Respostas sociais e educativas para crianças e jovens
Curso: Técnico de Ação Educativa UFCD: 9634 Carga Horária: 25 Horas Formador: A. Aires Barros
Início
Índice
• Respostas sociais e educativas para crianças e jovens
• A criança e o jovem no contexto
• Adaptação da criança e do jovem aos vários contextos
• Os profissionais
• A separação da família
• Os cuidadores formais e informais
Seguinte
apresentação
O meu nome é Joana Santos e cabe me a mim apresentar este novo módulo. Venham dai e vamos aprender, sobre crianças e jovens! Agora vou comer este bolinho (nham, nham, nham)
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RESPOSTAS SOCIAIS E EDUCATIVAS
Apoio às famílias no cuidado das crianças e jovens; Destinadas, em regra, a partir dos 3 meses de idade; Promovem o desenvolvimento pessoal, social e educativo da criança;
Proporcionam ambiente seguro, estimulante e adequado ao desenvolvimento; Integram diferentes serviços e equipamentos sociais (ex.: creche, ama, pré-escolar, ATL);
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(SS. 2024)
Vídeo
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Sete tipos de respostas
Intervenção precoce na infância; Ama; Creche familiar; Creche; Estabelecimento de educação pré-escolar; Centro de atividades de tempos livres (ATL); Centro de férias e lazer;
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(SS. 2024)
CONDIÇÕES DE ACESSO
Proximidade dos equipamentos e serviços à área de residência da família; Existência de vagas disponíveis nas instituições; Capacidade das respostas sociais do setor da Segurança Social para acolher a criança ou o jovem;
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(SS. 2024)
Intervenção Precoce na Infância
Apoio dirigido a crianças com alterações nas funções ou estruturas do corpo; Destina-se a crianças com limitações no desenvolvimento pessoal e social; Inclui crianças com risco grave de atraso no desenvolvimento; Procura promover a participação nas atividades adequadas à idade e Envolve apoio à criança e à família;
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(SS. 2024)
Objetivos da (IPI)
Garantir os direitos da criança e promover o desenvolvimento das suas capacidades; Detetar e sinalizar precocemente crianças com alterações ou risco de atraso no desenvolvimento; Intervir de forma adequada às necessidades da criança e do contexto familiar; Prevenir ou reduzir atrasos no desenvolvimento através de acompanhamento especializado;
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(SS. 2024)
Objetivos da (IPI)
Apoiar as famílias no acesso a serviços da segurança social, saúde e educação; Promover o envolvimento da comunidade através de redes de apoio social;
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(SS. 2024)
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AMA
Resposta social destinada ao cuidado de crianças; Realizada na residência da ama; Destinada a crianças até aos 3 anos, ou até à entrada no pré-escolar; O cuidado ocorre durante o período de trabalho ou impedimento dos pais; Visa apoiar as famílias na conciliação entre vida familiar e profissional;
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(SS. 2024)
objetivos
Proporcionar um ambiente seguro e familiar à criança; Garantir condições adequadas ao desenvolvimento integral em segurança física e afetiva; Assegurar cuidados ajustados às necessidades e bem-estar da criança; Facilitar a conciliação entre a vida familiar e profissional da família;
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(SS. 2024)
VÍDEO
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CRECHE FAMILIAR
Resposta social baseada na atividade de ama integrada numa instituição de enquadramento; Destinada ao cuidado de crianças até aos 3 anos, ou até à entrada no pré-escolar; O cuidado ocorre durante o período de trabalho ou impedimento dos pais; Visa apoiar as famílias na conciliação da vida familiar e profissional Funciona sob supervisão e acompanhamento de uma instituição
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(SS. 2024)
objetivos
Proporcionar ambiente familiar, seguro e com intencionalidade pedagógica; Garantir atendimento individualizado, de acordo com as necessidades de cada criança; Promover condições adequadas ao desenvolvimento integral da criança, com segurança física e afetiva; Colaborar com a família no processo educativo e de cuidado; Facilitar a conciliação entre a vida familiar e profissional do agregado familiar;
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(SS. 2024)
VÍDEO
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CRECHE
Resposta social de natureza socioeducativa; Destinada a crianças até aos 3 anos de idade; Funciona durante o período de trabalho ou impedimento dos pais ou responsáveis; Proporciona cuidados, educação e desenvolvimento adequado à idade; Apoia a conciliação entre a vida familiar e profissional;
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(SS. 2024)
objetivos
Promover o bem-estar e desenvolvimento integral das crianças, com atendimento individualizado; Garantir clima de segurança física e afetiva; Colaborar com a família na partilha de cuidados e responsabilidades; Detetar precocemente inadaptações ou défices e assegurar encaminhamento adequado;
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(SS. 2024)
VÍDEO
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Estabelecimento de educação pré-escolar
