AVISO: Esta apresentação foi concebida de forma interativa, permitindo ao observador explorar diferentes elementos presentes no espaço. Ao longo da apresentação encontrará objetos e símbolos que podem ser selecionados. Sempre que os encontrar, poderá clicar nos mesmos para descobrir as informações que se encontram escondidas. Explore cada elemento com atenção e avance ao seu próprio ritmo. Espero que goste!
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Portefólio - Leonor Santos
Unidade curricular: Estágio IIDocente: Professora Isabel Baleia
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Abra a carta
Quais as competências que a Leonor quer trabalhar?
As competências selecionadas para desenvolver ao longo deste portefólio são a gestão de tempo e a comunicação. Esta escolha baseou-se nos resultados obtidos através do radar de competências disponibilizado, no qual estas surgiram como áreas com maior potencial de desenvolvimento. Mas porquê?
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Quais são as principais dificuldades e objetivos que a Leonor tem?
Dificuldades na gestão de tempo
Objetivos a atingir para a gestão de tempo
Dificuldades na comunicação
Objetivos a atingir para a comunicação
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Agora que já sabe o que a Leonor tem de melhorar, seja bem-vinda à sala da comunicação! Precisa de ajudar a Leonor a encontrar estratégias para atingir os seus objetivos! Clique nos elementos que vão aparecendo e descubra que estratégias a Leonor usou.
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Quando explorar todos os elementos da sala clique no botão que diz "Avançar". Não se esqueça de ir apontando as várias letras que vão aparecendo, pois só assim conseguirá sair. Boa sorte!
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Pista: Gravar as minhas apresentações/explicações
Uma das estratégias que utilizei para desenvolver as minhas competências comunicacionais foi a gravação de mim própria a fazer apresentações e a explicar conteúdos (para mim e por vezes para as minhas amigas). Após a gravação, revejo o vídeo com o objetivo de identificar aspetos a melhorar na minha comunicação verbal e não verbal.
O que aprendi? Ao analisar os vídeos que fui fazendo, consegui identificar pontos a melhorar, como a organização das ideias, uma vez que por vezes me dispersava e não seguia um raciocínio totalmente lógico. Percebi também que a minha velocidade de fala era demasiado rápida e que deveria fazer breves pausas. Em geral utilizava gestos enquanto falava mas muitas vezes desviava o olhar e parecia insegura, algo que tinha de trabalhar.
Pista: Estratégia da Observação
Uma das estratégias que adotei para desenvolver as minhas competências comunicacionais foi a observação. Considero que aprendo com mais facilidade quando observo a forma como outros comunicam, pelo que procurei aplicar esta estratégia em diferentes contextos. Um exemplo foi a minha participação no Encontro Nacional de Estudantes de Fisioterapia (ENEFt’26), onde tive a oportunidade de assistir a várias palestras, ao longo de três dias. Durante este evento, procurei focar-me na forma como os palestrantes estruturavam o discurso, organizavam as ideias, utilizavam a linguagem não verbal e geriam momentos de imprevisibilidade, como o esclarecimento de dúvidas.
O que aprendi?
Carregue aqui!
Pista: Aprender com TED Talks!
Uma estratégia que utilizei para desenvolver as minhas competências comunicacionais foi a visualização de TED Talks no Youtube.Pesquisei TED Talks sobre técnicas de comunicação, quer verbal quer não verbal, e acabei por encontrar três palestras muito interessantes sobre: - Como comunicar de uma forma confiante; - Como comunicar em saúde; - O poder da comunicação não verbal.
(clique nos ícones amarelos para descobrir o que aprendi!) Não se esqueça de encontrar a letra
Pista: Ampliar o meu vocabulário através da leitura de livros
Outra estratégia que utilizei para desenvolver as minhas competências comunicacionais foi a leitura de livros. Tentei expor-me a diferentes estilos de escrita e novas palavras, de forma a enriquecer o meu vocabulário e melhorar a forma como me expresso. Sinto que esta estratégia é essencial para mim, pois vai dar-me mais confiança na minha comunicação.
Desde o início do ano letivo li estes livros. Todos incríveis e que enriqueceram o meu vocabulário. Para a letra ganhar o favorito terá que adivinhar!
(clique no livro para adivinhar)
Atividades e acontecimentos acerca da comunicação
Parabéns! Conseguiu sair da primeira sala! Agora que já descobriu todas as estratégias que a Leonor adotou ao longo deste ano, está na hora de saber onde as aplicou e como correu! Nas pastas abaixo estão alguns exemplos de atividades ou acontecimentos que ocorreram ao longo do ano onde a Leonor aplicou as estratégias que aprendeu! Será que resultaram? (Não se esqueça de encontrar as letras perdidas!)
Hospital da Bonecada
Músico por um dia
Estágio
PRI II
Maio2026
Dezembro2025
MARÇO 2026
NOVEMBRO2025
Monitora nas colónias
Controlo Motor
Vídeo de Neurologia
Dezembro2025
JANEIRO 2026
Abril2026
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Estágio em pediatria
O estágio em Pediatria foi um dos maiores desafios ao nível da comunicação. Inicialmente, senti-me novamente como a “Leonor sem confiança”, com medo de errar e de não conseguir transmitir corretamente as minhas ideias à orientadora. O contexto de pediatria trouxe uma dificuldade acrescida, uma vez que tive de adaptar constantemente a minha linguagem não só às crianças, mas também aos pais, o que exigiu maior flexibilidade, clareza e sensibilidade na comunicação. Apesar destas dificuldades iniciais, a experiência acabou por correr muito bem! No final do estágio, recebi um ótimo feedback da minha orientadora, que destacou que tenho facilidade em comunicar com crianças e pais e que realizei entrevistas muito bem estruturadas. No entanto, foi também referido um aspeto importante: o meu perfeccionismo e a falta de confiança nas minhas próprias capacidades, o que faz com que nem sempre consiga demonstrar o meu verdadeiro potencial. Reconheço que esta dificuldade ainda não foi totalmente ultrapassada e que me prejudica na forma como comunico. Apesar de ainda não ter conseguido atingir totalmente este objetivo ao longo do portefólio, sinto que este estágio me ajudou a estar mais consciente deste ponto a melhorar.
Bem-vinda à segunda e última sala! Já descobriu como a Leonor dominou a comunicação. Agora vamos ver se a consegue ajudar a dominar a gestão de tempo. As regras são as mesmas: explore todos os elementos e depois clique em "Avançar". Continue e boa sorte!
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Pista: Focus friend
Através do TikTok, descobri uma aplicação para o telemóvel que se chama "Focus Friend" e decidi utilizá-la como estratégia para combater as distrações e a procrastinação. Esta aplicação bloqueia o acesso às aplicações do telemóvel enquanto estudamos e ainda nos motiva a estudar para ganhar "meias" que posso trocar por mobiliário para o nosso "friend". É uma aplicação incrível que tenho vindo a usar ao longo do ano!
Pista: Criar um calendário mensal/semanal
Decidi criar um calendário mensal/semanal para ter a noção de quantas semanas ou dias tinha até testes ou entrega de trabalhos e como seriam as minhas semanas em termos de compromissos académicos e pessoais. Sentia que seria uma boa estratégia para me ajudar a organizar o meu tempo e a prioritar qual ou quais os trabalhos que devia realizar primeiro ou dar mais ênfase. Obtei por usar uma aplicação - "samsung notes" - porque a conseguia conectar com o meu telemóvel, permitindo-me consultar o meu calendário em qualquer lugar.
