ABRIL
sob diferentes perspetivas
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Entrar em abril
O 25 de Abril de 1974 pôs fim a um regime que durante décadas controlou palavras, ideias e vidas. Num país marcado pela censura, pela repressão e pela falta de liberdade, também os jovens cresciam com menos espaço para questionar, participar e escolher. Abril representou, por isso, muito mais do que uma mudança política: foi o momento em que a liberdade saiu à rua, ganhou voz nas pessoas e abriu caminho à democracia em Portugal.
ROSTOS DE ABRIL
1. Capitão de Abril e rosto da ação militar no terreno.
2. Estratega do MFA e organizador do plano operacional.
3. Mulher associada aos cravos que se tornaram símbolo da revolução.
4. Poetisa e voz da liberdade, associada à resistência cultural, à ditadura e à celebração de Abril.
ROSTOS DE ABRIL
Celeste Caeiro
Salgueiro Maia
Capitão de Abril e rosto da ação militar no terreno.
Mulher associada aos cravos que se tornaram símbolo da revolução.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Otelo Saraiva de Carvalho
Poetisa e voz da liberdade, associada à resistência cultural, à ditadura e à celebração de Abril.
Estratega do MFA e principal organizador do plano operacional.
Largo do Carmo
O mapa de abril
Pontinha
Terreiro do Paço
Rádio Renascença
O mapa de abril
O mapa de abril
O mapa de abril
O mapa de abril
CONQUISTAS DE ABRIL
Do voto à cidadania
Fim do medo e da repressão
“Esta é a madrugada que eu esperava”
Sophia de Mello Breyner Andresen
Constituição e democracia
OS SÍMBOLOS DE ABRIL
A libertação dos presos políticos simbolizou o fim da repressão do Estado Novo e tornou visível uma das conquistas mais imediatas da revolução: o fim do medo.
A Constituição de 1976 consolidou juridicamente a democracia portuguesa e consagrou os direitos e liberdades fundamentais conquistados após o 25 de Abril.
As primeiras eleições livres em democracia deram expressão concreta à participação política dos portugueses e marcaram uma nova presença das mulheres no espaço público e cívico.
"Vamos acabar com o estado a que chegámos."
ABRIL
Lúcia
Created on April 20, 2026
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ABRIL
sob diferentes perspetivas
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Entrar em abril
O 25 de Abril de 1974 pôs fim a um regime que durante décadas controlou palavras, ideias e vidas. Num país marcado pela censura, pela repressão e pela falta de liberdade, também os jovens cresciam com menos espaço para questionar, participar e escolher. Abril representou, por isso, muito mais do que uma mudança política: foi o momento em que a liberdade saiu à rua, ganhou voz nas pessoas e abriu caminho à democracia em Portugal.
ROSTOS DE ABRIL
1. Capitão de Abril e rosto da ação militar no terreno.
2. Estratega do MFA e organizador do plano operacional.
3. Mulher associada aos cravos que se tornaram símbolo da revolução.
4. Poetisa e voz da liberdade, associada à resistência cultural, à ditadura e à celebração de Abril.
ROSTOS DE ABRIL
Celeste Caeiro
Salgueiro Maia
Capitão de Abril e rosto da ação militar no terreno.
Mulher associada aos cravos que se tornaram símbolo da revolução.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Otelo Saraiva de Carvalho
Poetisa e voz da liberdade, associada à resistência cultural, à ditadura e à celebração de Abril.
Estratega do MFA e principal organizador do plano operacional.
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CONQUISTAS DE ABRIL
Do voto à cidadania
Fim do medo e da repressão
“Esta é a madrugada que eu esperava”
Sophia de Mello Breyner Andresen
Constituição e democracia
OS SÍMBOLOS DE ABRIL
A libertação dos presos políticos simbolizou o fim da repressão do Estado Novo e tornou visível uma das conquistas mais imediatas da revolução: o fim do medo.
A Constituição de 1976 consolidou juridicamente a democracia portuguesa e consagrou os direitos e liberdades fundamentais conquistados após o 25 de Abril.
As primeiras eleições livres em democracia deram expressão concreta à participação política dos portugueses e marcaram uma nova presença das mulheres no espaço público e cívico.
"Vamos acabar com o estado a que chegámos."