PASSPORT
"Deslocado"
Maria 8ºC nº10 Professora: Isabel Soares Disciplina: Português
OPEN
POrque eu Vim de longe, eu vim do meio do mar, no coração Do oceano, eu tenho a vida inteira O meu caminho eu faço a pensar Em regressar À minha casa, ilha, paz, Madeira Se eu te explicar palavra a palavra Nunca vais entander a dor que me cala A solidão que assombra a hora da partida
Deslocado
NAPA
Música de
Conto os dias para mimCom a mala arrumada Já quase não cabia A Saudade acumulada Do azul, vejo o jardim mesmo por trás da asa Mãe, olha à janela, que eu'tou a chegar a casa
Carrego o sossego de poder voltarMãe, olha à janela, que eu'tou a chegar
Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa
Por mais que possa parecerEu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente, o monte de betão Não me provoca nada Não me convoco.....
Por mais que possa parecer Eu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente O monte de betão não me provoca nada Não me convoca casa
Um mar de gente, o Sol diferente, o monte de betãoNão me provoca nada Não me convoca casa
NAPA
Origem e evolução da banda:
- Formada em 2013, inicialmente com o nome
Men On The Cought;
- Mudaram para NAPA, em 2023;
- Em 2025, os NAPA venceram o Festival da Canção com "Deslocado";
FNAC
Membros da banda:
- Representaram Portugal na Eurovisão 2025, alcançando a final e conquistando grande visibilidade internacional;
- João Rodrigues: Baterista
- João Guilherme Gomes: Vocalista / guitarrista
- Francisco Sousa: Guitarrista
- João Lourenço Gomes: Pianista
- Diogo Góis: Baixista
- "Deslocado" tornou-se um fenómeno global, entrando no Top 10 viral do Spotify.
Recursos Expressivos
Escolha da canção
Passagem Favorita
Música
Repetição
Anáfora
Metáfora
Personificação
Presentes na canção
POrque eu Vim de longe, eu vim do meio do mar, no coração Do oceano, eu tenho a vida inteira O meu caminho eu faço a pensar Em regressar À minha casa, ilha, paz, Madeira Se eu te explicar palavra a palavra Nunca vais entander a dor que me cala A solidão que assombra a hora da partida
Deslocado
NAPA
Música de
Conto os dias para mimCom a mala arrumada Já quase não cabia A Saudade acumulada Do azul, vejo o jardim mesmo por trás da asa Mãe, olha à janela, que eu'tou a chegar a casa
Carrego o sossego de poder voltarMãe, olha à janela, que eu'tou a chegar
Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa
Por mais que possa parecerEu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente, o monte de betão Não me provoca nada Não me convoco.....
Por mais que possa parecer Eu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente O monte de betão não me provoca nada Não me convoca casa
Um mar de gente, o Sol diferente, o monte de betãoNão me provoca nada Não me convoca casa
POrque eu Vim de longe, eu vim do meio do mar, no coração Do oceano, eu tenho a vida inteira O meu caminho eu faço a pensar Em regressar À minha casa, ilha, paz, Madeira Se eu te explicar palavra a palavra Nunca vais entander a dor que me cala A solidão que assombra a hora da partida
Deslocado
NAPA
Música de
Conto os dias para mimCom a mala arrumada Já quase não cabia A Saudade acumulada Do azul, vejo o jardim mesmo por trás da asa Mãe, olha à janela, que eu'tou a chegar a casa
Carrego o sossego de poder voltarMãe, olha à janela, que eu'tou a chegar
Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa
Por mais que possa parecerEu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente, o monte de betão Não me provoca nada Não me convoco.....