Pista: Curso online de gestão de tempo
Outra estratégia que utilizei para desenvolver a minha competência de gestão de tempo foi a realização de um mini curso online, em inglês, sobre Time Management, com a duração aproximada de 1h30. O curso permitiu-me aprofundar conhecimentos sobre diferentes técnicas e estratégias de organização do tempo que desconhecia.
O que aprendi
Pista: Curso online de gestão de tempo
Apesar de curto, neste curso aprendi imensas estratégias que me podem ajudar a gerir melhor o meu tempo, as mais relevantes e que utilizei mais foram as seguintes:
Método ABCDE
Regra 80/20
Lei de Parkinson
Organizar as tarefas por ordem de prioridade
80% dos resultados vêm de 20% dos esforços
"O trabalho expande-se até ocupar todo o tempo disponível para a sua realização"
Pista: Voltar a treinar
Outra estratégia que adotei foi o regresso à prática de ginástica artística. Após um ano de pausa devido a uma lesão, sentia algum receio em voltar a treinar. No entanto, em fevereiro decidi inscrever-me novamente, tendo treinos três vezes por semana. Esta decisão revelou-se importante não só para o meu bem-estar físico e mental, mas também para a minha gestão de tempo, uma vez que, no passado, os treinos ajudavam-me a estruturar melhor a minha rotina semanal.
Atividades e acontecimentos acerca da gestão de tempo
Parabéns! Está quase a sair da sala! Falta só encontrar uma letra. Agora que já descobriu todas as estratégias que a Leonor adotou, está novamente na hora de saber onde as aplicou e como correu! Nas pastas abaixo estão alguns exemplos de atividades ou acontecimentos que ocorreram ao longo do ano onde a Leonor aplicou as estratégias que aprendeu! Será que resultaram? (Não se esqueça de encontrar as letras perdidas!)
Ginástica e provas
Estágio
Vídeo Neuro
MAIO 2026
Abril2026
Fevereiro 2026
ENEFt'26
Prioridades!
Maio2026
Març02026
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Estágio em pediatria
O estágio em Pediatria foi, sem dúvida, a atividade onde senti uma maior evolução enquanto pessoa, profissional e ao nível das minhas soft skills, especialmente na gestão de tempo.
Durante este período, consegui aplicar estratégias como a Lei de Parkinson e o método ABCDE, organizando diariamente as minhas tarefas com base em prioridades claras. Um dos aspetos mais importantes foi ter decidido realizar o relatório de estágio antecipadamente, reconhecendo-o como uma tarefa de prioridade A. Esta decisão permitiu-me reduzir significativamente o stress nas semanas seguintes, onde já tinha outras avaliações e não precisei de me preocupar com esse trabalho.
Ao longo do estágio, criei também a rotina de, após sair do estágio, ir para a biblioteca em vez de ir diretamente para casa, uma vez que reconhecia que aí teria maior tendência para procrastinar. Estudar até mais tarde permitiu-me ser mais produtiva e adiantar trabalho. O uso do “focus friend” foi igualmente uma estratégia muito importante, ajudando-me a manter a motivação e a concentração. Outro fator relevante foi o facto de ter ido viver sozinha para uma nova cidade, o que exigiu uma gestão de tempo ainda mais rigorosa, tendo de conciliar tarefas domésticas como cozinhar, limpar e lavar roupa com o estágio e o estudo. Esta experiência acabou por ser um verdadeiro teste à minha capacidade de organização. No final, sinto que foi um mês de que me orgulho bastante, pois consegui reduzir a procrastinação, aplicar as estratégias aprendidas, organizar-me de forma eficaz e entregar tudo com antecedência, sem grandes níveis de ansiedade ou stress.
Parabéns!!! Conseguiu ajudar a Leonor a melhorar as suas competências de comunicação e gestão de tempo. Agora com as letras que foi descobrindo terá a palavra que lhe permite sair desta sala. Caso não tenha apontado as letras, aqui estão elas para a ajudar! Mas que palavra formam??? Descubra e clique no botão para inserir o código e conseguir sair! Boa sorte!
Inserir código para sair
PARABÉNS! MISSÃO CONCLUÍDA
Conseguiu escapar e ajudar a Leonor nesta sua jornada para dominar a comunicação e a gestão de tempo! Como viu não foi uma caminho fácil. O que será que a Leonor tirou de todas estas estratégias, atividades, acontecimentos? Clique em "reflexão final" e descubra! Depois volte a esta página e clique em "terminar"
Reflexão final
Terminar
Portefólio - Leonor Santos
Unidade curricular: Estágio IIDocente: Professora Isabel Baleia
OBRIGADA!
Para mim este foi o vídeo mais relevante! Aprendi que:
"A audiência não consegue ler os nossos pensamentos, mesmo quando estamos nervosos, pelo que é possível transmitir confiança através de técnicas de comunicação verbal e não verbal." Foram apresentadas cinco estratégias para parecer mais confiante, mesmo quando não o estamos: 1. Aumentar a energia e falar mais alto – usar um tom de voz mais projetado que transmite segurança e presença. 2. Pausas estratégicas – fazer pequenas pausas durante o discurso torna a comunicação mais clara e impactante. 3. Postura de "super-herói" – adotar uma postura confiante que transmite segurança. 4. Praticar com intenção – treinar o discurso de forma focada melhora a fluidez e reduz a ansiedade. 5. “Frase silenciosa" – ter uma frase interna para nós que nos motive e nos deixe mais seguros, evitando ser demasiado exigente ou ter expectativas inalcançáveis.
Monitora nas férias de Natal
Outra experiência que me permitiu desenvolver skills de comunicação foi ser monitora nas colónias de férias, uma vez que tive de interagir diariamente com crianças, pais, coordenadores e outros monitores. Mais uma vez, obrigou-me a adaptar constantemente a minha linguagem e a forma como transmitia informação.
Ao longo das colónias procurei aplicar algumas das estratégias trabalhadas neste portefólio, nomeadamente utilizar uma comunicação clara, projetar melhor a voz e transmitir maior confiança através da postura corporal. Uma das situações mais marcantes foi o acompanhamento de um rapaz com paralisia cerebral, o que me obrigou a simplificar a linguagem, utilizar instruções mais curtas e recorrer muito à linguagem não verbal. Considero que esta experiência contribuiu muito para o meu crescimento pessoal e profissional, reforçando a importância da adaptação, da empatia e da escuta ativa na construção de relações de confiança.
Voluntária no "Músico por um dia"
O “Músico por um Dia” foi uma atividade destinada a todas as faixas etárias, onde a escola de música abriu durante um dia para que os participantes pudessem experimentar diferentes instrumentos e atividades. Estive como voluntária ao longo de todo o dia, contactando com crianças, pais e também com a equipa de organização, o que exigiu que adaptasse constantemente a minha linguagem e forma de comunicação. Tive de responder a perguntas, algumas delas imprevisíveis, e garantir sempre uma comunicação clara, acessível e organizada, mesmo em ambientes mais dinâmicos e com maior movimento.
Esta experiência reforçou a importância de saber ajustar a comunicação ao interlocutor e à situação, bem como a capacidade de manter a clareza em contextos de pressão e interação contínua. Foi, sem dúvida, mais uma experiência enriquecedora a nível pessoal e profissional, que contribuiu para o desenvolvimento das minhas competências de comunicação e interação com diferentes públicos.
Dica: primeira letra maiúscula e não se esqueça do acento!
