Módulo 8 - Mentoria e Formação on-the-job
Sessão 4
Atividade 2
Problema
A AT implementou uma nova metodologia de trabalho após a 3.ª sessão de formação. No entanto, os supervisores não conseguem chegar a um consenso sobre se os formandos estão realmente a aplicar as competências no terreno. Uns dizem que o desempenho melhorou, outros dizem que nada mudou. Como podemos provar, de forma objetiva e justa, a evolução "em serviço" destes profissionais?
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Desafio
1.ª etapa
2.ª etapa
3.ª etapa
Os grupos analisam a "tarefa crítica" da sessão anterior e identificam o que é essencial para o sucesso: O que caracteriza um desempenho excelente nesta tarefa específica?"
Os grupos discutem quais os indicadores que são mensuráveis (objetivos) vs. os que são subjetivos. Podem investigar modelos de avaliação (ex: Escalas de Likert, Checklists de competências, Descritores de desempenho) para fundamentar a vossa grelha.
Produção da grelha de observação como a solução para o problema da falta de oibjetividade na medição do sucesso.
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Produção da grelha
2 - Foco na ação
1 - Evitar termos ambíguos
Cuidados essenciais
Cada indicador deve descrever uma ação concreta que o formando executa durante a "tarefa crítica".
Termos como "bom", "adequado" ou "eficiente" devem ser substituídos por comportamentos observáveis.
3 - Unicidade
4 - Escolha da escala
Cada item deve avaliar apenas uma coisa.
Basta um "Sim/Não" (checklist) ou é necessária uma escala de gradação?
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Cuidados essenciais
Economia de tempo
Espaço para notas
Sequência lógica e contextualizada
A grelha deve ser fácil e rápida de preencher. Se for demasiado longa ou complexa, o supervisor não a usará.
Incluir sempre um campo de "Observações" para registar incidentes críticos ou justificações para pontuações baixas.
Os indicadores fazem sentido no contexto da AT e devem seguir a ordem natural em que a tarefa é executada (fluxo de trabalho), evitando que o observador tenha de saltar páginas.
Neutralidade
O observador deve limitar-se a registar o que vê, sem interpretar intenções ou sentimentos do formando..
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Apresentação dos trabalhos
1 - Cada Grupo de Traalho apresenta a sua grelha, mas não deve apenas ler os indicadores. O foco deve ser a estratégia de resolução.
Critérios de avaliação
FOCO: Estratégia de resolução: Qual a "Tarefa Crítica" selecionada da 3.ª sessão? Qual a lógica por trás da escolha dos indicadores (por que estes e não outros?). Como é que a grelha garante a objetividade? Como será aplicada "em serviço" sem prejudicar a produtividade.
Objetividade
Pertinência face à tarefa crítica
2 - Os restantes grupos assumem o papel de "consultores críticos".
Exequibilidade
FOCO: identificação de ambiguidades, teste de stress e sugestões de melhoria.
Fundamentação
3 - Defesa e interação
Qualidade da interação
FOCO: Com base nos contributos dos restantes grupos, que alteração imediata fariam na vossa grelha para a tornar mais eficaz?
4 - Síntese e consolidação
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Formador dá feedback e faz uma síntese final.
Bom trabalho!
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Use this space to add awesome interactivity. Include text, images, videos, tables, PDFs... even interactive questions! Premium tip: Get information on how your audience interacts with your creation:
- Visit the Analytics settings;
- Activate user tracking;
- Let the communication flow!
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Sessão 4
Maria Moura
Created on March 30, 2026
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Sessão 4
Atividade 2
Problema
A AT implementou uma nova metodologia de trabalho após a 3.ª sessão de formação. No entanto, os supervisores não conseguem chegar a um consenso sobre se os formandos estão realmente a aplicar as competências no terreno. Uns dizem que o desempenho melhorou, outros dizem que nada mudou. Como podemos provar, de forma objetiva e justa, a evolução "em serviço" destes profissionais?
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1.ª etapa
2.ª etapa
3.ª etapa
Os grupos analisam a "tarefa crítica" da sessão anterior e identificam o que é essencial para o sucesso: O que caracteriza um desempenho excelente nesta tarefa específica?"
Os grupos discutem quais os indicadores que são mensuráveis (objetivos) vs. os que são subjetivos. Podem investigar modelos de avaliação (ex: Escalas de Likert, Checklists de competências, Descritores de desempenho) para fundamentar a vossa grelha.
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Os indicadores fazem sentido no contexto da AT e devem seguir a ordem natural em que a tarefa é executada (fluxo de trabalho), evitando que o observador tenha de saltar páginas.
Neutralidade
O observador deve limitar-se a registar o que vê, sem interpretar intenções ou sentimentos do formando..
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1 - Cada Grupo de Traalho apresenta a sua grelha, mas não deve apenas ler os indicadores. O foco deve ser a estratégia de resolução.
Critérios de avaliação
FOCO: Estratégia de resolução: Qual a "Tarefa Crítica" selecionada da 3.ª sessão? Qual a lógica por trás da escolha dos indicadores (por que estes e não outros?). Como é que a grelha garante a objetividade? Como será aplicada "em serviço" sem prejudicar a produtividade.
Objetividade
Pertinência face à tarefa crítica
2 - Os restantes grupos assumem o papel de "consultores críticos".
Exequibilidade
FOCO: identificação de ambiguidades, teste de stress e sugestões de melhoria.
Fundamentação
3 - Defesa e interação
Qualidade da interação
FOCO: Com base nos contributos dos restantes grupos, que alteração imediata fariam na vossa grelha para a tornar mais eficaz?
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