Almeida Garrett
Frei Luís de Sousa
Ana Pereira e Daniela Pereira 12ºG
Índice
Drama romântico ou tragédia
Almeida Garrett
Pag. 4
Pag. 17
Tragédia em Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Pag. 4 a 11
Pag. 18
Personagens
Final trágico
Pag. 12 a 17
Pag. 19
Índice
Elementos da tragédia
Sebastianismo
Pag.21 a 22
Pag. 25
10
Tragédia em Frei Luís de Sousa
Dimensão patriótica
Pag.23 a 24
Pag. 26
Frei Luís de Sousa
Almeida Garrett
Nasceu no Porto, a 4 de fevereiro de 1799. Tinha o nome João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett e formou-se em Leis pela Universidade de Coimbra. No último ano do curso, apoiou a causa da revolução liberal de 1820, exilando-se consequentemente em Inglaterra e França. Neste seu afastamento, publica os dois títulos fundadores do Romantismo português: Camões (1825) e D. Branca (1826). Depois do regresso definitivo a Portugal, em 1836, escreve um conjunto de obras, das quais se destacam a peça trágica Frei Luís de Sousa (1843), as inclassificáveis Viagens na Minha Terra (1846), ou os ousados versos de Folhas Caídas (1853). Almeida Garrett morre em Lisboa, a 9 de dezembro de 1854.
Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Ato I- Palácio de Manuel de Sousa Coutinho
- D Madalena vive angustiada com a lembrança do desaparecimento de D. João de Portugal na Batalha de Alcácer Quibir;
- É casada por amor com Manuel de Sousa Coutinho e mãe dedicada de Maria;
- Teme que o regresso do primeiro marido destrua a sua família;
- Maria é apresentada como frágil, mas também perspicaz;
- Manuel de Sousa Coutinho incendeia o próprio palácio;
- Faz isso para impedir a ocupação por Filipe I de Portugal;
- Este ato reflete o sebastianismo, crença presente na obra;
Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Ato II- Palácio de D. João de Portugal
- Surge um Romeiro que pede para falar com D. Madalena;
- Durante o seu discurso, revela-se que D. João de Portugal está vivo;
- A notícia provoca uma reviravolta na ação;
- Frei Jorge aconselha D. Madalena e Manuel de Sousa Coutinho;
- Recomenda que entrem na vida conventual;
- O objetivo é a salvação das suas almas e da alma de Maria;
Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Ato III- Capela do palácio de D. João de Portugal
- D. João e Telmo entram na capela onde D. Madalena e Manuel de Sousa Coutinho professam os votos religiosos;
- Maria interrompe a cerimónia, fazendo um discurso crítico à sociedade;
- Frágil e perplexa com a separação dos pais, Maria morre nos braços deles;
Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Cenas
- EXPOSIÇÃO: cenas I a IV do ato I
- CONFLITO: cenas V a XII do ato I, cenas I a XV do ato II e cenas I a IX do ato III
- DESENLANCE: cenas X a XIII do ato III
Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Ação
- A peça de Almeida Garrett segue o modelo da tragédia clássica, com uma única ação principal;
- Essa ação centra-se nos receios de uma desgraça atingir a família de D. Madalena;
- Os receios confirmam-se com a chegada do Romeiro, que desencadeia a catástrofe;
- Existe uma ação secundária pouco desenvolvida;
- Essa ação corresponde à revolta de Manuel de Sousa Coutinho;
- Como consequência dessa revolta, ele incendeia o seu próprio palácio;
Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Espaço
- A peça não cumpre totalmente a unidade de espaço típica clássica;
- Inicia-se numa “câmara” com vista para o exterior do palácio de Manuel de Sousa;
- Passa depois para um salão no interior do palácio de D. João de Portugal;
- Termina na parte baixa do paço, com ligação a uma igreja;
- O espaço vai-se tornando progressivamente mais fechado e claustrofóbico;
- Esse afunilamento simboliza a diminuição das possibilidades de solução para os conflitos;
- Há também um percurso simbólico do profano para o sagrado
- A ação termina na igreja, onde duas personagens professam vida religiosa;
Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Tempo
- Frei Luís de Sousa não respeita a unidade de tempo da tragédia clássica;
