História B
Afirmação de novas potêcias industriais
Daniel Mercê Nº4
introdução
Este trabalho tem como objetivo analisar a afirmação das novas potências industriais, compreendendo os fatores que impulsionaram o seu crescimento, as diferentes fases do processo de industrialização e o impacto dessas transformações na economia mundial. Será também abordado o caso específico da França , enquanto exemplo de um país que, apesar de uma industrialização mais tardia, conseguiu afirmar-se no contexto internacional.
Afirmação de novas potêcias industriais
CONTEXTO:
1. A supremacia da Inglaterra começou a ser questionada no final do século XIX
2. Crises económicas (1873 e 1896) e crescimento de outros países
3. Expansão da Revolução Industrial para novos territórios
Afirmação de novas potêcias industriais
Finais Séc. XVIII:
Primeiro:
1840 -1850:
França
Alemanha
Estados Unidos da AMERICA
Bélgica
Suiça
Novas potências industriais
Fases evolutivas:
Existiam 3 fases evolutivas segundo o economista W.Rostow que batizou de Arranque, maturidade e consumo de massas.
Novas potências industriais
fases evolutivas:
O Arranque corresponde a cada país criar condições estruturais básicas para o desenvolvimento idustrial: aumento da produtividade agrícula, crescimento demográfico, buerguesias ativas, mercados em expansão e capitais disponíveis, exploração de novas fontes de energia e desenvolvimento dos transportes
Novas potências industriais
fases evolutivas:
A Maturidade corresponde a intensificação dos investimentos na renovação científico-técnica e na racionalização e mercanização dos processos produtivos com vista à grande produção .Aparecimento de novos setores de ponta(siderugeira,metalurgia...); e exploração de novas energias.
Novas potências industriais
fases evolutivas:
O consumo de massas corresponde aos setores de ponta deixam de ser as da industria pesada e passam a ser dos produtos supérfulos ou de luxo, cujo consumo se incentiva através da publicidade e pelo desenvolvimento do crédito.
Novas potências industriais
O caso da França:
A França, por razões estruturais e políticas, avançou para a industrialização tardiamente e a um ritmo lento. Só por volta de 1820 se notaram os primeiros sinais de desenvolvimento industrial em torno do setor têxtil e da exploração do carvão. Na década de 1840, arrancaram as siderurgias, na região de Creusot, e as industrias metalúricas, muitas delas implusionadas por capitais estrangeiros.
Novas potências industriais
O caso da França:
Por volta de 1860, a economia francesa assistiu a um período de desenvolvimento: expandiram-se as linhas férreas, proporcionando a criação do mercado interno: no final do século XIX, desenvolveram-se as instituições financeiras e, no princípio do século XX, surgiram empresas ligadas ao ramo automóvel como a Peugeot e a Renault
A industrialização na Alemanha
A industrialização Alemã intensificou-se após a unificação (1871). Foi um processo rápido e planeado ,assente nos seguintes pilares:
- No protecionismo de Zollverein
- Foco na indústria pesada (ferro e aço), extração de carvão (hulha e lenhite) e construção naval.
- Forte aliança entre a ciência e a técnica, levando ao domínio das indústrias química e de eletricidade.
- Crescimento demográfico, protecionismo económico e expansão para mercados externos (colonialismo).
A Alemanha tornou-se uma potência porque uniu a ciência às fábricas. Com o apoio do governo e dos bancos, deixaram de ser um país agrícola para serem potências mundiais na química e eletricidade.
A industrialização nos EUA
Entre 1840 e 1900, os EUA tornaram-se a maior potência industrial do mundo. O crescimento foi impulsionado por:
- Abundância de terras férteis, metais preciosos e o "ouro negro" (petróleo).
- Rápido crescimento demográfico devido à intensa imigração europeia.
- Desenvolvimento do capitalismo rural com agricultura mecanizada voltada para a exportação
A industrialização nos EUA
Evolução Económica dos EUA ocorreu devidos a diversos setores como:
- Têxteis: Impulsionados pelo algodão do Sul.
- Siderurgia e Caminhos de Ferro: Expansão da infraestrutura nacional.
- Poder Financeiro: A acumulação de capitais permitiu que os EUA passassem de um país financiado por outros para um país financiador (potência bancária).
- Novas Indústrias: Química e elétrica (década de 1880).
O japão
O Japão iniciou o seu proceso de industrialização nos finais do séc XIX, tendo sido o primeiro pais Asiático a modernizar a sua economia através de uma industrialização rapida e surpreendente.
