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Presencial - Gestão SST no Setor Alimentar

silvia.ferreira

Created on March 5, 2026

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Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho nO setor Alimentar

INICIAR

LEGISLAÇÃO

Portaria n.º 53/71

Decreto-Lei nº 50/2005

Lei n.º 102/2009

3 de Fevereiro

25 de Fevereiro

10 de Setembro

Decreto-Lei nº 103/2008

Lei n.º 7/2009

12 de Fevereiro

24 de Junho

Obrigações do EMPREGADOR

Fornecer ao trabalhador a informação e a formação adequadas à prevenção de riscos de acidente e doença
Estabelecer as medidas que devem ser adotadas e identificar os trabalhadores responsáveis pela sua aplicação relativamente a: Primeiros socorros, Combate a incêndios e Evacuação de instalações
Prevenir riscos e doenças profissionais, tendo em conta a proteção da segurança e saúde do trabalhador
Assegurar aos trabalhadores condições de segurança e saúde
Adotar as medidas que decorram da aplicação das prescrições legais e convencionais vigentes

DEVERES do trabalhador

Cumprir as regras de segurança implementadas no local de trabalho
Zelar pela sua segurança e pela de terceiros
Cumprir os procedimentos de trabalho estabelecidos
Comparecer aos exames de saúde
Comunicar avarias/deficiências que se afiguram suscetíveis de originar situações de perigo

MEDICINA DO TRABalho

Cabe à saúde no trabalho, ou também popularmente designada por "Medicina do Trabalho", a responsabilidade técnica da vigilância da saúde do trabalhador, tendo em vista: É ao médico do trabalho que esta atividade compete. O exercício de funções está dependente de determinados requisitos, como consta no Artigo 25.º do Anexo do Decreto de 10 de setembro, alterada e republicada pela , de 28 de janeiro, Artigo 103º. Deverão ser promovidos exames de admissão, periódicos e ocasionais.
  • Verificar a sua aptidão para o exercício das funções desempenhadas
  • Verificar a repercussão que as condições de trabalho estão a ter na sua saúde
admissão
admissão
periódicos
periódicos
ocasionais
ocasionais
Lei nº 102/2009
Lei nº 3/2014
A deve ser preenchida pelo médico do trabalho, a qual determina a aptidão do trabalhador para o desempenho de determinada função.
Ficha de Aptidão para o Trabalho

TIPOS DE EXAMES MÉDICOS

Sempre que haja alterações nos materiais de trabalho que possam ter repercussão nociva na saúde do trabalhador, bem como no caso de regresso ao trabalho depois de ausência superior a 30 dias por motivo de doença ou acidente.

Anuais para os menores e para os trabalhadores com idade superior a 50 anos, e de 2 em 2 anos para os restantes trabalhadores.

Antes do início da prestação de trabalho, ou se a urgência da admissão o justificar, nos 15 dias seguintes.

Exames Ocasionais

Exames Periódicos

Exames de Admissão

SAÚDE E Segurança do trabalho

O serviço de saúde no trabalho contribui para a promoção e vigilância da saúde dos trabalhadores através do conhecimento das exigências dos postos de trabalho e dos riscos profissionais, em combinação com o conhecimento do trabalhador.
A segurança no trabalho envolve um conjunto de metodologias adequadas à prevenção de acidentes de trabalho, cujo objetivo principal assenta no controlo dos riscos. O reconhecimento e controlo dos riscos está associado não apenas aos locais e ambientes de trabalho, como tambem às ferramentas utilizadas, às máquinas e ferramentas/materiais manuseados, às substâncias e agentes em contacto (químicos, físicos e biológicos).
Saúde no trabalho
Promoção e vigilância da saúde dos trabalhadores
Segurança no trabalho
Prevenção de acidentes de trabalho

Doenças Profissionais

Doença profissional é aquela que resulta diretamente das condições de trabalho, consta na Lista de Doenças Profissionais e causa incapacidade para o exercício da profissão ou morte. O de 17 de julho apresenta a atual lista das doenças profissionais e o respetivo índice codificado.
Decreto Regulamentar nº 76/2007
A lei também considera que a lesão corporal, a perturbação funcional ou doenças não incluídas na lista serão indemnizáveis, desde que se provem serem consequência necessária e direta da atividade exercida e não representem normal desgaste do organismo (Código do Trabalho, n.º 3 do Artigo 283).
Exemplos de doenças profissionais
Dermatites
Tendinites
Surdez profissional

Doenças Profissionais

Fatores que determinam uma doença profissional:
Agente causador de doença
Tipologia do indivíduo
Tempo de Exposição

Doenças Profissionais

O que fazer em caso de suspeita de doença profissional?
O que fazer em caso de suspeita de doença profissional?
O que fazer em caso de suspeita de doença profissional?
O que fazer em caso de suspeita de doença profissional?
Se o médico de família ou o médico de trabalho tiver fortes suspeitas de que a doença de um trabalhador pode ter uma causa laboral (diagnóstico de presunção), deverá preencher a Participação Obrigatória de Doença Profissional e enviá-la para o Departamento de Proteção contra os Riscos Profissionais.
Departamento de Proteção contra os Riscos Profissionais.
Departamento de Proteção contra os Riscos Profissionais.
O DPRP é uma instituição que pertence ao Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social - Segurança Social, tendo por missão assegurar a prevenção, tratamento, recuperação de doenças ou incapacidades resultantes de riscos profissionais, certificando as doenças.

DOENÇAS PROFISSIONAIS

PARTICIPAÇÃO OBRIGATÓRIA DE DOENÇA PROFISSIONAL (DIAGNÓSTICO PRESUNÇÃO)

Trabalhador

Médico

Superior Hierárquico

Participação Obrigatória

Empregador

DPRP

Doença Profissional

Diagnóstico Definitivo de Doença Profissional

Doença comum

Sim

Não

ACIDENTEs DE TRABALHO

Um acidente de trabalho:
  • Verifica-se no local e tempo de trabalho
  • É um acontecimento inesperado que ocorre de forma brusca
  • Interrompe a continuidade da função laboral
  • Causa lesões nos trabalhadores (produz direta ou indiretamente lesão corporal, perturbação funcional ou doença que resulte na morte ou na redução da capacidade de trabalho)
A expressão "durante o tempo de trabalho" é entendida como no decorrer da atividade profissional ou durante os períodos de deslocação. Incluem-se acidentes de viagem, de transporte ou de circulação durante o trajeto de casa para o trabalho/do trabalho para casa e acidentes de viação durante o tempo de trabalho.
Um acidente de trabalho pode ocorrer...

Na ida e regresso do local de trabalho, entre a residência e o local onde presta serviço, por determinação da entidade empregadora Entre quaisquer dos locais referidos e o local de pagamento da retribuição Entre o local de trabalho e o de refeição Entre qualquer dos locais de trabalho (no caso de ter mais do que um emprego) sendo considerado responsável pelo acidente o empregador para cujo local de trabalho o trabalhador se dirige Na procura de emprego durante o crédito de horas para tal concedido por lei aos trabalhadores com processo de cessação de contrato de trabalho em curso Quando em frequência de curso de formação profissional, desde que exista autorização da entidade empregadora

Lei nº 98/2009

* de 4 de Setembro, regulamenta o regime de reparação de acidentes de trabalho e de doenças profissionais

Descaraterização do Acidente de Trabalho

Um acidente de trabalho é desconsiderado se...
For dolosamente provocado pelo sinistrado
Provier de um ato seu ou de omissão que importe violação, sem causa justificativa, das condições de segurança estabelecidas pelo empregador ou previstas na lei
Resultar exclusivamente de negligência grosseira do sinistrado
Derivar de um caso de força maior
Para prevenir acidentes de trabalho, deve ser feito o reconhecimento e controlo dos riscos associados aos componentes de materiais de trabalho.