(clicar caso não tenha conseguido descobrir o código)
Voluntariado no Hospital da Bonecada
O Hospital da Bonecada foi uma das experiências onde "pus à prova" a minha comunicação, principalmente pela necessidade constante de adaptar a linguagem a diferentes interlocutores. Ao longo da atividade interagi com crianças de várias idades, pais, colegas e membros da organização, o que exigiu uma adaptação contínua da forma como comunicava. Percebi rapidamente que uma explicação adequada para uma criança mais velha nem sempre funcionava com uma criança mais nova, sendo necessário recorrer a uma linguagem mais simples. Além da comunicação verbal, procurei também estar mais atenta à comunicação não verbal. Percebi que algumas crianças demonstra, o que me levou a adaptar a minha abordagem, utilizando uma postura mais acolhedora e expressões faciais mais positivas para criar um ambiente de confiança. Considero que esta experiência foi muito positiva e sinto que evoluí significativamente na adaptação da linguagem e da utilização da comunicação não verbal.
Apresentação oral de PRI II
Em janeiro, na UC de PRI II, tivemos que realizar uma apresentação oral. Foi uma das experiências que mais me fez refletir sobre as minhas dificuldades comunicacionais. Apesar de ter investido tempo no desenvolvimento desta competência ao longo do 1º semestre, e ter observado claras conquistas nas atividades anteriormente mencionadas, durante esta apresentação senti que voltei a adotar alguns comportamentos que já tinha identificado como problemáticos. O nervosismo levou-me a falar demasiado depressa e a perder alguma capacidade de organizar as ideias de forma clara e lógica, ficando com a sensação de que falei durante bastante tempo sem conseguir transmitir a mensagem da forma mais eficaz. Ao refletir sobre esta experiência, percebi que conhecer técnicas de comunicação não significa que as consiga aplicar automaticamente em situações de maior pressão. Embora tenha tentado controlar o nervosismo, senti dificuldade em utilizar estratégias como as pausas estratégicas e em confiar mais no que tinha preparado. Apesar de não considerar esta apresentação um dos meus melhores momentos, vejo-a como uma oportunidade importante de aprendizagem. Fez-me perceber que ainda preciso de trabalhar a gestão da ansiedade em contextos de avaliação e que a confiança é um aspeto fundamental para conseguir comunicar de forma clara e eficaz. Mais do que um insucesso, esta experiência permitiu-me identificar áreas concretas de melhoria e reforçou a importância de continuar a praticar e a expor-me a situações de apresentação oral.
"O trabalho expande-se até preencher o tempo disponível para a sua realização."
Esta é a definição exata da Lei de Parkinson que basicamente nos diz:- Se tenho um mês para fazer um trabalho, vou demorar um mês para o acabar; - Se tiver o mesmo trabalho, mas apenas uma semana, estarei mais focada, vou mais direto ao essencial e consigo terminar mais rápido.
Ou seja, se não definir um tempo para estudar um tema, vou acabar por passar horas a rever apontamentos sem necessidade. Mas se disser:
“vou estudar este tema durante 1h” vou ser mais eficiente, mais focada e evitar perder tempo.
Neste vídeo aprendi que:
A comunicação não verbal está sempre presente, mesmo quando não estamos a falar, através da postura, expressões e até objetos que usamos (como roupa ou acessórios). Percebi que o corpo transmite emoções de forma automática e autêntica, muitas vezes sem controlo consciente, devido ao sistema límbico.Aprendi que não é correto interpretar a linguagem corporal como prova de mentira, porque sinais como nervosismo ou certos gestos podem significar apenas stress ou desconforto. Percebi também que a forma como nos apresentamos influencia a forma como somos percebidos, transmitindo mensagens sobre a nossa personalidade e valores.
Participar no ENEFt'26
O ENEFt foi uma atividade que, para além do desenvolvimento de competências de comunicação, exigiu também uma boa gestão de tempo da minha parte. Isto deveu-se a dois fatores principais: por um lado, a necessidade de gerir o tempo para participar no evento, o que implicou faltar a treinos e algumas aulas; por outro, a gestão do próprio tempo durante o ENEFt, de forma a conseguir organizar-me e participar nas diferentes atividades que queria realizar. Dentro deste contexto, o método ABCDE revelou-se uma ferramenta útil para priorizar tarefas e tomar decisões mais conscientes sobre a utilização do meu tempo. Foi importante para distinguir o que era mais urgente e relevante do que podia ser feito mais tarde, ajudando-me a estruturar melhor o meu dia.
Para além dos conteúdos teóricos, aprendi que:
Uma comunicação eficaz depende de uma boa estruturação do discurso e de uma organização clara das ideias (que requer também um conhecimento sólido do que se vai falar).Percebi também a importância de adaptar a linguagem ao público, de forma a tornar a mensagem mais acessível e compreensível. Além disso, observei que a comunicação não verbal, o uso de exemplos e a entoação da voz são fundamentais para captar e manter a atenção do público. São estratégias que quero aplicar nas minhas futuras avaliações orais!
Neste vídeo aprendi que:
A comunicação em contexto de saúde vai muito além da transmissão de informação clínica, sendo essencial para a criação de uma verdadeira relação terapêutica entre profissional e utente. Percebi que muitas vezes os utentes se sentem pouco ouvidos e com dificuldade em compreender a linguagem utilizada, o que pode levar a frustração e falta de envolvimento no processo de cuidados. O vídeo reforçou a importância de uma comunicação centrada na empatia, na escuta ativa e na criação de uma relação de parceria, onde ambos os intervenientes têm um papel ativo nas decisões.
Principais objetivos a atingir na comunicação
Melhorar a capacidade de expressar ideias de forma clara, estruturada e objetiva, especialmente em contextos de avaliação e em conversas um para um; Desenvolver a capacidade de ajustar a linguagem a diferentes contextos e interlocutores (colegas, professores, utentes e família), garantindo uma comunicação mais adequada e compreensível;Aumentar a confiança nas minhas competências comunicacionais, através do aumento do meu vocabulário, promovendo uma comunicação mais segura, fluida e correta;Melhorar a consciência e o controlo da comunicação não verbal, de forma a garantir que a postura, expressão facial e linguagem corporal reforcem a mensagem transmitida; Desenvolver a capacidade de reflexão antes de responder, reduzindo comportamentos impulsivos e promovendo uma comunicação mais ponderada e eficaz.
O regra 80/20 defende que uma pequena parte dos esforços pode gerar a maioria dos resultados. Ao aplicar este conceito aos meus estudos, procurei identificar os conteúdos e tarefas com maior impacto no meu desempenho académico, dando prioridade aos temas mais relevantes. Por exemplo, num teste de ME se percebo que 20% dos conteúdos (por exemplo exame subjetivo) correspondem a 80% das perguntas, faz sentido garantir que esses temas estão muito bem estudados antes de dedicar muito tempo a conteúdos mais específicos (por exemplo um teste específico que só sai uma pergunta).
Trabalho de grupo - FCNM I
O trabalho do vídeo de Neuro evidenciou novamente algumas das minhas dificuldades na gestão do tempo e do perfeccionismo. Ao longo do processo, perdi demasiado tempo em pormenores do vídeo, na tentativa de o tornar “perfeito”, o que acabou por me desviar do mais importante. Esta necessidade de controlo e de atenção excessiva a detalhes fez com que não conseguisse organizar-me de forma eficaz para estudar para o formulário de Neuro, repetindo um padrão que já identifico em mim: focar-me em aspetos menos significativos e atrasar o progresso em tarefas mais relevantes. Não utilizei a estratégia ABCDE, nem a de Parkinson, nem a regra 80/20! Foi realmente um trabalho que, apesar da excelente nota, tanto a nível de comunicação como da minha gestão de tempo falhei e voltei a ser "a Leonor de antigamente". Não obstante, esta experiência foi importante porque me ajudou a reconhecer, de forma mais clara, o impacto do perfeccionismo na minha produtividade e desempenho. Percebo que preciso de melhorar a minha capacidade de priorizar e de avançar com tarefas mesmo quando não estão “perfeitas”, para conseguir uma gestão de tempo mais eficiente e equilibrada.
