DOUGLAS GORDON
Start
INTRODUÇÃO
Douglas Gordon é um artista contemporâneo escocês. Ele nasceu em Glasgow em 1966. É conhecido principalmente pelas suas instalações de vídeo, fotografia e arte conceptual.O seu trabalho explora temas como tempo, memória, identidade e dualidade humana.
FORMAÇÃO
Ele frequentou uma escola artística muito prestigiada, Glasgow School of Art e depois andou num programa após graduamento na Slade School of art em Londres, uma instituição que se encontrava no topo do rank do Reino Unido, como melhor escola de arte e design. Douglas começou a ganhar mais reconhecimento em 1990.
OBRAS
O seu trabalho destacou-se porque utilizava o vídeo e o cinema de uma forma diferente do habitual, transformando filmes e imagens em experiências artísticas que fazem o público pensar e refletir.O artista também gosta de explorar temas psicológicos, como a dualidade entre o bem e o mal, a memória humana e a forma como recordamos acontecimentos.
OBRA MAIS FAMOSA
Uma das suas obras mais famosas é 24 Hour Psycho, criada em 1993. Nesta instalação, Douglas Gordon utilizou o famoso filme Psycho, realizado por Alfred Hitchcock. O artista desacelerou o filme de tal forma que aquilo que normalmente dura cerca de duas horas passa a durar 24 horas. Ao ver o filme tão lentamente, o público percebe detalhes que normalmente passariam despercebidos e é levado a refletir sobre o tempo e o suspense.
ANDY WARHOL VS DOUGLAS GORDON
Na série de "autorretratos" como Marilyn, utiliza a imagem icónica da atriz para explorar temas de desejo, tragédia, reflexão e a fragilidade da fama. Através de intervenções físicas, como queimar ou espelhar as imagens, Gordon questiona o consumo da celebridade e a persistência do culto à personalidade ao longo do tempo. Ele faz uma destruição dos retratos de Andy Warhol.
Portrait of a Self Portrait of a Self, as Marilyn (Set of 3), 2023
I AM THE CURATOR OF MY OWN MISERY
-Douglas Gordon
2010
CONCLUSÃO
Douglas Gordon é considerado um dos artistas mais importantes da arte contemporânea. As suas obras são exibidas em museus e galerias de todo o mundo e continuam a inspirar artistas e espectadores. O seu trabalho demonstra que o cinema e o vídeo podem ser utilizados não apenas como entretenimento, mas também como uma forma profunda de arte que questiona a nossa perceção da realidade, do tempo e da memória.
WEBGRAFIA
Douglas Gordon: douglas gordon official: sitehttps://www.douglasgordonart.com acedido a 25/3/2026
Douglas Gordon: Gagosian: https://gagosian.com/artists/douglas-gordon/ acedido a 20/3/2026
Douglas Gordon - Portrait of a Self Portrait of a Self, as Marilyno: Lito edition: https://lito.io/products/self-portrait-of-you-and-me-marilyn-c acedido a 25/3/2026
Douglas Gordon: Wikipedia: https://en.wikipedia.org/wiki/Douglas_Gordon acedido a 20/3/2026
National Galleries of Scotland: I am the curator of my own misery by Douglas Gordon: : https://www.nationalgalleries.org/art-and-artists/124648 acedido a 25/3/2026
Esta frase sugere que nós somos os responsaveis pela nossa tristeza e sufrimento, e de os alimentar. Assim como um curador de arte escolhecuidadosamente as peças para uma exposição, nós selecionamos e cultivamos os pensamentos negativos ou situações dolorosas em nos
DOUGLAS GORDON
Maria Morgado 11 M
Created on March 19, 2026
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DOUGLAS GORDON
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INTRODUÇÃO
Douglas Gordon é um artista contemporâneo escocês. Ele nasceu em Glasgow em 1966. É conhecido principalmente pelas suas instalações de vídeo, fotografia e arte conceptual.O seu trabalho explora temas como tempo, memória, identidade e dualidade humana.
FORMAÇÃO
Ele frequentou uma escola artística muito prestigiada, Glasgow School of Art e depois andou num programa após graduamento na Slade School of art em Londres, uma instituição que se encontrava no topo do rank do Reino Unido, como melhor escola de arte e design. Douglas começou a ganhar mais reconhecimento em 1990.
OBRAS
O seu trabalho destacou-se porque utilizava o vídeo e o cinema de uma forma diferente do habitual, transformando filmes e imagens em experiências artísticas que fazem o público pensar e refletir.O artista também gosta de explorar temas psicológicos, como a dualidade entre o bem e o mal, a memória humana e a forma como recordamos acontecimentos.
OBRA MAIS FAMOSA
Uma das suas obras mais famosas é 24 Hour Psycho, criada em 1993. Nesta instalação, Douglas Gordon utilizou o famoso filme Psycho, realizado por Alfred Hitchcock. O artista desacelerou o filme de tal forma que aquilo que normalmente dura cerca de duas horas passa a durar 24 horas. Ao ver o filme tão lentamente, o público percebe detalhes que normalmente passariam despercebidos e é levado a refletir sobre o tempo e o suspense.
ANDY WARHOL VS DOUGLAS GORDON
Na série de "autorretratos" como Marilyn, utiliza a imagem icónica da atriz para explorar temas de desejo, tragédia, reflexão e a fragilidade da fama. Através de intervenções físicas, como queimar ou espelhar as imagens, Gordon questiona o consumo da celebridade e a persistência do culto à personalidade ao longo do tempo. Ele faz uma destruição dos retratos de Andy Warhol.
Portrait of a Self Portrait of a Self, as Marilyn (Set of 3), 2023
I AM THE CURATOR OF MY OWN MISERY
-Douglas Gordon
2010
CONCLUSÃO
Douglas Gordon é considerado um dos artistas mais importantes da arte contemporânea. As suas obras são exibidas em museus e galerias de todo o mundo e continuam a inspirar artistas e espectadores. O seu trabalho demonstra que o cinema e o vídeo podem ser utilizados não apenas como entretenimento, mas também como uma forma profunda de arte que questiona a nossa perceção da realidade, do tempo e da memória.
WEBGRAFIA
Douglas Gordon: douglas gordon official: sitehttps://www.douglasgordonart.com acedido a 25/3/2026
Douglas Gordon: Gagosian: https://gagosian.com/artists/douglas-gordon/ acedido a 20/3/2026
Douglas Gordon - Portrait of a Self Portrait of a Self, as Marilyno: Lito edition: https://lito.io/products/self-portrait-of-you-and-me-marilyn-c acedido a 25/3/2026
Douglas Gordon: Wikipedia: https://en.wikipedia.org/wiki/Douglas_Gordon acedido a 20/3/2026
National Galleries of Scotland: I am the curator of my own misery by Douglas Gordon: : https://www.nationalgalleries.org/art-and-artists/124648 acedido a 25/3/2026
Esta frase sugere que nós somos os responsaveis pela nossa tristeza e sufrimento, e de os alimentar. Assim como um curador de arte escolhecuidadosamente as peças para uma exposição, nós selecionamos e cultivamos os pensamentos negativos ou situações dolorosas em nos