Quem nos trouxeaté aqui...
Marquês de Pombal
Luciana Martins 12º C
Marquês de Pombal
- Biografia
- Ideologia política e formação académica
- Conflitos armados em que manifestou maior proatividade
- Sucessos
- Fracassos / Críticas
- O que deixou para a posteridade
- Curiosidades
Páginas: 3 e 4
Páginas: 5 e 6
Páginas: 7 e 8
Páginas: 9 e 10
Páginas: 11 e 12
Páginas: 13 e 14
Páginas: 15 e 16
Biografia
Sebastião José de Carvalho e Melo, mais conhecido como Marquês de Pombal, nasceu a 13 de maio de 1699, em Sernancelhe, Portugal, e faleceu a 8 de maio de 1782, em Pombal, Portugal. Foi um nobre, diplomata e estadista português, figura central da administração do reino durante o reinado de D. José I (1750–1777). Pombal tornou-se uma das personagens mais influentes, controversas e carismáticas da história portuguesa do século XVIII.
Ideologia política e formação académica
Pombal foi um grande representante do despotismo esclarecido, um modelo de governo absolutista influenciado pelos ideais do Iluminismo europeu (racionalismo, centralização do Estado, reformas administrativas). A sua formação política foi fortemente influenciada pela experiência diplomática que adquiriu enquanto embaixador em Londres e na Áustria, onde entrou em contacto com ideias novas de governo e economia.
Conflitos armados em que manifestou maior proatividade
Embora não tenha sido um líder militar no campo de batalha, Pombal esteve diretamente envolvido em conflitos políticos e administrativos no interior do Estado português. O episódio mais marcante foi o Processo dos Távoras (1758–1759), no qual a alta nobreza foi acusada de conspirar contra o rei após um atentado. Pombal coordenou a repressão e julgamento que levaram à execução de vários membros dessa nobreza. Também liderou a expulsão dos jesuítas de Portugal e das suas colônias, um conflito intenso com esta poderosa ordem religiosa.
Processo dos Távoras (1758–1759)
Sucessos
Reconstrução da cidade de Lisboa após o terramoto de 1755, com um plano urbanístico inovador.
Reforma das finanças, do ensino e do Estado, modernizando a administração portuguesa. Proibição da importação de escravos para Portugal continental (embora favorecesse o comércio com o Brasil) e o fim da discriminação legal dos cristãos-novos.
A discriminação legal dos cristãos-novos
Terramoto de 1755
10
Fracassos / Críticas
Autoritarismo e RepressãoPombal governou com mão de ferro, concentrando muito poder em si. O Processo dos Távoras é um exemplo claro de sua política de terror e controle, com execuções injustas para eliminar adversários políticos. Conflito com a Igreja Expulsou a Companhia de Jesus (jesuítas) de Portugal e das colônias em 1759, acusando-os de conspirar contra o rei. Política econômica limitada Apesar das tentativas de modernizar a economia (com companhias monopolistas e incentivo à indústria), muitos projetos fracassaram.
Expulsou a Companhia de Jesus (jesuítas) de Portugal e das colônias em 1759
12
11
O que deixou para a posteridade
As Reformas Pombalinas
14
13
Curiosidades
Após o terramoto de 1755, Pombal terá ordenado que se medissem os abalos sísmicos através de questionários enviados às paróquias, um dos primeiros estudos sismológicos da História.
É atribuída ao Marquês de Pombal a célebre frase: “Enterram-se os mortos e cuidam-se dos vivos”, símbolo do seu pragmatismo após o terramoto.
Apesar de ser uma figura iluminista, governava de forma autoritária, o que lhe valeu muitos inimigos entre a nobreza e o clero.
Foi responsável pela reforma da Universidade de Coimbra, introduzindo disciplinas científicas modernas como matemática, física e ciências naturais.
Universidade de Coimbra
16
15
Marques de Pombal
O Marquês de Pombal foi, acima de tudo, um reformador incansável. Governou com mão firme, modernizou a economia, a educação e o Estado português, enfrentou a Igreja e a nobreza e reconstruiu Lisboa após o terremoto de 1755. Apesar de seu autoritarismo e das controvérsias, deixou um legado que transformou Portugal, marcando para sempre a história do país como símbolo de poder, visão e coragem.
Luciana Martins 12º C
As reformas pombalinas foram um conjunto de mudanças políticas, econômicas, sociais e educacionais realizadas em Portugal e nas colônias durante o governo do Marquês de Pombal. As suas principais medidas reforma da educação, com criação de escolas públicas e expulsão dos Companhia de Jesus (jesuítas), reorganização da economia, com incentivo ao comércio e criação de companhias monopolistas e a Reconstrução de Lisboa após o terremoto de 1755 em Lisboa, com urbanismo moderno.