CAUSAS de Acidentes de Trabalho

Todos sabemos que o dia a dia de uma empresa não é isento de riscos. O acidente não é fruto do azar ou do acaso, apresentando uma ou várias causas:

Fortuitas

Técnicas

Humanas

Indemnizações

Agravamento do seguro

Quebra de produtividade

Socorro das vítimas

Custos DIretos

Custos Administrativos

Custos INDIretos

Reintegração do acidentado

Desacreditação da imagem da empresa

ACIDENTES DE TRABALHO

Um acidente de trabalho pode qualificar-se sem afastamento ou com afastamento.É qualificado como acidente sem afastamento se o trabalhador não retornar no dia seguinte.

Incapacidade Temporária

Absoluta

Acidente com afastamento

Parcial

Parcial

Absoluta para o trabalho individual

Incapacidade Permanente

Absoluta para todo e qualquer trabalho

ACIDENTES DE TRABALHO

A prevenção, tanto no trabalho como na vida, é essencialmente:
Ter consciência dosRISCOS
Conhecer asREGRAS
Cumprir as normas deSEGURANÇA
Um acidente de trabalho provoca danos, podendo estes caraterizar-se humanos ou materiais.
Por danos humanos (lesões) entende-se a morte, a incapacidade permamente ou temporária ou ainda parcial ou total, e efeitos psicológicos. Os danos materiais podem resultar em avarias de equipamentos e estruturas danificadas.

PARTICIPAÇÃO online

Perigo Risco

O perigo é uma propriedade ou capacidade intrínseca de um componente de trabalho potencialmente causador de danos, ou seja, é inerente a uma atividade, materiais ou equipamentos com potencial de causar lesões ou morte.

O risco é a probabilidade de concretização do dano em função das condições de utilização, exposição ou interação do componente material do trabalho que apresente perigo, sendo o efeito potencial do perigo.

Perigo + Risco = Dano / lesão

Como controlar o risco?

perigos e riscos

processos para controlar o risco

1 - Limitar ou eliminar o risco

2 - Envolver o risco

4 - Proteger o Homem

3 - Afastar o homem

Riscos Profissionais

Riscos FÍSICOS - RUÍDO

Ruído é todo o fenómeno acústico que produz uma sensação auditiva desagradável e incomodativa.
O ruído atua através do ouvido sobre o sistema nervoso central, capaz de suportar sons de frequências entre 20 Hz e 20 000 Hz. São considerados infrassons as ondas sonoras com frequências abaixo dos 20 Hz, portanto inferiores à faixa audível, revelando-se prejudiciais para a saúde. Pelo contrário, denominam-se ultrassons os ruídos com frequências superiores, ou seja, acima de 20 000 Hz. Quando o estímulo ultrapassa determinados limites, causa surdez.

Riscos FÍSICOS - RUÍDO

O ruído constitui um importante fator de risco para os trabalhadores, afetando a sua saúde física e psicológica e a sua segurança, ao mesmo tempo que diminui a qualidade do trabalho e a produtividade. Está provado que cada decibel acima das normas admissíveis 85dB (A):
  • Diminui a produtividade em 1%
  • Aumenta o risco de perda de audição em 1.5%
  • Aumenta o risco de patologias cardiovasculares em 0.5%

Riscos FÍSICOS - RUÍDO

Riscos FÍSICOS - RUÍDO

Riscos FÍSICOS - RUÍDO

Medidas Preventivas
Medidas Preventivas

Atuação sobre a fonte

Materiais isolantes e absorventes

Medidas a adotar

Riscos FÍSICOS - RUÍDO

RiscoS FÍSICOS - AMBIENTE TÉRMICO

Entre as causas e situações dos riscos térmicos, encontram-se a permanência em ambientes de frio positivo ou negativo (receção, armazenamento, seleção e limpeza), a prática de tarefas com temperaturas elevadas (chamas e vapores), o manuseamento de produtos congelados e, ainda, as condições atmosféricas adversas.
A subida ou descida da temperatura ambiente pode originar consequências:
- Perante frio, hipotermina e diminuição gradual de todas as atividades fisiológicas - No contexto inverso, para quem trabalha no exterior, stress térmico
Para evitar constrangimentos, devem adotar-se medidas de prevenção.
medidas de prevenção

RiscoS FÍSICOS - AMBIENTE TÉRMICO

Medidas de Prevenção e de Proteção
Medidas de Prevenção e de Proteção
Assegurar os níveis de temperatura e humidade relativa adequados: 18-22ºC e 50-70%, respetivamente Garantir uma ventilação contínua e bem distribuída (dispositivos de controlo da temperatura) Verificar as instalações periodicamente, por técnicos especializados Reduzir o tempo de exposição com introdução de pausas Utilizar EPI adequados, como fatos térmicos, botas e luvas de proteção, caso necessário Introduzir os alimentos em líquidos quentes em pequenas quantidades, verificando o nível do líquido de forma a evitar derrames Controlar o ritmo de trabalho para que os trabalhadores não façam esforços que provoquem sudação (o humedecimento da roupa e a consequente permanência em locais frios agrava os seus efeitos) Fritar alimentos sem a presença de gelo ou húmidos

RiscoS FÍSICOS - AMBIENTE TÉRMICO

Medidas de Prevenção e de Proteção
Medidas de Prevenção e de Proteção
Estabelecer pausas periódicas em local mais quente quando existem longos períodos de trabalho no interior de câmaras frigoríficas Permanecer apenas o tempo indispensável no interior de câmaras frigoríficas Permitir que os trabalhadores ingiram líquidos quentes (em ambientes frios) ou bebam muita água (em ambientes quentes) Não abrir as máquinas de lavar a loiça assim que termina o programa de lavagem Proporcionar o acesso fácil a água e proibir o consumo de bebidas alcoólicas Manusear produtos congelados com auxílio de luvas próprias e recipientes Promover a rotatividade dos trabalhadores
Em contacto com superfícies/produtos a temperaturas elevadas como...

Manuseio de alimentos congelados ou de loiça/utensílios quentes

Contacto com superfícies frias: gelo ou alimentos congelados

Contacto com superfícies quentes: fritadeiras, grelhas, panelas, fornos

Salpicos ou derrames de substâncias a temperaturas elevadas: óleos, alimentos cozinhados, molhos, vapores (exemplo de panelas de pressão)

Transporte ou contacto com alimentos cozinhados a quente (por exemplo, sopa), gelo ou líquidos quentes (por exemplo, chá)

Presença de vapor proveniente de máquinas de lavar a loiça

Medidas Preventivas

Água demasiado quente: lavagem manual

RiscoS FÍSICOS - VIBRAÇÕES

Decreto-Lei 46/2006, de 24 de Fevereiro transpõe para a ordem jurídica nacional a Directiva nº 2002/44/CE e estabelece as prescrições mínimas de proteção da saúde e segurança dos trabalhadores expostos a vibrações.
Decreto-Lei 46/2006
estabelece as prescrições mínimas de proteção da saúde e segurança dos trabalhadores expostos a vibrações
Vibração é qualquer movimento que um corpo executa em torno de um ponto fixo. As vibrações são agentes físicos nocivos provenientes do funcionamento de máquinas ou ferramentas portáteis a motor e dividem-se em dois tipos:
Vibrações transmitidas ao sistema mão-braço: provocam perturbações neurológicas, musculares, vasculares e lesões osteoarticulares
Vibrações transmitidas ao corpo inteiro: provocam patologias na região lombar, lesões da coluna vertebral, lombalgias e traumatismos da coluna vertebral

Medidas Preventivas

RiscoS FÍSICOS - Radiações

As radiações constituem uma forma de energia que, de acordo com a sua capacidade de interagir com a matéria, podem subdividir-se em:
Radiações ionizantes
As radiações ionizantes possuem energia suficiente para ionizar os átomos e moléculas com as quais interagem, sendo as mais conhecidas:
  • Raios X e raios gama (radiações eletromagnéticas)
  • Raios alfa, raios beta, neutrões, protões (radiações corpusculares)
A exposição poderá provocar anemias, leucemias, radiolesões das mucosas, carcinomas e sarcomas.

