Aqui também há violência
Atividade 3
Continuar
* EDIT OR DELETE THIS STATEMENT
Com base no Processo de Tomada de Decisão, vamos aprendar a identificar situações problemáticas do dia-a-dia, e adquirir estratégias para gerir e resolver esses problemas.
O que vamos trabalhar?
Passo a passo:
Avaliar a situação
Controlar a decisão
Implementar a decisão
Escolher a melhor opção
Avaliar as alternativas
Identificar o problema
Continuar
A Gabriela conheceu o Bruno numa festa, e após meter conversa com ele pediu-lhe o número. Trocavam mensagens e áudios todos os dias desde esse dia e, a dada altura, começaram a encontrar-se, e fazer algumas atividades em conjunto. A Gabriela começou a desejar estar cada vez mais próxima do Bruno, e aumentar a intimidade entre ambos. Numa das vezes que estiveram juntos, a Gabriela insistiu para que iniciassem uma relação sexual, apesar da resistência do Bruno. Para a Gabriela, a pressão que estava a impor ao Bruno era normal, tendo em conta o quão intimos eles eram. Sabia que ele estava com medo, mas que isso ia passar. A Gabriela continuou a insistir, desvalorizando os limites do Bruno, que acabou por ceder à sua pressão e manipulação.
Continua
O Bruno conheceu a Gabriela numa festa, partilharam números e começaram a trocar mensagens. Encontraram-se algumas vezes, e numa das vezes que estiveram juntos, a Gabriela disse-lhe que estava na altura de ficarem sexualmente mais íntimos. Quando percebeu as suas intenções, o Bruno disse-lhe que não estava pronto, e que avançar o faria sentir-se desconfortável. A Gabriela desvalorizou os sentimentos do Bruno, e continuou a insistiu e a pressioná-lo. O Bruno acabou por ceder, mas sentiu-se muito mal consigo mesmo. Não conseguia deixar de pensar no que aconteceu, sentindo-se exposto e vulnerável, por ter permitido que os seus limites não fossem respeitados. Apesar de ter acontecido apenas uma vez, o mal-estar que o Bruno sentia foi-se intensificando com o passar do tempo.
Continua
Sei que não me vais levar a sério, mas precisamos de falar.
Sobre?
Sobre o que se passou ontem.
Continua
O que fizemos. Eu não queria, e tu acabaste por me pressionar.
Não gostaste?
Não tem a ver com isso.
Continua
Então?
Eu não estava preparado, e disse-te “não” e tu não quiseste ouvir. E não paraste.
Eu percebi que querias. Tenho mais do que a certeza. Por isso, não dramatizes tanto...
Continua
Violência sexual entre pares
Próximo Cenário
A Ana achou o José simpático e divertido. No início, só via as mensagens como conversas normais entre amigos. Apesar de ter interesse em conhecê-lo melhor, queria ir com calma. Mas, naquela noite, sentiu que estava tudo a acontecer muito rápido. Tentou mostrar que não estava completamente confortável, mas não conseguiu encontrar as palavras certas, nem ser firme em relação aos seus limites. Além disso, teve vergonha de confessar ao José que não queria avançar. Ficou desconfortável em relação ao que aconteceu. Sente-se mal consigo mesma, e que foi forçada a fazer algo, antes de estar pronta. O mal-estar torna-se cada vez maior, e não consegue parar de se sentir culpada, suja e com muita vergonha.
Continua
O José conheceu a Ana enquanto estava a trabalhar. Ela era gammer, muito simpática, e tímida. Estas características chamaram a atenção do José, que se aproximou da Ana. Conversaram nas vezes em que a Ana ia à loja, ver novos jogos, e um dia pediu-lhe o número. Começaram a falar por mensagens, sobre coisas do dia a dia. Apesar de não estar muito envolvido nas conversas, ele queria tê-la por perto. Ao fim de um mês encontraram-se. Numa noite, deixou-se levar pelo momento, e pela vontade que sentia em ter relações sexuais com Ana. Quando percebeu que a Ana parecia hesitante, pensou que talvez estivesse só nervosa. Ele não queria magoá-la, mas não queria parar. Decidiu ignorar estes pensamentos, e continuar.
Continua
Pensei muito antes de te enviar esta mensagem.
Okay…?
O que se passou entre nós naquela noite, tu não respeitaste a minha vontade. Quis ir embora e não me deixaste. O que aconteceu não foi correto.
Não aconteceu nada de mal. Pareceu que estavas a gostar, inclusive.
Continua
Pois, mas não estava. Começaste a pressionar-me. A dizer-me que tinhas tirado aquele tempo para estar comigo. Tive vergonha. Senti-me mal.
E tirei. Sabes bem que é complicado com os meus pais. E eu fui ter contigo e tudo. Só queria que passássemos um bom bocado.
Que nos divertíssemos. Eu gostei, apesar de teres querido parar a meio...
Eu não gostei. E ainda hoje penso no que aconteceu. Tenho nojo.
