A trajetória da Astrologia
A prática milenar que estuda a influência dos astros na vida humana, evoluiu dos egípcios aos gregos, passando pelos árabes, até chegar à era moderna focada no autoconhecimento.
No Egito
Em 2700 a.C., os egípcios criaram um calendário solar de 365 dias, com 12 meses de 30 dias e
5 adicionais. Esse sistema alinhava ciclos agrícolas e estações, tornando previsões mais precisas.
constelação do Cão Maior
A aparição anual de Sírius (Sothis), marcava a
cheia do Nilo.
Contribuição
A observação dos astros e sua relação com eventos terrestres influenciou a concepção de signos associados às estações, estabelecendo um elo entre astronomia e astrologia.
Na Mesopotâmia
Por volta de 2000 a.C., os babilônios criaram
os primeiros registros astrológicos ao observar padrões celestes para prever acontecimentos como colheitas, guerras e fenômenos naturais.
O signo de Sagitário está ligado a Júpiter, planeta associado ao deus Marduk, principal divindade da Babilônia.
Contribuição
A divisão do céu em 12 criou a base do Zodíaco. Cada setor correspondia a uma constelação, permitindo organizar observações celestes e relacioná-las a eventos terrestres.
Na Grécia
Os resultados das observações dos egípcios e babilônicos continuavam influentes. Há 6.000 anos, os gregos passaram a sistematizar esses conhecimentos, com base em matemática e filosofia.
Áries marcava o equinócio da primavera, ligado ao renascimento, início agrícola e energia vital.
Contribuição
Organizaram o zodíaco em 12 signos e criaram horóscopos individuais, conectando posições planetárias ao destino humano.
Em Roma
A partir do século II a.C., os romanos absorveram a astrologia grega e a integraram à política e religião, associando signos e planetas às divindades romanas.
Capricórnio
era associado ao deus Cronos, cuja disciplina e ordem eram valores centrais na cultura romana.
Contribuição
Além de popularizar a astrologia, criaram vocabulário latino dos signos e reforçaram sua aplicação prática, consolidando-a como ferramenta de poder e cultura.
Na Arábia
Entre os séculos VIII e IX, os árabes traduziram obras gregas e babilônicas, preservando e aperfeiçoando os cálculos astrológicos, além de adaptar conceitos ao contexto islâmico.
Escorpião
era associado à intensidade e transformação, temas presentes na filosofia árabe medieval.
Contribuição
Refinaram tabelas astronômicas e difundiram a astrologia para a Europa, garantindo sua sobrevivência após a queda do Império Romano.
Europa (idade média)
Do século XII ao XV, a astrologia foi incorporada à medicina e à agricultura, sendo ensinada em universidades. Mapas astrais eram usados para diagnósticos e decisões políticas.
Virgem simbolizava pureza e saúde, atributos ligados à prática médica medieval.
Contribuição
Consolidaram a astrologia como ciência auxiliar, conectando-a à filosofia escolástica e à prática cotidiana - desde que não houvesse previsões sobre destino humano, condenadas pela Igreja.
Era moderna
Com o avanço da ciência, a astrologia perdeu status acadêmico. Assim, em vez de prever eventos inevitáveis, passou a focar em personalidade, comportamento e autoconhecimento.
Aquário passou a representar inovação e consciência coletiva, ideias centrais na astrologia moderna.
Contribuição
Surgiu a chamada Astrologia Psicológica, que usa mapas astrais como ferramenta para compreender padrões emocionais e potenciais individuais.
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br
Apoio: Giovanna Guarnieri, astróloga
Astrologia
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Created on November 25, 2025
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A trajetória da Astrologia
A prática milenar que estuda a influência dos astros na vida humana, evoluiu dos egípcios aos gregos, passando pelos árabes, até chegar à era moderna focada no autoconhecimento.
No Egito
Em 2700 a.C., os egípcios criaram um calendário solar de 365 dias, com 12 meses de 30 dias e 5 adicionais. Esse sistema alinhava ciclos agrícolas e estações, tornando previsões mais precisas.
constelação do Cão Maior
A aparição anual de Sírius (Sothis), marcava a cheia do Nilo.
Contribuição
A observação dos astros e sua relação com eventos terrestres influenciou a concepção de signos associados às estações, estabelecendo um elo entre astronomia e astrologia.
Na Mesopotâmia
Por volta de 2000 a.C., os babilônios criaram os primeiros registros astrológicos ao observar padrões celestes para prever acontecimentos como colheitas, guerras e fenômenos naturais.
O signo de Sagitário está ligado a Júpiter, planeta associado ao deus Marduk, principal divindade da Babilônia.
Contribuição
A divisão do céu em 12 criou a base do Zodíaco. Cada setor correspondia a uma constelação, permitindo organizar observações celestes e relacioná-las a eventos terrestres.
Na Grécia
Os resultados das observações dos egípcios e babilônicos continuavam influentes. Há 6.000 anos, os gregos passaram a sistematizar esses conhecimentos, com base em matemática e filosofia.
Áries marcava o equinócio da primavera, ligado ao renascimento, início agrícola e energia vital.
Contribuição
Organizaram o zodíaco em 12 signos e criaram horóscopos individuais, conectando posições planetárias ao destino humano.
Em Roma
A partir do século II a.C., os romanos absorveram a astrologia grega e a integraram à política e religião, associando signos e planetas às divindades romanas.
Capricórnio era associado ao deus Cronos, cuja disciplina e ordem eram valores centrais na cultura romana.
Contribuição
Além de popularizar a astrologia, criaram vocabulário latino dos signos e reforçaram sua aplicação prática, consolidando-a como ferramenta de poder e cultura.
Na Arábia
Entre os séculos VIII e IX, os árabes traduziram obras gregas e babilônicas, preservando e aperfeiçoando os cálculos astrológicos, além de adaptar conceitos ao contexto islâmico.
Escorpião era associado à intensidade e transformação, temas presentes na filosofia árabe medieval.
Contribuição
Refinaram tabelas astronômicas e difundiram a astrologia para a Europa, garantindo sua sobrevivência após a queda do Império Romano.
Europa (idade média)
Do século XII ao XV, a astrologia foi incorporada à medicina e à agricultura, sendo ensinada em universidades. Mapas astrais eram usados para diagnósticos e decisões políticas.
Virgem simbolizava pureza e saúde, atributos ligados à prática médica medieval.
Contribuição
Consolidaram a astrologia como ciência auxiliar, conectando-a à filosofia escolástica e à prática cotidiana - desde que não houvesse previsões sobre destino humano, condenadas pela Igreja.
Era moderna
Com o avanço da ciência, a astrologia perdeu status acadêmico. Assim, em vez de prever eventos inevitáveis, passou a focar em personalidade, comportamento e autoconhecimento.
Aquário passou a representar inovação e consciência coletiva, ideias centrais na astrologia moderna.
Contribuição
Surgiu a chamada Astrologia Psicológica, que usa mapas astrais como ferramenta para compreender padrões emocionais e potenciais individuais.
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br
Apoio: Giovanna Guarnieri, astróloga