Want to create interactive content? It’s easy in Genially!

Get started free

O MOSQUITO COM WOLBACHIA

Design NSC

Created on January 19, 2026

Start designing with a free template

Discover more than 1500 professional designs like these:

Project Roadmap Timeline

Step-by-Step Timeline: How to Develop an Idea

Artificial Intelligence History Timeline

Momentum: Onboarding Presentation

Urban Illustrated Presentation

3D Corporate Reporting

Discover Your AI Assistant

Transcript

O MOSQUITO COM WOLBACHIA

Em laboratório, cientistas inserem a Wolbachia nos ovos do Aedes aegypti e criam colônias que passam a bactéria para as próximas gerações.

A BACTÉRIA

A bactéria Wolbachia foi descoberta em 1924 e é inofensiva aos humanos. Vive no interior das células de aproximadamente 60% dos insetos no mundo, mas não existia no Aedes aegypti.

Wolbachia

célula

O PROCESSO

A introdução da cepa de Wolbachia no Aedes aegypti, ocorreu em 2005, na Austrália, e foi trazida ao Brasil em 2011 por pesquisadores da Fiocruz.

A Wolbachia é retirada da mosca da fruta e introduzida nos ovos do Aedes aegypti por meio de microinjeção, com os devidos cuidados para os ovos não serem danificados.

ovo do Aedes aegypti

Wolbachia

Os mosquitos de Aedes aegypti com Wolbachia são criados em caixas para reprodução. Cada fêmea põe até 300 ovos e recebe sangue equino para produzi-los.

Os ovos são colocados em bandejas com água e alimento, onde as larvas se desenvolvem até se tornarem mosquitos adultos.

14 dias

Milhões de mosquitos adultos com Wolbachia são liberados nas cidades para cruzarem com os Aedes aegypti locais.

REPRODUÇÃO NA NATUREZA

Com a liberação controlada de mosquitos com Wolbachia, eles se reproduzem com os Aedes locais e transmitem essa proteção às gerações seguintes.

mosquito sem Wolbachia

mosquito com Wolbachia

fêmea

macho

filhotes

Quando apenas o macho tem Wolbachia, a prole não é viável.

Quando o Aedes aegypti carrega Wolbachia, a bactéria ocupa suas células e compete com os vírus, impedindo que dengue, Zika e chikungunya se multipliquem. Assim, mesmo ao picar alguém infectado, o mosquito não desenvolve vírus suficientes para transmiti-los.

Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli

Fonte: Ministério da Saúde, Wolbito do Brasil