Resposta social dirigida a crianças dos 3 anos até à entrada no ensino básico; Visa a promover o desenvolvimento global da criança; Inclui atividades educativas e apoio às famílias;
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(SS. 2024)
OBJETIVOS
Desenvolvimento integral; Igualdade de oportunidades; Estimulação cognitiva; Deteção precoce; Relação com a família e comunidade; Apoio às famílias;
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(SS. 2024)
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Centro de atividades de tempos livreS
Resposta social dirigida a crianças e jovens a partir dos 6 anos; Funciona nos tempos livres das atividades escolares: Desenvolve-se através de diferentes modalidades: Acompanhamento/inserção; Atividades específicas; Multiactividades;
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(SS. 2024)
objetivos
Desenvolvimento pessoal; Socialização; Articulação institucional; Animação sociocultural; Qualidade de vida; Inclusão social;
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(SS. 2024)
vídeo
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OUTRAS RESPOSTAS- ESPECÍFICAS À DEFICIÊNCIA
✔️ Intervenção Precoce: Destinada a crianças até aos 6 anos (especial enfoque dos 0 aos 3 anos); Dirigida a crianças com deficiência ou risco de atraso no desenvolvimento; Intervenção centrada na criança e na família; ✔️ Lar de Apoio: 06/16 (18); ✔️ Transporte de Pessoas com Deficiência;
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(SS. 2024)
Vídeo
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respostas - crianças e jovens em situação de perigo:
Resposta social dirigida a crianças e jovens a partir dos 6 anos; Funciona nos tempos livres das atividades escolares: Desenvolve-se através de diferentes modalidades: Acompanhamento/inserção; Atividades específicas; Multiactividades;
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(SS. 2024)
respostas - crianças e jovens em situação de perigo:
Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental; Centro de Acolhimento Temporário; Lar de Infância e Juventude; Apartamento de autonomização;
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(SS. 2024)
A CRIANÇA E O JOVEM NO CONTEXTO
É fundamental que a criança e o jovem adquiram rotinas saudáveis ao nível do sono, da alimentação, da atividade física e do convívio familiar, uma vez que estas contribuem para o seu equilíbrio físico e emocional; A organização do quotidiano deve, por isso, contemplar momentos estruturados, mas também períodos de descanso e de lazer;
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(SS. 2024)
A CRIANÇA E O JOVEM NO CONTEXTO
O tempo livre assume um papel essencial neste processo, sendo entendido como um espaço não condicionado por obrigações escolares ou tarefas previamente definidas. Trata-se de um tempo que deve ser vivido de forma espontânea, permitindo à criança usufruir de liberdade para brincar, explorar ;
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(SS. 2024)
separação
A literatura defende como um acontecimento que pode gerar mal-estar psicológico no seio familiar; Implica mudanças significativas e processos de adaptação tanto para os adultos como para as crianças; Quando os adultos demonstram capacidade de ajustamento, os efeitos negativos na adaptação da criança tendem a ser maioritariamente transitórios;
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(APA, 2022)
separação
O impacto do divórcio na criança depende de diversos fatores: Temperamento; Idade; Existência de psicopatologia parental, nomeadamente a existência de uma depressão e a qualidade da relação coparental; Nível da intensidade e frequência do conflito interparental antes e após a separação
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(APA, 2022)
separação
os pais que conseguem estabelecer acordos adequados relativamente à guarda: Conseguem manter práticas parentais consistentes e reduzir os níveis de conflito, sobretudo na presença da criança, contribuem significativamente para atenuar os impactos negativos da separação
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(APA, 2022)
separação
Elevado conflito parental tendem a aumentar o risco de dificuldades de ajustamento; Manifestam-se através de stress, insegurança, tristeza e comportamentos de oposição ou agressividade;
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(APA, 2022)
Alienação parental
Fenómeno que acontece quando um dos pais ou outro influencia psicologicamente a criança ou o jovem a rejeitar o outro progenitor; A criança é colocada no meio de um conflito existente entre os adultos; Manipulação emocional, em que a criança sente medo, a rejeição, a raiva em relação ao outro progenitor;
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(Silva, J. J., & Cavalcante, L. G. S. 2024)
Consequências psicológicas
As consequencias psicológicas variam da criança para o jovem, contudo a forma como elas se manifestam, podem não ser todas da mesma maneira; Em relação à criança, a alienação parental, pode ter impactos profundos no desenvolvimento emocional, social e psicológico;
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(Silva, J. J., & Cavalcante, L. G. S. 2024)
Consequências psicológicas- criança
Medo; ansiedade; baixa autoestima; confusão emocional (Não saber em quem confiar); Sentimentos de culpa (pode achar que esta a “trair” um dos pais; Podem também evidenciar dificuldades de vinculação afetiva e problemas de comportamento, tal como agressividade e ainda isolamento;
