Memorial do convento
Emanuel Filipe nº5 Maria Dias nº12 Iago Barboza nº25 Daniel Cruz nº29 Escola Secundária Santa Maria Matéria: Português Professor: Rui Ferreira
Índice
1. Percurso de Baltazar:De Mafra a Lisboa e de Lisboa a Mafra 2. Perspetiva do povo: Construção do convento 3. Amor e sonho -Relação com Blimunda e Bartolomeu 4. Excertos do romance -Caracterização e percurso de Baltazar 5. Poema "As Mãos"- Manuel Alegre -Análise e ligação ao romance 6. Debate -Direitos humanos no séc. XXI
Percurso de Baltazar:de mafra a lisboa e de lisboa a mafra
De Mafra → Lisboa
- Mafra (Convento em construção)
- Caminhos rurais e estradas de terra
- Venda do Pinheiro
- Loures
- Entrada pela zona norte
- Lisboa — cidade movimentada e corte de D. João V
De Lisboa → Mafra
- Saída de Lisboa
- Mesmo percurso rural, mas no sentido inverso
- Leva experiências e Blimunda
Perpectiva do povo
No Memorial do Convento, a perspetiva do povo é marcada por dificuldades e sofrimento. A população vive em condições muito duras, sendo obrigada a trabalhar na construção do Convento de Mafra, muitas vezes sem descanso e com grande esforço físico.Além disso, suporta impostos elevados impostos por D. João V, destinados a financiar o luxo da corte e os grandes projetos reais. Isto cria um forte sentimento de injustiça social, já que existe uma grande desigualdade entre o povo e a nobreza. Apesar destas condições, o povo não perde totalmente a esperança, mostrando resistência e força perante as dificuldades do dia a dia.
Amor e sonho
No Memorial do Convento, o padre Bartolomeu Lourenço e Baltasar têm uma relação de parceria. Bartolomeu recruta Baltasar para o projeto da passarola, reconhecendo a sua força e capacidade de trabalho. Juntos colaboram na construção da máquina, unidos pelo sonho do voo.
No Memorial do Convento, Baltasar e Blimunda vivem uma relação de amor e cumplicidade. Aceitam-se com as suas diferenças e apoiam-se mutuamente. Juntos, partilham a vida e o projeto da passarola, simbolizando união, sonho e lealdade.
Baltasar Sete-Sóis: caracterização e percurso- Ex-soldado que perdeu a mão na guerra
- Homem simples, trabalhador e resiliente
- Marginalizado pela sociedade
- Vive em Lisboa e trabalha na construção da Passarola
- Relação com Blimunda Sete-Luas (amor simbólico e complementar)
- Participa no projeto de Bartolomeu de Gusmão
- Acaba preso pela Inquisição e morre queimado na fogueira
- Representa o sofrimento do povo e a injustiça social
Análise e ligação ao poema
O poema “Mãos”, de Manuel Alegre, relaciona-se com Memorial do Convento, de José Saramago, porque ambos valorizam as mãos como símbolo do trabalho humano, da criação e da força do povo. No romance, isso vê-se sobretudo em Baltasar Sete-Sóis, que representa o esforço dos trabalhadores na construção da Passarola e do Convento de Mafra.
Em ambos os textos, as mãos simbolizam também a resistência e a dignidade do povo anónimo.
Anáfora → repetição de “mãos”, reforça a ideia centralEnumeração → várias ações das mãos (trabalhar, construir, criar) Metáfora → mãos como símbolo do povo e da criação Antítese → mãos que criam vs. mãos que sofrem Campo lexical do trabalho → construção, esforço, fabrico Presente do indicativo → ideia de verdade universal Frases nominais → dão impacto e intensidade expressiva
Obrigada
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Memorial do convento
Maria Dias
Created on April 19, 2026
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Memorial do convento
Emanuel Filipe nº5 Maria Dias nº12 Iago Barboza nº25 Daniel Cruz nº29 Escola Secundária Santa Maria Matéria: Português Professor: Rui Ferreira
Índice
1. Percurso de Baltazar:De Mafra a Lisboa e de Lisboa a Mafra 2. Perspetiva do povo: Construção do convento 3. Amor e sonho -Relação com Blimunda e Bartolomeu 4. Excertos do romance -Caracterização e percurso de Baltazar 5. Poema "As Mãos"- Manuel Alegre -Análise e ligação ao romance 6. Debate -Direitos humanos no séc. XXI
Percurso de Baltazar:de mafra a lisboa e de lisboa a mafra
De Mafra → Lisboa
De Lisboa → Mafra
Perpectiva do povo
No Memorial do Convento, a perspetiva do povo é marcada por dificuldades e sofrimento. A população vive em condições muito duras, sendo obrigada a trabalhar na construção do Convento de Mafra, muitas vezes sem descanso e com grande esforço físico.Além disso, suporta impostos elevados impostos por D. João V, destinados a financiar o luxo da corte e os grandes projetos reais. Isto cria um forte sentimento de injustiça social, já que existe uma grande desigualdade entre o povo e a nobreza. Apesar destas condições, o povo não perde totalmente a esperança, mostrando resistência e força perante as dificuldades do dia a dia.
Amor e sonho
No Memorial do Convento, o padre Bartolomeu Lourenço e Baltasar têm uma relação de parceria. Bartolomeu recruta Baltasar para o projeto da passarola, reconhecendo a sua força e capacidade de trabalho. Juntos colaboram na construção da máquina, unidos pelo sonho do voo.
No Memorial do Convento, Baltasar e Blimunda vivem uma relação de amor e cumplicidade. Aceitam-se com as suas diferenças e apoiam-se mutuamente. Juntos, partilham a vida e o projeto da passarola, simbolizando união, sonho e lealdade.
Baltasar Sete-Sóis: caracterização e percurso- Ex-soldado que perdeu a mão na guerra
- Homem simples, trabalhador e resiliente
- Marginalizado pela sociedade
- Vive em Lisboa e trabalha na construção da Passarola
- Relação com Blimunda Sete-Luas (amor simbólico e complementar)
- Participa no projeto de Bartolomeu de Gusmão
- Acaba preso pela Inquisição e morre queimado na fogueira
- Representa o sofrimento do povo e a injustiça social
Análise e ligação ao poema
O poema “Mãos”, de Manuel Alegre, relaciona-se com Memorial do Convento, de José Saramago, porque ambos valorizam as mãos como símbolo do trabalho humano, da criação e da força do povo. No romance, isso vê-se sobretudo em Baltasar Sete-Sóis, que representa o esforço dos trabalhadores na construção da Passarola e do Convento de Mafra. Em ambos os textos, as mãos simbolizam também a resistência e a dignidade do povo anónimo.
Anáfora → repetição de “mãos”, reforça a ideia centralEnumeração → várias ações das mãos (trabalhar, construir, criar) Metáfora → mãos como símbolo do povo e da criação Antítese → mãos que criam vs. mãos que sofrem Campo lexical do trabalho → construção, esforço, fabrico Presente do indicativo → ideia de verdade universal Frases nominais → dão impacto e intensidade expressiva
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