Dinâmica da Litosferae grandes estruturas geológicas
Começar
Trabalho realizado por: Beatriz Correia, Dora Fanico, Madalena Veiga, Rita Sardinha e Maria Santana - 12ºCT3. Disciplina de Geologia
Introdução
índice
1.
2.1 A convecção no manto terrestre e o movimento das placas litosféricas 2.2 Movimentos verticais da listosfera. Equilibrio isostático2.3 Movimentos horizontais da listosfera. Formação de riftes e de cadeias montanhosas. 3.
- Momento experiência ( correntes de convecção )
- Explicação das imagens elegidas
- Marcador
- Conclusão
4.Jogo
3. - Momento experiência ( correntes de convecção ) - Explicação das Imagens elegidas - Mostrar o Marcador - Conclusão - Kahoot sobre os conhecimentos aprendidos nesta apresentação
verdadeiro ou falso?
verdadeiro ou falso?
Falso
A crosta terrestre é uma camada rígida e completamente estática.
A crosta é dinâmica, está em movimento.
verdadeiro ou falso?
A litosfera está dividida em várias placas que se movem umas em relação às outras.
verdadeiro
verdadeiro ou falso?
falso
Os vulcões estão distribuídos aleatoriamente à superfície do globo.
Concentram-se em zonas específicas – limites de placas
verdadeiro ou falso?
Nos limites convergentes pode ocorrer subducção de uma placa oceânica sob outra continental.
verdadeiro
verdadeiro ou falso?
Segundo a isostasia, blocos crostais podem afundar ou elevar-se até atingir equilíbrio.
verdadeiro
verdadeiro ou falso?
falso
Na tectónica de placas só existem movimentos verticais.
Existem movimentos horizontais também: divergentes, convergentes e transformantes
verdadeiro ou falso?
As montanhas dos Himalaias formaram-se devido à colisão entre a Índia e a Eurásia.
verdadeiro
verdadeiro ou falso?
A Dorsal Mesoatlântica é um exemplo de limite divergente.
verdadeiro
verdadeiro ou falso?
A listosfera inclui a crosta e a parte superior rígida do manto.
Verdadeiro
verdadeiro ou falso?
falso
As placas litosféricas movem-se a velocidades de vários metros por ano.
Só alguns centímetros por ano
Fontes energéticas internas da Terra
Calor primitivo Contração gravitacional Decaimento radioativo
Mecanismos de transferência de calor
Estrutura interna da Terra
Modelo químico
Modelo físico
O que controla esta convecção?
Expansão térmica: o material aquece, expande-se, diminui a densidade e sobe
Fluidez do material: o manto é altamente viscoso; a convecção só ocorre porque, a escalas geológicas, o material comporta-se de forma dúctil
Gravidade: cria a diferenciação de densidade — o frio desce, o quente sobe
O motor da litosfera
Arthur Holmes
Harry Hess
Eclogites
modelos de convecção mantélica
modelo de conveccão a um nível - Arthur Holmes (1928)
modelo de conveccão a dois níveis - A terra em camadas
modelo penetrativo - Quando as camadas se misturam
Arthur Holmes
modelos de convecção a um nível
correntes convectivas percorrem todo o manto
o material quente sobe cria crosta nova; o frio desce é reciclado
basaltos nos riftes e pontos quentes mostram composições distintas modelo demasiado simples
este modelo foi essencial para ligar o calor interno ao movimento das placas, mas o manto é mais complexo do que Holmes imaginava
Info
modelos de convecção a dois níveis
Nível superior (até 670 km): células convectivas mais pequenas formação de basaltos nos riftes expansão dos fundos oceânicos
Nível inferior (670–2900 km): células lentas movimentam as do topo
Pontos quentes = plumas que sobem do limite do núcleo zonas de atividade como o Havai
As duas camadas não se misturam totalmente (geoquímica distinta)
É como um bolo em camadas — o calor de baixo alimenta o topo, mas cada camada tem a sua própria composição
Info
modelos de convecção penetrativo
As placas subduzidas podem ultrapassar os 700 km de profundidade
Mistura parcial interação entre o manto superior e inferior
Na base forma-se a camada D'', de onde sobem novas plumas
Sustentado por:
- Dados sísmicos (placas afundam até ao manto inferior);
- Dados geoquímicos (dois reservatórios distintos de magma
Info
Este modelo junta as duas ideias — há separação, mas também comunicação entre níveis
tomografia sísmica
Ondas P e S permitem ver o interior da Terra em 3D
Zonas frias placas em subducção; zonas quentes plumas e ascensões
Mostra que a litosfera pode atingir a base do manto
A tomografia sísmica é como um raio-X gigante da Terra — revela on de o manto está mais quente ou mais frio e confirma o modelo penetrativo.