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(Silva, J. J., & Cavalcante, L. G. S. 2024)
Consequências psicológicas- Jovem
Especialmente com jovens, nos casos mais graves, os efeitos podem prolongar-se até à idade adulta e assim vir a afetar relações amorosas e familiares;
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(Silva, J. J., & Cavalcante, L. G. S. 2024)
Consequências psicológicas- Jovem
Existência de uma depressão e tristeza persistente; Dificuldades nas relações interpessoais; Problemas de identidade; Desconfiança nas relações futuras; Possível rejeição prolongada de um dos pais; Maior risco de comportamentos de risco;
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(APA, 2020)
ESTATUTO VÍTIMA
É um conjunto de direitos legais atribuído a quem sofre um crime, sobretudo violência doméstica; Está previsto na Lei n.º 112/2009 e no Estatuto da Vítima (Lei n.º 130/2015); É atribuído automaticamente após denúncia, desde que não haja indícios de que é falsa; A vítima recebe um documento oficial com os seus direitos e deveres;
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(AR, 2015)
PRINCIPAIS DIREITOS
Direito à proteção (segurança, afastamento do agressor, medidas de coação);; Direito à informação (sobre o processo e os seus direitos); Direito a apoio psicológico, social e jurídico; Direito a participar no processo penal; Direito à dignidade e respeito em todas as fases;
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(AR, 2015)
PRINCIPAIS DIREITOS
Crianças, jovens ou pessoas com fragilidade são consideradas vítimas especialmente vulneráveis; Têm proteção reforçada, como: Evitar contacto com o agressor; Depoimentos protegidos; Acompanhamento por adultos ou técnicos;
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(AR, 2015)
Implicações na vida do progenitor (vítima)
Proteção legal imediata; Alterações na vida familiar; Apoio institucional; Responsabilidade parental;
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(AR, 2015)
Implicações na vida dos filhos (crianças e jovens)
Proteção prioritária; Reconhecimento como vítimas indiretas; Impacto emocional e psicológico; Direitos no processo;
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(AR, 2015)
Implicações globais
Reorganização das relações familiares; Maior intervenção de instituições (tribunal, CPCJ, segurança social); Foco na proteção da criança e do jovem;
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(AR, 2015)
TEMPO LIVRE DA CRIANÇA
Período em que a criança pode brincar, explorar e descansar livremente, sem atividades dirigidas; Fundamental para o desenvolvimento global: cognitivo, emocional, social e motor Conhecer o mundo através da experiência; Expressar emoções e pensamentos; Desenvolver criatividade e imaginação;
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(Bulhões, P. C., & Condessa, I. C. 2019)
papel dos pais
Garantir tempo e espaço para o brincar livre; Evitar sobrecarregar a criança com atividades estruturadas; Proporcionar segurança emocional e física; Valorizar o brincar como algo importante (e não “perda de tempo”);
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(Bulhões, P. C., & Condessa, I. C. 2019)
papel dos educadores
Criar ambientes que promovam: Liberdade; Criatividade e Interação entre pares; Respeitar o ritmo e os interesses da criança; Utilizar o brincar como estratégia pedagógica; Atuar como mediadores, não como controladores; O educador apoia e orienta, mas permite a autonomia;
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(Bulhões, P. C., & Condessa, I. C. 2019)
beneficios
Desenvolvimento da autonomia e autoconfiança; Estímulo da criatividade e imaginação; Desenvolvimento de competências sociais (partilha, empatia); Maior autocontrolo e pensamento crítico; Aprendizagem mais significativa e natural;
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(Bulhões, P. C., & Condessa, I. C. 2019)
desvantagens
Redução da criatividade (tudo é orientado por adultos); Aumento de stress e cansaço; Dependência constante de orientação externa; Diminuição do prazer em aprender e brincar; Falta de tempo para processar emoções e experiências; Excesso de atividades estruturadas pode limitar o desenvolvimento saudável;
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(Bulhões, P. C., & Condessa, I. C. 2019)
As respostas sociais são processadas por profissionais, para o bem das crianças. Vamos conhecer agora, alguns desses profissionais. Uma reportagem da Tânia Azevedo, CACE Tv
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Profissionais - psicologos
Especializados em Psicologia, a ciência que estuda o comportamento humano e os processos mentais (pensamentos, emoções, perceções); Têm formação científica que lhes permite compreender, explicar e intervir no comportamento das pessoas; Trabalham a depressão, ansiedade e realizam terapias;
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(APA, 2020)
psicologos - Objetivos
Promover o bem-estar psicológico; Melhorar a qualidade de vida; Apoiar o desenvolvimento pessoal e social; Ajudar na resolução de problemas e tomada de decisões;
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(APA, 2020)
Animador sociocultural
Organiza, coordena e dinamiza atividades socioculturais; Intervém junto de grupos e comunidades; Atua em contextos: Públicos (autarquias, escolas) e ainda privados e sociais (IPSS, associações)