- A ação decorre ao longo de oito dias, e não em apenas 24 horas;
- Há referências frequentes à Batalha de Alcácer Quibir, ocorrido 21 anos antes dos acontecimentos principais (1599);
- Essas alusões não comprometem a unidade temporal da peça;
- Verifica-se uma progressiva concentração do tempo;
- Entre os atos I e II passam-se oito dias;
- Nos atos II e III, a ação decorre no mesmo dia, acelerando os acontecimentos;
- Esse “afunilamento” do tempo contribui para o aumento da tensão dramática;
Frei Luís de Sousa
Personagens
D. Madalena de vilhena
- Mulher nobre e aristocrática (“sangue de Vilhenas”);
- Primeiro casamento com D. João de Portugal (desaparecido);
- Segundo casamento com Manuel de Sousa Coutinho;
- Personalidade romântica, sensível e submissa;
- Vive uma paixão intensa por Manuel de Sousa Coutinho;
- Sente-se culpada e atormentada por amar outro homem;
- Demonstra grande humanidade como mãe, preocupada com Maria;
- Vive dominada por medos, presságios e sofrimento;
- Revela fragilidade emocional;
- No final, monstra resignação, aceitando a desgraça como forma de purificação;
Frei Luís de Sousa
Personagens
Manuel de sousa Coutinho (Frei Luís de Sousa)
- Nobre e honrado (cavaleiro de Malta);
- Corajoso, patriota e rebelde contra a tirania (chega a incendiar o próprio palácio);
- Desapegado aos bens materiais, valoriza a liberdade acima de tudo;
- Sensível e afetuoso com a família (pais antes de marido);
- Por amor à filha, por vezes cede ao sofrimento;
- No final, mostra firmeza e aceita a separação e a entrega a Deus.
Frei Luís de Sousa
Personagens
D. João de Portugal (o romeiro)
- Nobre e cavaleiro cristão, fiel ao Rei e à Pátria;
- Combate os inimigos da fé e sofre no cativeiro;
- Personagem fundamental na ação dramática, mesmo na ausência;
- Inicialmente surge como “anjo vingador”, ligado à desgraça;
- Ao conhecer a situação de D. Madalena e Maria, arrepende-se e tenta reparar o mal;
- Homem honrado, generoso e de grandeza de alma;
- Não quer desonrar D. Madalena;
- Íntegro, cumpre a palavra dada;
- Funciona como duplo de D. Sebastião, simbolizando o Portugal antigo e o sebastianismo.
Frei Luís de Sousa
Personagens
D. Maria de Noronha
- Jovem de origem nobre;
- Muito madura para a idade;
- Frágil de saúde (tuberculose);
- Bondosa, sensível e terna;
- Culta: gosta de ler, estudar e escrever;
- Patriótica, admira o heroísmo do pai;
- Influenciada pelo sebastianismo (crença no regresso do rei);
- Tem intuição e pressentimentos (quase proféticos);
- Marcada por um destino trágico (doença e origem). .
Frei Luís de Sousa
Personagens
Telmo Pais
- Amigo e confidente de D. Madalena, com relação quase de pai;
- Muito leal ao seu primeiro amo (D. João);
- Sebastianismo: acredita no regresso de D. João e alimenta as ideias de Maria;
- Preso ao passado: não aceita o casamento de D. Madalena com Manuel de Sousa Coutinho;
- Pessoa íntegra: reconhece o valor de Manuel após o seu ato patriótico;
- Vive um conflito interno entre a lealdade a D. João e o amor por Maria.
Frei Luís de Sousa
Personagens
Frei Jorge Coutinho
- Amigo e confidente da família;
- Carinhoso e protetor com Maria;
- Intransigente e inflexível nas questões morais;
- Defende a separação do casal por dever;
- Representa a voz da consciência, da religião e da moral.
Frei Luís de Sousa
Drama Romântico ou tragédia ?
- Frei Luís de Sousa é, formalmente, um drama romântico, sobretudo na estrutura e na visão do mundo;
- Garrett reconhece na “Memória ao Conservatório Real” que a peça possuí natureza trágica;
- Traços que aproximam a obra do drama romântico: não se rege por normas rígidas da tragédia clássica; escrita em prosa, e não em verso; não cumpre as leis da unidade de espaço e de tempo típicas da tragédia.
Frei Luís de Sousa
Características da tragédia em Frei Luís de Sousa
- Poucas personagens, todas nobres (alta sociedade);
- Tom sério e grave ao longo da obra;
- Final trágico (catástrofe);
- Presença de elementos da tragédia clássica (como hybris e anagnórise);
- Existência de presságios que anunciam a desgraça.