Info
experiência
teoria da tectónica de placas
tipos de limites:
convergente
divergente
transformantes
limite construtivo continente-continente
fenómenos principais:
Atividade vulcânica fissural ou central
Formação de vales de rifte continentais
Exemplo: Vale do Rift (África Oriental).
Limite Construtivo oceano-oCeano
fenómenos principais:
Formação e expansão de oceanos
Formação da dorsal médio-oceânica
Exemplo: Dorsal Mesoatlântica.
tipos de limites:
convergente
divergente
transformantes
limite destrutivo continente-continente
fenómenos principais:
Formação de grandes cadeias montanhosas
Atividade sísmica relevante
Deformação e dobramento das rochas
Cadeia dos Himalaias (colisão entre Placa Indiana e Placa Eurasiática)
limite destrutivo oceano-oceano
fenómenos principais:
Subducção de litosfera oceânica Formação e ascensão de magma Formação de arcos de ilhas vulcânicas Atividade sísmica relevante
Arquipélago do Japão ou das Filipinas
limite destrutivo oceano-continente
fenómenos principais:
Formação de cadeias montanhosas e arcos magmáticos continentais Subducção de litosfera oceânica Possível obducção e formação de ofiolitos Atividade sísmica relevante
Cordilheira dos Andes (subducção da Placa de Nazca sob a Placa Sul-Americana)
Exemplo de obducção: Cadeia do Omã (placa oceânica empurrada sobre a continental)
tipos de limites:
convergente
divergente
transformantes
limite transformante
fenómenos principais:
Sismos frequentes e por vezes violentos Deformação frágil das rochas
Exemplo: Falha de Santo André (Califórnia, entre a Placa do Pacífico e a Placa Norte-Americana)
movimentos isostáticos
o que é a isostasia?
Equilíbrio entre litosfera e astenosfera A crosta “flutua” sobre o manto Movimentos verticais lento
causas do desiquílibrio
Peso extra → crosta afunda Peso reduzido → crosta sobe (rebound isostático)
Exemplos
Escandinávia e Canadá: subida pós-glacial
https://youtu.be/RHBKjAJVMFg?si=pcoWfGmVI7FnU3F_
Dorsais oceânicas
Cadeias montanhosas submarinas formadas em limites divergentes A ascenção de magma cria nova crusta oceânica Possuem um vale de rifte central Apresentam vulcanismo,sismicidade e falhas transformantes
Info
riftes continentais
Formam-se em zonas de divergência de placas Durante o processo formam-se Horsts e grabens
riftes continentais
A ascenção de magma provoca afinamento da crosta Podem evoluir para um mar estreito e depois para um oceano Nem todos os riftes chegam a essa fase
Exemplo: Rifte Africano.