Trabalho de grupo - FCNM I
O trabalho de grupo de Neurologia, no qual tivemos de gravar um vídeo sobre a aplicação de uma escala, foi uma experiência importante também ao nível do meu desenvolvimento na comunicação. Durante a realização do mesmo, senti alguma frustração perante a falta de participação de uma colega, o que fez com que eu voltasse a adotar uma postura mais impulsiva, falando antes de pensar e reagindo de forma menos apropriada do que gostaria. Reconheço que poderia ter abordado a situação de uma forma mais calma e assertiva, comunicando melhor as minhas preocupações em vez de reagir no momento. Esta experiência fez-me perceber a importância de manter o autocontrolo emocional em contextos de grupo, assim como de melhorar a forma como comunico em situações de conflito e onde estou mais frustrada. Apesar disso, o trabalho permitiu-me refletir sobre o meu comportamento e identificar lacunas que posso melhorar no futuro, nomeadamente a gestão da frustração e a comunicação mais assertiva, mas sem faltar ao respeito.
No geral, foi uma experiência construtiva, pois ajudou-me a reconhecer pontos de melhoria importantes, nomeadamente na forma como reajo sob stress.
Top secret
Se está a ler esta mensagem, significa que entrou numa sala da qual não será possível sair sem resolver alguns desafios. Pista 1: A Leonor precisa da sua ajuda! Ao longo do seu percurso académico, apercebeu-se de que existem competências fundamentais que ainda não domina totalmente e que são essenciais para se tornar uma boa fisioterapeuta. Mas para a ajudar, primeiro tem de saber quais são as soft skills que a Leonor pretende desenvolver e porquê! Boa sorte!!
Principais objetivos a atingir na gestão de tempo
Planear e estruturar o meu tempo de forma mais realista, ajustando expectativas à carga de trabalho e às minhas capacidades; Melhorar a organização semanal, conseguindo equilibrar de forma mais eficaz o estudo de diferentes unidades curriculares com a prática de atividade física e compromissos pessoais; Desenvolver estratégias que me permitam iniciar tarefas de forma mais imediata, reduzindo comportamentos de procrastinação, nomeadamente no perído da tarde e noite;Antecipar o estudo das matérias, priorizando tarefas mais exigentes ou com maior peso e reduzindo o stress; Melhorar a capacidade de concentração durante períodos de estudo, reduzindo distrações e aumentando a produtividade; Desenvolver uma postura mais flexível e construtiva perante o erro, evitando a autocrítica excessiva.
Saber dizer que não!
Uma das dificuldades que já tinha identificado em mim, e que também impacta a minha gestão de tempo, é a dificuldade em dizer “não” e a tendência para querer ajudar sempre os outros, por vezes em detrimento das minhas próprias tarefas e prioridades. Apesar de reconhecer que ainda tenho este aspeto para trabalhar, já consigo observar pequenas evoluções, nomeadamente em situações em que consigo, ainda que com dificuldade, estabelecer limites e dizer que naquele momento não posso ajudar. Continuo a ajudar sempre que possível, mas já não deixo que isso comprometa totalmente a minha organização. Um exemplo disso foi quando uma amiga me pediu ajuda para rever o trabalho e ajudar nas referências. Apesar de eu querer ajudar, estava focada em entregar o meu próprio trabalho e, mesmo perante alguma insistência, consegui dizer que não naquele momento e que a ajudaria mais tarde. Embora isto possa parecer algo simples, para mim representa um pequeno grande passo. Sinto que estou a evoluir na capacidade de impor limites de forma assertiva, sem deixar de estar disponível para os outros, e acredito que este equilíbrio será fundamental para melhorar a minha gestão de tempo e o meu bem-estar.
Voltar aos treinos e provas
O regresso aos treinos e às provas de corridas foram atividades muito importantes não só a nível pessoal, mas também no desenvolvimento da minha gestão de tempo. Conciliar a faculdade, compromissos pessoais e os treinos revelou-se inicialmente desafiante, exigindo alguma adaptação da minha organização diária.
Ao início senti alguma dificuldade em equilibrar tudo, no entanto, com o tempo percebi que esta rotina acabou por me ajudar significativamente a combater a procrastinação. O facto de ter horários fixos para treinar ou ir correr fez com que tivesse de organizar melhor o meu estudo e aproveitar de forma mais eficaz o tempo disponível. Assim, considero que o que mais contribuiu para a melhoria da minha gestão de tempo foi precisamente ter voltado aos treinos, uma vez que me obrigou a ser mais disciplinada e a cumprir tarefas dentro de janelas horárias específicas, evitando adiar o estudo e aumentando a minha produtividade.
Principais dificuldades na comunicação
Dificuldade em organizar e estruturar o meu discurso de forma clara e lógica no momento da interação, especialmente em situações de maior pressão;Dificuldade em adaptar a linguagem ao interlocutor (sejam colegas, professores, utentes, família..), utilizando por vezes termos demasiado técnicos ou, pelo contrário, explicações pouco estruturadas; Falta de confiança nas minhas competências comunicacionais, nomeadamente a nível profissional/académico, em avaliações orais e num diálogo um para um; Dificuldade em gerir a comunicação não verbal de forma consistente, nomeadamente no controlo da expressão facial , o que pode não reforçar adequadamente a mensagem que estou a transmitir; Tendência para, por vezes, reajir de forma impulsiva e falar antes de refletir sobre as consequências das minhas palavras;
O método ABCDE consiste em classificar as tarefas de acordo com a sua prioridade, atribuindo-lhes uma letra:
- Tarefas A - as mais importantes e com maiores consequências caso não sejam realizadas
- Tarefas B - são importantes, mas menos urgentes
- Tarefas C - são atividades que seria agradável realizar, mas que têm poucas consequências
- Tarefas D - podem ser delegadas
- Tarefas E - podem ser eliminadas
Prova oral de controlo motor
A prova oral de controlo motor foi uma experiência muito positiva, na qual consegui voltar a aplicar estratégias que aprendi. Na altura, gravei vários vídeos a responder às perguntas que tínhamos acesso previamente, o que considero ter sido a chave para o meu ótimo desempenho na avaliação. Não só me senti mais preparada, como também mais confiante.Apesar da ansiedade, consegui assumir uma postura confiante, falei com boa entoação, fiz pausas, sorri e, acima de tudo, consegui explicar a matéria seguindo um raciocínio lógico. Recebi um ótimo feedback das professoras, que referiram que expliquei tudo muito bem e que tinham compreendido claramente o que estava a transmitir. Foi, sem dúvida, uma experiência exigente e stressante devido ao contexto avaliativo, mas que me permitiu perceber que tenho capacidade para comunicar bem, mesmo em momentos de maior pressão e em situações de interação individual. Senti mesmo que foi uma experiência muito positiva e motivadora, que me incentivou a continuar a usar esta estratégia de gravar a explicar os conteúdos, em vez de decorar respostas, pois é algo que melhora claramente o meu desempenho na componente oral.