RiscoS FÍSICOS - Radiações

As radiações constituem uma forma de energia que, de acordo com a sua capacidade de interagir com a matéria, podem subdividir-se em:
Radiações não ionizantes
As radiações não ionizantes não possuem energia para ionizar os átomos e as moléculas com as quais interagem, sendo estas:
  • Infravermelhos
  • Ultravioletas
  • Microondas de aquecimento
  • Microonas de radiotelecomunicações
  • Corrente elétrica

RiscoS FÍSICOS - Iluminação

A iluminação correta num local de trabalho evita tensões psíquicas e fisiológicas aos trabalhadores, proporcionando dessa forma um aumento da produtividade, motivação e desempenho geral, e diminuindo a sensação de fadiga visual. Podendo caraterizar-se natural ou artificial, a iluminação ideal é aquela que é proporcionada pela luz natural.
Escala Kelvin - Temperatura da cor

Riscos FÍSICOS - Iluminação

De acordo com a ISO 8995:2002

RiscoS FÍSICOS - Controlo da ilUMINAÇÃO

A qualidade da iluminação dos locais de trabalho depende do tipo de iluminação, da disposição das iluminarias, do fator encadeamento e do fator contraste. Para assegurar a qualidade da iluminação nos locais de trabalho, há que atender às caraterísticas do trabalho a desenvolver e o grau de acuidade visual, procedendo à distribuição adequada das lâmpadas e à harmonização da cor da luz com as cores do local.
Uma boa iluminação deve ser preferencialmente natural, difusa e uniforme, ser bem distribuída relativamente ao plano de trabalho, não provocar encadeamento, ser suficiente, não ser oscilante e não produzir o efeito estroboscópico.
A iluminação desadequada num local de trabalho pode provocar maior esforço e cansaço visual, tensão nervosa, dores de cabeça, visão toldada, contrações dos músculos, postura incorreta do corpo, falta de concentração, bem como ansiedade ou nervosismo, diminuição da produtividade e consequente aumento do número de acidentes de trabalho.

Riscos Químicos

Contaminantes químicos são substâncias tóxicas que podem ser absorvidas pelo organismo e produzir efeitos nocivos para a saúde do indivíduo a longo prazo, através de uma ou várias vias de entrada:
Digestiva
Dérmica
Respiratória

RiscoS Químicos

Os riscos químicos estão associados ao manuseamento de produtos químicos e podem existir em suspensão na atmosfera em diferentes estados:
Sólido (poeiras, fibras e fumos)
Líquido (aerossóis e neblinas)
Gasoso (gases e vapores)
Identificação de produtos químicos
Identificação de produtos químicos
- Ao lidar com produtos químicos, o primeiro passo a ter em conta é a
observação/leitura das instruções presentes no rótulo:
Frases P > Prudência
Frases S > Segurança
Frases H > Perigo
Frases R > Riscos

Riscos Químicos

Quando absorvidos pelo organismo, os agentes químicos podem produzir reacções tóxicas e danos à saúde:
  • Irritação na pele e olhos
  • Queimaduras
  • Doenças respiratórias crónicas
  • Doenças do sistema nervoso
  • Doenças nos rins e fígado
  • Cancro
  • Incêndio ou explosão
As Fichas de Dados de Segurança (FDS) são constituídas por 16 capítulos e por um conjunto de informação fundamental dos vários produtos e substâncias químicas. Referem orientações quanto aos perigos e riscos, como atuar em caso de emergência, quais os EPI’s a utilizar, como manusear e armazenar, entre outros. Consulte a secção "Recursos de Apoio ao Estudo" do curso para visualizar dois exemplos de Fichas de Dados de Segurança.

RiscoS Químicos

Potencialmente Mortal

Inflamável

Perigoso

Corrosivo

Produto que revela perigo de incêndio grave se exposto a calor, faíscas ou chamas.

Produto que provoca queimaduras na pele e nos olhos, sendo corrosivo para os metais.

Produto irritante para os olhos e pele, prejudicial para a camada de ozono e com efeitos negativos para a saúde.

Produto tóxico, embora utilizado em pequenas quantidades e com exposição breve.

A rotulagem através de símbolos e textos contém precauções essenciais de segurança.

RiscoS Químicos

Etiqueta nova
Etiqueta nova

RiscoS Químicos

Etiqueta nova
Etiqueta nova

RiscoS Químicos

Etiqueta nova
Etiqueta nova

RiscoS Químicos

Etiqueta nova
Etiqueta nova

RiscoS Químicos - Armazenamento

O armazenamento de produtos químicos representa uma etapa importante na gestão da segurança em qualquer local de trabalho onde estes estejam presentes. Uma armazenagem incorreta pode dar origem a incêndios, explosões, libertação de vapores tóxicos, contaminação ambiental ou exposição acidental de trabalhadores.
Cada produto químico possui as suas propriedades, como inflamabilidade, toxicidade, corrosividade ou reatividade, que exigem condições específicas de acondicionamento, sinalização e ventilação. Por isso, é essencial seguir regras claras de segregação, compatibilidade, rotulagem e controlo de quantidades.

RiscoS Químicos - Armazenamento

O armazenamento seguro de produtos químicos exige atenção a vários fatores como a segregação de produtos incompatíveis, a escolha de recipientes adequados, a garantia de ventilação adequada e a implementação de sistemas de contenção de derramamentos.
É fundamental manter os produtos químicos em locais apropriados, longe de fontes de calor, chamas e eletricidade, além de garantir que os recipientes estejam devidamente etiquetados e que os trabalhadores recebam formação adequada.
A ventilação insuficiente resulta na acumulação de vapores e consequentes riscos: de incêndio/explosão, asfixia e inalação de vapores nocivos ou tóxicos.
insuficiente
ventilação
insuficiente
ventilação

Riscos Químicos

Medidas de Prevenção e de Proteção
Medidas de Prevenção e de Proteção
Identificar o tipo de substância perigosa
Avaliar a segurança da embalagem onde está a substância no que respeita à possibilidade de derrame ou lenta evaporação e consequente contaminação do ar
Definir os cuidados necessários para a manipulação
Substituir as substâncias ou processos perigosos por outros menos agressivos
Verificar a compatibilidade/incompatibilidade dos diferentes produtos químicos e proceder ao seu armazenamento de acordo com as suas características técnicas, de forma a evitar eventuais combustões espontâneas entre produtos
Evitar a exposição direta ao sol
Separar os produtos fitofarmacêuticos por classes: herbicidas – inseticidas – fungicidas

