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Relatório da visita de estudo de história

Gabriela Martins

Created on April 22, 2026

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Transcript

Relatório da visita de estudo de história

1-capa

  • Título do trabalho:
Lisboa, o antes e depois do terramoto de 1755
  • Disciplina:
História
  • Identificação da aluna:
Gabriela Martins, n 6, 8 ano, 8-A
  • Escola:
Escola Secundária Dr. Isidoro de Sousa/Escola Básica de Alcaçovas
  • Ano Letivo:
2025/2026

2-conteudo

A- PORTUGAL NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XVIII: AÇÃO DO MARQUÊS DE POMBAL

  1. Descrever a situação económica de Portugal, na segunda metade do século XVIII:
-Situação económica de Portugal: Na segunda metade do século XVIII, Portugal enfrentava dificuldades económicas. O país importava mais do que exportava e dependia muito da Inglaterra. A diminuição do ouro vindo do Brasil agravou a Situação. 2. Caracterizar a política económica implementada pelo Marquês de Pombal, salientando as medidas adotadas e os resultados obtidos; -O Marquês de Pombal adotou medidas para desenvolver a economia:
  • Criou companhias comercias;
  • Redução do poder da Igreja;
  • Reformas racionais e modernizadoras;
  • Ensino e ciência valorizados. Incentivos as manufaturas ( indústrias);
  • Regulou o comércio (ex: vinhos do Douro) económico do Marquês de Pombal;

3. INDICAR AS PRINCIPAIS MEDIDAS POLÍTICAS ADOTADAS PELO marquês de pombal para reforço do poder do aparelho de estado;

Medidas políticas:Para reforçar o poder do Estado Pombal:

  • Aumentou o poder do rei;
  • Centralizou o governo;
  • Criou novos organismos administrativos.

4. Referir as medidas adotadas pelo Marquês de Pombal destinadas á submissão dos grupos privilegiados (clero e nobreza) e á valorização da burguesia; Pombal limitou o poder dos grupos privilegiados:

  • Explusou os jesuitas;
  • Persegui parte da Nobreza;
  • Diminui o poder da Igreja;
5. Explicar a influência das ideias iluministas na governação pombalina; Influência iluminismo na governação pombalina:
  • a criação do Erágio Régio, ou o tesouro nacional, que passou a controlar as finanças públicas;
  • a criação da Intendência-Geral da Polícia de Lisboa, que separava da função judicial (tribunais) da polícia;
  • a criação da Real Mesa Censória, que avaliava as obras publicadas, censurando as publicações contra o regime;

6.Mencionar as principais medidas adotadas pelo Marquês de Pombal, no âmbito da Reforma de Ensino

  • Mandou enterrar os mortos e mandou socorrer os feridos;
  • Ordenou fechar os palácios e igrejas para evitar que as suas riquezas fossem roubadas;
  • Impôs pesados castigos a quem libertasse os presos sem autorização judicial e que fosse apanhado a pilhar.

B-O TERRAMOTO DE 1755 E A RECONSTRUÇÃO DA CIDADE DE LISBOA; O URBANISMO POMBALINO;

1.Descrever o terramoto(data,honra,epicentro,magnitude,estimada,réplicas);

  • O terramoto de Lisboa de 1755 ocorreu no dia 1 de novembro e na hoara 9h10. O epicentro do simso foi na cidade de Lisboa, Portugal. A magnitude estimada do simo foi de 8,7 a 9 na escala de Richter. As réplicas do terramoto foram sentidas em todo o território português e as partes da Espanha e Marrocos.

2. Identificar as regiões /cidades mais afetadas:

  • Lisboa: A cidade foi arrasada, especialmente na zona da Baixa com a destruição de edifícios, igrejas e a destruição de embarcações pelo maremoto.
  • Algarve: Cidades como Lagos, Faro e Tavira sofreram estragos, com a destruição de igrejas, conventos e muitas casas.
  • Alentejo: Évora e Beja sentiram fortemente os tremores, com a queda de torres e fachadas em Évora e o mar recuando antes de retornar com violência em Sines e Vila Nova de Mil Fontes.

3.Explicar os incêndios e o maremoto (tsunami) como consequências do terramoto;

  • O terramoto de Lisboa de 1755 teve várias consequências devastadoras além do abalo inicial. Por outro lado, os incêndios começaram porque as casas e a Igreja onde se encontravam tinham velas acesas.
  • Por outro lado, o terramoto provocou um maremoto (tsunami). Ápos o abalo, o mar recuou de forma anormal, levando muitas pessoas ao Porto. Pouco depois, grandes ondas invadiram a cidade, causando ainda mais destruição e mortes.