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(Ribeiro, R. A. A. 2019)
atividades desenvolvidas
Ateliers educativos e criativos; Visitas culturais (museus, exposições); Atividades desportivas e recreativas; Eventos culturais (debates, conferências); Projetos como jornais ou iniciativas comunitárias;
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(Ribeiro, R. A. A. 2019)
Assistente Social
Atua na resolução de problemas sociais; Apoia indivíduos, grupos e comunidades em situações de: Dificuldades sociais; Problemas físicos ou psicológicos; Promove a adaptação e readaptação social;
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(Psicopedagogia. 2026)
Colaboração instituicional
Trabalha com entidades administrativas e organizações; Promove a humanização dos serviços e estruturas sociais; Contribui para uma sociedade mais justa e inclusiva;
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(Psicopedagogia. 2026)
terapeuta ocupacional
Promover a reabilitação física e mental; Aumentar a autonomia e independência nas atividades diárias; Melhorar a funcionalidade em áreas como: Aprendizagem; Trabalho; Vida social e Vida doméstica;
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(World Federation of Occupational Therapists, 2022)
terapeuta ocupacional - objetivos
Elabora programas de reabilitação personalizados; Seleciona atividades adequadas a cada caso; Transforma atividades em exercícios terapêuticos;
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(World Federation of Occupational Therapists, 2022)
Fisioterapeuta
Promover a recuperação das capacidades físicas; Manter ou melhorar a funcionalidade; Prevenir incapacidades e limitações futuras;
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(World Physiotherapy, 2023)
Campo de intervenção
Ortopedia; Reabilitação respiratória; Neurologia; Reumatologia;
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(World Physiotherapy, 2023)
Uma belíssima reportagem da minha colega Tânia. Agora, vamos passar a profissionais que podem não ser credenciados mas que executam tarefas importantes para responder às necessidades das crianças e jovens. Venham dai. Corina para a CACE TV
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Ajudante familiar
Presta cuidados no domicílio; Apoia: Pessoas com incapacidade física ou mental e Pessoas idosas; Tem ação indireta com as crianças proporcionando um ambiente equilibrado;
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(Instituto da Segurança Social, 2023)
Ajudantes de ação direta
Presta cuidados diretos aos utentes (idosos ou dependentes); Atua sob orientação de profissionais responsáveis (enfermeiros, técnicos); Auxilia o enfermeiro (quando tem formação específica);
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(IEFP, 2022)
Outros profissionais
Garantem o funcionamento global da instituição; Apoiam o trabalho da equipa técnica especializada; Contribuem para a organização, segurança e qualidade dos serviços; Diretor; Quadros superiores; Empregado de limpeza; Motorista; Rececionista;
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(ISS, 2023)
População alvo
Crianças e jovens; Idosos; Famílias e comunidade; População adulta; Pessoas com deficiência;
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(ISS, 2024)
Obrigado!
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Bibliografia
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Bibliografia
American Psychological Association (2022). Children and Divorce. Disponível em: https://www.apa.org Joan B. Kelly & Robert E. Emery (2023). Children’s Adjustment Following Divorce: Risk and Resilience Perspectives. Journal of Family Psychology. American Psychological Association. (2020). What do psychologists do? Disponível em: https://www.apa.org Assembleia da República (2015), com alterações até 2023). Lei n.º 130/2015, de 4 de setembro – Estatuto da Vítima. Diário da República, 1.ª série, n.º 173. Disponível em: https://dre.pt Bulhões, P. C., & Condessa, I. C. (2019). O impacto do brincar/jogar em atividades de tempos livres no envolvimento, satisfação e interação de crianças e jovens. Revista INFAD de Psicologia. Instituto da Segurança Social (2024). Respostas sociais e equipamentos sociais em Portugal: guia prático para profissionais. Lisboa: Segurança Social. Disponível em: https://www.seg-social.pt Instituto da Segurança Social. (2024). Respostas sociais para crianças e jovens em situação de perigo. Lisboa: Segurança Social. Disponível em: https://www.seg-social.pt Instituto da Segurança Social. (2024). Respostas sociais para pessoas com deficiência. Lisboa: Segurança Social. Disponível em: https://www.seg-social.pt Instituto do Emprego e Formação Profissional, I. P. (IEFP). (2022). Ficha de caracterização profissional: Auxiliar/Ajudante de ação direta. IEFP. https://www.iefp.pt Kandola, A. (2020). Psychologists: What they do, types, how they can help. Medical News Today. Psicopedagogia. (2026, janeiro 8). Assistente social: O que é. Psicopedagogia. Silva, J. J., & Cavalcante, L. G. S. (2024). A alienação parental e os prejuízos psicológicos à criança e ao adolescente: uma revisão de bibliografia. Revista Ciência na Prática. UNICEF (2023). O direito ao brincar e ao tempo livre na infância. Disponível em: https://www.unicef.org