Riscos Químicos

Medidas de Prevenção e de Proteção
Medidas de Prevenção e de Proteção
Organizar os produtos líquidos nas prateleiras inferiores e os produtos sólidos nas prateleiras superiores
Sinalizar o compartimento, nomeadamente com sinalização de proibição de fumar, foguear e de perigo de substâncias inflamáveis
Armazenar os produtos químicos para higiene e desinfeção das instalações em armários próprios fechados, preferencialmente com prateleiras de material lavável, resistente e imputrescível
Armazenar os produtos ou substâncias incómodas, insalubres, perigosas, tóxicas ou infetantes em compartimento próprio, não comunicando diretamente com os locais de trabalho
Ter ventilação eficiente, de modo a impedir a acumulação perigosa de gases ou vapores

Riscos Químicos

Medidas de Prevenção e de Proteção
Medidas de Prevenção e de Proteção
Fechar os frascos hermeticamente, de modo a evitar que os locais de trabalho sejam inundados pelos cheiros, gases ou vapores
Os postos de trabalho que libertem ou produzam produtos incómodos devem estar providos de dispositivos de captação local de modo a impedir a sua difusão no ambiente de trabalho
O equipamento de trabalho que provoque riscos devido a emissão de poeiras deve dispor de dispositivos de retenção ou extração eficazes, instalados na proximidade da respetiva fonte

Riscos Químicos

RiscoS Biológicos

Agentes biológicos como bactérias, vírus, fungos, parasitas, incluindo os microrganismos geneticamente modificados, as culturas de células e os endoparasitas humanos, são suscetíveis de provocar infeções, alergias ou intoxicações. As vias de entrada dos agentes biológicos podem ser realizadas através dos aparelhos respiratório, digestivo, pele e olhos, resultando em algumas doenças como gripe, infeções intestinais, hepatite, tuberculose e meningite.
Medidas de prevenção
Medidas de prevenção
  • Conhecimento dos procedimentos e modificação dos métodos de trabalho
  • Limitação do número de trabalhadores expostos
  • Aplicação de medidas de proteção, higiene coletiva e individual
  • Criação de planos de ação em caso de emergência/acidente com agentes biológicos
  • Utilização de meios de recolha, armazenagem, transporte e evacuação de resíduos sem risco, bem como o uso de sinalização apropriada e de recipientes seguros

RiscoS Ergonómicos

Os riscos ergonómicos, normalmente designados por Fatores de Risco Ergonómico ou Riscos de Caráter Ergonómico, dependem de diversos aspetos, entre os quais a movimentação de cargas, as posturas adotadas, o esforço físico, os movimentos repetitivos e a realização de atividades monótonas.
Denomina-se Movimentação Manual de Cargas (MMC) a operação de transporte e sustentação de uma carga que pode ser realizada por um ou mais trabalhadores, a qual engloba movimentos como levantar, empurrar, transportar e deslocar. Entre os riscos associados à MMC estão a queda de objetos, o sobresforço, movimentos incorretos, possíveis cortes, entalamentos ou esmagamentos.
Para se realizar a correta movimentação manual de um objeto, é necessário conhecer as caraterísticas da carga - peso, forma, dimensão e pegas, e a deslocação a realizar - de onde e para onde, qual o tempo necessário para o transporte e a frequência da movimentação.

RiscoS Ergonómicos

O , de 25 de setembro (Artigo 5) indica que deve ser efetuada a avaliação de riscos na movimentação manual de cargas: 30 kg para movimentação ocasional e 20 kg para movimentação regular
Decreto-Lei n.º 330/93
30 kg para movimentação ocasional e 20 kg para movimentação regular.
30 kg para movimentação ocasional e 20 kg para movimentação regular.
A incorreta movimentação manual de cargas pode causar dores e originar lesões musculosqueléticas (as quais afetam os sistemas musculoesquelético, nervoso periférico ou neuro vascular), sendo agravadas pela exposição ocupacional a riscos ergonómicos.
Erros a evitar:
Erros a evitar:
- Dobrar a coluna - Ficar muito longe da carga - Manter as pernas fixas no chão e rodar o tronco com a carga - Apoiar a carga na perna ou no joelho

Boas práticas para a correta MMC

RiscoS Ergonómicos

Um outro risco ergonómico está relacionado com a postura que adotamos em contexto de trabalho.
O trabalho executado sentado pode originar diversas consequências, nomeadamente torcicolos, tendinites, ombros tensos e arcados, cefaleias e fadiga visual, lombalgia, cotovelo de tenista/golfista e pernas inchadas.
trabalho executado sentado
Por outro lado, o trabalho exercido em pé pode resultar em dores nas costas, inflamações e inchaço das pernas, bem como problemas de circulação sanguínea.
trabalho exercido
em

RiscoS Ergonómicos - TRABALHO EM PÉ

Para a correta execução de trabalhos em pé, devem garantir-se as seguintes condições:
  • O trabalhador deve poder estar parado e direito, em frente e perto da superfície sobre a qual trabalha, com o peso do próprio corpo igualmente distribuído sobre os pés
  • Os controlos e outros objetos necessários à realização do trabalho devem encontrar-se a uma altura inferior à dos ombros
  • Utilizar sapatos adequados, diminuindo os esforços ao nível das pernas e coluna lombar
  • Alternar entre a posição de sentado e em movimento
  • Colocar o posto de trabalho ao nível representado na seguinte
  • - este tipo de equipamento reduz o impacto nas articulações e devem ser utilizados nos locais onde o trabalhar de pé é essencial
figura
Tapetes anti-fadiga

Ginástica Laboral

Riscos Psicossociais

Perigos:
Perigos:
  • Necessidade de uma maior produtividade
  • Redução do número de trabalhadores
  • Pressão do tempo
  • Aumento da complexidade das tarefas
  • Expetativas irrealizáveis
  • Relações de trabalho tensas e precárias
Risco de tensão, fadiga e esgotamento profissional

RiscoS Psicossociais

Os fatores psicossociais podem ser definidos como "as características das condições de trabalho, e sobretudo da sua organização, que afetam a saúde das pessoas através de mecanismos psicológicos e fisiológicos a que também chamamos de stress” (ISTAS, 2002).Os fatores psicossociais afetam o comportamento e provocam danos psicológicos no indivíduo, bem como repercussões ao nível organizacional.

