Entre as duas e a três
Trabalho Realizado por: Ana Prates & Flávio Antônio
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Indice
1. Poema2. Compreensão do Poema3. Ideias e sentimentos Transmitidos 4. Recursos Expressivos 5. Conclusão
Das Duas as Três
Queria falar do que não tem concerto:
as letras desenhadas e compostas
com que confundo o espaço do papel,
a angústia compassada no contar
e a súbita alegria de ser eu
penosamente, às duas da manhã
Queria escrever do que não tem lugar:
a branca, doce e sonolenta estrada
onde espaçadas as palavras crescem,
suavizadas pelo lento sono
que devagar percorre as coisas todas
penosamente, às duas da manhã
Queria dizer do que não tem conserto:
ou seja, eu; ou seja, o papel branco
sombrio agora por já ser demais,
as letras excedentes e sonoras
desmembrando o silêncio e a noite toda
penosamente, às duas da manhã
Só então falarei do que ficou:
compassada alegria desenhada
na angústia de dizer sem me contar,
o papel confundido de impotente
e todavia prontas as palavras.
Quase às três da manhã. Penosamente.
Compreesão do Poema
- Atmosfera pesada;
- Baixa auto estima;
- Vontade de mudar;
- Problemas de sono;
- Mente caótica;
- Dificuldade em se expressar ou falar.
Sentimentos Transmitidos
- Diferente percepção do tempo;
- Sentimento de vazio;
- Solidão;
- Conforto em sentimentos negativos.
Recursos Expressivos
- Anáfora - Repetição das horas e de frases ao longo do poema;
- Metáfora - “doce e sonolenta estrada onde espaçadas as palavras crescem”
Concluindo...
Em conclusão, o poema apresenta uma estrutura e uma mensagem profundas, permitindo diversas interpretações por parte do leitor, de acordo com a sua experiência e sensibilidade. Desta forma, constroi-se uma visão plural e reflexiva da poeta, que estabelece um diálogo crítico e consciente com a tradição literária.
Obrigado
Entre as duas e a três
Ana Luiza Oliveira da Silva Prates
Created on March 17, 2026
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1. Poema2. Compreensão do Poema3. Ideias e sentimentos Transmitidos 4. Recursos Expressivos 5. Conclusão
Das Duas as Três
Queria falar do que não tem concerto: as letras desenhadas e compostas com que confundo o espaço do papel, a angústia compassada no contar e a súbita alegria de ser eu penosamente, às duas da manhã Queria escrever do que não tem lugar: a branca, doce e sonolenta estrada onde espaçadas as palavras crescem, suavizadas pelo lento sono que devagar percorre as coisas todas penosamente, às duas da manhã
Queria dizer do que não tem conserto: ou seja, eu; ou seja, o papel branco sombrio agora por já ser demais, as letras excedentes e sonoras desmembrando o silêncio e a noite toda penosamente, às duas da manhã Só então falarei do que ficou: compassada alegria desenhada na angústia de dizer sem me contar, o papel confundido de impotente e todavia prontas as palavras. Quase às três da manhã. Penosamente.
Compreesão do Poema
Sentimentos Transmitidos
Recursos Expressivos
Concluindo...
Em conclusão, o poema apresenta uma estrutura e uma mensagem profundas, permitindo diversas interpretações por parte do leitor, de acordo com a sua experiência e sensibilidade. Desta forma, constroi-se uma visão plural e reflexiva da poeta, que estabelece um diálogo crítico e consciente com a tradição literária.
Obrigado