Continua
Violência sexual entre pares
Cenário inicial
REV2-Aqui também há violência (Vio Sexual)
Catarina
Created on January 29, 2026
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Aqui também há violência
Atividade 3
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* EDIT OR DELETE THIS STATEMENT
Com base no Processo de Tomada de Decisão, vamos aprendar a identificar situações problemáticas do dia-a-dia, e adquirir estratégias para gerir e resolver esses problemas.
O que vamos trabalhar?
Passo a passo:
Avaliar a situação
Controlar a decisão
Implementar a decisão
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Avaliar as alternativas
Identificar o problema
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A Gabriela conheceu o Bruno numa festa, e após meter conversa com ele pediu-lhe o número. Trocavam mensagens e áudios todos os dias desde esse dia e, a dada altura, começaram a encontrar-se, e fazer algumas atividades em conjunto. A Gabriela começou a desejar estar cada vez mais próxima do Bruno, e aumentar a intimidade entre ambos. Numa das vezes que estiveram juntos, a Gabriela insistiu para que iniciassem uma relação sexual, apesar da resistência do Bruno. Para a Gabriela, a pressão que estava a impor ao Bruno era normal, tendo em conta o quão intimos eles eram. Sabia que ele estava com medo, mas que isso ia passar. A Gabriela continuou a insistir, desvalorizando os limites do Bruno, que acabou por ceder à sua pressão e manipulação.
Continua
O Bruno conheceu a Gabriela numa festa, partilharam números e começaram a trocar mensagens. Encontraram-se algumas vezes, e numa das vezes que estiveram juntos, a Gabriela disse-lhe que estava na altura de ficarem sexualmente mais íntimos. Quando percebeu as suas intenções, o Bruno disse-lhe que não estava pronto, e que avançar o faria sentir-se desconfortável. A Gabriela desvalorizou os sentimentos do Bruno, e continuou a insistiu e a pressioná-lo. O Bruno acabou por ceder, mas sentiu-se muito mal consigo mesmo. Não conseguia deixar de pensar no que aconteceu, sentindo-se exposto e vulnerável, por ter permitido que os seus limites não fossem respeitados. Apesar de ter acontecido apenas uma vez, o mal-estar que o Bruno sentia foi-se intensificando com o passar do tempo.
Continua
Sei que não me vais levar a sério, mas precisamos de falar.
Sobre?
Sobre o que se passou ontem.
Continua
O que fizemos. Eu não queria, e tu acabaste por me pressionar.
Não gostaste?
Não tem a ver com isso.
Continua
Então?
Eu não estava preparado, e disse-te “não” e tu não quiseste ouvir. E não paraste.
Eu percebi que querias. Tenho mais do que a certeza. Por isso, não dramatizes tanto...
Continua
Violência sexual entre pares
Próximo Cenário
A Ana achou o José simpático e divertido. No início, só via as mensagens como conversas normais entre amigos. Apesar de ter interesse em conhecê-lo melhor, queria ir com calma. Mas, naquela noite, sentiu que estava tudo a acontecer muito rápido. Tentou mostrar que não estava completamente confortável, mas não conseguiu encontrar as palavras certas, nem ser firme em relação aos seus limites. Além disso, teve vergonha de confessar ao José que não queria avançar. Ficou desconfortável em relação ao que aconteceu. Sente-se mal consigo mesma, e que foi forçada a fazer algo, antes de estar pronta. O mal-estar torna-se cada vez maior, e não consegue parar de se sentir culpada, suja e com muita vergonha.
Continua
O José conheceu a Ana enquanto estava a trabalhar. Ela era gammer, muito simpática, e tímida. Estas características chamaram a atenção do José, que se aproximou da Ana. Conversaram nas vezes em que a Ana ia à loja, ver novos jogos, e um dia pediu-lhe o número. Começaram a falar por mensagens, sobre coisas do dia a dia. Apesar de não estar muito envolvido nas conversas, ele queria tê-la por perto. Ao fim de um mês encontraram-se. Numa noite, deixou-se levar pelo momento, e pela vontade que sentia em ter relações sexuais com Ana. Quando percebeu que a Ana parecia hesitante, pensou que talvez estivesse só nervosa. Ele não queria magoá-la, mas não queria parar. Decidiu ignorar estes pensamentos, e continuar.
Continua
Pensei muito antes de te enviar esta mensagem.
Okay…?
O que se passou entre nós naquela noite, tu não respeitaste a minha vontade. Quis ir embora e não me deixaste. O que aconteceu não foi correto.
Não aconteceu nada de mal. Pareceu que estavas a gostar, inclusive.
Continua
Pois, mas não estava. Começaste a pressionar-me. A dizer-me que tinhas tirado aquele tempo para estar comigo. Tive vergonha. Senti-me mal.
E tirei. Sabes bem que é complicado com os meus pais. E eu fui ter contigo e tudo. Só queria que passássemos um bom bocado. Que nos divertíssemos. Eu gostei, apesar de teres querido parar a meio...
Eu não gostei. E ainda hoje penso no que aconteceu. Tenho nojo.
Continua
Violência sexual entre pares
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