Frei Luís de Sousa
Principais indícios de um final trágico em Frei luís de Sousa
- Referências a Inês de Castro anuncia um destino trágico;
- Associação entre o regresso de D. Sebastião e D. João cria uma esperança ilusória;
- Doença de Maria funciona como sinal de desgraça iminente;
- Incêndio do retrato de Manuel representa o prenúncio de ruína;
- Mudança para o palácio de D. João mostra a aproximação ao passado trágico;
- Sexta-feira é vista como um dia de mau agouro;
- Números 3 e 7 têm simbologia de fatalidade;
- Condes de Vimioso representam um exemplo de destino trágico.
Elementos da tragédia
Frei Luís de Sousa
Hybris
Ágon
Peripécia
+info
+info
+info
Ananké
Pathos
Anagnórise
+info
+info
+info
Elementos da tragédia
Frei Luís de Sousa
Catástrofe
Clímax
Catarse
+info
+info
+info
Dimensão patriótica
Frei Luís de Sousa
“Velho Portugal”:
- A peça evoca um Portugal do passado, que desaparece com a perda da independência;
- Personagens que representam o “velho Portugal”: D. João de Portugal e referências a D. Sebastião e Luís de Camões;
- Espaço Simbólico do passado: o palácio de D. João, pesado e antigo;
- Elementos Simbólicos: retratos na sala do palácio.
Dimensão patriótica
Frei Luís de Sousa
Novo Portugal”:
- A peça apresenta um reino aprisionado, integrado na monarquia espanhola e em decadência;
- Personagens que representam o “novo Portugal”: Manuel de Sousa Coutinho; D. Madalena; Maria;
- A família simboliza o embrião de um Portugal futuro, renascido das cinzas, mas marcado pelo passado;
- O futuro da nação é destruído com o regresso do “velho Portugal”;
- Espaço simbólico: o palácio de Manuel de Sousa Coutinho, que é incendiado;
- Elemento simbólico: o retrato de Manuel de Sousa Coutinho, que é destruído.
Frei Luís de Sousa
Sebastianismo na obra
- O Sebastianismo em Frei Luís de Sousa está ligado ao tema do patriotismo;
- Personagens patriotas reagem de forma diferente à esperança do regresso de D. Sebastião: D. Maria e Telmo: anseiam pelo retorno do rei, acreditando que libertará Portugal; Manuel de Sousa Coutinho e D. Madalena: preocupam-se com o regresso de D. João, primeiro marido de Madalena, que poderia destruir a família;
- O sebastianismo é visto negativamente, pois mantém o povo preso ao passado e impede a mudança;
- O Portugal de D. Sebastião morreu com ele em Alcácer Quibir e não pode renascer.
Unit Como recriou Garrett a história na ação de frei luís de sousa
Frei Luís de Sousa
Recriação em Frei Luís de Sousa
História da família de Manuel de Sousa
- D. Madalena, sem filhos e julgando-se viúva, casa com Manuel e têm Maria;
- D. João não morre e regressa;
- Manuel incendeia o palácio por patriotismo;
- O casal entra na vida religiosa para expiar o pecado (1599);
- Maria morre no momento da profissão dos pais
- D. Madalena, viúva com três filhos, casa com Manuel de Sousa e têm uma filha;
- D. João morre em Alcácer Quibir;
- Manuel incendeia o palácio por recusar alojar governadores;
- O casal entra na vida religiosa por devoção (1613);
- A filha morre antes da profissão dos pais.
frei Luís de Sousa
Fim
Ana Pereira e Daniela Pereira 12ºG
Hybris
Desafio à ordem instituída e às leis divinas ou humanas
(ex: Manuel de Sousa Coutinho desafia os governadores e incendia o seu paláci, num desafio à ordem política)
Ágon
Conflito entre personagens ou conflito interior de uma personagem
(ex: Telmo está dividido entre o afeto por Maria e a lealdade a D. João de Portugal)
Peripécia
Mudança súbita no rumo dos acontecimentos
(ex: A chegada do Romeiro questiona a legitimidade da família de Manuel de Sousa e empurra-a para o seu fim trágico)
Anagnórise
Reconhecimento
(ex: O reconhecimento dá-se com a chegada do Romeiro e a sua identificação como D. João de Portuga)
Ananké
Força do destino
(ex: Literariamente, representa-se uma força que conduz o rumo dos acontecimentos, que determina o regresso de D. João de Portugal e desencadeia o desenlace trágico)
Pathos
Sofrimento
(ex: A inquetação e a culpa de D. Madalena)
Catarse
Terror e piedade sentidos pelo espectador
(ex: A catástrofe desperta nos espectadores os sentimentos de terror e de piedade face ao fim trágico dos elementos da família de Manuel de Sousa Coutinho)
Catástrofe
Desenlace trágico
(ex: Maria morre)
Clímax
Ponto culminante