Indivíduo

Organização

RiscoS Psicossociais

Medidas de prevenção
Medidas de prevenção
Minimizar a monotonia das tarefas
Garantir pausas periódicas
Estabelecer uma boa comunicação e reportar dificuldades
Definir a sobrecarga de trabalho, prazos e exigências
Motivar a equipa de trabalho
Gerir as tarefas e tempos de trabalho
Reduzir as horas extras
Proporcionar formação adequada

RiscoS ELÉTRICOS

Perigos

Mau estado de conservação dos equipamentos elétricos
Utilização inadequada dos equipamentos elétricos
Sobrecarga elétrica
Risco de morte
Utilização de fita adesiva para fazer isolamentos
Movimentação de aparelhos com cabos em tensão
Fichas e/ou tomadas pisadas ou atiradas ao chão

RiscoS ELÉTRICOS

Nas instalações eléctricas os acidentes mais frequentes resultam de contactos com partes das instalações ou de equipamentos. Quando o contacto se estabele com a parte em tensão (contacto elétrico direto), o choque elétrico é provocado por falha ou defeito no isolamento, por rotura das partes isolantes ou por uma atuação imprudente.Por outro lado, quando se estabelece contacto com uma estrutura metálica/massa ou com um condutor que acidentalmente por defeito (contacto elétrico indireto), ganha tensão.
elétrico
direto
direto
elétrico
contacto
contacto
contacto
contacto
elétrico
elétrico
elétrico
indireto
indireto

RiscoS ELÉTRICOS

Podemos considerar a existência de dois tipos de riscos de origem elétrica:
a) Riscos pessoais Os que se relacionam com os efeitos da passagem da corrente elétrica pelo corpo humano e que afetam diretamente as pessoas
b) Riscos materiais Os que se encontram associados à destruição de bens, normalmente em resultado de incêndios e/ou explosões produzidas por instalações deficientes ou mal utilizadas e que podem afetar indiretamente as pessoas

Medidas Preventivas

Prevenção da ocorrência de aquecimentos anormais e faíscas:

RISCOS ELÉTRICOS

Se trabalha em instalações/manutenções elétricas, tenha sempre presente as cinco regras de ouro
cinco regras de ouro
cinco regras de ouro:
Cortar todas as fontes sob tensão
Bloquear os aparelhos de corte
Verificar a ausência de tensão
Ligar à terra e pôr em curto-circuito todas as fontes de tensão
Delimitar e sinalizar a zona de trabalho
Estes cinco princípios garantem a correta manutenção das instalações.

RISCOS ELÉTRICOS

Na utilização de ferramentas devem ser adotadas as seguintes medidas preventivas: - Evitar ter cabos espalhados pelo chão - Durante a utilização, evitar que o cabo fique esmagado em esquinas ou sob objetos - Quando fora de uso, o equipamento deverá estar arrumado em local próprio
As ferramentas bem organizadas: São fáceis de encontrar São mais seguras Duram mais tempo

Riscos Químicos

Medidas de Prevenção
Medidas de Prevenção
Verificar as instalações elétricas frequentemente (tomadas e cabos)
Retirar qualquer material elétrico que se encontre danificado
Sinalizar todos os componentes e equipamentos elétricos que indiciem avaria ou mau funcionamento
Cumprir os regulamentos e os equipamentos com a marcação CE
Assegurar que todo o equipamento elétrico se encontre corretamente instalado
Não fazer ligações nem modificar as instalações elétricas (recorrer a técnicos especializados)
Nunca limpar ou manusear os equipamentos elétricos sem efetuar o corte da energia elétrica
Não manusear equipamentos elétricos com as mãos húmidas ou molhadas

RiscoS Mecânicos

Os riscos mecânicos estão associados ao espaço físico que rodeia o trabalhador e incluem:
Escorregadelas
Entalamentos
Queimaduras
Quedas
Cortes/amputações

RiscoS Mecânicos

Na aquisição da máquina, a empresa deve:
- Exigir e comprovar que as máquinas que adquire são "intrinsecamente seguras" (a sua adaptação às exigências legais pela marca, marcação CE)
- Verificar se traz o manual de instruções em Português, que obrigatoriamente deve acompanhar a máquina
- Confirmar se a máquina pode efetuar sem risco todas e cada uma das operações usuais ou ocasionais: regulação, utilização, limpeza, manutenção
- Redigir e dar a conhecer as normas de trabalho que permitem incrementar ou otimizar as medidas de segurança a tomar nas diferentes operações

RiscoS Mecânicos

A formação dos trabalhadores deve incidir sobre:
  • O modo de operação das máquinas
  • Os perigos inerentes à utilização das máquinas
  • Os sistemas de proteção – Operação, manutenção e emergência
  • As regras básicas de segurança – Evitar a remoção de proteções, procedimentos Lock-out/Tag-out
  • O tipo de vestuário a utilizar – Evitar peças soltas para não prenderem nas máquinas
  • A utilização de ferramentas de proteção (por exemplo punhos e pegas)
  • Os dispositivos de paragem automática e sinalética de segurança
Procedimentos de Segurança na Manutenção: Lock-Out / Tag-Out

Sempre que possível, qualquer intervenção de manutenção deve ser realizada com a máquina parada

Deve ser desligada a alimentação de energia (fechada se possível)

A intervenção deve ser sinalizada, quer no local da intervenção, quer na fonte de alimentação

Ao realizar a intervenção é necessário dar especial atenção ao encravar dos comandos da máquina - Um arranque intempestivo pode provocar um acidente a quem a está a reparar

Concluída a reparação das máquinas, e caso tenha sido necessário retirar-lhe as proteções, estas devem ser colocadas imediatamente após a reparação

Procedimentos de Segurança na Manutenção: Lock-Out / Tag-Out

As máquinas não devem ficar sem os respetivos resguardos, nem por um curto espaço de tempo

A lubrificação deve ser feita com a máquina parada. Quando tal não for possível, por particulares exigências técnicas, a lubrificação deve ser feita com especial atenção, devendo ser utilizados os meios apropriados que evitem qualquer acidente

Os operadores devem seguir as instruções do fabricante e todas as regras de higiene e segurança para uma correta prossecução do seu trabalho

No final da intervenção, deve-se colocar de volta a máquina em funcionamento e retirar a sinalética

RiscoS Mecânicos

Perigos e riscos do uso do ar comprimido sobre o corpo humano
Perigos e riscos do uso do ar comprimido sobre o corpo humano
O uso do ar no corpo humano pode provocar enfisema subcutâneo ou embolia gasosa (presença de ar nos tecidos moles). O ar comprimido não deve ser usado para a limpeza de roupa de trabalho, braços ou para tirar pó do cabelo, devido aos riscos de:
Romper um tímpano
Causar hemorragia interna ao penetrar pelos poros da pele
Descolar a retina dos olhos
Gerar infeções na pele
Originar inflamações nos tecidos conjuntivos devido às impurezas presentes no ar comprimido

RiscoS Mecânicos

Verificação dos Equipamentos de Trabalho
Verificação dos Equipamentos de Trabalho
O empregador deve proceder a verificações extraordinárias dos equipamentos de trabalho quando ocorram acontecimentos excecionais, nomeadamente transformações, acidentes, fenómenos naturais ou períodos prolongados que possam ter consequências gravosas.
As verificações e ensaios dos equipamentos de trabalho previstos devem ser efetuados por uma pessoa competente a fim de garantir a correta instalação e o bom estado de funcionamento dos mesmos.
Dispositivos de arranque e paragem
Dispositivos de arranque e paragem
Os dispositivos de arranque e paragem devem satisfazer as seguintes condições de segurança: Ter acesso e manobras fáceis, não permitir arranque intempestivo das máquinas, e possibilitar uma paragem rápida em caso de emergência.

RiscoS Mecânicos

Medidas de prevenção
Medidas de prevenção
Não se deve transportar pessoas em equipamentos destinados ao transporte de cargas (monta-cargas, gruas, empilhador ou outros)
Deve assegurar que não é possível colocar uma máquina em funcionamento por inadvertência quando se está a realizar um trabalho de manutenção ou limpeza
Caso detete uma anomalia ou defeito, deve assinalar e dar conhecimento ao encarregado
Nunca retirar ou inutilizar os dispositivos de segurança
As facas devem ser guardadas em local distinto dos outros utensílios
Deve entregar/passar uma faca pegando no cabo e virando o cabo para a outra pessoa
Os equipamentos devem ser utilizados em segurança, com os dispositivos de proteção
Os vidros partidos devem ser recolhidos com auxílio de vassoura e pá

RiscoS DE INCÊNDIO

Incêndio é um fogo sem controlo no espaço e no tempo. Os ocupantes dos locais que se encontram a arder estão expostos a dois perigos:
  • Calor (chamas e produtos quentes)
  • Fumos e gases (causadores da maioria das mortes)
A combustão é uma reação química que desprende calor e/ou luz, produzindo alterações na substância que se queima. As causas passam pela armazenagem de vários produtos inflamáveis, recurso a equipamento elétrico danificado durante a laboração e comportamentos desviantes.

