As mudanças climáticas têm um impacto negativo na biodiversidade, já que promovem a perda de habitats da fauna e contribuem para o desaparecimento de espécies animais e vegetais.
As mudanças climáticas afetam o ciclo da água doce, já que aumentam o teor de vapor de água na atmosfera, fazem variar a intensidade das precipitações (cheias, inundações, secas), diminuem a cobertura de neve, fazem derreter ainda mais as geleiras e alteram a umidade do solo.
A queda da biodiversidade tem um impacto negativo nas mudanças climáticas, já que as reservas naturais de carbono, que captam cerca de um quarto das emissões de CO2 de origem humana, ficam enfraquecidas.
O excesso de nitrogênio liberado na água afeta a biodiversidade, pois provoca a proliferação de algas nocivas, reduzindo o oxigênio na água e afetando a vida aquática (trata-se do fenômeno de eutrofização).
A mudança no uso do solo tem um impacto nas mudanças climáticas. O desmatamento, por exemplo, ocorre principalmente través de queimadas, liberando quantidades significativas de CO2 na atmosfera.
A mudança no uso do solo (artificialização, desmatamento) é a primeira causa da queda da biodiversidade: os habitats são destruídos, as áreas habitáveis são fragmentadas.
A mudança no uso do solo altera e perturba o ciclo da água doce, afetando suas características de absorção e escoamento.
A acidificação dos oceanos tem impacto na erosão da biodiversidade. Ela provoca o branqueamento e a degradação dos recifes de corais que são essenciais para o equilíbrio dos ecossistemas marinhos.
O aumento dos aerossóis, partículas finas em suspensão no ar, podem «esfriar» o clima ao refletirem os raios de sol. Efeito «benéfico» a ser ponderado, pois são extremamente nocivos à saúde, causando todos os anos milhões de mortes prematuras relacionadas a doenças respiratórias e cardiovasculares.
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As poluições são o 4º fator de queda da biodiversidade. Numerosos estudos demonstraram os efeitos nocivos dos pesticidas em espécies não visadas e na saúde humana.
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Ligação entre as fronteiras planetárias (PT)
Eléonore
Created on February 10, 2026
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As mudanças climáticas têm um impacto negativo na biodiversidade, já que promovem a perda de habitats da fauna e contribuem para o desaparecimento de espécies animais e vegetais.
As mudanças climáticas afetam o ciclo da água doce, já que aumentam o teor de vapor de água na atmosfera, fazem variar a intensidade das precipitações (cheias, inundações, secas), diminuem a cobertura de neve, fazem derreter ainda mais as geleiras e alteram a umidade do solo.
A queda da biodiversidade tem um impacto negativo nas mudanças climáticas, já que as reservas naturais de carbono, que captam cerca de um quarto das emissões de CO2 de origem humana, ficam enfraquecidas.
O excesso de nitrogênio liberado na água afeta a biodiversidade, pois provoca a proliferação de algas nocivas, reduzindo o oxigênio na água e afetando a vida aquática (trata-se do fenômeno de eutrofização).
A mudança no uso do solo tem um impacto nas mudanças climáticas. O desmatamento, por exemplo, ocorre principalmente través de queimadas, liberando quantidades significativas de CO2 na atmosfera.
A mudança no uso do solo (artificialização, desmatamento) é a primeira causa da queda da biodiversidade: os habitats são destruídos, as áreas habitáveis são fragmentadas.
A mudança no uso do solo altera e perturba o ciclo da água doce, afetando suas características de absorção e escoamento.
A acidificação dos oceanos tem impacto na erosão da biodiversidade. Ela provoca o branqueamento e a degradação dos recifes de corais que são essenciais para o equilíbrio dos ecossistemas marinhos.
O aumento dos aerossóis, partículas finas em suspensão no ar, podem «esfriar» o clima ao refletirem os raios de sol. Efeito «benéfico» a ser ponderado, pois são extremamente nocivos à saúde, causando todos os anos milhões de mortes prematuras relacionadas a doenças respiratórias e cardiovasculares.
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As poluições são o 4º fator de queda da biodiversidade. Numerosos estudos demonstraram os efeitos nocivos dos pesticidas em espécies não visadas e na saúde humana.
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