O CARPINTEIRO
feat: Luana, Lara e Mariana (7ºG) Mara(7ºC)
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Certo dia, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas separadas apenas por um ribeiro netraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. O que começou com um pequeno mal-entendido explodiu finalmente numa troca de palavras ríspidas, seguidas de semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu bater à porta. - Bom dia. Sou um carpinteiro à procura de trabalho. Talvez o senhor me arranje algum serviço. - Sim. Está a ver aquela fazenda ali, para lá do ribeiro? É do meu vizinho. Na verdade, é do meu irmão mais novo. Estamos zangados e já não o suporto. Vê aquele monte de madeira ali no celeiro? Pois bem, use-o para construir uma cerca bem alta. -Acho que entendo a situação. Mostre-me onde estão a pá e os pregos. O irmão mais velho entregou-lhe o material e foi para a cidade. O homem ali ficou cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro.
Quando o fazendeiro chegou, não queria acreditar no que via: em vez de cerca, uma ponte havia sido construída, ligando as duas margens do ribeiro. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e disse: - Depois de tudo o que lhe contei acerca do meu vizinho, o senhor foi impertinente ao construir essa ponte. Ao olhar novamente para a ponte, viu o irmão a aproximar-se e braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo, então, disse-lhe: - Irmão, depois de tudo o que te disse, tiveste um gesto de um verdadeiro amigo construindo esta ponte. De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte. Estavam tão emocionados como sucedido que nem repararam que o carpinteiro guardara as ferramentas e fazeia manção de partir. Quando se aperceberam, o irmão mais velho disse-lhe: - Espere. Fique mais um pouco connosco! Tenho outros trabalhos para o senhor. Mas o carpimteiro respondeu: - Seria bom ficar, agora que a paz regressou, mas tenho outras pontes para construir
O CARPINTEIRO
Mariana Ribeiro (2022/PÍCUA/04B)
Created on March 5, 2026
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O CARPINTEIRO
feat: Luana, Lara e Mariana (7ºG) Mara(7ºC)
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Certo dia, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas separadas apenas por um ribeiro netraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. O que começou com um pequeno mal-entendido explodiu finalmente numa troca de palavras ríspidas, seguidas de semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu bater à porta. - Bom dia. Sou um carpinteiro à procura de trabalho. Talvez o senhor me arranje algum serviço. - Sim. Está a ver aquela fazenda ali, para lá do ribeiro? É do meu vizinho. Na verdade, é do meu irmão mais novo. Estamos zangados e já não o suporto. Vê aquele monte de madeira ali no celeiro? Pois bem, use-o para construir uma cerca bem alta. -Acho que entendo a situação. Mostre-me onde estão a pá e os pregos. O irmão mais velho entregou-lhe o material e foi para a cidade. O homem ali ficou cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro.
Quando o fazendeiro chegou, não queria acreditar no que via: em vez de cerca, uma ponte havia sido construída, ligando as duas margens do ribeiro. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e disse: - Depois de tudo o que lhe contei acerca do meu vizinho, o senhor foi impertinente ao construir essa ponte. Ao olhar novamente para a ponte, viu o irmão a aproximar-se e braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo, então, disse-lhe: - Irmão, depois de tudo o que te disse, tiveste um gesto de um verdadeiro amigo construindo esta ponte. De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte. Estavam tão emocionados como sucedido que nem repararam que o carpinteiro guardara as ferramentas e fazeia manção de partir. Quando se aperceberam, o irmão mais velho disse-lhe: - Espere. Fique mais um pouco connosco! Tenho outros trabalhos para o senhor. Mas o carpimteiro respondeu: - Seria bom ficar, agora que a paz regressou, mas tenho outras pontes para construir