arcos insulares intraoceânicos
São conjuntos de ilhas vulcânicas alinhadas que se formam em zonas de subducção entre duas placas oceânicas Estão associados a fossas oceânicas profundas
Arcos insulares intraoceânicos
Exemplo: ilhas japonesas
Arcos insulares intraoceânicos
Subducção da Placa Atlântica sob a Placa das Caraíbas — formação do arco vulcânico das Antilhas
Exemplo: Arquipélago das Antilhas
Cadeias Montanhosas
As montanhas formam-se por processos chamados orogenia A maioria das cadeias montanhosas formam-se em margens convergentes de placas tectónicas
Cadeias de Subducção
Geram-se nos limites convergentes de duas placas litosféricas A placa mais densa, geralmente oceânica, mergulha sob uma placa menos densa (continental ou oceânica mais jovem)
Cadeias de Subducção
A subducção provoca fusão parcial do manto,originando magmas andesíticos O magma ascende e dá origem a vulcões e montanhas(ex:Cordilheira dos Andes)
cadeias de obducção
Ocorre quando, em vez de uma placa mergulhar para o manto, partes da crosta oceânica são empurradas para cima de uma placa continental Origina cadeias montanhosas de obducção e permite o transporte de materiais da crusta oceânica para o continente
Info
Cadeias de Colisão
Formam-se a partir da colisão entre duas placas litosféricas continentais A colisão entre as placas, vai impedir a ocorrência de subducção, formando cadeias montanhosas de colisão
Cadeias de Colisão
Os Alpes, localizados na Europa São um exemplo de cadeia montanhosa de colisão, estes formaram-se a partir da colisão entre a Placa Euro-Asiática e a Placa Africana
Cadeias intracontinentais
São formações que se desenvolvem no interior dos continentes, longe das margens das placas tectônicas Estas resultam de forças internas da Terra, como compressões e dobramentos da crosta, que provocam o levantamento das rochas
Cadeias intracontinentais
- As montanhas Grand Tetons, são um exemplo deste tipo de cadeias
Bacias sedimentares
- Estas depressões localizam-se normalmente nos oceanos
- Formam-se devido ao afundamento, estiramento ou devido ao peso dos sedimentos acumulados nas depressões
- Existem vários tipos de bacias sedimentares
Bacias sedimentares
As bacias sedimentares resultam da acumulação de sedimentos que vão preencher depressões formadas pela atividade geológica.
Principais Tipos de Bacias
Bacias associadas a riftes (bacias de estiramento):
A instalação de um rifte (continental ou oceânico) vai provocar um estiramento da crusta e vai formar bacias sedimentares, como ocorreu na dorsal médio-oceânica ou no rifte africano.
Principais Tipos de Bacias
Bacias em margem passiva:
O abatimento ao longo da margem passiva de uma placa provoca o afundamento dos estratos sedimentares, formando bacias com vários quilómetros de espessura.
A plataforma continental portuguesa, é um exemplo deste tipo de bacias.
Principais Tipos de Bacias
Bacias associadas a zonas de subducção:
Formam-se a partir de uma fossa oceânica. Na margem da placa continental depositam se sedimentos perto da fossa oceânica.
O chamado Anel de Fogo do Pacífico, é um exemplo deste tipo de bacias.
Principais Tipos de Bacias
Bacias associadas a arcos insulares
Formam-se na área entre a fossa oceânica e o arco insular, onde a depressão é causada pelo afundamento parcial da placa que contém o arco insular.
Também podem ser designadas, por bacias frontais. Os arcos das Antilhas, no limite do Oceano Atlântico com o Mar das Caraíbas são exemplos deste tipo de bacias.
Mapa
Marcador
conclusão
Obrigada!
Trabalho realizado por: Beatriz Correia, Dora Fanico, Madalena Veiga, Rita Sardinha e Maria Santana - 12ºCT3. disciplina de Geologia
limites convergentes
➡ Tipo de limite tectónico: destrutivo➡ Movimento relativo: aproximação das placas ➡ Processo principal: destruição da litosfera por subducção (uma placa mergulha) ou colisão (as duas empurram-se até amassarem tudo)
Caldeira de Askja – Islândia
Localização: Parque Nacional de Vatnajökull, no norte da Islândia.Geologia: Caldeira vulcânica situada no Rift Médio-Atlântico, onde as placas da América do Norte e Eurásia se afastam; contém o lago Öskjuvatn e a cratera Víti. Importância: Mostra de forma visível a tectónica de placas e a ligação entre vulcanismo e atividade sísmica.
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Serra d’Ossa – Alentejo, Portugal
Localização: Alentejo Central, entre Redondo, Estremoz e Alandroal.Geologia: Pertence à Zona de Ossa-Morena; composta por rochas metamórficas e magmáticas com mais de 500 milhões de anos, formadas durante a Orogenia Varisca. Importância: Revela parte do antigo Maciço Ibérico e testemunha a história tectónica da Península Ibérica.