Por mais que possa parecer Eu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente O monte de betão não me provoca nada Não me convoca casa
Um mar de gente, o Sol diferente, o monte de betãoNão me provoca nada Não me convoca casa
POrque eu Vim de longe, eu vim do meio do mar, no coração Do oceano, eu tenho a vida inteira O meu caminho eu faço a pensar Em regressar À minha casa, ilha, paz, Madeira Se eu te explicar palavra a palavra Nunca vais entander a dor que me cala A solidão que assombra a hora da partida
Deslocado
NAPA
Música de
Conto os dias para mimCom a mala arrumada Já quase não cabia A Saudade acumulada Do azul, vejo o jardim mesmo por trás da asa Mãe, olha à janela, que eu'tou a chegar a casa
Carrego o sossego de poder voltarMãe, olha à janela, que eu'tou a chegar
Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa
Por mais que possa parecerEu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente, o monte de betão Não me provoca nada Não me convoco.....
Por mais que possa parecer Eu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente O monte de betão não me provoca nada Não me convoca casa
Um mar de gente, o Sol diferente, o monte de betãoNão me provoca nada Não me convoca casa
POrque eu Vim de longe, eu vim do meio do mar, no coração Do oceano, eu tenho a vida inteira O meu caminho eu faço a pensar Em regressar À minha casa, ilha, paz, Madeira Se eu te explicar palavra a palavra Nunca vais entander a dor que me cala A solidão que assombra a hora da partida
Deslocado
NAPA
Música de
Conto os dias para mimCom a mala arrumada Já quase não cabia A Saudade acumulada Do azul, vejo o jardim mesmo por trás da asa Mãe, olha à janela, que eu'tou a chegar a casa
Carrego o sossego de poder voltarMãe, olha à janela, que eu'tou a chegar
Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa
Por mais que possa parecerEu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente, o monte de betão Não me provoca nada Não me convoco.....
Por mais que possa parecer Eu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente O monte de betão não me provoca nada Não me convoca casa
Um mar de gente, o Sol diferente, o monte de betãoNão me provoca nada Não me convoca casa
POrque eu Vim de longe, eu vim do meio do mar, no coração Do oceano, eu tenho a vida inteira O meu caminho eu faço a pensar Em regressar À minha casa, ilha, paz, Madeira Se eu te explicar palavra a palavra Nunca vais entander a dor que me cala A solidão que assombra a hora da partida
Passagem Favorita
Conto os dias para mimCom a mala arrumada Já quase não cabia A Saudade acumulada Do azul, vejo o jardim mesmo por trás da asa Mãe, olha à janela, que eu'tou a chegar a casa
Carrego o sossego de poder voltarMãe, olha à janela, que eu'tou a chegar
Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa
Por mais que possa parecerEu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente, o monte de betão Não me provoca nada Não me convoco.....
Por mais que possa parecer Eu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente O monte de betão não me provoca nada Não me convoca casa
Um mar de gente, o Sol diferente, o monte de betãoNão me provoca nada Não me convoca casa
Escolhi a canção "Deslocado" da banda NAPA, para esta apresentação, porque a música fala de um sentimento que muitos jovens se identificam: o de apesar de estar rodeados de pessoas se sentirem deslocados. Gosto muito da forma simples, que o cantor arranjou para descrever estas emoções. Do meu ponto de vista, esta música é muito importante porque nos faz pensar sobre: onde pertencemos e onde nos sentimos bem. Por todos estes motivos, por me identificar com esta música e também por ter sido ela a representar Portugal na Eurovisão, achei que era uma ótima escolha para vos apresentar.
escolha da canção
Anáfora
- Realça a ideia de emoção e importância de chegar a casa;
- Dá a sensação que cada verso é mais um passo perto da sua "CASA"
- Esta anáfora ajuda a criar um ritmo que nos transmite a alegria e a urgência de chegar a "CASA"
Escolha.....
- Quando o cantor diz "nunca vou pertencer àquela cidade", refere-se a um sentimento que muitas pessoas já viveram, aquela sensação de estar rodeado de pessoas mas de não se sentirem bem.
- A forma de caracterizar a cidade como "monte de betão" e "mar de gente" reforça a ideia de estar presente mas de não se sentir em casa.
- Esta quadra transmite de forma simples e direta um sentimento que eu já senti.
Personificação
- Só as pessoas podem provocar e convocar alguém, pois estas ações são exclusivamente humanas;
- Ao atribuir estas ações à cidade, ela passa a ter atitudes humanas.
