de conhecer os problemas que os utilizadores estão a ter. Como vai realizar esta investigação?
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Uma espreitadela à cozinha
Decidiu observar os utilizadores enquanto experimentam o liquidificador. Durante essa fase, a que vai dedicar mais atenção?
Seguinte
Entrevista
Ao terminar a fase da observação, ainda não alcançou o objetivo. Reserve algum tempo para entrevistar os utilizadores sobre a sua experiência com o liquidificador. O que deve perguntar-lhes?
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E agora?
Ao observar e conversar com os utilizadores, conseguiu reunir bastantes informações relativas à utilização do liquidificador. Qual é o passo seguinte?
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Qual é o problema?
Já recolheu e organizou as informações e conseguiu identificar as ideias mais importantes. Qual destas é a melhor definição do problema?
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Concluiu o Caso prático!
Mal pode esperar por mais? Ainda bem, porque há muito para aprender no resto do curso!
Bem pensado! Esta pergunta em aberto vai incitar os utilizadores a dizer o que pensam. As histórias são uma excelente fonte de informação!
Pode encontrar a maneira certa de definir um problema com a declaração de ponto de vista (PdV/POV), conforme é demonstrado neste caso. Este método concentra-se no utilizador, tendo em conta as suas necessidades e quaisquer outras informações relevantes.
Sem dúvida! Nesta fase, deve concentrar-se no que vê e ouve. Não se esqueça de anotar todos os detalhes! O que estão os utilizadores a dizer e a fazer? Ainda não está na hora de analisar o que está a acontecer e porquê. Isso fica para depois. Dica: utilize o método "o quê-como-porquê".
Ótima ideia. É importante organizar a quantidade incrível de informações que conseguiu reunir. Existem várias maneiras de fazê-lo. Por exemplo, recorrendo à partilha e registo de histórias, criando um mapa de empatia ou um mapa do percurso.
É uma boa decisão! A observação é um dos três passos que pode seguir para se colocar no lugar do utilizador. Adicionalmente, pode experimentar o liquidificador e entrevistar os utilizadores sobre as suas experiências.
Apesar de ser um método frequentemente utilizado, não há muitas possibilidades de conseguir informações úteis desta maneira. Em geral, os inquéritos não permitem obter informações detalhadas. Uma opção melhor seria observar a experiência dos utilizadores e depois perguntar-lhes como correu.
Na fase da observação, o melhor é cingir-se aos factos. Ou seja: limite-se ao que consegue ver e ouvir. Numa fase posterior, pode sempre analisar o motivo pelo qual os utilizadores estão a agir de uma certa maneira. Também pode perguntar-lhes diretamente o que pensam e o que sentem.
Esta não é uma pergunta neutral e nem em aberto. Ou seja: é bem provável que ouça um simples "sim" ou "não" como resposta. Experimente fazer perguntas em aberto, que incentivem as pessoas a contar uma história. Por exemplo: "Para que utilizam a velocidade mais baixa?"
Calma, está a saltar uma etapa inteira do processo! Primeiro deve organizar as informações que recolheu. Pode utilizar vários métodos para tal. Por exemplo, a partilha e registo de histórias, criar um mapa de empatia ou um mapa do percurso.
Se formular o problema deste modo, está a concentrar-se demasiado no ponto de vista da empresa, e não nas necessidades do utilizador. Além disso, esta definição do problema já sugere uma solução e não é isso que se pretende alcançar nesta fase.