Localização: Alentejo Central, entre Redondo, Estremoz e Alandroal.Geologia: Pertence à Zona de Ossa-Morena; composta por rochas metamórficas e magmáticas com mais de 500 milhões de anos, formadas durante a Orogenia Varisca. Importância: Revela parte do antigo Maciço Ibérico e testemunha a história tectónica da Península Ibérica.
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limites transformantes
➡ Tipo de limite tectónico: conservativo➡ Movimento relativo: deslizamento lateral entre placas ➡ Processo principal: não há criação nem destruição de litosfera
limites convergentes
➡ Tipo de limite tectónico: destrutivo➡ Movimento relativo: aproximação das placas ➡ Processo principal: destruição da litosfera por subducção (uma placa mergulha) ou colisão (as duas empurram-se até amassarem tudo)
limites divergentes
➡ Tipo de limite tectónico: construtivo➡ Movimento relativo: afastamento das placas ➡ Processo principal: formação de nova litosfera em zona de rifte
Obducção: processo em que a crosta oceânica é sobreposta à crosta continental.
Quando a crosta começa a esticar, forma-se um graben (bloco que desce entre duas falhas) e horsts (blocos mais elevados). O afinamento da crosta permite a ascensão de magma basáltico, originando vulcanismo fissural.
Zhangye Danxia (China)
Localização: Província de Gansu, noroeste da China.Geologia: Formações de arenitos e argilitos coloridos acumulados há cerca de 24 milhões de anos; moldados por movimentos tectónicos e erosão em clima árido. Importância: Exemplo clássico de relevo Danxia; Património Mundial da UNESCO desde 2010.
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limites divergentes
➡ Tipo de limite tectónico: construtivo➡ Movimento relativo: afastamento das placas ➡ Processo principal: formação de nova litosfera em zona de rifte
Quando a crosta começa a esticar, forma-se um graben (bloco que desce entre duas falhas) e horsts (blocos mais elevados). O afinamento da crosta permite a ascensão de magma basáltico, originando vulcanismo fissural.
limites transformantes
➡ Tipo de limite tectónico: conservativo➡ Movimento relativo: deslizamento lateral entre placas ➡ Processo principal: não há criação nem destruição de litosfera
Quando a crosta começa a esticar, forma-se um graben (bloco que desce entre duas falhas) e horsts (blocos mais elevados). O afinamento da crosta permite a ascensão de magma basáltico, originando vulcanismo fissural.
Namakdan Salt Cave / Cúpula de Sal – Ilha de Qeshm (Irão)
Localização: Ilha de Qeshm, no Golfo Pérsico.Geologia: Estrutura formada pela ascensão de antigos depósitos de sal marinho (diapiro); inclui a Namakdan Salt Cave, com mais de 6 km de extensão. Importância: Demonstra processos tectónicos e sedimentares ligados à formação de domos salinos e armadilhas naturais de petróleo e gás.
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Zona de Wadati-Benioff
limites convergentes
➡ Tipo de limite tectónico: destrutivo➡ Movimento relativo: aproximação das placas ➡ Processo principal: destruição da litosfera por subducção (uma placa mergulha) ou colisão (as duas empurram-se até amassarem tudo)
Exemplos de arcos insulares incluem as Aleutas, as Filipinas, as Marianas, o arquipélago da Indonésia e as ilhas japonesas. As ilhas japonesas formaram-se devido à subducção da Placa do Pacífico sob a Placa Euro-Asiática. A placa oceânica, ao afundar-se e atingir cerca de 100 km de profundidade, sofre fusão parcial devido ao aumento da temperatura e à presença de água nos sedimentos, dando origem a magma andesítico. Este magma ascende e forma vulcões, originando as ilhas.
Fig1: Ilhas japonesas
cadeias montanhosas
de margem
intracontinentais
cadeias de colisão
cadeias de subducção
cadeias de obducção
limites transformantes
➡ Tipo de limite tectónico: conservativo➡ Movimento relativo: deslizamento lateral entre placas ➡ Processo principal: não há criação nem destruição de litosfera
limites divergentes
➡ Tipo de limite tectónico: construtivo➡ Movimento relativo: afastamento das placas ➡ Processo principal: formação de nova litosfera em zona de rifte
Dinâmica da Litosfera e grandes estruturas geológicas
DORA ISABEL
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Transcript
Dinâmica da Litosferae grandes estruturas geológicas
Começar
Trabalho realizado por: Beatriz Correia, Dora Fanico, Madalena Veiga, Rita Sardinha e Maria Santana - 12ºCT3. Disciplina de Geologia
Introdução
índice
1.
