A União Ibérica
1578-1640
1637
1621
1578
1581
1580
1640
Início dos motins e revoltas populares
O Descontentamento (Filipe III)
Início da Crise
Cortes de Tomar
Crise de Sucessão
Restauração da Independência
Descontentamento da sociedade Portuguesa
- Quebra de Promessas - os espanhóis começam a ocupar cargos em Portugal.
- Crescente autoritarismo dos representantes do poder espanhol na governação portuguesa.
- Recrutamento de navios e tropas portuguesas para as guerras de Espanha.
- Aumento de Impostos para pagar as despesas das guerras de Espanha com a Holanda, Inglaterra e França.
- Perda de Territórios: As colónias portuguesas (como o Nordeste do Brasil e partes de África) começam a ser atacadas pelos inimigos de Espanha.
Cortes de Tomar
Filipe II de Espanha é reconhecido como Filipe I de Portugal. Para ser aceite, o rei prometeu:Manter a língua, a moeda e as leis portuguesas. Os cargos importantes em Portugal seriam ocupados apenas por portugueses. Não lançaria novos impostos. O comércio com as colónias (Brasil, África, Índia) continuaria exclusivo de Portugal.
Batalha de Alcácer quibir - a derrota
Desaparecimento de D. Sebastião em Marrocos sem deixar herdeiros.Sucedeu ao trono o seu tio-avô, o Cardeal D. Henrique.
A Revolta do Manuelinho
Revolta popular contra o aumento de impostos, demonstrando o descontentamento generalizado com o domínio castelhano Foi a primeira de muitas outras revoltas e motins e foi o primeiro grande sinal de que a União Ibérica estava perto do fim e que o povo queria um rei português.
Crise dinástica
Com a morte do Cardeal D. Henrique em 1580, surgem três candidatos principais ao trono:Filipe II de Espanha: O mais poderoso (apoiado pela nobreza e clero). D. António, Prior do Crato: O favorito do povo. D. Catarina, Duquesa de Bragança: Tinha direitos legítimos, mas pouco apoio militar. Filipe II invade Portugal militarmente e derrota os apoiantes de D. António na Batalha de Alcântara.
Restauração da Independência
Um grupo de nobres executa um golpe de Estado em Lisboa, a 1 de dezembro de 1640,e expulsa a representante de Espanha. D. João, Duque de Bragança, é aclamado como D. João IV, deu-se a Restauração da Independência que terminou com a União Ibérica, iniciando a Dinastia de Bragança.
A União Ibérica
Rodrigo Duarte
Created on April 19, 2026
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A União Ibérica
1578-1640
1637
1621
1578
1581
1580
1640
Início dos motins e revoltas populares
O Descontentamento (Filipe III)
Início da Crise
Cortes de Tomar
Crise de Sucessão
Restauração da Independência
Descontentamento da sociedade Portuguesa
Cortes de Tomar
Filipe II de Espanha é reconhecido como Filipe I de Portugal. Para ser aceite, o rei prometeu:Manter a língua, a moeda e as leis portuguesas. Os cargos importantes em Portugal seriam ocupados apenas por portugueses. Não lançaria novos impostos. O comércio com as colónias (Brasil, África, Índia) continuaria exclusivo de Portugal.
Batalha de Alcácer quibir - a derrota
Desaparecimento de D. Sebastião em Marrocos sem deixar herdeiros.Sucedeu ao trono o seu tio-avô, o Cardeal D. Henrique.
A Revolta do Manuelinho
Revolta popular contra o aumento de impostos, demonstrando o descontentamento generalizado com o domínio castelhano Foi a primeira de muitas outras revoltas e motins e foi o primeiro grande sinal de que a União Ibérica estava perto do fim e que o povo queria um rei português.
Crise dinástica
Com a morte do Cardeal D. Henrique em 1580, surgem três candidatos principais ao trono:Filipe II de Espanha: O mais poderoso (apoiado pela nobreza e clero). D. António, Prior do Crato: O favorito do povo. D. Catarina, Duquesa de Bragança: Tinha direitos legítimos, mas pouco apoio militar. Filipe II invade Portugal militarmente e derrota os apoiantes de D. António na Batalha de Alcântara.
Restauração da Independência
Um grupo de nobres executa um golpe de Estado em Lisboa, a 1 de dezembro de 1640,e expulsa a representante de Espanha. D. João, Duque de Bragança, é aclamado como D. João IV, deu-se a Restauração da Independência que terminou com a União Ibérica, iniciando a Dinastia de Bragança.