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Bibliografia
World Federation of Occupational Therapists. (2022). About occupational therapy. WFOT. https://wfot.org/about/about-occupational-therapy
World Physiotherapy. (2023). Policy statements and professional standards in physiotherapy practice. World Physiotherapy. https://www.world.physio/policy
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Respostas sociais e educativas
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Respostas sociais e educativas para crianças e jovens
Curso: Técnico de Ação Educativa UFCD: 9634 Carga Horária: 25 Horas Formador: A. Aires Barros
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Índice
• Respostas sociais e educativas para crianças e jovens
• A criança e o jovem no contexto
• Adaptação da criança e do jovem aos vários contextos
• Os profissionais
• A separação da família
• Os cuidadores formais e informais
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apresentação
O meu nome é Joana Santos e cabe me a mim apresentar este novo módulo. Venham dai e vamos aprender, sobre crianças e jovens! Agora vou comer este bolinho (nham, nham, nham)
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RESPOSTAS SOCIAIS E EDUCATIVAS
Apoio às famílias no cuidado das crianças e jovens; Destinadas, em regra, a partir dos 3 meses de idade; Promovem o desenvolvimento pessoal, social e educativo da criança;
Proporcionam ambiente seguro, estimulante e adequado ao desenvolvimento; Integram diferentes serviços e equipamentos sociais (ex.: creche, ama, pré-escolar, ATL);
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(SS. 2024)
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Sete tipos de respostas
Intervenção precoce na infância; Ama; Creche familiar; Creche; Estabelecimento de educação pré-escolar; Centro de atividades de tempos livres (ATL); Centro de férias e lazer;
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(SS. 2024)
CONDIÇÕES DE ACESSO
Proximidade dos equipamentos e serviços à área de residência da família; Existência de vagas disponíveis nas instituições; Capacidade das respostas sociais do setor da Segurança Social para acolher a criança ou o jovem;
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(SS. 2024)
Intervenção Precoce na Infância
Apoio dirigido a crianças com alterações nas funções ou estruturas do corpo; Destina-se a crianças com limitações no desenvolvimento pessoal e social; Inclui crianças com risco grave de atraso no desenvolvimento; Procura promover a participação nas atividades adequadas à idade e Envolve apoio à criança e à família;
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(SS. 2024)
Objetivos da (IPI)
Garantir os direitos da criança e promover o desenvolvimento das suas capacidades; Detetar e sinalizar precocemente crianças com alterações ou risco de atraso no desenvolvimento; Intervir de forma adequada às necessidades da criança e do contexto familiar; Prevenir ou reduzir atrasos no desenvolvimento através de acompanhamento especializado;
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(SS. 2024)
Objetivos da (IPI)
Apoiar as famílias no acesso a serviços da segurança social, saúde e educação; Promover o envolvimento da comunidade através de redes de apoio social;
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(SS. 2024)
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AMA
Resposta social destinada ao cuidado de crianças; Realizada na residência da ama; Destinada a crianças até aos 3 anos, ou até à entrada no pré-escolar; O cuidado ocorre durante o período de trabalho ou impedimento dos pais; Visa apoiar as famílias na conciliação entre vida familiar e profissional;
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(SS. 2024)
objetivos
Proporcionar um ambiente seguro e familiar à criança; Garantir condições adequadas ao desenvolvimento integral em segurança física e afetiva; Assegurar cuidados ajustados às necessidades e bem-estar da criança; Facilitar a conciliação entre a vida familiar e profissional da família;
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(SS. 2024)
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CRECHE FAMILIAR
Resposta social baseada na atividade de ama integrada numa instituição de enquadramento; Destinada ao cuidado de crianças até aos 3 anos, ou até à entrada no pré-escolar; O cuidado ocorre durante o período de trabalho ou impedimento dos pais; Visa apoiar as famílias na conciliação da vida familiar e profissional Funciona sob supervisão e acompanhamento de uma instituição
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(SS. 2024)
objetivos
Proporcionar ambiente familiar, seguro e com intencionalidade pedagógica; Garantir atendimento individualizado, de acordo com as necessidades de cada criança; Promover condições adequadas ao desenvolvimento integral da criança, com segurança física e afetiva; Colaborar com a família no processo educativo e de cuidado; Facilitar a conciliação entre a vida familiar e profissional do agregado familiar;
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(SS. 2024)
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CRECHE
Resposta social de natureza socioeducativa; Destinada a crianças até aos 3 anos de idade; Funciona durante o período de trabalho ou impedimento dos pais ou responsáveis; Proporciona cuidados, educação e desenvolvimento adequado à idade; Apoia a conciliação entre a vida familiar e profissional;