- Introdução
- Jogo
2.1 A convecção no manto terrestre e o movimento das placas litosféricas 2.2 Movimentos verticais da listosfera. Equilibrio isostático2.3 Movimentos horizontais da listosfera. Formação de riftes e de cadeias montanhosas. 3.- Momento experiência ( correntes de convecção )
- Explicação das imagens elegidas
- Marcador
- Conclusão
4.Jogo3. - Momento experiência ( correntes de convecção ) - Explicação das Imagens elegidas - Mostrar o Marcador - Conclusão - Kahoot sobre os conhecimentos aprendidos nesta apresentação
verdadeiro ou falso?
verdadeiro ou falso?
Falso
A crosta terrestre é uma camada rígida e completamente estática.
A crosta é dinâmica, está em movimento.
verdadeiro ou falso?
A litosfera está dividida em várias placas que se movem umas em relação às outras.
verdadeiro
verdadeiro ou falso?
falso
Os vulcões estão distribuídos aleatoriamente à superfície do globo.
Concentram-se em zonas específicas – limites de placas
verdadeiro ou falso?
Nos limites convergentes pode ocorrer subducção de uma placa oceânica sob outra continental.
verdadeiro
verdadeiro ou falso?
Segundo a isostasia, blocos crostais podem afundar ou elevar-se até atingir equilíbrio.
verdadeiro
verdadeiro ou falso?
falso
Na tectónica de placas só existem movimentos verticais.
Existem movimentos horizontais também: divergentes, convergentes e transformantes
verdadeiro ou falso?
As montanhas dos Himalaias formaram-se devido à colisão entre a Índia e a Eurásia.
verdadeiro
verdadeiro ou falso?
A Dorsal Mesoatlântica é um exemplo de limite divergente.
verdadeiro
verdadeiro ou falso?
A listosfera inclui a crosta e a parte superior rígida do manto.
Verdadeiro
verdadeiro ou falso?
falso
As placas litosféricas movem-se a velocidades de vários metros por ano.
Só alguns centímetros por ano
Fontes energéticas internas da Terra
Calor primitivo Contração gravitacional Decaimento radioativo
Mecanismos de transferência de calor
Estrutura interna da Terra
Modelo químico
Modelo físico
O que controla esta convecção?
Expansão térmica: o material aquece, expande-se, diminui a densidade e sobe
Fluidez do material: o manto é altamente viscoso; a convecção só ocorre porque, a escalas geológicas, o material comporta-se de forma dúctil
Gravidade: cria a diferenciação de densidade — o frio desce, o quente sobe
O motor da litosfera
Arthur Holmes
Harry Hess
Eclogites
modelos de convecção mantélica
modelo de conveccão a um nível - Arthur Holmes (1928)
modelo de conveccão a dois níveis - A terra em camadas
modelo penetrativo - Quando as camadas se misturam
Arthur Holmes
modelos de convecção a um nível
correntes convectivas percorrem todo o manto
o material quente sobe cria crosta nova; o frio desce é reciclado
basaltos nos riftes e pontos quentes mostram composições distintas modelo demasiado simples
este modelo foi essencial para ligar o calor interno ao movimento das placas, mas o manto é mais complexo do que Holmes imaginava
Info
modelos de convecção a dois níveis
Nível superior (até 670 km): células convectivas mais pequenas formação de basaltos nos riftes expansão dos fundos oceânicos
Nível inferior (670–2900 km): células lentas movimentam as do topo
Pontos quentes = plumas que sobem do limite do núcleo zonas de atividade como o Havai
As duas camadas não se misturam totalmente (geoquímica distinta)
É como um bolo em camadas — o calor de baixo alimenta o topo, mas cada camada tem a sua própria composição
Info
modelos de convecção penetrativo
As placas subduzidas podem ultrapassar os 700 km de profundidade
Mistura parcial interação entre o manto superior e inferior
Na base forma-se a camada D'', de onde sobem novas plumas
Sustentado por: - Dados sísmicos (placas afundam até ao manto inferior); - Dados geoquímicos (dois reservatórios distintos de magma
Info
Este modelo junta as duas ideias — há separação, mas também comunicação entre níveis
tomografia sísmica
Ondas P e S permitem ver o interior da Terra em 3D
Zonas frias placas em subducção; zonas quentes plumas e ascensões
Mostra que a litosfera pode atingir a base do manto
A tomografia sísmica é como um raio-X gigante da Terra — revela on de o manto está mais quente ou mais frio e confirma o modelo penetrativo.