RiscoS DE INCÊNDIO

São os meios existentes no interior dos edifícios que permitem a intervenção imediata sobre um foco de incêndio por parte dos seus ocupantes e que facilitam aos bombeiros o lançamento rápido das operações de socorro. Os extintores mais comuns são:
Água
CO
Pó Químico
ABF

RiscoS DE INCÊNDIO

A manta ignífuga é outro equipamento de primeira intervenção utilizado no combate a pequenos incêndios, especialmente em situações onde não é recomendada a utilização de extintores, como em fogos em cozinhas, sobre pessoas ou em espaços confinados.
Constituída por material resistente ao calor e às chamas, esta manta atua por abafamento, impedindo a sua propagação. Simples de usar e altamente eficaz, é uma solução prática e segura em contextos domésticos, industriais e laborais. É obrigatória em cozinhas e laboratórios, sendo a sua utilização particularmente recomendada em:
abafamento
abafamento
Incêndios em cozinhas, com óleo ou gordura (classe F) Roupas em chamas no corpo de uma pessoa Cobertura de pequenos focos de incêndio localizados
cozinhas, com óleo ou gordura
cozinhas, com óleo ou gordura
Roupas em chamas
Roupas em chamas
pequenos focos de incêndio localizados
pequenos focos de incêndio localizados

RiscoS DE INCÊNDIO

Compacta e de fácil acesso, a manta ignífuga deve estar instalada em locais visíveis e de fácil alcance, próxima de zonas críticas como cozinhas, áreas técnicas e oficinas. É essencial que os trabalhadores saibam quando e como utilizá-la corretamente, garantindo uma resposta rápida e segura numa situação de emergência.

RiscoS de InCêndio

Triângulo do Fogo
Triângulo do Fogo
Para que ocorra uma combustão (fogo) é necessária a verificação conjunta de:

RiscoS de InCêndio

Risco de Incêndio

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO

Existem dois tipos de equipamentos de proteção, os Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), cujos objetivos são:
“Proceder na conceção das instalações, dos locais e dos processos de trabalho, à identificação dos riscos previsíveis, combatendo-os na origem, anulando-os ou limitando os seus efeitos, por forma a garantir um nível eficaz de proteção”
Dar prioridade à proteção coletiva em relação à proteção individual
Lei nº 102/2009
- Obrigações gerais do empregador

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA

As medidas de proteção coletiva beneficiam todos os trabalhadores potencialmente sujeitos ao risco profissional. Os Equipamento de Proteção Coletiva (EPC) são todos os dispositivos, sistemas, meios fixos ou móveis, sinal, imagem ou som de abrangência colectiva, destinados a preservar a integridade física e a saúde dos trabalhadores e de terceiros.
As medidas de proteção coletiva beneficiam todos os trabalhadores potencialmente sujeitos ao risco profissional. Os Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) são todos os dispositivos, sistemas, meios fixos ou móveis, sinais, imagens ou sons de abrangência coletiva destinados a preservar a integridade física e a saúde dos trabalhadores e de terceiros.
Sistema de exaustão que elimina gases, vapores ou poeiras contaminantes do local de trabalho

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA

Proteções de escadas e áreas
Proteção de áreas com piso escorregadio
Proteção nas escadas
Proteção de valas que possam originar quedas
(corrimão, rodapé e pavimento antiderrapante)

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA

Equipamentos e sistemas de extinção de incêndios
Mangueira de incêndio
Extintor
Dispositivos automáticos

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA

Alarmes e sensores de deteção de incêndios
Alarme
Botão de alarme
Detetor de fumo

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA

Protetores de Componentes de Máquinas
São utilizados como uma barreira material para garantirem a proteção

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA

Entre os principais objetivos do uso dos equipamentos de proteção coletiva, estão:
  • Evitar acidentes que envolvam tanto os trabalhadores, como também outras pessoas que venham a estar presentes naquele local de trabalho
  • Minimizar perdas e aumentar a produtividade da empresa através de uma melhoria nas condições
  • Eliminar ou reduzir os riscos que anteriormente eram comuns num determinado local de trabalho

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

Feito o levantamento dos riscos evidentes nos postos de trabalho ( de 6 de outubro), é necessário proceder à escolha dos Equipamentos de Proteção Individuais (EPI). A utilização destes equipamentos conduz à responsabilização de todos na empresa.
Mapa no Anexo I da Portaria n.º 988/93
Requisitos a que devem obedecer os EPI’s:
Requisitos a que devem obedecer os EPI’s:
Cómodos Robustos Leves Adaptáveis

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

Os Equipamentos de Proteção Individuais são destinados a ser usados pelo trabalhador para sua proteção contra um ou mais riscos suscetíveis de ameaçar a sua segurança ou saúde no trabalho, bem como qualquer complemento ou acessório designado a esse objetivo.
Os EPI exigem do trabalhador um grande esforço no desempenho das suas funções (peso, desconforto geral).
Deve ter em consideração os seguintes aspetos:
Deve ter em consideração os seguintes aspetos:
Os riscos a que o trabalhador está exposto As condições em que trabalha (condições do ambiente) A parte do corpo a proteger, sendo o equipamento de uso individual As caraterísticas do próprio trabalhador, atendendo às suas exigências ergonómicas e de saúde Perante a utilização de mais do que um EPI em simultâneo, garantir a sua compatibilidade e eficácia

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

Cabeça
Mãos e braços
Face e olhos
Pés e pernas
Vias respiratórias
Tronco e abdómen
Aparelho auditivo

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

A Diretiva n.º 89/696/CEE define os procedimentos que o fabricante deve observar, tendo em vista a obtenção de uma declaração de conformidade “CE” do seu equipamento.
Diretiva n.º 89/696/CEE
O Decreto-Lei n.º 118/2019 assegura a execução na ordem jurídica interna das obrigações decorrentes do relativo aos EPI.
Decreto-Lei

n.º

118/2019

Regulamento (UE) 2016/425
Assim, os Equipamentos de Proteção Individual devem ser utilizados quando os riscos existentes não puderem ser evitados ou suficientemente limitados por meios técnicos de proteção coletiva ou por medidas, métodos ou processos de organização do trabalho.