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(SS. 2024)
objetivos
Promover o bem-estar e desenvolvimento integral das crianças, com atendimento individualizado; Garantir clima de segurança física e afetiva; Colaborar com a família na partilha de cuidados e responsabilidades; Detetar precocemente inadaptações ou défices e assegurar encaminhamento adequado;
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Estabelecimento de educação pré-escolar
Resposta social dirigida a crianças dos 3 anos até à entrada no ensino básico; Visa a promover o desenvolvimento global da criança; Inclui atividades educativas e apoio às famílias;
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OBJETIVOS
Desenvolvimento integral; Igualdade de oportunidades; Estimulação cognitiva; Deteção precoce; Relação com a família e comunidade; Apoio às famílias;
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Centro de atividades de tempos livreS
Resposta social dirigida a crianças e jovens a partir dos 6 anos; Funciona nos tempos livres das atividades escolares: Desenvolve-se através de diferentes modalidades: Acompanhamento/inserção; Atividades específicas; Multiactividades;
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(SS. 2024)
objetivos
Desenvolvimento pessoal; Socialização; Articulação institucional; Animação sociocultural; Qualidade de vida; Inclusão social;
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OUTRAS RESPOSTAS- ESPECÍFICAS À DEFICIÊNCIA
✔️ Intervenção Precoce: Destinada a crianças até aos 6 anos (especial enfoque dos 0 aos 3 anos); Dirigida a crianças com deficiência ou risco de atraso no desenvolvimento; Intervenção centrada na criança e na família; ✔️ Lar de Apoio: 06/16 (18); ✔️ Transporte de Pessoas com Deficiência;
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(SS. 2024)
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Seguinte
respostas - crianças e jovens em situação de perigo:
Resposta social dirigida a crianças e jovens a partir dos 6 anos; Funciona nos tempos livres das atividades escolares: Desenvolve-se através de diferentes modalidades: Acompanhamento/inserção; Atividades específicas; Multiactividades;
Seguinte
(SS. 2024)
respostas - crianças e jovens em situação de perigo:
Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental; Centro de Acolhimento Temporário; Lar de Infância e Juventude; Apartamento de autonomização;
Seguinte
(SS. 2024)
A CRIANÇA E O JOVEM NO CONTEXTO
É fundamental que a criança e o jovem adquiram rotinas saudáveis ao nível do sono, da alimentação, da atividade física e do convívio familiar, uma vez que estas contribuem para o seu equilíbrio físico e emocional; A organização do quotidiano deve, por isso, contemplar momentos estruturados, mas também períodos de descanso e de lazer;
Seguinte
(SS. 2024)
A CRIANÇA E O JOVEM NO CONTEXTO
O tempo livre assume um papel essencial neste processo, sendo entendido como um espaço não condicionado por obrigações escolares ou tarefas previamente definidas. Trata-se de um tempo que deve ser vivido de forma espontânea, permitindo à criança usufruir de liberdade para brincar, explorar ;
Seguinte
(SS. 2024)
separação
A literatura defende como um acontecimento que pode gerar mal-estar psicológico no seio familiar; Implica mudanças significativas e processos de adaptação tanto para os adultos como para as crianças; Quando os adultos demonstram capacidade de ajustamento, os efeitos negativos na adaptação da criança tendem a ser maioritariamente transitórios;
Seguinte
(APA, 2022)
separação
O impacto do divórcio na criança depende de diversos fatores: Temperamento; Idade; Existência de psicopatologia parental, nomeadamente a existência de uma depressão e a qualidade da relação coparental; Nível da intensidade e frequência do conflito interparental antes e após a separação
Seguinte
(APA, 2022)
separação
os pais que conseguem estabelecer acordos adequados relativamente à guarda: Conseguem manter práticas parentais consistentes e reduzir os níveis de conflito, sobretudo na presença da criança, contribuem significativamente para atenuar os impactos negativos da separação
Seguinte
(APA, 2022)
separação
Elevado conflito parental tendem a aumentar o risco de dificuldades de ajustamento; Manifestam-se através de stress, insegurança, tristeza e comportamentos de oposição ou agressividade;
Seguinte
(APA, 2022)
Alienação parental
Fenómeno que acontece quando um dos pais ou outro influencia psicologicamente a criança ou o jovem a rejeitar o outro progenitor; A criança é colocada no meio de um conflito existente entre os adultos; Manipulação emocional, em que a criança sente medo, a rejeição, a raiva em relação ao outro progenitor;
Seguinte
(Silva, J. J., & Cavalcante, L. G. S. 2024)
Consequências psicológicas
As consequencias psicológicas variam da criança para o jovem, contudo a forma como elas se manifestam, podem não ser todas da mesma maneira; Em relação à criança, a alienação parental, pode ter impactos profundos no desenvolvimento emocional, social e psicológico;
Seguinte
(Silva, J. J., & Cavalcante, L. G. S. 2024)
Consequências psicológicas- criança
Medo; ansiedade; baixa autoestima; confusão emocional (Não saber em quem confiar); Sentimentos de culpa (pode achar que esta a “trair” um dos pais; Podem também evidenciar dificuldades de vinculação afetiva e problemas de comportamento, tal como agressividade e ainda isolamento;
Seguinte