Principais dificuldades na gestão de tempo
Tendência para procrastinar, adiando tarefas e aumentando o stress e a ansiedade; Dificuldade em manter o foco durante períodos prolongados de estudo, especialmente devido a distrações (ex.: redes sociais); Dificuldade em estimar corretamente o tempo necessário para realizar tarefas, levando a planeamentos irrealistas;Dificuldade em conciliar múltiplas responsabilidades (testes, trabalhos, vida pessoal...);Tendência para não conseguir dizer “não” e querer ajudar toda a gente, o que faz com que, muitas vezes, prejudique o meu próprio tempo e a minha organização pessoal;Tendência para focar em tarefas menos importantes ou em melhorar tarefas já feitas, acabando por perder tempo desnecessariamente;Tendência para o perfeccionismo o que me leva a adiar tarefas quando sinto que não as consigo fazer “perfeitas”.
Portefólio - Leonor Santos
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Created on March 15, 2026
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AVISO: Esta apresentação foi concebida de forma interativa, permitindo ao observador explorar diferentes elementos presentes no espaço. Ao longo da apresentação encontrará objetos e símbolos que podem ser selecionados. Sempre que os encontrar, poderá clicar nos mesmos para descobrir as informações que se encontram escondidas. Explore cada elemento com atenção e avance ao seu próprio ritmo. Espero que goste!
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As competências selecionadas para desenvolver ao longo deste portefólio são a gestão de tempo e a comunicação. Esta escolha baseou-se nos resultados obtidos através do radar de competências disponibilizado, no qual estas surgiram como áreas com maior potencial de desenvolvimento. Mas porquê?
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Uma das estratégias que utilizei para desenvolver as minhas competências comunicacionais foi a gravação de mim própria a fazer apresentações e a explicar conteúdos (para mim e por vezes para as minhas amigas). Após a gravação, revejo o vídeo com o objetivo de identificar aspetos a melhorar na minha comunicação verbal e não verbal.
O que aprendi? Ao analisar os vídeos que fui fazendo, consegui identificar pontos a melhorar, como a organização das ideias, uma vez que por vezes me dispersava e não seguia um raciocínio totalmente lógico. Percebi também que a minha velocidade de fala era demasiado rápida e que deveria fazer breves pausas. Em geral utilizava gestos enquanto falava mas muitas vezes desviava o olhar e parecia insegura, algo que tinha de trabalhar.
Pista: Estratégia da Observação
Uma das estratégias que adotei para desenvolver as minhas competências comunicacionais foi a observação. Considero que aprendo com mais facilidade quando observo a forma como outros comunicam, pelo que procurei aplicar esta estratégia em diferentes contextos. Um exemplo foi a minha participação no Encontro Nacional de Estudantes de Fisioterapia (ENEFt’26), onde tive a oportunidade de assistir a várias palestras, ao longo de três dias. Durante este evento, procurei focar-me na forma como os palestrantes estruturavam o discurso, organizavam as ideias, utilizavam a linguagem não verbal e geriam momentos de imprevisibilidade, como o esclarecimento de dúvidas.
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Uma estratégia que utilizei para desenvolver as minhas competências comunicacionais foi a visualização de TED Talks no Youtube.Pesquisei TED Talks sobre técnicas de comunicação, quer verbal quer não verbal, e acabei por encontrar três palestras muito interessantes sobre: - Como comunicar de uma forma confiante; - Como comunicar em saúde; - O poder da comunicação não verbal.
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Pista: Ampliar o meu vocabulário através da leitura de livros
Outra estratégia que utilizei para desenvolver as minhas competências comunicacionais foi a leitura de livros. Tentei expor-me a diferentes estilos de escrita e novas palavras, de forma a enriquecer o meu vocabulário e melhorar a forma como me expresso. Sinto que esta estratégia é essencial para mim, pois vai dar-me mais confiança na minha comunicação.
Desde o início do ano letivo li estes livros. Todos incríveis e que enriqueceram o meu vocabulário. Para a letra ganhar o favorito terá que adivinhar!
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Parabéns! Conseguiu sair da primeira sala! Agora que já descobriu todas as estratégias que a Leonor adotou ao longo deste ano, está na hora de saber onde as aplicou e como correu! Nas pastas abaixo estão alguns exemplos de atividades ou acontecimentos que ocorreram ao longo do ano onde a Leonor aplicou as estratégias que aprendeu! Será que resultaram? (Não se esqueça de encontrar as letras perdidas!)
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Dezembro2025
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NOVEMBRO2025
Monitora nas colónias
Controlo Motor
Vídeo de Neurologia
Dezembro2025
JANEIRO 2026
Abril2026
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Estágio em pediatria
O estágio em Pediatria foi um dos maiores desafios ao nível da comunicação. Inicialmente, senti-me novamente como a “Leonor sem confiança”, com medo de errar e de não conseguir transmitir corretamente as minhas ideias à orientadora. O contexto de pediatria trouxe uma dificuldade acrescida, uma vez que tive de adaptar constantemente a minha linguagem não só às crianças, mas também aos pais, o que exigiu maior flexibilidade, clareza e sensibilidade na comunicação. Apesar destas dificuldades iniciais, a experiência acabou por correr muito bem! No final do estágio, recebi um ótimo feedback da minha orientadora, que destacou que tenho facilidade em comunicar com crianças e pais e que realizei entrevistas muito bem estruturadas. No entanto, foi também referido um aspeto importante: o meu perfeccionismo e a falta de confiança nas minhas próprias capacidades, o que faz com que nem sempre consiga demonstrar o meu verdadeiro potencial. Reconheço que esta dificuldade ainda não foi totalmente ultrapassada e que me prejudica na forma como comunico. Apesar de ainda não ter conseguido atingir totalmente este objetivo ao longo do portefólio, sinto que este estágio me ajudou a estar mais consciente deste ponto a melhorar.
Bem-vinda à segunda e última sala! Já descobriu como a Leonor dominou a comunicação. Agora vamos ver se a consegue ajudar a dominar a gestão de tempo. As regras são as mesmas: explore todos os elementos e depois clique em "Avançar". Continue e boa sorte!
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Pista: Focus friend
Através do TikTok, descobri uma aplicação para o telemóvel que se chama "Focus Friend" e decidi utilizá-la como estratégia para combater as distrações e a procrastinação. Esta aplicação bloqueia o acesso às aplicações do telemóvel enquanto estudamos e ainda nos motiva a estudar para ganhar "meias" que posso trocar por mobiliário para o nosso "friend". É uma aplicação incrível que tenho vindo a usar ao longo do ano!
Pista: Criar um calendário mensal/semanal
Decidi criar um calendário mensal/semanal para ter a noção de quantas semanas ou dias tinha até testes ou entrega de trabalhos e como seriam as minhas semanas em termos de compromissos académicos e pessoais. Sentia que seria uma boa estratégia para me ajudar a organizar o meu tempo e a prioritar qual ou quais os trabalhos que devia realizar primeiro ou dar mais ênfase. Obtei por usar uma aplicação - "samsung notes" - porque a conseguia conectar com o meu telemóvel, permitindo-me consultar o meu calendário em qualquer lugar.
Pista: Curso online de gestão de tempo
Outra estratégia que utilizei para desenvolver a minha competência de gestão de tempo foi a realização de um mini curso online, em inglês, sobre Time Management, com a duração aproximada de 1h30. O curso permitiu-me aprofundar conhecimentos sobre diferentes técnicas e estratégias de organização do tempo que desconhecia.
