SISTEMAS ANTIGRANIZO
Para reduzir os impactos do granizo, Santa Catarina utiliza pulverização de iodeto de prata e canhões sonoros, que atuam de formas distintas para impedir ou minimizar a formação das pedras.
FORMAÇÃO DO GRANIZO
Ocorre como precipitação, semelhante à chuva e à neve, mas em forma de pedras de gelo.
Ventos ascendentes e velozes transportam a água para as regiões mais frias da nuvem, causando o congelamento.
nuvens cumulonimbus verticais
abaixo de 0 °C
Quando a corrente ascendente é forte, o gelo que cai é novamente levado para cima, sucessivamente, tornando as bolotas cada vez maiores.
vento ascendente
Clique e conheça as técnicas antigranizo empregadas em Santa Catarina:
canhão antigranizo
semeadura de nuvens
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli
SEMEADURA DE NUVENS
Geradores liberam Iodeto de prata como fumaça, que, ao chegar nas nuvens, dificultam a formação de granizo, gerando apenas chuva ou neve.
1 bilhão de partículas por hora
iodeto de prata (AgI) e cloreto de sódio
Ocorre como precipitação, semelhante à chuva e à neve, mas em forma de pedras de gelo.
ar comprimido
Ventos ascendentes e velozes transportam a água para as regiões mais frias da nuvem, causando o congelamento.
O queimador mantém temperatura e fluxo constantes para queimar o composto, que sobe pela chaminé e se dispersa na atmosfera.
nuvens cumulonimbus verticais
Os geradores são ligados uma hora antes da formação do granizo, e a quantidade necessária de Agl é calculada pelo próprio equipamento
ÁREA DE PROTEÇÃO
Depende das características da região, mas tem eficiência comprovada apenas em grandes áreas.
Mínimo de
35 geradores para eficiência
Uma nuvem é enorme, mas sistemas meteorológicos podem cobrir áreas muito maiores
na nuvem
início
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli
Fonte: João Luiz Rolim, diretor da AGF Antigranizo Fraiburgo Ltda
NA NUVEM
O cristal de gelo atua como núcleo de congelamento, pois sua estrutura facilita a formação de gelo.
1 bilhão
de partículas por hora
água
super-resfriada
vapor
d’água
cristal
de gelo
condição natural
com semeadura
O iodeto de prata aumenta o número de núcleos de congelamento em relação ao vapor e água super-resfriada.
Há muitas moléculas de vapor de água, gotículas de água e poucos cristais de gelo disponíveis.
Os cristais de gelo crescem com vapor e água super-resfriada disponíveis.
Formam-se menos partículas de gelo, porém maiores, que não derretem antes
de atingir o solo.
É o granizo.
Formam-se mais partículas de gelo, menores, que podem derreter antes de atingir o solo ou permanecer pequenas.
canhão antigranizo
voltar
início
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli
NA NUVEM
As ondas hipersônicas fragilizam os cristais de gelo, dificultando a formação do granizo.
1 bilhão
de partículas por hora
água
super-resfriada
vapor
d’água
cristal
de gelo
com ondas sonoras
condição natural
Há muitas moléculas de vapor de água, gotículas de água e poucos cristais de gelo disponíveis.
Ao alcançar as nuvens, as ondas sonoras passam a atingir os cristais de gelo, sucessivamente.
cristaisde gelo
Os cristais de gelo crescem com vapor e água super-resfriada disponíveis.
Sob efeito da energia sonora, os cristais de gelo começam
a ficar fragilizados.
Desestruturadas e com pequenas dimensões, as partículas de gelo iniciam a precipitação, derretendo durante a queda. É apenas chuva.
Formam-se menos partículas de gelo, porém maiores, que não derretem antes
de atingir o solo.
É o granizo.
semeadura de nuvens
voltar
início
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli
CANHÃO ANTIGRANIZO
Através do disparo de ondas sonoras hipersônicas, busca-se impedir o desenvolvimento das bolotas de gelo, resultando em chuva ou neve.
A onda sonora dura 29 segundos e alcança 10.000 metros. Na nuvem, desorganiza os cristais de gelo, impedindo que cresçam e se tornem pedras grandes.
Ventos ascendentes e velozes transportam a água para as regiões mais frias da nuvem, causando o congelamento.
Uma onda de choque, resultante da explosão, é direcionada para cima através de um cone.
Acetileno e oxigênio geram uma explosão dentro da câmara, que, a seguir, se enche com ar externo para um novo disparo,
que ocorre a cada
7 segundos.
ÁREA DE PROTEÇÃO
Ao detectar uma nuvem com potencial de granizo, o sistema é acionado com 15 minutos de antecedência.