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

DEVERES do Empregador

Garantir EPI adequados, mantendo-os disponíveis para os seus trabalhadores
Assegurar a informação e a formação dos trabalhadores para a utilização, manutenção e limpeza do EPI
Verificar o cumprimento do uso e manutenção de EPI
Evitar a utilização dos EPI defeituosos ou danificados
Manter os registos da atribuição de EPI

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

A formação dos trabalhadores para a utilização, manutenção e limpeza do EPI deve incluir:
Indicações sobre o EPI a utilizar e quando o fazer Como vestir, colocar, ajustar ou utilizar cada EPI Conhecimentos sobre as limitações do EPI em causa Informações sobre os cuidados e manutenção durante a vida útil dos equipamentos Uma parte prática composta por uma demonstração, comprovando que o trabalhador compreendeu a explicação e se encontra apto a utilizar o EPI adequadamente

SINALIZAÇÃO de segurança

PLACAS DE SINALIZAÇÃO

Placas de Sinalização

Sinais de proibição
Proíbem um comportamento e dão-nos indicação de atitudes perigosasForma circularPictograma negro sobre fundo branco, margem e faixa vermelhas
Sinais de perigo
Advertem para um perigo ou um riscoForma triangularPictograma negro sobre fundo amarelo e margem negra

Placas de Sinalização

Sinais de obrigação
Impõem um determinado comportamentoForma circularPictograma branco sobre fundo azul
Sinais relativos a informações
Transmitem informações sobre vários locaisDestinam-se a dar indicações úteis

Placas de Sinalização

Sinais relativos a combate de incêndios
Demonstram a localização do material de combate a incêndioForma retangular ou quadradaPictograma branco sobre fundo vermelho
Sinais de salvamento ou emergência
Indicações sobre saídas de emergência ou meios de socorro ou salvamentoForma retangular ou quadradaPictograma branco sobre fundo verde

Sinalização das vias de circulação

Quando a proteção dos trabalhadores o exija, as vias de circulação de veículos deverão ser identificadas de forma clara, com faixas contínuas e indissociáveis do pavimento, podendo ser brancas ou amarelas (consoante a cor do pavimento).
Requisitos:
A localização das faixas deve considerar as distâncias de segurança necessárias, quer entre os veículos e os trabalhadores, quer entre ambos e os objetos/instalação que possam encontrar-se na vizinhança Caso seja necessário marcar as vias exteriores, as faixas contínuas podem ser substituídas por barreiras ou por um pavimento adequado As vias de circulação destinadas a pessoas devem ter iluminação adequada e piso não escorregadio ou antiderrapante, com cores distintas (faixas amarelas ou brancas)

Sinalização dE OBSTÁCULOS E LOCAIS

Os obstáculos e locais que constituam perigo deverão ser devidamente identificados, evitando riscos de choques contra obstáculos, assim como quedas de objetos e/ou pessoas no interior das zonas da empresa/estabelecimento a que o trabalhador tem acesso. A sinalização é constituída por faixas de cores amarelas e negras ou cores vermelhas e brancas (alternadas).
Requisitos:
As dimensões do obstáculo ou do local perigoso a assinalar devem ser consideradas A alimentação elétrica deve ser autónoma A sinalização dever ser composta por bandas de duas cores alternadas, com superfícies sensivelmente iguais, sob a forma de faixas com uma inclinação de 45º A superfície luminosa deverá ser de uma cor uniforme, igual às cores dos pictogramas

Sinalização de VIAS E OBSTÁCULOS

Sinalização Luminosa

A sinalização luminosa deve assumir:
Um contraste luminoso apropriado, isto é, em função do ambiente, sem provocar encandeamento pela sua intensidade excessiva ou má visibilidade por ser insuficiente Uma luz intermitente, em vez de um sinal luminoso contínuo, uma vez que tem como objetivo indicar um grau elevado de perigo ou de urgência A alimentação elétrica deve ser autónoma

Sinalização Acústica

A sinalização acústica deve:
Ser excessiva ou dolorosa, de forma a causar impacto Apresentar um nível sonoro nitidamente superior ao do ruído ambiente, tornando-se diferençável de outros sinais acústicos e ruídos habitua Facilmente reconhecível, nomeadamente através da duração, da separação de impulsos e grupos de impulsos
Se os sinais forem emitidos com intensidades muito variáveis, ou em intervalos mais ou menos próximos, poderá concluir-se a existência de um nível de perigo mais elevado ou da necessidade de uma maior urgência na intervenção. A sinalização também pode ocorrer de forma verbal, por meio de textos curtos, grupos de palavras ou palavras isoladas, como "Iniciar", "Avançar", "Recuar",...

Sinalização de tubagens

As substâncias são quase sempre transportadas em tubagens, devendo exibir rotulagem:

Sinalização Gestual

A sinalização gestual:
Resulta de um movimento, ou uma posição dos braços ou de mãos, ou qualquer combinação entre eles Ocorre através de uma forma codificada Orienta a realização de manobras que representam risco ou perigo para os trabalhadores

Sinalização Gestual

Tipos de sinais gestuais:
Significado - Início (atenção; comando assumido) Descrição - Ambos os braços abertos horizontalmente, palmas das mãos voltadas para a frente
Significado Descrição
Início
Significado - Stop (interrupção; fim do movimento) Descrição - Braço direito levantado, palma da mão direita para a frente
Significado Descrição
Significado Descrição
Stop

Sinalização Gestual

Tipos de sinais gestuais:
Significado - Fim das operações Descrição - Mãos juntas ao nível do peito
Significado Descrição
Fim
Significado - Subir Descrição - Braço direito levantado, palma da mão direita para a frente
Significado Descrição
Significado Descrição
Subir

Sinalização Gestual

Tipos de sinais gestuais:
Significado - Descer Descrição - Braço direito estendido para baixo, palma da mão voltada para dentro, descrevendo um círculo lentamente
Significado Descrição
Descer
Significado - Distância Descrição - Mãos colocadas de modo a indicar a distância
Significado Descrição
Significado Descrição
Distância

Sinalização Gestual

Tipos de sinais gestuais:
Significado - Avançar Descrição - Ambos os braços dobrados, palmas das mãos voltadas para dentro. Os antebraços fazem movimentos em direção ao corpo
Significado Descrição
Avancar
Significado - Retroceder Descrição - Os dois braços dobrados, palmas das mãos voltadas para fora. Os antebraços fazem movimentos afastando-se lentamente do corpo
Significado Descrição
Retroceder

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Proteger o homem

  • Proteção Individual do trabalhador
  • Medida individual
  • Atua sobre o homem

Incapacidade permanente parcial - Situação que resulta na desvalorização permanente do trabalhador, o que implica uma redução definitiva da sua capacidade geral de ganho.

Incapacidade permanente absoluta - Situação em que o trabalhador fica permanentemente incapaz de exercer as suas funções normais ou de efetuar qualquer trabalho.

  • Substituição do processo, máquinas ou componentes
  • Utilização de equipamentos menos ruidosos
  • Aplicação de silenciadores e atenuadores sonoros
  • Melhoria da construção em estruturas
  • Dimensionamento correto, acabamentos à máquina e uma escolha correta dos materiais
  • Diminuição da velocidade de rotação e choques entre componentes de equipamentos
  • Isolamento
  • Manutenção regular

Limitar ou eliminar o risco

  • Prevenção do risco em fase de projeto
  • Medida construtiva ou engenharia
  • Atua sobre o meio de trabalho (espaço, máquina, layout)
RISCOS Psicossociais
  • Pressão/Stress
  • Precariedade
  • Fadiga
  • Gestão do tempo
  • Desequilíbrio da vida pessoal/profissional
  • Assédio moral e sexual
Artigo 5 - Avaliação de referência de risco
1 - O empregador deve proceder à avaliação dos elementos de referência do risco da movimentação manual das cargas e das condições de segurança e de saúde daquele tipo de trabalho, considerando, as características da carga:
a) Carga demasiado pesada: superior a 30kg em operações ocasionais e superior a 20kg em operações frequentes

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Incapacidade temporária parcial - Situação em que a pessoa acidentada ou doente pode comparecer ao trabalho, embora ainda não possa exercer as suas funções normais.