A discriminação dos cristãos-novos em Portugal foi o conjunto de leis e práticas que tratavam de forma desigual os descendentes de judeus convertidos ao cristianismo. Durante o governo do Marquês de Pombal, essa situação mudou. Pombal via essa distinção como um obstáculo ao progresso e à unidade nacional, e em 1773 ele aboliu oficialmente a discriminação legal entre cristãos-velhos e cristãos-novos. A medida foi chamada de “Lei da Abolição da Distinção entre Cristãos-Novos e Cristãos-Velhos”, e determinou que todos os portugueses fossem considerados iguais perante a lei, proibindo o uso de termos que indicassem origem religiosa.
Em 1759, o Marquês de Pombal expulsou a Companhia de Jesus (jesuítas) de Portugal e das colônias, acusando-os de exercerem demasiado poder, interferirem na política e resistirem às suas reformas. Os jesuítas tinham grande influência na educação e nas missões religiosas no Brasil. Após a expulsão, suas escolas foram fechadas ou substituídas por instituições controladas pelo governo, o que provocou grandes mudanças na educação e na vida religiosa portuguesa.
O Terremoto de 1755 em Lisboa ocorreu em 1º de novembro de 1755 e foi um dos maiores desastres naturais da história de Portugal. Teve magnitude estimada em 8,5–9,0 e foi seguido de tsunami e incêndios e destruiu grande parte de Lisboa, matando dezenas de milhares de pessoas. Causou impacto social, político e religioso, levando o governo do Marquês de Pombal a reorganizar a cidade, criando um plano de reconstrução moderno com ruas largas e prédios resistentes a sismos.
A Universidade de Coimbra é a mais antiga universidade de Portugal e uma das mais antigas da Europa, fundada em 1290. Localizada na cidade de Coimbra, tornou-se um centro importante de cultura, ciência e ensino. Durante o século XVIII, especialmente com a reforma do Marquês de Pombal em 1772, a universidade foi modernizada, incorporando o espírito do Iluminismo e tornando-se um símbolo da educação e do saber científico português.
O Processo dos Távoras foi um importante episódio político ocorrido em Portugal entre 1758 e 1759, durante o reinado de D. José I. Após um atentado contra o rei, a influente família Távora, juntamente com o Duque de Aveiro, foi acusada de conspiração e tentativa de regicídio. O julgamento, conduzido pelo Marquês de Pombal, foi marcado por falta de provas e motivado por razões políticas, pois Pombal desejava enfraquecer a nobreza que se opunha ao seu poder. Os acusados foram condenados e executados publicamente em Lisboa, em 1759. O episódio resultou no fortalecimento da autoridade real e do próprio Marquês de Pombal, tornando-se um símbolo de injustiça e repressão política na história portuguesa.
Quem nos trouxe até aqui...
Luciana Martins
Created on January 22, 2026
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Marquês de Pombal
Luciana Martins 12º C
Marquês de Pombal
Páginas: 3 e 4
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Páginas: 9 e 10
Páginas: 11 e 12
Páginas: 13 e 14
Páginas: 15 e 16
Biografia
Sebastião José de Carvalho e Melo, mais conhecido como Marquês de Pombal, nasceu a 13 de maio de 1699, em Sernancelhe, Portugal, e faleceu a 8 de maio de 1782, em Pombal, Portugal. Foi um nobre, diplomata e estadista português, figura central da administração do reino durante o reinado de D. José I (1750–1777). Pombal tornou-se uma das personagens mais influentes, controversas e carismáticas da história portuguesa do século XVIII.
Ideologia política e formação académica
Pombal foi um grande representante do despotismo esclarecido, um modelo de governo absolutista influenciado pelos ideais do Iluminismo europeu (racionalismo, centralização do Estado, reformas administrativas). A sua formação política foi fortemente influenciada pela experiência diplomática que adquiriu enquanto embaixador em Londres e na Áustria, onde entrou em contacto com ideias novas de governo e economia.
Conflitos armados em que manifestou maior proatividade
Embora não tenha sido um líder militar no campo de batalha, Pombal esteve diretamente envolvido em conflitos políticos e administrativos no interior do Estado português. O episódio mais marcante foi o Processo dos Távoras (1758–1759), no qual a alta nobreza foi acusada de conspirar contra o rei após um atentado. Pombal coordenou a repressão e julgamento que levaram à execução de vários membros dessa nobreza. Também liderou a expulsão dos jesuítas de Portugal e das suas colônias, um conflito intenso com esta poderosa ordem religiosa.
Processo dos Távoras (1758–1759)
Sucessos
Reconstrução da cidade de Lisboa após o terramoto de 1755, com um plano urbanístico inovador. Reforma das finanças, do ensino e do Estado, modernizando a administração portuguesa. Proibição da importação de escravos para Portugal continental (embora favorecesse o comércio com o Brasil) e o fim da discriminação legal dos cristãos-novos.