________________________________________________
- Esta personificação quer reforçar a ideia de que a cidade não o faz sentir em casa
Metáfora
- "Casa" não está a ser utilizada no sentido literal.
- Esta metáfora pretende sublinhar o sentimento de deslocado de uma forma forte e expressiva.
- "Casa" funciona como símbolo de lar, identidade.
Repetição
- Reforça a ideia de emoção e importância de chegar a casa;
- Sublinha que a vontade de voltar a casa é algo muito importante;
- "CASA" representa o lugar onde se sente seguro e onde estão as pessoas de quem gosta.
Metáfora
- "Monte de Betão" é uma metáfora, pois não significa monte, mas um conjunto exagerado de casas, prédios, estradas, entre outras infraestruturas.
- O narrador usa a palavra "monte" para reforçar a ideia de não gostar da cidade.
"Deslocado"
Maria Monteiro
Created on March 21, 2026
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Transcript
PASSPORT
"Deslocado"
Maria 8ºC nº10 Professora: Isabel Soares Disciplina: Português
OPEN
POrque eu Vim de longe, eu vim do meio do mar, no coração Do oceano, eu tenho a vida inteira O meu caminho eu faço a pensar Em regressar À minha casa, ilha, paz, Madeira Se eu te explicar palavra a palavra Nunca vais entander a dor que me cala A solidão que assombra a hora da partida
Deslocado
NAPA
Música de
Conto os dias para mimCom a mala arrumada Já quase não cabia A Saudade acumulada Do azul, vejo o jardim mesmo por trás da asa Mãe, olha à janela, que eu'tou a chegar a casa
Carrego o sossego de poder voltarMãe, olha à janela, que eu'tou a chegar
Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa
Por mais que possa parecerEu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente, o monte de betão Não me provoca nada Não me convoco.....
Por mais que possa parecer Eu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente O monte de betão não me provoca nada Não me convoca casa
Um mar de gente, o Sol diferente, o monte de betãoNão me provoca nada Não me convoca casa
NAPA
Origem e evolução da banda:
- Formada em 2013, inicialmente com o nome
Men On The Cought;FNAC
Membros da banda:
Recursos Expressivos
Escolha da canção
Passagem Favorita
Música
Repetição
Anáfora
Metáfora
Personificação
Presentes na canção
POrque eu Vim de longe, eu vim do meio do mar, no coração Do oceano, eu tenho a vida inteira O meu caminho eu faço a pensar Em regressar À minha casa, ilha, paz, Madeira Se eu te explicar palavra a palavra Nunca vais entander a dor que me cala A solidão que assombra a hora da partida
Deslocado
NAPA
Música de
Conto os dias para mimCom a mala arrumada Já quase não cabia A Saudade acumulada Do azul, vejo o jardim mesmo por trás da asa Mãe, olha à janela, que eu'tou a chegar a casa
Carrego o sossego de poder voltarMãe, olha à janela, que eu'tou a chegar
Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa
Por mais que possa parecerEu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente, o monte de betão Não me provoca nada Não me convoco.....
Por mais que possa parecer Eu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente O monte de betão não me provoca nada Não me convoca casa
Um mar de gente, o Sol diferente, o monte de betãoNão me provoca nada Não me convoca casa
POrque eu Vim de longe, eu vim do meio do mar, no coração Do oceano, eu tenho a vida inteira O meu caminho eu faço a pensar Em regressar À minha casa, ilha, paz, Madeira Se eu te explicar palavra a palavra Nunca vais entander a dor que me cala A solidão que assombra a hora da partida
Deslocado
NAPA
Música de
Conto os dias para mimCom a mala arrumada Já quase não cabia A Saudade acumulada Do azul, vejo o jardim mesmo por trás da asa Mãe, olha à janela, que eu'tou a chegar a casa
Carrego o sossego de poder voltarMãe, olha à janela, que eu'tou a chegar
Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa
Por mais que possa parecerEu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente, o monte de betão Não me provoca nada Não me convoco.....