Info
experiência
teoria da tectónica de placas
tipos de limites:
convergente
divergente
transformantes
limite construtivo continente-continente
fenómenos principais:
Atividade vulcânica fissural ou central
Formação de vales de rifte continentais
Exemplo: Vale do Rift (África Oriental).
Limite Construtivo oceano-oCeano
fenómenos principais:
Formação e expansão de oceanos
Formação da dorsal médio-oceânica
Exemplo: Dorsal Mesoatlântica.
tipos de limites:
convergente
divergente
transformantes
limite destrutivo continente-continente
fenómenos principais:
Formação de grandes cadeias montanhosas
Atividade sísmica relevante
Deformação e dobramento das rochas
Cadeia dos Himalaias (colisão entre Placa Indiana e Placa Eurasiática)
limite destrutivo oceano-oceano
fenómenos principais:
Subducção de litosfera oceânica Formação e ascensão de magma Formação de arcos de ilhas vulcânicas Atividade sísmica relevante
Arquipélago do Japão ou das Filipinas
limite destrutivo oceano-continente
fenómenos principais:
Formação de cadeias montanhosas e arcos magmáticos continentais Subducção de litosfera oceânica Possível obducção e formação de ofiolitos Atividade sísmica relevante
Cordilheira dos Andes (subducção da Placa de Nazca sob a Placa Sul-Americana)
Exemplo de obducção: Cadeia do Omã (placa oceânica empurrada sobre a continental)
tipos de limites:
convergente
divergente
transformantes
limite transformante
fenómenos principais:
Sismos frequentes e por vezes violentos Deformação frágil das rochas
Exemplo: Falha de Santo André (Califórnia, entre a Placa do Pacífico e a Placa Norte-Americana)
movimentos isostáticos
o que é a isostasia?
Equilíbrio entre litosfera e astenosfera A crosta “flutua” sobre o manto Movimentos verticais lento
causas do desiquílibrio
Peso extra → crosta afunda Peso reduzido → crosta sobe (rebound isostático)
Exemplos
Escandinávia e Canadá: subida pós-glacial
https://youtu.be/RHBKjAJVMFg?si=pcoWfGmVI7FnU3F_
Dorsais oceânicas
Cadeias montanhosas submarinas formadas em limites divergentes A ascenção de magma cria nova crusta oceânica Possuem um vale de rifte central Apresentam vulcanismo,sismicidade e falhas transformantes
Info
riftes continentais
Formam-se em zonas de divergência de placas Durante o processo formam-se Horsts e grabens
riftes continentais
A ascenção de magma provoca afinamento da crosta Podem evoluir para um mar estreito e depois para um oceano Nem todos os riftes chegam a essa fase
Exemplo: Rifte Africano.
