Cancioneiro Galego-Portugués
Ligação. Clique aqui.
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Ligação. Clique aqui.
Moro à beira do monte,
meus vizinhos são penedos:
não tenho quem chor’por mim,
senão mochos ou morcegos.
Adeus, lugar de Chavães,
Ó longe pareces vila;
Tens um cravo à intrada
E uma rosa à saída.
Quem espera, desespera,
Quem espera sempre alcança.
Não há maior alívio
Do que viver de esperança..
Ligação 1. Clique aqui.
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Ligação 2. Clique aqui.
Ligação 2. Clique aqui.
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Ligação 3. Clique aqui.
Ligação 3. Clique aqui.
Minha Mãe, pra me casar,
prometeu-me quanto tinha,
despois de me ver casada
deu-me um fole sem farinha.
Se o mar tivesse barandas,
ai, ía-te ver ao Brasil,
má-lo mar não tem barandas,
ai, amor, por onde hei-de ir?
Aqui tens meu coração,
e as chaves pr’o abrir:
não tenho mais que te dar,
nem tu mais que me pedir.
Ligação 1. Clique aqui.
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Ligação 2. Clique aqui.
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Ligação 3. Clique aqui.
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Chamaste-me moreninha?!
‘O preta, vai-te lavar!...
Eu ainda tenho amores
que te posso amostrar...
Não canto por bem cantar,
nem por bem cantar o digo;
canto para aliviar
penas que trago commigo.
Este pandeiro que eu toco
não é meu, é de Maria,
que eu pedi-lho emprestado
p’ra levar à romaria.
Ligação 1. Clique aqui.
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Ligação 2. Clique aqui.
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Ligação 3. Clique aqui.
Quem tem amores, não dorme,
Quem os não tem, adormece:
Quem os tem ao longe, chora,
Quem os tem ao pé, padece.
Chamaste-me cerejinha,
Diante de tanta gente;
Agora fica-me o nome,
Cerejinha para sempre
Oh ares da minha terra
vinde por aquí, levai-me,
que os ares da terra alheia
não fazem senão matar-me
Escribe un titular genial
Plantea una pregunta dramática; es el ingrediente esencial para mantener la atención del público. Se suele plantear de forma subyacente al inicio de la historia para intrigar a la audiencia y se resuelve al final.
Cancioneiro-PARTE2_v1
Ronsel
Created on January 27, 2026
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Cancioneiro Galego-Portugués
Ligação. Clique aqui.
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Moro à beira do monte, meus vizinhos são penedos: não tenho quem chor’por mim, senão mochos ou morcegos.
Adeus, lugar de Chavães, Ó longe pareces vila; Tens um cravo à intrada E uma rosa à saída.
Quem espera, desespera, Quem espera sempre alcança. Não há maior alívio Do que viver de esperança..
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Minha Mãe, pra me casar, prometeu-me quanto tinha, despois de me ver casada deu-me um fole sem farinha.
Se o mar tivesse barandas, ai, ía-te ver ao Brasil, má-lo mar não tem barandas, ai, amor, por onde hei-de ir?
Aqui tens meu coração, e as chaves pr’o abrir: não tenho mais que te dar, nem tu mais que me pedir.
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Chamaste-me moreninha?! ‘O preta, vai-te lavar!... Eu ainda tenho amores que te posso amostrar...
Não canto por bem cantar, nem por bem cantar o digo; canto para aliviar penas que trago commigo.
Este pandeiro que eu toco não é meu, é de Maria, que eu pedi-lho emprestado p’ra levar à romaria.
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Quem tem amores, não dorme, Quem os não tem, adormece: Quem os tem ao longe, chora, Quem os tem ao pé, padece.
Chamaste-me cerejinha, Diante de tanta gente; Agora fica-me o nome, Cerejinha para sempre
Oh ares da minha terra vinde por aquí, levai-me, que os ares da terra alheia não fazem senão matar-me
Escribe un titular genial
Plantea una pregunta dramática; es el ingrediente esencial para mantener la atención del público. Se suele plantear de forma subyacente al inicio de la historia para intrigar a la audiencia y se resuelve al final.