(Silva, J. J., & Cavalcante, L. G. S. 2024)
Consequências psicológicas- Jovem
Especialmente com jovens, nos casos mais graves, os efeitos podem prolongar-se até à idade adulta e assim vir a afetar relações amorosas e familiares;
Seguinte
(Silva, J. J., & Cavalcante, L. G. S. 2024)
Consequências psicológicas- Jovem
Existência de uma depressão e tristeza persistente; Dificuldades nas relações interpessoais; Problemas de identidade; Desconfiança nas relações futuras; Possível rejeição prolongada de um dos pais; Maior risco de comportamentos de risco;
Seguinte
(APA, 2020)
ESTATUTO VÍTIMA
É um conjunto de direitos legais atribuído a quem sofre um crime, sobretudo violência doméstica; Está previsto na Lei n.º 112/2009 e no Estatuto da Vítima (Lei n.º 130/2015); É atribuído automaticamente após denúncia, desde que não haja indícios de que é falsa; A vítima recebe um documento oficial com os seus direitos e deveres;
Seguinte
(AR, 2015)
PRINCIPAIS DIREITOS
Direito à proteção (segurança, afastamento do agressor, medidas de coação);; Direito à informação (sobre o processo e os seus direitos); Direito a apoio psicológico, social e jurídico; Direito a participar no processo penal; Direito à dignidade e respeito em todas as fases;
Seguinte
(AR, 2015)
PRINCIPAIS DIREITOS
Crianças, jovens ou pessoas com fragilidade são consideradas vítimas especialmente vulneráveis; Têm proteção reforçada, como: Evitar contacto com o agressor; Depoimentos protegidos; Acompanhamento por adultos ou técnicos;
Seguinte
(AR, 2015)
Implicações na vida do progenitor (vítima)
Proteção legal imediata; Alterações na vida familiar; Apoio institucional; Responsabilidade parental;
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(AR, 2015)
Implicações na vida dos filhos (crianças e jovens)
Proteção prioritária; Reconhecimento como vítimas indiretas; Impacto emocional e psicológico; Direitos no processo;
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(AR, 2015)
Implicações globais
Reorganização das relações familiares; Maior intervenção de instituições (tribunal, CPCJ, segurança social); Foco na proteção da criança e do jovem;
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(AR, 2015)
TEMPO LIVRE DA CRIANÇA
Período em que a criança pode brincar, explorar e descansar livremente, sem atividades dirigidas; Fundamental para o desenvolvimento global: cognitivo, emocional, social e motor Conhecer o mundo através da experiência; Expressar emoções e pensamentos; Desenvolver criatividade e imaginação;
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(Bulhões, P. C., & Condessa, I. C. 2019)
papel dos pais
Garantir tempo e espaço para o brincar livre; Evitar sobrecarregar a criança com atividades estruturadas; Proporcionar segurança emocional e física; Valorizar o brincar como algo importante (e não “perda de tempo”);
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(Bulhões, P. C., & Condessa, I. C. 2019)
papel dos educadores
Criar ambientes que promovam: Liberdade; Criatividade e Interação entre pares; Respeitar o ritmo e os interesses da criança; Utilizar o brincar como estratégia pedagógica; Atuar como mediadores, não como controladores; O educador apoia e orienta, mas permite a autonomia;
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(Bulhões, P. C., & Condessa, I. C. 2019)
beneficios
Desenvolvimento da autonomia e autoconfiança; Estímulo da criatividade e imaginação; Desenvolvimento de competências sociais (partilha, empatia); Maior autocontrolo e pensamento crítico; Aprendizagem mais significativa e natural;
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(Bulhões, P. C., & Condessa, I. C. 2019)
desvantagens
Redução da criatividade (tudo é orientado por adultos); Aumento de stress e cansaço; Dependência constante de orientação externa; Diminuição do prazer em aprender e brincar; Falta de tempo para processar emoções e experiências; Excesso de atividades estruturadas pode limitar o desenvolvimento saudável;
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(Bulhões, P. C., & Condessa, I. C. 2019)
As respostas sociais são processadas por profissionais, para o bem das crianças. Vamos conhecer agora, alguns desses profissionais. Uma reportagem da Tânia Azevedo, CACE Tv
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Profissionais - psicologos
Especializados em Psicologia, a ciência que estuda o comportamento humano e os processos mentais (pensamentos, emoções, perceções); Têm formação científica que lhes permite compreender, explicar e intervir no comportamento das pessoas; Trabalham a depressão, ansiedade e realizam terapias;
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(APA, 2020)
psicologos - Objetivos
Promover o bem-estar psicológico; Melhorar a qualidade de vida; Apoiar o desenvolvimento pessoal e social; Ajudar na resolução de problemas e tomada de decisões;
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(APA, 2020)
Animador sociocultural
Organiza, coordena e dinamiza atividades socioculturais; Intervém junto de grupos e comunidades; Atua em contextos: Públicos (autarquias, escolas) e ainda privados e sociais (IPSS, associações)
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(Ribeiro, R. A. A. 2019)
atividades desenvolvidas
Ateliers educativos e criativos; Visitas culturais (museus, exposições); Atividades desportivas e recreativas; Eventos culturais (debates, conferências); Projetos como jornais ou iniciativas comunitárias;