Incapacidade temporária absoluta - Situação em que a pessoa acidentada ou doente está temporariamente incapacitada de comparecer ao trabalho por não estar apta a desempenhar as suas funções normais.

Causas técnicas
  • Avaria
  • Equipamentos/ferramentas em mau estado de conservação ou sem dispositivos de segurança
  • Armazenagem inadequada
  • Montagem deficiente dos Equipamentos de Proteção Coletiva
  • Más condições de trabalho

Limitar ou eliminar o risco

  • Prevenção do risco em fase de projeto
  • Medida construtiva ou engenharia
  • Atua sobre o meio de trabalho (espaço, máquina, layout)
RISCOS FÍSICOS
  • Ruído
  • Ambiente Térmico (frio, calor)
  • Vibrações
  • Radiações
  • Iluminação
  • Humidade
Causas humanas
  • Fadiga
  • Stress
  • Consumo de álcool/drogas
  • Incumprimento das regras de segurança
  • Falta de atenção
  • Excesso de confiança
  • Falta de formação/informação
  • Posições incorretas na execução das tarefas
  • Nunca pegar em alimentos ou produtos congelados diretamente com as mãos - utilizar luvas de proteção adequadas
  • Usar roupas de trabalho com mangas compridas ou manguitos quando se utilizam fritadeiras, frigideiras ou grelhadores
  • Utilizar luvas de proteção contra o calor para pegar em recipientes quentes
  • Evitar debruçar-se ou tentar alcançar objetos colocados sobre superfícies ou equipamentos que estejam a temperaturas elevadas
  • Nunca encher totalmente os recipientes com líquidos que vão ser aquecidos
  • Colocar anteparos de proteção contra salpicos em redor de fritadeiras e frigideiras
  • Comprovar a temperatura do termóstato das fritadeiras antes de introduzir os alimentos
  • Antes de fritar alimentos comprovar que se encontram sem gelo ou húmidos
causas fortuitas
  • Riscos não previsíveis por fatores exteriores ao trabalho
  • Ações de terceiros
  • Condições atmosféricas

Como controlar o risco?

Como controlar o risco?

Como controlar o risco?

Risco de queda

Controlando o risco

Eliminando o risco

(Tapando a abertura)
(Vedando e sinalizando)
(Tampa de esgoto aberta)
RISCOS Elétricos
  • Sobrecarga elétrica
  • Equipamentos deteriorados
  • Conservação
  • Instalação elétrica
  • Manutenção

Afastar o homem

  • Proteção contra as fontes de risco
  • Medida organizacional e coletiva
  • Atua no sistema Homem – Máquina – Ambiente

Exemplos

  • Cortiça e derivados
  • Aglomerado de cortiça
  • Granulado de cortiça
  • Linóleo (serradura de cortiça)
  • Vidro celular
  • Placas decorativas de vidro celular
  • Peças de vidro para acabamentos especiais
  • Fibra de vidro
  • Fibras minerais
  • Placas acústicas de aço
  • Painéis isolantes de gesso e painéis de fibra de madeira
  • Espuma plástica isolante
  • Painéis com interior de poliuretano
  • Placas decorativas de poliestireno
  • Betão leve, siporex e "ytong", celular e poroso ou fibras de madeira
  • Vermiculite
  • Argila expandida

Proteger o homem

  • Proteção Individual do trabalhador
  • Medida individual
  • Atua sobre o homem
Consequências negativas provocadas no indivíduo
  • Burnout (esgotamento)
  • Alterações emocionais: Irritabilidade, sentir neura, perder a confiança em si
  • Alterações do comportamento: Isolamento, insatisfação com o trabalho, fumar e beber mais
  • Alterações cognitivas: Pensamentos repetitivos, dificuldade de concentração e de decisão
  • Sintomas vegetativos: Dores de cabeça frequentes, aumento da tensão arterial e transtornos no sono
RISCOS Mecânicos
  • Operação das máquinas
  • Manutenção
  • Ar comprimido
  • Cortes
  • Pancadas
  • Entalamentos
RISCOS ERGONÓMICOS
  • Movimentação manual de cargas
  • Posturas incorretas
  • Utilização de ferramentas não adequadas
  • Movimentos repetitivos
  • Atividades monótonas
RISCOS QUÍMICOS
  • Vapores
  • Substâncias
  • Produtos químicos
  • Agentes químicos
  • Poeiras
  • Fumos
  • Névoas
  • Neblina
Verificar frequentemente tomadas e cabos
Sinalizar ou retirar qualquer material elétrico que se encontre danificado
Ao desligar uma ficha de uma tomada corrente, puxar sempre pela ficha e não pelo cabo
Não mexer nos equipamentos e máquinas com as mãos molhadas ou húmidas
Assegurar que todo o equipamento elétrico se encontra corretamente instalado
Não sobrecarregar as tomadas de alimentação, protegendo-as contra a sobreintensidade
Confirmar e corrigir defeitos do isolamento
Manter a ventilação adequada (verificar obstruções)
Impedir descargas eletrostáticas em ambientes ATEX
Uilizar EPI adequados e aparelhos antideflagrantes
  • Avaliações periódicas e registo das avaliações
  • Vigilância médica e audiometria
  • Isolamento, substituição das fontes de ruído
  • Rotatividade dos trabalhadores
  • Disponibilização de equipamentos de proteção adequados
  • Formação dos trabalhadores expostos ao ruído
Consequências negativas provocadas nAS ORGANIZAÇÕES
  • Diminuição do rendimento
  • Absentismo ou redução do número de colaboradores
  • Necessidade de uma maior produtividade
  • Acidentes de trabalho
  • Relações de trabalho tensas e precárias
  • Adquirir máquinas, ferramentas e veículos que cumpram as normas CE
  • Manter os equipamentos e máquinas devidamente lubrificados
  • Separar as máquinas fixas do chão com materiais que amorteçam as vibrações
  • Reduzir as irregularidades do terreno
  • Colocar corretamente as cargas
  • Instalar painéis de absorção de ruído e vibrações no ambiente de trabalho
  • Alternar funções entre tarefas sujeitas ao risco e isentas de risco
  • Limitar a duração e a intensidade de exposição
  • Definir um horário de trabalho adequado, com períodos de repouso frequentes
  • Disponibilizar informação e formação adequada aos trabalhadores
  • Assegurar vigilância médica adequada

Exemplos

  • Cortiça e derivados
  • Aglomerado de cortiça
  • Granulado de cortiça
  • Linóleo (serradura de cortiça)
  • Vidro celular
  • Placas decorativas de vidro celular
  • Peças de vidro para acabamentos especiais
  • Fibra de vidro
  • Fibras minerais
  • Placas acústicas de aço
  • Painéis isolantes de gesso e painéis de fibra de madeira
  • Espuma plástica isolante
  • Painéis com interior de poliuretano
  • Placas decorativas de poliestireno
  • Betão leve, siporex e "ytong", celular e poroso ou fibras de madeira
  • Vermiculite
  • Argila expandida
RISCOS DE incêndio
  • Calor
  • Fumos e gases
  • Incêndios

Envolver o risco

  • Eliminação da fonte de perigo
  • Medida construtiva/engenharia e organizacional
  • Atua sobre o meio de trabalho (máquina, layout)
RISCOS BIOLÓGICOS
  • Vírus
  • Bactérias
  • Protozoários
  • Fungos
  • Bacílios