O que aprendi
Pista: Curso online de gestão de tempo
Apesar de curto, neste curso aprendi imensas estratégias que me podem ajudar a gerir melhor o meu tempo, as mais relevantes e que utilizei mais foram as seguintes:
Método ABCDE
Regra 80/20
Lei de Parkinson
Organizar as tarefas por ordem de prioridade
80% dos resultados vêm de 20% dos esforços
"O trabalho expande-se até ocupar todo o tempo disponível para a sua realização"
Pista: Voltar a treinar
Outra estratégia que adotei foi o regresso à prática de ginástica artística. Após um ano de pausa devido a uma lesão, sentia algum receio em voltar a treinar. No entanto, em fevereiro decidi inscrever-me novamente, tendo treinos três vezes por semana. Esta decisão revelou-se importante não só para o meu bem-estar físico e mental, mas também para a minha gestão de tempo, uma vez que, no passado, os treinos ajudavam-me a estruturar melhor a minha rotina semanal.
Atividades e acontecimentos acerca da gestão de tempo
Parabéns! Está quase a sair da sala! Falta só encontrar uma letra. Agora que já descobriu todas as estratégias que a Leonor adotou, está novamente na hora de saber onde as aplicou e como correu! Nas pastas abaixo estão alguns exemplos de atividades ou acontecimentos que ocorreram ao longo do ano onde a Leonor aplicou as estratégias que aprendeu! Será que resultaram? (Não se esqueça de encontrar as letras perdidas!)
Ginástica e provas
Estágio
Vídeo Neuro
MAIO 2026
Abril2026
Fevereiro 2026
ENEFt'26
Prioridades!
Maio2026
Març02026
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Estágio em pediatria
O estágio em Pediatria foi, sem dúvida, a atividade onde senti uma maior evolução enquanto pessoa, profissional e ao nível das minhas soft skills, especialmente na gestão de tempo. Durante este período, consegui aplicar estratégias como a Lei de Parkinson e o método ABCDE, organizando diariamente as minhas tarefas com base em prioridades claras. Um dos aspetos mais importantes foi ter decidido realizar o relatório de estágio antecipadamente, reconhecendo-o como uma tarefa de prioridade A. Esta decisão permitiu-me reduzir significativamente o stress nas semanas seguintes, onde já tinha outras avaliações e não precisei de me preocupar com esse trabalho. Ao longo do estágio, criei também a rotina de, após sair do estágio, ir para a biblioteca em vez de ir diretamente para casa, uma vez que reconhecia que aí teria maior tendência para procrastinar. Estudar até mais tarde permitiu-me ser mais produtiva e adiantar trabalho. O uso do “focus friend” foi igualmente uma estratégia muito importante, ajudando-me a manter a motivação e a concentração. Outro fator relevante foi o facto de ter ido viver sozinha para uma nova cidade, o que exigiu uma gestão de tempo ainda mais rigorosa, tendo de conciliar tarefas domésticas como cozinhar, limpar e lavar roupa com o estágio e o estudo. Esta experiência acabou por ser um verdadeiro teste à minha capacidade de organização. No final, sinto que foi um mês de que me orgulho bastante, pois consegui reduzir a procrastinação, aplicar as estratégias aprendidas, organizar-me de forma eficaz e entregar tudo com antecedência, sem grandes níveis de ansiedade ou stress.
Parabéns!!! Conseguiu ajudar a Leonor a melhorar as suas competências de comunicação e gestão de tempo. Agora com as letras que foi descobrindo terá a palavra que lhe permite sair desta sala. Caso não tenha apontado as letras, aqui estão elas para a ajudar! Mas que palavra formam??? Descubra e clique no botão para inserir o código e conseguir sair! Boa sorte!
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PARABÉNS! MISSÃO CONCLUÍDA
Conseguiu escapar e ajudar a Leonor nesta sua jornada para dominar a comunicação e a gestão de tempo! Como viu não foi uma caminho fácil. O que será que a Leonor tirou de todas estas estratégias, atividades, acontecimentos? Clique em "reflexão final" e descubra! Depois volte a esta página e clique em "terminar"
Reflexão final
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Portefólio - Leonor Santos
Unidade curricular: Estágio IIDocente: Professora Isabel Baleia
OBRIGADA!
Para mim este foi o vídeo mais relevante! Aprendi que:
"A audiência não consegue ler os nossos pensamentos, mesmo quando estamos nervosos, pelo que é possível transmitir confiança através de técnicas de comunicação verbal e não verbal." Foram apresentadas cinco estratégias para parecer mais confiante, mesmo quando não o estamos: 1. Aumentar a energia e falar mais alto – usar um tom de voz mais projetado que transmite segurança e presença. 2. Pausas estratégicas – fazer pequenas pausas durante o discurso torna a comunicação mais clara e impactante. 3. Postura de "super-herói" – adotar uma postura confiante que transmite segurança. 4. Praticar com intenção – treinar o discurso de forma focada melhora a fluidez e reduz a ansiedade. 5. “Frase silenciosa" – ter uma frase interna para nós que nos motive e nos deixe mais seguros, evitando ser demasiado exigente ou ter expectativas inalcançáveis.
Monitora nas férias de Natal
Outra experiência que me permitiu desenvolver skills de comunicação foi ser monitora nas colónias de férias, uma vez que tive de interagir diariamente com crianças, pais, coordenadores e outros monitores. Mais uma vez, obrigou-me a adaptar constantemente a minha linguagem e a forma como transmitia informação. Ao longo das colónias procurei aplicar algumas das estratégias trabalhadas neste portefólio, nomeadamente utilizar uma comunicação clara, projetar melhor a voz e transmitir maior confiança através da postura corporal. Uma das situações mais marcantes foi o acompanhamento de um rapaz com paralisia cerebral, o que me obrigou a simplificar a linguagem, utilizar instruções mais curtas e recorrer muito à linguagem não verbal. Considero que esta experiência contribuiu muito para o meu crescimento pessoal e profissional, reforçando a importância da adaptação, da empatia e da escuta ativa na construção de relações de confiança.
Voluntária no "Músico por um dia"
O “Músico por um Dia” foi uma atividade destinada a todas as faixas etárias, onde a escola de música abriu durante um dia para que os participantes pudessem experimentar diferentes instrumentos e atividades. Estive como voluntária ao longo de todo o dia, contactando com crianças, pais e também com a equipa de organização, o que exigiu que adaptasse constantemente a minha linguagem e forma de comunicação. Tive de responder a perguntas, algumas delas imprevisíveis, e garantir sempre uma comunicação clara, acessível e organizada, mesmo em ambientes mais dinâmicos e com maior movimento. Esta experiência reforçou a importância de saber ajustar a comunicação ao interlocutor e à situação, bem como a capacidade de manter a clareza em contextos de pressão e interação contínua. Foi, sem dúvida, mais uma experiência enriquecedora a nível pessoal e profissional, que contribuiu para o desenvolvimento das minhas competências de comunicação e interação com diferentes públicos.
Dica: primeira letra maiúscula e não se esqueça do acento!
(clicar caso não tenha conseguido descobrir o código)
Voluntariado no Hospital da Bonecada
O Hospital da Bonecada foi uma das experiências onde "pus à prova" a minha comunicação, principalmente pela necessidade constante de adaptar a linguagem a diferentes interlocutores. Ao longo da atividade interagi com crianças de várias idades, pais, colegas e membros da organização, o que exigiu uma adaptação contínua da forma como comunicava. Percebi rapidamente que uma explicação adequada para uma criança mais velha nem sempre funcionava com uma criança mais nova, sendo necessário recorrer a uma linguagem mais simples. Além da comunicação verbal, procurei também estar mais atenta à comunicação não verbal. Percebi que algumas crianças demonstra, o que me levou a adaptar a minha abordagem, utilizando uma postura mais acolhedora e expressões faciais mais positivas para criar um ambiente de confiança. Considero que esta experiência foi muito positiva e sinto que evoluí significativamente na adaptação da linguagem e da utilização da comunicação não verbal.