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(Ribeiro, R. A. A. 2019)
Assistente Social
Atua na resolução de problemas sociais; Apoia indivíduos, grupos e comunidades em situações de: Dificuldades sociais; Problemas físicos ou psicológicos; Promove a adaptação e readaptação social;
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(Psicopedagogia. 2026)
Colaboração instituicional
Trabalha com entidades administrativas e organizações; Promove a humanização dos serviços e estruturas sociais; Contribui para uma sociedade mais justa e inclusiva;
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(Psicopedagogia. 2026)
terapeuta ocupacional
Promover a reabilitação física e mental; Aumentar a autonomia e independência nas atividades diárias; Melhorar a funcionalidade em áreas como: Aprendizagem; Trabalho; Vida social e Vida doméstica;
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(World Federation of Occupational Therapists, 2022)
terapeuta ocupacional - objetivos
Elabora programas de reabilitação personalizados; Seleciona atividades adequadas a cada caso; Transforma atividades em exercícios terapêuticos;
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(World Federation of Occupational Therapists, 2022)
Fisioterapeuta
Promover a recuperação das capacidades físicas; Manter ou melhorar a funcionalidade; Prevenir incapacidades e limitações futuras;
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(World Physiotherapy, 2023)
Campo de intervenção
Ortopedia; Reabilitação respiratória; Neurologia; Reumatologia;
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(World Physiotherapy, 2023)
Uma belíssima reportagem da minha colega Tânia. Agora, vamos passar a profissionais que podem não ser credenciados mas que executam tarefas importantes para responder às necessidades das crianças e jovens. Venham dai. Corina para a CACE TV
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Ajudante familiar
Presta cuidados no domicílio; Apoia: Pessoas com incapacidade física ou mental e Pessoas idosas; Tem ação indireta com as crianças proporcionando um ambiente equilibrado;
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(Instituto da Segurança Social, 2023)
Ajudantes de ação direta
Presta cuidados diretos aos utentes (idosos ou dependentes); Atua sob orientação de profissionais responsáveis (enfermeiros, técnicos); Auxilia o enfermeiro (quando tem formação específica);
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(IEFP, 2022)
Outros profissionais
Garantem o funcionamento global da instituição; Apoiam o trabalho da equipa técnica especializada; Contribuem para a organização, segurança e qualidade dos serviços; Diretor; Quadros superiores; Empregado de limpeza; Motorista; Rececionista;
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(ISS, 2023)
População alvo
Crianças e jovens; Idosos; Famílias e comunidade; População adulta; Pessoas com deficiência;
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(ISS, 2024)
Obrigado!
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Bibliografia
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Bibliografia
American Psychological Association (2022). Children and Divorce. Disponível em: https://www.apa.org Joan B. Kelly & Robert E. Emery (2023). Children’s Adjustment Following Divorce: Risk and Resilience Perspectives. Journal of Family Psychology. American Psychological Association. (2020). What do psychologists do? Disponível em: https://www.apa.org Assembleia da República (2015), com alterações até 2023). Lei n.º 130/2015, de 4 de setembro – Estatuto da Vítima. Diário da República, 1.ª série, n.º 173. Disponível em: https://dre.pt Bulhões, P. C., & Condessa, I. C. (2019). O impacto do brincar/jogar em atividades de tempos livres no envolvimento, satisfação e interação de crianças e jovens. Revista INFAD de Psicologia. Instituto da Segurança Social (2024). Respostas sociais e equipamentos sociais em Portugal: guia prático para profissionais. Lisboa: Segurança Social. Disponível em: https://www.seg-social.pt Instituto da Segurança Social. (2024). Respostas sociais para crianças e jovens em situação de perigo. Lisboa: Segurança Social. Disponível em: https://www.seg-social.pt Instituto da Segurança Social. (2024). Respostas sociais para pessoas com deficiência. Lisboa: Segurança Social. Disponível em: https://www.seg-social.pt Instituto do Emprego e Formação Profissional, I. P. (IEFP). (2022). Ficha de caracterização profissional: Auxiliar/Ajudante de ação direta. IEFP. https://www.iefp.pt Kandola, A. (2020). Psychologists: What they do, types, how they can help. Medical News Today. Psicopedagogia. (2026, janeiro 8). Assistente social: O que é. Psicopedagogia. Silva, J. J., & Cavalcante, L. G. S. (2024). A alienação parental e os prejuízos psicológicos à criança e ao adolescente: uma revisão de bibliografia. Revista Ciência na Prática. UNICEF (2023). O direito ao brincar e ao tempo livre na infância. Disponível em: https://www.unicef.org
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Bibliografia
World Federation of Occupational Therapists. (2022). About occupational therapy. WFOT. https://wfot.org/about/about-occupational-therapy World Physiotherapy. (2023). Policy statements and professional standards in physiotherapy practice. World Physiotherapy. https://www.world.physio/policy
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