Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor,
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís Vaz de Camões
ANTÍTESE
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor,
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís Vaz de Camões
ANTÍTESE
ANÁFORA
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor,
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís Vaz de Camões
ANTÍTESE
ANÁFORA
INTERROGAÇÃO RETÓRICA
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor,
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís Vaz de Camões
ANTÍTESE
ANÁFORA
INTERROGAÇÃO RETÓRICA
METÁFORA
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor,
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís Vaz de Camões
ANTÍTESE
ANÁFORA
INTERROGAÇÃO RETÓRICA
METÁFORA
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor,
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís Vaz de Camões
ESTRUTURA EXTERNA
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor,
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís Vaz de Camões
ESTRUTURA EXTERNA
QUADRA
TERCETO
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor,
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís Vaz de Camões
ESTRUTURA EXTERNA
a b b a
QUADRA
TERCETO
a b b a
INTERPOLADA E EMPARELHADA
c d c
CRUZADA
d c d
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor,
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís Vaz de Camões
ESTRUTURA EXTERNA
a b b a
QUADRA
TERCETO
a b b a
INTERPOLADA E EMPARELHADA
c d c
CRUZADA
d c d
DECASSÍLABO
O Amor é CULPADO!
PRESENTATION
ana.t.manhente
Created on March 16, 2026
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Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões
ANTÍTESE
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões
ANTÍTESE
ANÁFORA
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões
ANTÍTESE
ANÁFORA
INTERROGAÇÃO RETÓRICA
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões
ANTÍTESE
ANÁFORA
INTERROGAÇÃO RETÓRICA
METÁFORA
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões
ANTÍTESE
ANÁFORA
INTERROGAÇÃO RETÓRICA
METÁFORA
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões
ESTRUTURA EXTERNA
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões
ESTRUTURA EXTERNA
QUADRA
TERCETO
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões
ESTRUTURA EXTERNA
a b b a
QUADRA
TERCETO
a b b a
INTERPOLADA E EMPARELHADA
c d c
CRUZADA
d c d
Amor é um fogo que arde sem se ver Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor, É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões
ESTRUTURA EXTERNA
a b b a
QUADRA
TERCETO
a b b a
INTERPOLADA E EMPARELHADA
c d c
CRUZADA
d c d
DECASSÍLABO
O Amor é CULPADO!