arcos insulares intraoceânicos
São conjuntos de ilhas vulcânicas alinhadas que se formam em zonas de subducção entre duas placas oceânicas Estão associados a fossas oceânicas profundas
Arcos insulares intraoceânicos
Exemplo: ilhas japonesas
Arcos insulares intraoceânicos
Subducção da Placa Atlântica sob a Placa das Caraíbas — formação do arco vulcânico das Antilhas
Exemplo: Arquipélago das Antilhas
Cadeias Montanhosas
As montanhas formam-se por processos chamados orogenia A maioria das cadeias montanhosas formam-se em margens convergentes de placas tectónicas
Cadeias de Subducção
Geram-se nos limites convergentes de duas placas litosféricas A placa mais densa, geralmente oceânica, mergulha sob uma placa menos densa (continental ou oceânica mais jovem)
Cadeias de Subducção
A subducção provoca fusão parcial do manto,originando magmas andesíticos O magma ascende e dá origem a vulcões e montanhas(ex:Cordilheira dos Andes)
cadeias de obducção
Ocorre quando, em vez de uma placa mergulhar para o manto, partes da crosta oceânica são empurradas para cima de uma placa continental Origina cadeias montanhosas de obducção e permite o transporte de materiais da crusta oceânica para o continente
Info
Cadeias de Colisão
Formam-se a partir da colisão entre duas placas litosféricas continentais A colisão entre as placas, vai impedir a ocorrência de subducção, formando cadeias montanhosas de colisão
Cadeias de Colisão
Os Alpes, localizados na Europa São um exemplo de cadeia montanhosa de colisão, estes formaram-se a partir da colisão entre a Placa Euro-Asiática e a Placa Africana
Cadeias intracontinentais
São formações que se desenvolvem no interior dos continentes, longe das margens das placas tectônicas Estas resultam de forças internas da Terra, como compressões e dobramentos da crosta, que provocam o levantamento das rochas
Cadeias intracontinentais
Bacias sedimentares
Bacias sedimentares
As bacias sedimentares resultam da acumulação de sedimentos que vão preencher depressões formadas pela atividade geológica.
Principais Tipos de Bacias
Bacias associadas a riftes (bacias de estiramento):
A instalação de um rifte (continental ou oceânico) vai provocar um estiramento da crusta e vai formar bacias sedimentares, como ocorreu na dorsal médio-oceânica ou no rifte africano.
Principais Tipos de Bacias
Bacias em margem passiva:
O abatimento ao longo da margem passiva de uma placa provoca o afundamento dos estratos sedimentares, formando bacias com vários quilómetros de espessura.
A plataforma continental portuguesa, é um exemplo deste tipo de bacias.
Principais Tipos de Bacias
Bacias associadas a zonas de subducção:
Formam-se a partir de uma fossa oceânica. Na margem da placa continental depositam se sedimentos perto da fossa oceânica.
O chamado Anel de Fogo do Pacífico, é um exemplo deste tipo de bacias.
Principais Tipos de Bacias
Bacias associadas a arcos insulares
Formam-se na área entre a fossa oceânica e o arco insular, onde a depressão é causada pelo afundamento parcial da placa que contém o arco insular.
Também podem ser designadas, por bacias frontais. Os arcos das Antilhas, no limite do Oceano Atlântico com o Mar das Caraíbas são exemplos deste tipo de bacias.
Mapa
Marcador
conclusão
Obrigada!
Trabalho realizado por: Beatriz Correia, Dora Fanico, Madalena Veiga, Rita Sardinha e Maria Santana - 12ºCT3. disciplina de Geologia
limites convergentes
➡ Tipo de limite tectónico: destrutivo➡ Movimento relativo: aproximação das placas ➡ Processo principal: destruição da litosfera por subducção (uma placa mergulha) ou colisão (as duas empurram-se até amassarem tudo)
Caldeira de Askja – Islândia
Localização: Parque Nacional de Vatnajökull, no norte da Islândia.Geologia: Caldeira vulcânica situada no Rift Médio-Atlântico, onde as placas da América do Norte e Eurásia se afastam; contém o lago Öskjuvatn e a cratera Víti. Importância: Mostra de forma visível a tectónica de placas e a ligação entre vulcanismo e atividade sísmica.
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Serra d’Ossa – Alentejo, Portugal
Localização: Alentejo Central, entre Redondo, Estremoz e Alandroal.Geologia: Pertence à Zona de Ossa-Morena; composta por rochas metamórficas e magmáticas com mais de 500 milhões de anos, formadas durante a Orogenia Varisca. Importância: Revela parte do antigo Maciço Ibérico e testemunha a história tectónica da Península Ibérica.