Até meados do século XIX, o Japão era um país fechado ao mundo, com uma estrutura quase feudal onde o poder da economia se encontra nas terras e não nas fábricas. Sob o comando do Imperador Mutsu-Hito, o país decidiu que tinha de se modernizar para não ser conquistado pelas potências ocidentais.
O Japão
Ao contrário de outros países onde quem criava as fábricas eram as pessoas, no Japão foi o Governo que criou as primeiras indústrias, dando dinheiro e depois a entregou as a grandes famílias de empresários.
O Japão abriu também as portas ao mundo exterior onde contrataram técnicos e engenheiros estrangeiros e enviaram jovens japoneses para estudar nas melhores universidades da Europa e dos EUA.
O japão
O Japão entre todos os setores da indústria decidiu apostar no setor Têxtil onde começaram pela seda e pelo algodão (que em 1914 já eram 30% de tudo o que o país vendia para fora), mas rapidamente passaram para a construção de navios e armamento para se tornarem uma potência militar.
A permanência de formas de economia tradicional
A industrialização no século XIX não substituiu as economias tradicionais, cujas formas permaneceram, não só nos países onde a industrialização ainda não se tinha iniciado, mas também em muitas regiões de países e Estados já industrializados, ou em vias de industrialização.
A permanência de formas de economia tradicional
Os países do Sul mediterrânico (Espanha, Portugal, Itália...) e os do Centro e Leste (como a Áustria-Hungria, a Polónia e a Rússia...) conheceram a industrialização com atrasos de décadas ou ficaram mesmo à margem dela até ao século XX. As economias mantiveram se predominantemente agrárias, pouco mercantilizadas, com usos e práticas primitivos, regimes de propriedade arcaicos e feudais, com burguesias pouco ativas, sem aparelhos financeiros e bancários modernos, nem redes de transporte atualizadas.
Diagnóstico
1/5
Diagnóstico
2/5
Diagnóstico
3/5
Diagnóstico
4/5
Diagnóstico
5/5
protecionismo de zollverein
Vida antes das fabricas
conclusão
Em conclusão, a afirmação de novas potências industriais no final do século XIX marcou uma mudança significativa no equilíbrio económico mundial. Países que inicialmente estavam atrás da Inglaterra conseguiram desenvolver as suas indústrias, aproveitando avanços tecnológicos, recursos naturais e novas formas de organização económica. Este processo não ocorreu de forma igual em todos os casos, tendo cada país seguido ritmos e estratégias diferentes. O exemplo da França demonstra que, mesmo com uma industrialização mais lenta, foi possível alcançar um desenvolvimento consistente e diversificado, com impacto em setores como os transportes, a banca e a indústria automóvel. Assim, a expansão da industrialização contribuiu para a formação de uma economia mais globalizada e competitiva, cujos efeitos ainda se fazem sentir na atualidade.
bibliografia
- Manual Contamos Com a História 10º ano (porto editora)
- Google
FIM
Afirmação de novas potêcias industriais
Dani
Created on April 3, 2026
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História B
Afirmação de novas potêcias industriais
Daniel Mercê Nº4
introdução
Este trabalho tem como objetivo analisar a afirmação das novas potências industriais, compreendendo os fatores que impulsionaram o seu crescimento, as diferentes fases do processo de industrialização e o impacto dessas transformações na economia mundial. Será também abordado o caso específico da França , enquanto exemplo de um país que, apesar de uma industrialização mais tardia, conseguiu afirmar-se no contexto internacional.
Afirmação de novas potêcias industriais
CONTEXTO:
1. A supremacia da Inglaterra começou a ser questionada no final do século XIX
2. Crises económicas (1873 e 1896) e crescimento de outros países
3. Expansão da Revolução Industrial para novos territórios
Afirmação de novas potêcias industriais
Finais Séc. XVIII:
Primeiro:
1840 -1850:
França
Alemanha
Estados Unidos da AMERICA
Bélgica
Suiça
Novas potências industriais
Fases evolutivas:
Existiam 3 fases evolutivas segundo o economista W.Rostow que batizou de Arranque, maturidade e consumo de massas.
Novas potências industriais
fases evolutivas:
O Arranque corresponde a cada país criar condições estruturais básicas para o desenvolvimento idustrial: aumento da produtividade agrícula, crescimento demográfico, buerguesias ativas, mercados em expansão e capitais disponíveis, exploração de novas fontes de energia e desenvolvimento dos transportes
Novas potências industriais
fases evolutivas:
A Maturidade corresponde a intensificação dos investimentos na renovação científico-técnica e na racionalização e mercanização dos processos produtivos com vista à grande produção .Aparecimento de novos setores de ponta(siderugeira,metalurgia...); e exploração de novas energias.