80 hectares protegidos
(112 campos de futebol)
Cada evento de proteção dura em média 30 minutos, com 258 explosões
na nuvem
voltar
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli
Fonte: Emerson Carneiro, diretor da Try Brazil
SISTEMAS_ANTIGRANIZO_CELULAR
Design NSC
Created on January 8, 2026
Start designing with a free template
Discover more than 1500 professional designs like these:
View
Discover Your AI Assistant
View
Urban Illustrated Presentation
View
Geographical Challenge: Drag to the map
View
Decisions and Behaviors in the Workplace
View
Tangram Game
View
Process Flow: Corporate Recruitment
View
Weekly Corporate Challenge
Explore all templates
Transcript
SISTEMAS ANTIGRANIZO
Para reduzir os impactos do granizo, Santa Catarina utiliza pulverização de iodeto de prata e canhões sonoros, que atuam de formas distintas para impedir ou minimizar a formação das pedras.
FORMAÇÃO DO GRANIZO
Ocorre como precipitação, semelhante à chuva e à neve, mas em forma de pedras de gelo.
Ventos ascendentes e velozes transportam a água para as regiões mais frias da nuvem, causando o congelamento.
nuvens cumulonimbus verticais
abaixo de 0 °C
Quando a corrente ascendente é forte, o gelo que cai é novamente levado para cima, sucessivamente, tornando as bolotas cada vez maiores.
vento ascendente
Clique e conheça as técnicas antigranizo empregadas em Santa Catarina:
canhão antigranizo
semeadura de nuvens
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli
SEMEADURA DE NUVENS
Geradores liberam Iodeto de prata como fumaça, que, ao chegar nas nuvens, dificultam a formação de granizo, gerando apenas chuva ou neve.
1 bilhão de partículas por hora
iodeto de prata (AgI) e cloreto de sódio
Ocorre como precipitação, semelhante à chuva e à neve, mas em forma de pedras de gelo.
ar comprimido
Ventos ascendentes e velozes transportam a água para as regiões mais frias da nuvem, causando o congelamento.
O queimador mantém temperatura e fluxo constantes para queimar o composto, que sobe pela chaminé e se dispersa na atmosfera.
nuvens cumulonimbus verticais
Os geradores são ligados uma hora antes da formação do granizo, e a quantidade necessária de Agl é calculada pelo próprio equipamento
ÁREA DE PROTEÇÃO
Depende das características da região, mas tem eficiência comprovada apenas em grandes áreas.
Mínimo de 35 geradores para eficiência
Uma nuvem é enorme, mas sistemas meteorológicos podem cobrir áreas muito maiores
na nuvem
início
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli
Fonte: João Luiz Rolim, diretor da AGF Antigranizo Fraiburgo Ltda
NA NUVEM
O cristal de gelo atua como núcleo de congelamento, pois sua estrutura facilita a formação de gelo.
1 bilhão de partículas por hora
água super-resfriada
vapor d’água
cristal de gelo
condição natural
com semeadura
O iodeto de prata aumenta o número de núcleos de congelamento em relação ao vapor e água super-resfriada.
Há muitas moléculas de vapor de água, gotículas de água e poucos cristais de gelo disponíveis.
Os cristais de gelo crescem com vapor e água super-resfriada disponíveis.
Formam-se menos partículas de gelo, porém maiores, que não derretem antes de atingir o solo. É o granizo.
Formam-se mais partículas de gelo, menores, que podem derreter antes de atingir o solo ou permanecer pequenas.
canhão antigranizo
voltar
início
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli
NA NUVEM
As ondas hipersônicas fragilizam os cristais de gelo, dificultando a formação do granizo.
1 bilhão de partículas por hora
água super-resfriada
vapor d’água
cristal de gelo
com ondas sonoras
condição natural
Há muitas moléculas de vapor de água, gotículas de água e poucos cristais de gelo disponíveis.
Ao alcançar as nuvens, as ondas sonoras passam a atingir os cristais de gelo, sucessivamente.
cristaisde gelo
Os cristais de gelo crescem com vapor e água super-resfriada disponíveis.
Sob efeito da energia sonora, os cristais de gelo começam a ficar fragilizados.
Desestruturadas e com pequenas dimensões, as partículas de gelo iniciam a precipitação, derretendo durante a queda. É apenas chuva.
Formam-se menos partículas de gelo, porém maiores, que não derretem antes de atingir o solo. É o granizo.
semeadura de nuvens
voltar
início
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli
CANHÃO ANTIGRANIZO
Através do disparo de ondas sonoras hipersônicas, busca-se impedir o desenvolvimento das bolotas de gelo, resultando em chuva ou neve.
A onda sonora dura 29 segundos e alcança 10.000 metros. Na nuvem, desorganiza os cristais de gelo, impedindo que cresçam e se tornem pedras grandes.
Ventos ascendentes e velozes transportam a água para as regiões mais frias da nuvem, causando o congelamento.
Uma onda de choque, resultante da explosão, é direcionada para cima através de um cone.
Acetileno e oxigênio geram uma explosão dentro da câmara, que, a seguir, se enche com ar externo para um novo disparo, que ocorre a cada 7 segundos.
ÁREA DE PROTEÇÃO
Ao detectar uma nuvem com potencial de granizo, o sistema é acionado com 15 minutos de antecedência.
80 hectares protegidos (112 campos de futebol)
Cada evento de proteção dura em média 30 minutos, com 258 explosões
na nuvem
voltar
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br Desenvolvimento: Catarina Scarduelli
Fonte: Emerson Carneiro, diretor da Try Brazil