(ex: Acontece no momento em que o Romeiro anuncia que D. João de Portugal está vivo)
Frei Luís de Sousa
Daniela Pereira
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Transcript
Almeida Garrett
Frei Luís de Sousa
Ana Pereira e Daniela Pereira 12ºG
Índice
Drama romântico ou tragédia
Almeida Garrett
Pag. 4
Pag. 17
Tragédia em Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Pag. 4 a 11
Pag. 18
Personagens
Final trágico
Pag. 12 a 17
Pag. 19
Índice
Elementos da tragédia
Sebastianismo
Pag.21 a 22
Pag. 25
10
Tragédia em Frei Luís de Sousa
Dimensão patriótica
Pag.23 a 24
Pag. 26
Frei Luís de Sousa
Almeida Garrett
Nasceu no Porto, a 4 de fevereiro de 1799. Tinha o nome João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett e formou-se em Leis pela Universidade de Coimbra. No último ano do curso, apoiou a causa da revolução liberal de 1820, exilando-se consequentemente em Inglaterra e França. Neste seu afastamento, publica os dois títulos fundadores do Romantismo português: Camões (1825) e D. Branca (1826). Depois do regresso definitivo a Portugal, em 1836, escreve um conjunto de obras, das quais se destacam a peça trágica Frei Luís de Sousa (1843), as inclassificáveis Viagens na Minha Terra (1846), ou os ousados versos de Folhas Caídas (1853). Almeida Garrett morre em Lisboa, a 9 de dezembro de 1854.
Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Ato I- Palácio de Manuel de Sousa Coutinho
Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Ato II- Palácio de D. João de Portugal
Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Ato III- Capela do palácio de D. João de Portugal
Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Cenas
Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Ação
Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Espaço
Frei Luís de Sousa
Estrutura Interna
Tempo
Frei Luís de Sousa
Personagens
D. Madalena de vilhena
Frei Luís de Sousa
Personagens
Manuel de sousa Coutinho (Frei Luís de Sousa)
Frei Luís de Sousa
Personagens
D. João de Portugal (o romeiro)
Frei Luís de Sousa
Personagens
D. Maria de Noronha
Frei Luís de Sousa
Personagens
Telmo Pais
Frei Luís de Sousa
Personagens
Frei Jorge Coutinho
Frei Luís de Sousa
Drama Romântico ou tragédia ?
Frei Luís de Sousa
Características da tragédia em Frei Luís de Sousa
Frei Luís de Sousa
Principais indícios de um final trágico em Frei luís de Sousa
Elementos da tragédia
Frei Luís de Sousa
Hybris
Ágon
Peripécia
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Ananké
Pathos
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Elementos da tragédia
Frei Luís de Sousa
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Dimensão patriótica
Frei Luís de Sousa
“Velho Portugal”:
Dimensão patriótica
Frei Luís de Sousa
Novo Portugal”:
Frei Luís de Sousa
Sebastianismo na obra
Unit Como recriou Garrett a história na ação de frei luís de sousa
Frei Luís de Sousa
Recriação em Frei Luís de Sousa
História da família de Manuel de Sousa
frei Luís de Sousa
Fim
Ana Pereira e Daniela Pereira 12ºG
Hybris
Desafio à ordem instituída e às leis divinas ou humanas
(ex: Manuel de Sousa Coutinho desafia os governadores e incendia o seu paláci, num desafio à ordem política)
Ágon
Conflito entre personagens ou conflito interior de uma personagem
(ex: Telmo está dividido entre o afeto por Maria e a lealdade a D. João de Portugal)
Peripécia
Mudança súbita no rumo dos acontecimentos
(ex: A chegada do Romeiro questiona a legitimidade da família de Manuel de Sousa e empurra-a para o seu fim trágico)
Anagnórise
Reconhecimento
(ex: O reconhecimento dá-se com a chegada do Romeiro e a sua identificação como D. João de Portuga)
Ananké
Força do destino
(ex: Literariamente, representa-se uma força que conduz o rumo dos acontecimentos, que determina o regresso de D. João de Portugal e desencadeia o desenlace trágico)
Pathos
Sofrimento
(ex: A inquetação e a culpa de D. Madalena)
Catarse
Terror e piedade sentidos pelo espectador
(ex: A catástrofe desperta nos espectadores os sentimentos de terror e de piedade face ao fim trágico dos elementos da família de Manuel de Sousa Coutinho)
Catástrofe
Desenlace trágico
(ex: Maria morre)
Clímax
Ponto culminante
(ex: Acontece no momento em que o Romeiro anuncia que D. João de Portugal está vivo)