Localização: Alentejo Central, entre Redondo, Estremoz e Alandroal.Geologia: Pertence à Zona de Ossa-Morena; composta por rochas metamórficas e magmáticas com mais de 500 milhões de anos, formadas durante a Orogenia Varisca. Importância: Revela parte do antigo Maciço Ibérico e testemunha a história tectónica da Península Ibérica.
Title
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Subtitle
Subtitle
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limites transformantes
➡ Tipo de limite tectónico: conservativo➡ Movimento relativo: deslizamento lateral entre placas ➡ Processo principal: não há criação nem destruição de litosfera
limites convergentes
➡ Tipo de limite tectónico: destrutivo➡ Movimento relativo: aproximação das placas ➡ Processo principal: destruição da litosfera por subducção (uma placa mergulha) ou colisão (as duas empurram-se até amassarem tudo)
limites divergentes
➡ Tipo de limite tectónico: construtivo➡ Movimento relativo: afastamento das placas ➡ Processo principal: formação de nova litosfera em zona de rifte
Obducção: processo em que a crosta oceânica é sobreposta à crosta continental.
Quando a crosta começa a esticar, forma-se um graben (bloco que desce entre duas falhas) e horsts (blocos mais elevados). O afinamento da crosta permite a ascensão de magma basáltico, originando vulcanismo fissural.
Zhangye Danxia (China)
Localização: Província de Gansu, noroeste da China.Geologia: Formações de arenitos e argilitos coloridos acumulados há cerca de 24 milhões de anos; moldados por movimentos tectónicos e erosão em clima árido. Importância: Exemplo clássico de relevo Danxia; Património Mundial da UNESCO desde 2010.
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limites divergentes
➡ Tipo de limite tectónico: construtivo➡ Movimento relativo: afastamento das placas ➡ Processo principal: formação de nova litosfera em zona de rifte
Quando a crosta começa a esticar, forma-se um graben (bloco que desce entre duas falhas) e horsts (blocos mais elevados). O afinamento da crosta permite a ascensão de magma basáltico, originando vulcanismo fissural.
limites transformantes
➡ Tipo de limite tectónico: conservativo➡ Movimento relativo: deslizamento lateral entre placas ➡ Processo principal: não há criação nem destruição de litosfera
Quando a crosta começa a esticar, forma-se um graben (bloco que desce entre duas falhas) e horsts (blocos mais elevados). O afinamento da crosta permite a ascensão de magma basáltico, originando vulcanismo fissural.
Namakdan Salt Cave / Cúpula de Sal – Ilha de Qeshm (Irão)
Localização: Ilha de Qeshm, no Golfo Pérsico.Geologia: Estrutura formada pela ascensão de antigos depósitos de sal marinho (diapiro); inclui a Namakdan Salt Cave, com mais de 6 km de extensão. Importância: Demonstra processos tectónicos e sedimentares ligados à formação de domos salinos e armadilhas naturais de petróleo e gás.
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Zona de Wadati-Benioff
limites convergentes
➡ Tipo de limite tectónico: destrutivo➡ Movimento relativo: aproximação das placas ➡ Processo principal: destruição da litosfera por subducção (uma placa mergulha) ou colisão (as duas empurram-se até amassarem tudo)
Exemplos de arcos insulares incluem as Aleutas, as Filipinas, as Marianas, o arquipélago da Indonésia e as ilhas japonesas. As ilhas japonesas formaram-se devido à subducção da Placa do Pacífico sob a Placa Euro-Asiática. A placa oceânica, ao afundar-se e atingir cerca de 100 km de profundidade, sofre fusão parcial devido ao aumento da temperatura e à presença de água nos sedimentos, dando origem a magma andesítico. Este magma ascende e forma vulcões, originando as ilhas.
Fig1: Ilhas japonesas
cadeias montanhosas
de margem
intracontinentais
cadeias de colisão
cadeias de subducção
cadeias de obducção
limites transformantes
➡ Tipo de limite tectónico: conservativo➡ Movimento relativo: deslizamento lateral entre placas ➡ Processo principal: não há criação nem destruição de litosfera
limites divergentes
➡ Tipo de limite tectónico: construtivo➡ Movimento relativo: afastamento das placas ➡ Processo principal: formação de nova litosfera em zona de rifte