A discriminação legal dos cristãos-novos
Terramoto de 1755
10
Fracassos / Críticas
Autoritarismo e RepressãoPombal governou com mão de ferro, concentrando muito poder em si. O Processo dos Távoras é um exemplo claro de sua política de terror e controle, com execuções injustas para eliminar adversários políticos. Conflito com a Igreja Expulsou a Companhia de Jesus (jesuítas) de Portugal e das colônias em 1759, acusando-os de conspirar contra o rei. Política econômica limitada Apesar das tentativas de modernizar a economia (com companhias monopolistas e incentivo à indústria), muitos projetos fracassaram.
Expulsou a Companhia de Jesus (jesuítas) de Portugal e das colônias em 1759
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O que deixou para a posteridade
As Reformas Pombalinas
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Curiosidades
Após o terramoto de 1755, Pombal terá ordenado que se medissem os abalos sísmicos através de questionários enviados às paróquias, um dos primeiros estudos sismológicos da História. É atribuída ao Marquês de Pombal a célebre frase: “Enterram-se os mortos e cuidam-se dos vivos”, símbolo do seu pragmatismo após o terramoto. Apesar de ser uma figura iluminista, governava de forma autoritária, o que lhe valeu muitos inimigos entre a nobreza e o clero. Foi responsável pela reforma da Universidade de Coimbra, introduzindo disciplinas científicas modernas como matemática, física e ciências naturais.
Universidade de Coimbra
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Marques de Pombal
O Marquês de Pombal foi, acima de tudo, um reformador incansável. Governou com mão firme, modernizou a economia, a educação e o Estado português, enfrentou a Igreja e a nobreza e reconstruiu Lisboa após o terremoto de 1755. Apesar de seu autoritarismo e das controvérsias, deixou um legado que transformou Portugal, marcando para sempre a história do país como símbolo de poder, visão e coragem.
Luciana Martins 12º C
As reformas pombalinas foram um conjunto de mudanças políticas, econômicas, sociais e educacionais realizadas em Portugal e nas colônias durante o governo do Marquês de Pombal. As suas principais medidas reforma da educação, com criação de escolas públicas e expulsão dos Companhia de Jesus (jesuítas), reorganização da economia, com incentivo ao comércio e criação de companhias monopolistas e a Reconstrução de Lisboa após o terremoto de 1755 em Lisboa, com urbanismo moderno.
A discriminação dos cristãos-novos em Portugal foi o conjunto de leis e práticas que tratavam de forma desigual os descendentes de judeus convertidos ao cristianismo. Durante o governo do Marquês de Pombal, essa situação mudou. Pombal via essa distinção como um obstáculo ao progresso e à unidade nacional, e em 1773 ele aboliu oficialmente a discriminação legal entre cristãos-velhos e cristãos-novos. A medida foi chamada de “Lei da Abolição da Distinção entre Cristãos-Novos e Cristãos-Velhos”, e determinou que todos os portugueses fossem considerados iguais perante a lei, proibindo o uso de termos que indicassem origem religiosa.
Em 1759, o Marquês de Pombal expulsou a Companhia de Jesus (jesuítas) de Portugal e das colônias, acusando-os de exercerem demasiado poder, interferirem na política e resistirem às suas reformas. Os jesuítas tinham grande influência na educação e nas missões religiosas no Brasil. Após a expulsão, suas escolas foram fechadas ou substituídas por instituições controladas pelo governo, o que provocou grandes mudanças na educação e na vida religiosa portuguesa.
O Terremoto de 1755 em Lisboa ocorreu em 1º de novembro de 1755 e foi um dos maiores desastres naturais da história de Portugal. Teve magnitude estimada em 8,5–9,0 e foi seguido de tsunami e incêndios e destruiu grande parte de Lisboa, matando dezenas de milhares de pessoas. Causou impacto social, político e religioso, levando o governo do Marquês de Pombal a reorganizar a cidade, criando um plano de reconstrução moderno com ruas largas e prédios resistentes a sismos.
A Universidade de Coimbra é a mais antiga universidade de Portugal e uma das mais antigas da Europa, fundada em 1290. Localizada na cidade de Coimbra, tornou-se um centro importante de cultura, ciência e ensino. Durante o século XVIII, especialmente com a reforma do Marquês de Pombal em 1772, a universidade foi modernizada, incorporando o espírito do Iluminismo e tornando-se um símbolo da educação e do saber científico português.
O Processo dos Távoras foi um importante episódio político ocorrido em Portugal entre 1758 e 1759, durante o reinado de D. José I. Após um atentado contra o rei, a influente família Távora, juntamente com o Duque de Aveiro, foi acusada de conspiração e tentativa de regicídio. O julgamento, conduzido pelo Marquês de Pombal, foi marcado por falta de provas e motivado por razões políticas, pois Pombal desejava enfraquecer a nobreza que se opunha ao seu poder. Os acusados foram condenados e executados publicamente em Lisboa, em 1759. O episódio resultou no fortalecimento da autoridade real e do próprio Marquês de Pombal, tornando-se um símbolo de injustiça e repressão política na história portuguesa.