Por mais que possa parecer Eu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente O monte de betão não me provoca nada Não me convoca casa
Um mar de gente, o Sol diferente, o monte de betãoNão me provoca nada Não me convoca casa
POrque eu Vim de longe, eu vim do meio do mar, no coração Do oceano, eu tenho a vida inteira O meu caminho eu faço a pensar Em regressar À minha casa, ilha, paz, Madeira Se eu te explicar palavra a palavra Nunca vais entander a dor que me cala A solidão que assombra a hora da partida
Deslocado
NAPA
Música de
Conto os dias para mimCom a mala arrumada Já quase não cabia A Saudade acumulada Do azul, vejo o jardim mesmo por trás da asa Mãe, olha à janela, que eu'tou a chegar a casa
Carrego o sossego de poder voltarMãe, olha à janela, que eu'tou a chegar
Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa
Por mais que possa parecerEu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente, o monte de betão Não me provoca nada Não me convoco.....
Por mais que possa parecer Eu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente O monte de betão não me provoca nada Não me convoca casa
Um mar de gente, o Sol diferente, o monte de betãoNão me provoca nada Não me convoca casa
POrque eu Vim de longe, eu vim do meio do mar, no coração Do oceano, eu tenho a vida inteira O meu caminho eu faço a pensar Em regressar À minha casa, ilha, paz, Madeira Se eu te explicar palavra a palavra Nunca vais entander a dor que me cala A solidão que assombra a hora da partida
Deslocado
NAPA
Música de
Conto os dias para mimCom a mala arrumada Já quase não cabia A Saudade acumulada Do azul, vejo o jardim mesmo por trás da asa Mãe, olha à janela, que eu'tou a chegar a casa
Carrego o sossego de poder voltarMãe, olha à janela, que eu'tou a chegar
Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa
Por mais que possa parecerEu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente, o monte de betão Não me provoca nada Não me convoco.....
Por mais que possa parecer Eu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente O monte de betão não me provoca nada Não me convoca casa
Um mar de gente, o Sol diferente, o monte de betãoNão me provoca nada Não me convoca casa
POrque eu Vim de longe, eu vim do meio do mar, no coração Do oceano, eu tenho a vida inteira O meu caminho eu faço a pensar Em regressar À minha casa, ilha, paz, Madeira Se eu te explicar palavra a palavra Nunca vais entander a dor que me cala A solidão que assombra a hora da partida
Passagem Favorita
Conto os dias para mimCom a mala arrumada Já quase não cabia A Saudade acumulada Do azul, vejo o jardim mesmo por trás da asa Mãe, olha à janela, que eu'tou a chegar a casa
Carrego o sossego de poder voltarMãe, olha à janela, que eu'tou a chegar
Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa Que eu'tou a chegar a casa
Por mais que possa parecerEu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente, o monte de betão Não me provoca nada Não me convoco.....
Por mais que possa parecer Eu nunca vou pertencer àquela cidade O mar de gente, o Sol diferente O monte de betão não me provoca nada Não me convoca casa
Um mar de gente, o Sol diferente, o monte de betãoNão me provoca nada Não me convoca casa
Escolhi a canção "Deslocado" da banda NAPA, para esta apresentação, porque a música fala de um sentimento que muitos jovens se identificam: o de apesar de estar rodeados de pessoas se sentirem deslocados. Gosto muito da forma simples, que o cantor arranjou para descrever estas emoções. Do meu ponto de vista, esta música é muito importante porque nos faz pensar sobre: onde pertencemos e onde nos sentimos bem. Por todos estes motivos, por me identificar com esta música e também por ter sido ela a representar Portugal na Eurovisão, achei que era uma ótima escolha para vos apresentar.
escolha da canção
Anáfora
Escolha.....
Personificação
- Só as pessoas podem provocar e convocar alguém, pois estas ações são exclusivamente humanas;
- Ao atribuir estas ações à cidade, ela passa a ter atitudes humanas.
________________________________________________Metáfora
Repetição
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