Novas potências industriais
fases evolutivas:
O consumo de massas corresponde aos setores de ponta deixam de ser as da industria pesada e passam a ser dos produtos supérfulos ou de luxo, cujo consumo se incentiva através da publicidade e pelo desenvolvimento do crédito.
Novas potências industriais
O caso da França:
A França, por razões estruturais e políticas, avançou para a industrialização tardiamente e a um ritmo lento. Só por volta de 1820 se notaram os primeiros sinais de desenvolvimento industrial em torno do setor têxtil e da exploração do carvão. Na década de 1840, arrancaram as siderurgias, na região de Creusot, e as industrias metalúricas, muitas delas implusionadas por capitais estrangeiros.
Novas potências industriais
O caso da França:
Por volta de 1860, a economia francesa assistiu a um período de desenvolvimento: expandiram-se as linhas férreas, proporcionando a criação do mercado interno: no final do século XIX, desenvolveram-se as instituições financeiras e, no princípio do século XX, surgiram empresas ligadas ao ramo automóvel como a Peugeot e a Renault
A industrialização na Alemanha
A industrialização Alemã intensificou-se após a unificação (1871). Foi um processo rápido e planeado ,assente nos seguintes pilares:
A Alemanha tornou-se uma potência porque uniu a ciência às fábricas. Com o apoio do governo e dos bancos, deixaram de ser um país agrícola para serem potências mundiais na química e eletricidade.
A industrialização nos EUA
Entre 1840 e 1900, os EUA tornaram-se a maior potência industrial do mundo. O crescimento foi impulsionado por:
A industrialização nos EUA
Evolução Económica dos EUA ocorreu devidos a diversos setores como:
O japão
O Japão iniciou o seu proceso de industrialização nos finais do séc XIX, tendo sido o primeiro pais Asiático a modernizar a sua economia através de uma industrialização rapida e surpreendente.
Até meados do século XIX, o Japão era um país fechado ao mundo, com uma estrutura quase feudal onde o poder da economia se encontra nas terras e não nas fábricas. Sob o comando do Imperador Mutsu-Hito, o país decidiu que tinha de se modernizar para não ser conquistado pelas potências ocidentais.
O Japão
Ao contrário de outros países onde quem criava as fábricas eram as pessoas, no Japão foi o Governo que criou as primeiras indústrias, dando dinheiro e depois a entregou as a grandes famílias de empresários.
O Japão abriu também as portas ao mundo exterior onde contrataram técnicos e engenheiros estrangeiros e enviaram jovens japoneses para estudar nas melhores universidades da Europa e dos EUA.
O japão
O Japão entre todos os setores da indústria decidiu apostar no setor Têxtil onde começaram pela seda e pelo algodão (que em 1914 já eram 30% de tudo o que o país vendia para fora), mas rapidamente passaram para a construção de navios e armamento para se tornarem uma potência militar.
A permanência de formas de economia tradicional
A industrialização no século XIX não substituiu as economias tradicionais, cujas formas permaneceram, não só nos países onde a industrialização ainda não se tinha iniciado, mas também em muitas regiões de países e Estados já industrializados, ou em vias de industrialização.
A permanência de formas de economia tradicional
Os países do Sul mediterrânico (Espanha, Portugal, Itália...) e os do Centro e Leste (como a Áustria-Hungria, a Polónia e a Rússia...) conheceram a industrialização com atrasos de décadas ou ficaram mesmo à margem dela até ao século XX. As economias mantiveram se predominantemente agrárias, pouco mercantilizadas, com usos e práticas primitivos, regimes de propriedade arcaicos e feudais, com burguesias pouco ativas, sem aparelhos financeiros e bancários modernos, nem redes de transporte atualizadas.
Diagnóstico
1/5
Diagnóstico
2/5
Diagnóstico
3/5
Diagnóstico
4/5
Diagnóstico
5/5
protecionismo de zollverein
Vida antes das fabricas
conclusão
Em conclusão, a afirmação de novas potências industriais no final do século XIX marcou uma mudança significativa no equilíbrio económico mundial. Países que inicialmente estavam atrás da Inglaterra conseguiram desenvolver as suas indústrias, aproveitando avanços tecnológicos, recursos naturais e novas formas de organização económica. Este processo não ocorreu de forma igual em todos os casos, tendo cada país seguido ritmos e estratégias diferentes. O exemplo da França demonstra que, mesmo com uma industrialização mais lenta, foi possível alcançar um desenvolvimento consistente e diversificado, com impacto em setores como os transportes, a banca e a indústria automóvel. Assim, a expansão da industrialização contribuiu para a formação de uma economia mais globalizada e competitiva, cujos efeitos ainda se fazem sentir na atualidade.
bibliografia
FIM