Memorial do Convento
Capítulos 20 e 21
José Saramago
António Alves, n3, 12A
Índice
6. Intertextualidade
1. Biografia do autor
7. Conclusão
2. Síntese dos capítulos
3. Análise
4. Linguagem e estilo
5. Dimensão simbólica
Biografia do autor
José de Sousa Saramago nasceu a 16 de novembro de 1922, em Azinhaga, no Ribatejo.
Foi um escritor e poeta português.
Recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel da Literatura em 1998.
Tornou-se uma das figuras mais importantes da literatura portuguesa.
Faleceu a 18 de junho de 2010, em Lanzarote, Espanha.
Síntese dos capítulos
Capítulo 21
Capítulo 20
Decisão de ampliaçãó do convento por D.João V, estabelecimento da data de sagração da obra e angariação (forçada) de mais trabalhadores para cumprir o prazo determinado.
Viagem de Baltasar e Blimunda a Monte Junto (reparação da passarola). Regresso a Mafra no dia seguinte. Morte de João Francisco, pai de Baltasar, após a viagem do casal.
Primeira aparição do arquiteto Ludovice (ou Ludewig).
Análise (cAPÍTULO 20)
Personagens
Espaço
Blimunda Sete-Luas;Baltasar Sete-Sóis; João Francisco, pai de Baltasar; Álvaro Diogo, cunhado de Baltasat; Inês Antónia, irmã de Baltasar. Operários/ trabalhadores.
Monte Junto;Ruas de Lisboa; Mafra; Casa de Blimunda e Baltasar
Tempo da ação
Narrador
Tempo histórico: Séc. XVIII Tempo da história: 1717-1718
Omnisciente e heterodiegético.
Análise (cAPÍTULO 21)
Personagens
Espaço
D.João V - Vaidoso, pretensioso, megalomano;Arquiteto Ludovice - Oportunista, cauteloso; João Pequeno - Trabalhador e simples.
Reino de Portugal Mafra; Corte real;
Narrador
Tempo da ação
Omnisciente e heterodiegético.
Tempo histórico: Séc. XVIII Tempo da história: 1717-1718
Dimensão simbólica
Capítulo XXI
Capítulo XX
D.João V simboliza a ostentação e megalomania da nobreza, assim como a efemeridade da vida e o medo desta. Ludovice retrata a hipocrisia dos membros da corte e a sua mentalidade oportunista; A angariação de trabalhadores sublinha o sofrimento dos menos favorecidos, denunciando os comportamentos da nobreza para alcançar os seus objetivos.
A reparação da passarola simboliza o desejo de sonho e liberdade, assim como a recuperação do passado. Blimunda e Baltasar simbolizam a união entre corpo e espírito, fruto do seu amor e lealdade; A morte de João Francisco representa o povo trabalhador e a sua vulnerabilidade, marcando o destino trágico de Baltasar e Blimunda. Os trabalhadores do convento refletem a exploração dos mais pobres pela nobreza e a desigualdade social.
lINGUAGEM E ESTILO
IRONIA
PONTUAÇÃO
"Podiam ficar a falar o resto do dia,mas D.João V, que em geral não admite resistências ao seu livre arbítrio,..." (pág. 276)
"... rodeia-a o nimbo da inspiração, E se aumentássemos para duzentos frades o convento de Mafra..." (pág. 276)
INTERTEXTUALIDADE
cONCLUSÃO
Memorial do Convento
Antonio Alves
Created on April 13, 2026
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Memorial do Convento
Capítulos 20 e 21
José Saramago
António Alves, n3, 12A
Índice
6. Intertextualidade
1. Biografia do autor
7. Conclusão
2. Síntese dos capítulos
3. Análise
4. Linguagem e estilo
5. Dimensão simbólica
Biografia do autor
José de Sousa Saramago nasceu a 16 de novembro de 1922, em Azinhaga, no Ribatejo.
Foi um escritor e poeta português.
Recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel da Literatura em 1998.
Tornou-se uma das figuras mais importantes da literatura portuguesa.
Faleceu a 18 de junho de 2010, em Lanzarote, Espanha.
Síntese dos capítulos
Capítulo 21
Capítulo 20
Decisão de ampliaçãó do convento por D.João V, estabelecimento da data de sagração da obra e angariação (forçada) de mais trabalhadores para cumprir o prazo determinado.
Viagem de Baltasar e Blimunda a Monte Junto (reparação da passarola). Regresso a Mafra no dia seguinte. Morte de João Francisco, pai de Baltasar, após a viagem do casal.
Primeira aparição do arquiteto Ludovice (ou Ludewig).
Análise (cAPÍTULO 20)
Personagens
Espaço
Blimunda Sete-Luas;Baltasar Sete-Sóis; João Francisco, pai de Baltasar; Álvaro Diogo, cunhado de Baltasat; Inês Antónia, irmã de Baltasar. Operários/ trabalhadores.
Monte Junto;Ruas de Lisboa; Mafra; Casa de Blimunda e Baltasar
Tempo da ação
Narrador
Tempo histórico: Séc. XVIII Tempo da história: 1717-1718
Omnisciente e heterodiegético.
Análise (cAPÍTULO 21)
Personagens
Espaço
D.João V - Vaidoso, pretensioso, megalomano;Arquiteto Ludovice - Oportunista, cauteloso; João Pequeno - Trabalhador e simples.
Reino de Portugal Mafra; Corte real;
Narrador
Tempo da ação
Omnisciente e heterodiegético.
Tempo histórico: Séc. XVIII Tempo da história: 1717-1718
Dimensão simbólica
Capítulo XXI
Capítulo XX
D.João V simboliza a ostentação e megalomania da nobreza, assim como a efemeridade da vida e o medo desta. Ludovice retrata a hipocrisia dos membros da corte e a sua mentalidade oportunista; A angariação de trabalhadores sublinha o sofrimento dos menos favorecidos, denunciando os comportamentos da nobreza para alcançar os seus objetivos.
A reparação da passarola simboliza o desejo de sonho e liberdade, assim como a recuperação do passado. Blimunda e Baltasar simbolizam a união entre corpo e espírito, fruto do seu amor e lealdade; A morte de João Francisco representa o povo trabalhador e a sua vulnerabilidade, marcando o destino trágico de Baltasar e Blimunda. Os trabalhadores do convento refletem a exploração dos mais pobres pela nobreza e a desigualdade social.
lINGUAGEM E ESTILO
IRONIA
PONTUAÇÃO
"Podiam ficar a falar o resto do dia,mas D.João V, que em geral não admite resistências ao seu livre arbítrio,..." (pág. 276)
"... rodeia-a o nimbo da inspiração, E se aumentássemos para duzentos frades o convento de Mafra..." (pág. 276)
INTERTEXTUALIDADE
cONCLUSÃO