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PRESENTATION

ana.t.manhente

Created on March 16, 2026

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Transcript

Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões

ANTÍTESE

Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões

ANTÍTESE

ANÁFORA

Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões

ANTÍTESE

ANÁFORA

INTERROGAÇÃO RETÓRICA

Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões

ANTÍTESE

ANÁFORA

INTERROGAÇÃO RETÓRICA

METÁFORA

Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões

ANTÍTESE

ANÁFORA

INTERROGAÇÃO RETÓRICA

METÁFORA

Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões

ESTRUTURA EXTERNA

Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões

ESTRUTURA EXTERNA

QUADRA

TERCETO

Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões

ESTRUTURA EXTERNA

a b b a

QUADRA

TERCETO

a b b a

INTERPOLADA E EMPARELHADA

c d c

CRUZADA

d c d

Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões

ESTRUTURA EXTERNA

a b b a

QUADRA

TERCETO

a b b a

INTERPOLADA E EMPARELHADA

c d c

CRUZADA

d c d

DECASSÍLABO

O Amor é CULPADO!