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SISTEMAS_ANTIGRANIZO_CELULAR

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Created on January 8, 2026

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SISTEMAS ANTIGRANIZO

Para reduzir os impactos do granizo, Santa Catarina utiliza pulverização de iodeto de prata e canhões sonoros, que atuam de formas distintas para impedir ou minimizar a formação das pedras.

FORMAÇÃO DO GRANIZO

Ocorre como precipitação, semelhante à chuva e à neve, mas em forma de pedras de gelo.

Ventos ascendentes e velozes transportam a água para as regiões mais frias da nuvem, causando o congelamento.

nuvens cumulonimbus verticais

abaixo de 0 °C

Quando a corrente ascendente é forte, o gelo que cai é novamente levado para cima, sucessivamente, tornando as bolotas cada vez maiores.

vento ascendente

Clique e conheça as técnicas antigranizo empregadas em Santa Catarina:

canhão antigranizo

semeadura de nuvens

Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli

SEMEADURA DE NUVENS

Geradores liberam Iodeto de prata como fumaça, que, ao chegar nas nuvens, dificultam a formação de granizo, gerando apenas chuva ou neve.

1 bilhão de partículas por hora

iodeto de prata (AgI) e cloreto de sódio

Ocorre como precipitação, semelhante à chuva e à neve, mas em forma de pedras de gelo.

ar comprimido

Ventos ascendentes e velozes transportam a água para as regiões mais frias da nuvem, causando o congelamento.

O queimador mantém temperatura e fluxo constantes para queimar o composto, que sobe pela chaminé e se dispersa na atmosfera.

nuvens cumulonimbus verticais

Os geradores são ligados uma hora antes da formação do granizo, e a quantidade necessária de Agl é calculada pelo próprio equipamento

ÁREA DE PROTEÇÃO

Depende das características da região, mas tem eficiência comprovada apenas em grandes áreas.

Mínimo de 35 geradores para eficiência

Uma nuvem é enorme, mas sistemas meteorológicos podem cobrir áreas muito maiores

na nuvem

início

Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli

Fonte: João Luiz Rolim, diretor da AGF Antigranizo Fraiburgo Ltda

NA NUVEM

O cristal de gelo atua como núcleo de congelamento, pois sua estrutura facilita a formação de gelo.

1 bilhão de partículas por hora

água super-resfriada

vapor d’água

cristal de gelo

condição natural

com semeadura

O iodeto de prata aumenta o número de núcleos de congelamento em relação ao vapor e água super-resfriada.

Há muitas moléculas de vapor de água, gotículas de água e poucos cristais de gelo disponíveis.

Os cristais de gelo crescem com vapor e água super-resfriada disponíveis.

Formam-se menos partículas de gelo, porém maiores, que não derretem antes de atingir o solo. É o granizo.

Formam-se mais partículas de gelo, menores, que podem derreter antes de atingir o solo ou permanecer pequenas.

canhão antigranizo

voltar

início

Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli

NA NUVEM

As ondas hipersônicas fragilizam os cristais de gelo, dificultando a formação do granizo.

1 bilhão de partículas por hora

água super-resfriada

vapor d’água

cristal de gelo

com ondas sonoras

condição natural

Há muitas moléculas de vapor de água, gotículas de água e poucos cristais de gelo disponíveis.

Ao alcançar as nuvens, as ondas sonoras passam a atingir os cristais de gelo, sucessivamente.

cristaisde gelo

Os cristais de gelo crescem com vapor e água super-resfriada disponíveis.

Sob efeito da energia sonora, os cristais de gelo começam a ficar fragilizados.

Desestruturadas e com pequenas dimensões, as partículas de gelo iniciam a precipitação, derretendo durante a queda. É apenas chuva.

Formam-se menos partículas de gelo, porém maiores, que não derretem antes de atingir o solo. É o granizo.

semeadura de nuvens

voltar

início

Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli

CANHÃO ANTIGRANIZO

Através do disparo de ondas sonoras hipersônicas, busca-se impedir o desenvolvimento das bolotas de gelo, resultando em chuva ou neve.

A onda sonora dura 29 segundos e alcança 10.000 metros. Na nuvem, desorganiza os cristais de gelo, impedindo que cresçam e se tornem pedras grandes.

Ventos ascendentes e velozes transportam a água para as regiões mais frias da nuvem, causando o congelamento.

Uma onda de choque, resultante da explosão, é direcionada para cima através de um cone.

Acetileno e oxigênio geram uma explosão dentro da câmara, que, a seguir, se enche com ar externo para um novo disparo, que ocorre a cada 7 segundos.

ÁREA DE PROTEÇÃO

Ao detectar uma nuvem com potencial de granizo, o sistema é acionado com 15 minutos de antecedência.

80 hectares protegidos (112 campos de futebol)

Cada evento de proteção dura em média 30 minutos, com 258 explosões

na nuvem

voltar

Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli

Fonte: Emerson Carneiro, diretor da Try Brazil