Apresentação oral de PRI II
Em janeiro, na UC de PRI II, tivemos que realizar uma apresentação oral. Foi uma das experiências que mais me fez refletir sobre as minhas dificuldades comunicacionais. Apesar de ter investido tempo no desenvolvimento desta competência ao longo do 1º semestre, e ter observado claras conquistas nas atividades anteriormente mencionadas, durante esta apresentação senti que voltei a adotar alguns comportamentos que já tinha identificado como problemáticos. O nervosismo levou-me a falar demasiado depressa e a perder alguma capacidade de organizar as ideias de forma clara e lógica, ficando com a sensação de que falei durante bastante tempo sem conseguir transmitir a mensagem da forma mais eficaz. Ao refletir sobre esta experiência, percebi que conhecer técnicas de comunicação não significa que as consiga aplicar automaticamente em situações de maior pressão. Embora tenha tentado controlar o nervosismo, senti dificuldade em utilizar estratégias como as pausas estratégicas e em confiar mais no que tinha preparado. Apesar de não considerar esta apresentação um dos meus melhores momentos, vejo-a como uma oportunidade importante de aprendizagem. Fez-me perceber que ainda preciso de trabalhar a gestão da ansiedade em contextos de avaliação e que a confiança é um aspeto fundamental para conseguir comunicar de forma clara e eficaz. Mais do que um insucesso, esta experiência permitiu-me identificar áreas concretas de melhoria e reforçou a importância de continuar a praticar e a expor-me a situações de apresentação oral.
"O trabalho expande-se até preencher o tempo disponível para a sua realização."
Esta é a definição exata da Lei de Parkinson que basicamente nos diz:- Se tenho um mês para fazer um trabalho, vou demorar um mês para o acabar; - Se tiver o mesmo trabalho, mas apenas uma semana, estarei mais focada, vou mais direto ao essencial e consigo terminar mais rápido.
Ou seja, se não definir um tempo para estudar um tema, vou acabar por passar horas a rever apontamentos sem necessidade. Mas se disser: “vou estudar este tema durante 1h” vou ser mais eficiente, mais focada e evitar perder tempo.
Neste vídeo aprendi que:
A comunicação não verbal está sempre presente, mesmo quando não estamos a falar, através da postura, expressões e até objetos que usamos (como roupa ou acessórios). Percebi que o corpo transmite emoções de forma automática e autêntica, muitas vezes sem controlo consciente, devido ao sistema límbico.Aprendi que não é correto interpretar a linguagem corporal como prova de mentira, porque sinais como nervosismo ou certos gestos podem significar apenas stress ou desconforto. Percebi também que a forma como nos apresentamos influencia a forma como somos percebidos, transmitindo mensagens sobre a nossa personalidade e valores.
Participar no ENEFt'26
O ENEFt foi uma atividade que, para além do desenvolvimento de competências de comunicação, exigiu também uma boa gestão de tempo da minha parte. Isto deveu-se a dois fatores principais: por um lado, a necessidade de gerir o tempo para participar no evento, o que implicou faltar a treinos e algumas aulas; por outro, a gestão do próprio tempo durante o ENEFt, de forma a conseguir organizar-me e participar nas diferentes atividades que queria realizar. Dentro deste contexto, o método ABCDE revelou-se uma ferramenta útil para priorizar tarefas e tomar decisões mais conscientes sobre a utilização do meu tempo. Foi importante para distinguir o que era mais urgente e relevante do que podia ser feito mais tarde, ajudando-me a estruturar melhor o meu dia.
Para além dos conteúdos teóricos, aprendi que:
Uma comunicação eficaz depende de uma boa estruturação do discurso e de uma organização clara das ideias (que requer também um conhecimento sólido do que se vai falar).Percebi também a importância de adaptar a linguagem ao público, de forma a tornar a mensagem mais acessível e compreensível. Além disso, observei que a comunicação não verbal, o uso de exemplos e a entoação da voz são fundamentais para captar e manter a atenção do público. São estratégias que quero aplicar nas minhas futuras avaliações orais!
Neste vídeo aprendi que:
A comunicação em contexto de saúde vai muito além da transmissão de informação clínica, sendo essencial para a criação de uma verdadeira relação terapêutica entre profissional e utente. Percebi que muitas vezes os utentes se sentem pouco ouvidos e com dificuldade em compreender a linguagem utilizada, o que pode levar a frustração e falta de envolvimento no processo de cuidados. O vídeo reforçou a importância de uma comunicação centrada na empatia, na escuta ativa e na criação de uma relação de parceria, onde ambos os intervenientes têm um papel ativo nas decisões.
Principais objetivos a atingir na comunicação
Melhorar a capacidade de expressar ideias de forma clara, estruturada e objetiva, especialmente em contextos de avaliação e em conversas um para um; Desenvolver a capacidade de ajustar a linguagem a diferentes contextos e interlocutores (colegas, professores, utentes e família), garantindo uma comunicação mais adequada e compreensível;Aumentar a confiança nas minhas competências comunicacionais, através do aumento do meu vocabulário, promovendo uma comunicação mais segura, fluida e correta;Melhorar a consciência e o controlo da comunicação não verbal, de forma a garantir que a postura, expressão facial e linguagem corporal reforcem a mensagem transmitida; Desenvolver a capacidade de reflexão antes de responder, reduzindo comportamentos impulsivos e promovendo uma comunicação mais ponderada e eficaz.
O regra 80/20 defende que uma pequena parte dos esforços pode gerar a maioria dos resultados. Ao aplicar este conceito aos meus estudos, procurei identificar os conteúdos e tarefas com maior impacto no meu desempenho académico, dando prioridade aos temas mais relevantes. Por exemplo, num teste de ME se percebo que 20% dos conteúdos (por exemplo exame subjetivo) correspondem a 80% das perguntas, faz sentido garantir que esses temas estão muito bem estudados antes de dedicar muito tempo a conteúdos mais específicos (por exemplo um teste específico que só sai uma pergunta).
Trabalho de grupo - FCNM I
O trabalho do vídeo de Neuro evidenciou novamente algumas das minhas dificuldades na gestão do tempo e do perfeccionismo. Ao longo do processo, perdi demasiado tempo em pormenores do vídeo, na tentativa de o tornar “perfeito”, o que acabou por me desviar do mais importante. Esta necessidade de controlo e de atenção excessiva a detalhes fez com que não conseguisse organizar-me de forma eficaz para estudar para o formulário de Neuro, repetindo um padrão que já identifico em mim: focar-me em aspetos menos significativos e atrasar o progresso em tarefas mais relevantes. Não utilizei a estratégia ABCDE, nem a de Parkinson, nem a regra 80/20! Foi realmente um trabalho que, apesar da excelente nota, tanto a nível de comunicação como da minha gestão de tempo falhei e voltei a ser "a Leonor de antigamente". Não obstante, esta experiência foi importante porque me ajudou a reconhecer, de forma mais clara, o impacto do perfeccionismo na minha produtividade e desempenho. Percebo que preciso de melhorar a minha capacidade de priorizar e de avançar com tarefas mesmo quando não estão “perfeitas”, para conseguir uma gestão de tempo mais eficiente e equilibrada.