4. explicar o das catástrofes:as perdas humanas e materais;

O terramoto de Lisboa de 1755 causou uma devastação imensa, resultando na morte de mihares de pessoas. O terramoto provocou também um maremoto (tsunami) que atingiu o porto da cidade, agravando a destruição e aumentado o número de vítimas. As perdas humanas foram acompanhadas de grandes perdas de materiais, com a destruição de numerosos edifícios, como palácios, igrejas, conventos, bibliotecas e casas. Grande parte da cidade ficou em ruínas, demorando muitos anos a ser reconstruída.

5. apresentar as repercussões nacionais e internacionais do terramoto;

O terramoto de Lisboa de 1755 teve importantes repercussões a nível nacional e internacional.

  • A nível nacional, provocou uma grande crise económica e social, devido á destruição de grande parte de Lisboa, que era o principal centro político e comercial do país. No entanto, levou também á reconstrução da cidade, orientada pelo Marquês de Pombal, que implementou medidas inovadoras de urbanismo e reforçou o poder do Estado.
  • A nível internacional, o terramoto teve grande impacto na Europa, chamando a atenção de cientistas a filósofos. Este acontecimento contribuiu para o desenvolvimento do estudo dos sismos e influenciou o pensamento iluminista, levando á reflexão sobre a relação entre o ser humano, a natureza e a religião.

6.enumerar as medidas imediatas implementadas pelo marquês de pombal, apôs o terramoto

Apôs o terramoto de 1755 em Lisboa, Marquês de Pombal tomou uma série de medidas imediatas e muito práticas para controlar a situação e iniciar a recuperação. As principais foram:

  • Manutenção da ordem pública;
  • Prestar socorro ás vítimas;
  • Enterrar os mortos;
  • Combate ao incêndio

O projeto foi entregue ao engenheiro-mor Manuel da Maia e os arquitetos Eugénio de Andrede e Carlos Mardel.

7. identificar os elementos da equipa responsável pela construção de Lisboa (arquitetos e engenheiros)

8. apresentar as principais características do plano urbanístico pombalino;

  • avenidas largas, retilíneas e perpendiculares;
  • a construção de passeios para peões;
  • a instalação de rede de esgotos;
  • a construção de casas da mesma altura, com fachadas iguais e com estrutura antissísmica (conhecida por "gaiola").

9. demostrar que a lisboa pombalina é o reflexomdo poder absoluto do rei.

A reconstrução da cidade mostra o poder absoluto do rei, porque:

  • Foi decidida e controlada pelo Estado;
  • Impôs regras iguais para todos os edifícios;
  • Mostra ordem, autoridade e controlo sobre a cidade;
  • Reflete o reforço do poder régio após a catástrofe.

entrevista ao marquês de pombal:

1. o que fez imediatamente após ao terramoto de LISboa de 1755?

  • Após o terramoto, mandei enterrar os mortos, socorrer os feridos, combater os incêndios e manter a ordem na cidade.

2. como evitou o caos e os saques?

  • Apliquei leis rigorosas e organizei forças para vigiar a cidade e punir os criminosos

3. que medidas toumou para ajudar a população?

  • Distribui alimentos, organizei abrigos e procurei garantir segurança para todos.

4.quem foram os principais responsáveis pela reconstrução de lisboa?

  • Trabalhei com engenheiros e arquitetos como Eugénio dos Santos e Carlos Mardel.

5. como foi planeada a nova cidade?

  • Lisboa foi reconstruída com ruas largas, direitas e organizadas em grelhas, facilitando a circulação.

6. quais são as principais características da nova Lisboa?

  • Destacam-se as praças amplas, como a Praça do Comércio, edifícios uniformes e melhor organização urbana.

7. o que é a "gaiola pombalina"?

  • É um sistema de construção resistente aos sismos, que torna os edifícios mais seguros.

8. por que decidiu uniformizar os edifícios?

  • Para criar uma cidade organizada, moderna e mais segura.

9. qual era o principal objetivo da reconstrução?

  • Reconstruir Lisboa de forma mais segura, funcional e adequada ás necessidades do país.

10. que importância teve esta reconstrução para portugal?

  • Permitia modernizar a cidade e reforçar o poder do Estado.