1961 - 1974
guerraColonial
Disciplina: História A
Índice
- Introdução ao tema
- Apresentação da pessoa entrevistada
- Breve história da mesma
- Imagens da guerra
- Entrevista
- Conclusão
Guerra Colonial
Data: 4 de fevereiro de 1961 – 25 de abril de 1974; (13 anos, 2 meses e 3 semanas)Local: Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste Acontecimento: O regime português da época, o Estado Novo, foi derrubado por um golpe militar em 1974, e a mudança de governo pôs fim ao conflito. A guerra foi uma luta ideológica decisiva na África Lusófona, nas nações vizinhas e em Portugal continental.
dados pessoais
Nome: Maria Deolinda Sousa PereiraNascimento: 29/03/1953 Localidade: Viveiros, Funchal Função Atual: reformada Nacionalidade: Portuguesa Estado Civil: Viúva
Maria Deolinda Sousa Pereira
Maria Deolinda, estudou na escola Hospício D. Maria Amélia até 4ªclasse. Aos 13 anos exerceu a função de tapeçaria (Madeira Superbia), depois aos 15 anos conheceu o meu avô Manuel Aniceto Pereira (20), namoraram e o meu avô acabou por ir para o serviço militar em Angola (1968- 71) começou a trabalhar e a viver em Luanda, acabando por a minha avó ir para lá com a irmã Beatriz a fim de estarem juntos.
Família Sousa
Ida para Luanda de barco
Manuel Aniceto Pereira, meu avô exercia a função de artilheiro em Angola.Estava numa companhia de caçadores madeirenses 25/28
Avô Pereira, e seu companheiro de guerra
Maria Deolinda e Manuel Aniceto casaram- se num conservatório civil de Luanda. Aqui a guerra estava a acontecer já dentro das cidades, entres os partidos e militares portugueses. Depois houve um almoço em família pois não estavam a família do meu avô.
Casamento em Luanda (1974)
Perguntas
- Foi mobilizado para a guerra ou conhecia alguém que foi?
- Como era o dia a dia durante a guerra?
- Sentia medo? Em que situações?
- Tem alguma memória que a tenha marcado especialmente?
- Como foi o regresso a casa depois da guerra?
- Sentiu apoio da sociedade ao voltar?
- Na sua opinião, a guerra foi necessária?
conclusão
Esta entrevista ajudou-me a compreender melhor a realidade da Guerra Colonial Portuguesa, não só a nível histórico, mas também humano, percebendo os sentimentos e dificuldades vividas por quem passou por esse período.
obrigada!
pela vossa atencção
Guerra Colonial Portuguesa
Maria Leonor Sousa Abreu (Aluno EBSAAS)
Created on April 14, 2026
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Transcript
1961 - 1974
guerraColonial
Disciplina: História A
Índice
Guerra Colonial
Data: 4 de fevereiro de 1961 – 25 de abril de 1974; (13 anos, 2 meses e 3 semanas)Local: Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste Acontecimento: O regime português da época, o Estado Novo, foi derrubado por um golpe militar em 1974, e a mudança de governo pôs fim ao conflito. A guerra foi uma luta ideológica decisiva na África Lusófona, nas nações vizinhas e em Portugal continental.
dados pessoais
Nome: Maria Deolinda Sousa PereiraNascimento: 29/03/1953 Localidade: Viveiros, Funchal Função Atual: reformada Nacionalidade: Portuguesa Estado Civil: Viúva
Maria Deolinda Sousa Pereira
Maria Deolinda, estudou na escola Hospício D. Maria Amélia até 4ªclasse. Aos 13 anos exerceu a função de tapeçaria (Madeira Superbia), depois aos 15 anos conheceu o meu avô Manuel Aniceto Pereira (20), namoraram e o meu avô acabou por ir para o serviço militar em Angola (1968- 71) começou a trabalhar e a viver em Luanda, acabando por a minha avó ir para lá com a irmã Beatriz a fim de estarem juntos.
Família Sousa
Ida para Luanda de barco
Manuel Aniceto Pereira, meu avô exercia a função de artilheiro em Angola.Estava numa companhia de caçadores madeirenses 25/28
Avô Pereira, e seu companheiro de guerra
Maria Deolinda e Manuel Aniceto casaram- se num conservatório civil de Luanda. Aqui a guerra estava a acontecer já dentro das cidades, entres os partidos e militares portugueses. Depois houve um almoço em família pois não estavam a família do meu avô.
Casamento em Luanda (1974)
Perguntas
conclusão
Esta entrevista ajudou-me a compreender melhor a realidade da Guerra Colonial Portuguesa, não só a nível histórico, mas também humano, percebendo os sentimentos e dificuldades vividas por quem passou por esse período.
obrigada!
pela vossa atencção