Trabalho de grupo - FCNM I
O trabalho de grupo de Neurologia, no qual tivemos de gravar um vídeo sobre a aplicação de uma escala, foi uma experiência importante também ao nível do meu desenvolvimento na comunicação. Durante a realização do mesmo, senti alguma frustração perante a falta de participação de uma colega, o que fez com que eu voltasse a adotar uma postura mais impulsiva, falando antes de pensar e reagindo de forma menos apropriada do que gostaria. Reconheço que poderia ter abordado a situação de uma forma mais calma e assertiva, comunicando melhor as minhas preocupações em vez de reagir no momento. Esta experiência fez-me perceber a importância de manter o autocontrolo emocional em contextos de grupo, assim como de melhorar a forma como comunico em situações de conflito e onde estou mais frustrada. Apesar disso, o trabalho permitiu-me refletir sobre o meu comportamento e identificar lacunas que posso melhorar no futuro, nomeadamente a gestão da frustração e a comunicação mais assertiva, mas sem faltar ao respeito. No geral, foi uma experiência construtiva, pois ajudou-me a reconhecer pontos de melhoria importantes, nomeadamente na forma como reajo sob stress.
Top secret
Se está a ler esta mensagem, significa que entrou numa sala da qual não será possível sair sem resolver alguns desafios. Pista 1: A Leonor precisa da sua ajuda! Ao longo do seu percurso académico, apercebeu-se de que existem competências fundamentais que ainda não domina totalmente e que são essenciais para se tornar uma boa fisioterapeuta. Mas para a ajudar, primeiro tem de saber quais são as soft skills que a Leonor pretende desenvolver e porquê! Boa sorte!!
Principais objetivos a atingir na gestão de tempo
Planear e estruturar o meu tempo de forma mais realista, ajustando expectativas à carga de trabalho e às minhas capacidades; Melhorar a organização semanal, conseguindo equilibrar de forma mais eficaz o estudo de diferentes unidades curriculares com a prática de atividade física e compromissos pessoais; Desenvolver estratégias que me permitam iniciar tarefas de forma mais imediata, reduzindo comportamentos de procrastinação, nomeadamente no perído da tarde e noite;Antecipar o estudo das matérias, priorizando tarefas mais exigentes ou com maior peso e reduzindo o stress; Melhorar a capacidade de concentração durante períodos de estudo, reduzindo distrações e aumentando a produtividade; Desenvolver uma postura mais flexível e construtiva perante o erro, evitando a autocrítica excessiva.
Saber dizer que não!
Uma das dificuldades que já tinha identificado em mim, e que também impacta a minha gestão de tempo, é a dificuldade em dizer “não” e a tendência para querer ajudar sempre os outros, por vezes em detrimento das minhas próprias tarefas e prioridades. Apesar de reconhecer que ainda tenho este aspeto para trabalhar, já consigo observar pequenas evoluções, nomeadamente em situações em que consigo, ainda que com dificuldade, estabelecer limites e dizer que naquele momento não posso ajudar. Continuo a ajudar sempre que possível, mas já não deixo que isso comprometa totalmente a minha organização. Um exemplo disso foi quando uma amiga me pediu ajuda para rever o trabalho e ajudar nas referências. Apesar de eu querer ajudar, estava focada em entregar o meu próprio trabalho e, mesmo perante alguma insistência, consegui dizer que não naquele momento e que a ajudaria mais tarde. Embora isto possa parecer algo simples, para mim representa um pequeno grande passo. Sinto que estou a evoluir na capacidade de impor limites de forma assertiva, sem deixar de estar disponível para os outros, e acredito que este equilíbrio será fundamental para melhorar a minha gestão de tempo e o meu bem-estar.
Voltar aos treinos e provas
O regresso aos treinos e às provas de corridas foram atividades muito importantes não só a nível pessoal, mas também no desenvolvimento da minha gestão de tempo. Conciliar a faculdade, compromissos pessoais e os treinos revelou-se inicialmente desafiante, exigindo alguma adaptação da minha organização diária. Ao início senti alguma dificuldade em equilibrar tudo, no entanto, com o tempo percebi que esta rotina acabou por me ajudar significativamente a combater a procrastinação. O facto de ter horários fixos para treinar ou ir correr fez com que tivesse de organizar melhor o meu estudo e aproveitar de forma mais eficaz o tempo disponível. Assim, considero que o que mais contribuiu para a melhoria da minha gestão de tempo foi precisamente ter voltado aos treinos, uma vez que me obrigou a ser mais disciplinada e a cumprir tarefas dentro de janelas horárias específicas, evitando adiar o estudo e aumentando a minha produtividade.
Principais dificuldades na comunicação
Dificuldade em organizar e estruturar o meu discurso de forma clara e lógica no momento da interação, especialmente em situações de maior pressão;Dificuldade em adaptar a linguagem ao interlocutor (sejam colegas, professores, utentes, família..), utilizando por vezes termos demasiado técnicos ou, pelo contrário, explicações pouco estruturadas; Falta de confiança nas minhas competências comunicacionais, nomeadamente a nível profissional/académico, em avaliações orais e num diálogo um para um; Dificuldade em gerir a comunicação não verbal de forma consistente, nomeadamente no controlo da expressão facial , o que pode não reforçar adequadamente a mensagem que estou a transmitir; Tendência para, por vezes, reajir de forma impulsiva e falar antes de refletir sobre as consequências das minhas palavras;
O método ABCDE consiste em classificar as tarefas de acordo com a sua prioridade, atribuindo-lhes uma letra:
Prova oral de controlo motor
A prova oral de controlo motor foi uma experiência muito positiva, na qual consegui voltar a aplicar estratégias que aprendi. Na altura, gravei vários vídeos a responder às perguntas que tínhamos acesso previamente, o que considero ter sido a chave para o meu ótimo desempenho na avaliação. Não só me senti mais preparada, como também mais confiante.Apesar da ansiedade, consegui assumir uma postura confiante, falei com boa entoação, fiz pausas, sorri e, acima de tudo, consegui explicar a matéria seguindo um raciocínio lógico. Recebi um ótimo feedback das professoras, que referiram que expliquei tudo muito bem e que tinham compreendido claramente o que estava a transmitir. Foi, sem dúvida, uma experiência exigente e stressante devido ao contexto avaliativo, mas que me permitiu perceber que tenho capacidade para comunicar bem, mesmo em momentos de maior pressão e em situações de interação individual. Senti mesmo que foi uma experiência muito positiva e motivadora, que me incentivou a continuar a usar esta estratégia de gravar a explicar os conteúdos, em vez de decorar respostas, pois é algo que melhora claramente o meu desempenho na componente oral.
Principais dificuldades na gestão de tempo
Tendência para procrastinar, adiando tarefas e aumentando o stress e a ansiedade; Dificuldade em manter o foco durante períodos prolongados de estudo, especialmente devido a distrações (ex.: redes sociais); Dificuldade em estimar corretamente o tempo necessário para realizar tarefas, levando a planeamentos irrealistas;Dificuldade em conciliar múltiplas responsabilidades (testes, trabalhos, vida pessoal...);Tendência para não conseguir dizer “não” e querer ajudar toda a gente, o que faz com que, muitas vezes, prejudique o meu próprio tempo e a minha organização pessoal;Tendência para focar em tarefas menos importantes ou em melhorar tarefas já feitas, acabando por perder tempo desnecessariamente;Tendência para o perfeccionismo o que me leva a adiar tarefas quando sinto que não as consigo fazer “perfeitas”.