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Dinâmica da Litosfera e grandes estruturas geológicas

DORA ISABEL

Created on November 7, 2025

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Transcript

Dinâmica da Litosferae grandes estruturas geológicas

Começar

Trabalho realizado por: Beatriz Correia, Dora Fanico, Madalena Veiga, Rita Sardinha e Maria Santana - 12ºCT3. Disciplina de Geologia

Introdução

índice

1.

  • Introdução
  • Jogo
2.1 A convecção no manto terrestre e o movimento das placas litosféricas 2.2 Movimentos verticais da listosfera. Equilibrio isostático2.3 Movimentos horizontais da listosfera. Formação de riftes e de cadeias montanhosas. 3.
  • Momento experiência ( correntes de convecção )
  • Explicação das imagens elegidas
  • Marcador
  • Conclusão
4.Jogo

3. - Momento experiência ( correntes de convecção ) - Explicação das Imagens elegidas - Mostrar o Marcador - Conclusão - Kahoot sobre os conhecimentos aprendidos nesta apresentação

verdadeiro ou falso?

verdadeiro ou falso?

Falso

A crosta terrestre é uma camada rígida e completamente estática.

A crosta é dinâmica, está em movimento.

verdadeiro ou falso?

A litosfera está dividida em várias placas que se movem umas em relação às outras.

verdadeiro

verdadeiro ou falso?

falso

Os vulcões estão distribuídos aleatoriamente à superfície do globo.

Concentram-se em zonas específicas – limites de placas

verdadeiro ou falso?

Nos limites convergentes pode ocorrer subducção de uma placa oceânica sob outra continental.

verdadeiro

verdadeiro ou falso?

Segundo a isostasia, blocos crostais podem afundar ou elevar-se até atingir equilíbrio.

verdadeiro

verdadeiro ou falso?

falso

Na tectónica de placas só existem movimentos verticais.

Existem movimentos horizontais também: divergentes, convergentes e transformantes

verdadeiro ou falso?

As montanhas dos Himalaias formaram-se devido à colisão entre a Índia e a Eurásia.

verdadeiro

verdadeiro ou falso?

A Dorsal Mesoatlântica é um exemplo de limite divergente.

verdadeiro

verdadeiro ou falso?

A listosfera inclui a crosta e a parte superior rígida do manto.

Verdadeiro

verdadeiro ou falso?

falso

As placas litosféricas movem-se a velocidades de vários metros por ano.

Só alguns centímetros por ano

Fontes energéticas internas da Terra

Calor primitivo Contração gravitacional Decaimento radioativo

Mecanismos de transferência de calor

Estrutura interna da Terra

Modelo químico
Modelo físico

O que controla esta convecção?

Expansão térmica: o material aquece, expande-se, diminui a densidade e sobe

Fluidez do material: o manto é altamente viscoso; a convecção só ocorre porque, a escalas geológicas, o material comporta-se de forma dúctil

Gravidade: cria a diferenciação de densidade — o frio desce, o quente sobe

O motor da litosfera

Arthur Holmes

Harry Hess

Eclogites

modelos de convecção mantélica

modelo de conveccão a um nível - Arthur Holmes (1928)

modelo de conveccão a dois níveis - A terra em camadas

modelo penetrativo - Quando as camadas se misturam

Arthur Holmes

modelos de convecção a um nível

correntes convectivas percorrem todo o manto

o material quente sobe cria crosta nova; o frio desce é reciclado

basaltos nos riftes e pontos quentes mostram composições distintas modelo demasiado simples

este modelo foi essencial para ligar o calor interno ao movimento das placas, mas o manto é mais complexo do que Holmes imaginava

Info

modelos de convecção a dois níveis

Nível superior (até 670 km): células convectivas mais pequenas formação de basaltos nos riftes expansão dos fundos oceânicos

Nível inferior (670–2900 km): células lentas movimentam as do topo

Pontos quentes = plumas que sobem do limite do núcleo zonas de atividade como o Havai

As duas camadas não se misturam totalmente (geoquímica distinta)

É como um bolo em camadas — o calor de baixo alimenta o topo, mas cada camada tem a sua própria composição

Info

modelos de convecção penetrativo

As placas subduzidas podem ultrapassar os 700 km de profundidade

Mistura parcial interação entre o manto superior e inferior

Na base forma-se a camada D'', de onde sobem novas plumas

Sustentado por: - Dados sísmicos (placas afundam até ao manto inferior); - Dados geoquímicos (dois reservatórios distintos de magma

Info

Este modelo junta as duas ideias — há separação, mas também comunicação entre níveis

tomografia sísmica

Ondas P e S permitem ver o interior da Terra em 3D

Zonas frias placas em subducção; zonas quentes plumas e ascensões

Mostra que a litosfera pode atingir a base do manto

A tomografia sísmica é como um raio-X gigante da Terra — revela on de o manto está mais quente ou mais frio e confirma o modelo penetrativo.

Info

experiência

teoria da tectónica de placas

tipos de limites:

convergente
divergente
transformantes

limite construtivo continente-continente

fenómenos principais:
Atividade vulcânica fissural ou central

Formação de vales de rifte continentais

Exemplo: Vale do Rift (África Oriental).

Limite Construtivo oceano-oCeano

fenómenos principais:
Formação e expansão de oceanos

Formação da dorsal médio-oceânica

Exemplo: Dorsal Mesoatlântica.

tipos de limites:

convergente
divergente
transformantes

limite destrutivo continente-continente

fenómenos principais:
Formação de grandes cadeias montanhosas

Atividade sísmica relevante

Deformação e dobramento das rochas

Cadeia dos Himalaias (colisão entre Placa Indiana e Placa Eurasiática)

limite destrutivo oceano-oceano

fenómenos principais:
Subducção de litosfera oceânica Formação e ascensão de magma Formação de arcos de ilhas vulcânicas Atividade sísmica relevante

Arquipélago do Japão ou das Filipinas

limite destrutivo oceano-continente

fenómenos principais:
Formação de cadeias montanhosas e arcos magmáticos continentais Subducção de litosfera oceânica Possível obducção e formação de ofiolitos Atividade sísmica relevante

Cordilheira dos Andes (subducção da Placa de Nazca sob a Placa Sul-Americana)

Exemplo de obducção: Cadeia do Omã (placa oceânica empurrada sobre a continental)

tipos de limites:

convergente
divergente
transformantes

limite transformante

fenómenos principais:
Sismos frequentes e por vezes violentos Deformação frágil das rochas

Exemplo: Falha de Santo André (Califórnia, entre a Placa do Pacífico e a Placa Norte-Americana)

movimentos isostáticos

o que é a isostasia?

Equilíbrio entre litosfera e astenosfera A crosta “flutua” sobre o manto Movimentos verticais lento

causas do desiquílibrio

Peso extra → crosta afunda Peso reduzido → crosta sobe (rebound isostático)

Exemplos

Escandinávia e Canadá: subida pós-glacial
https://youtu.be/RHBKjAJVMFg?si=pcoWfGmVI7FnU3F_

Dorsais oceânicas

Cadeias montanhosas submarinas formadas em limites divergentes A ascenção de magma cria nova crusta oceânica Possuem um vale de rifte central Apresentam vulcanismo,sismicidade e falhas transformantes

Info

riftes continentais

Formam-se em zonas de divergência de placas Durante o processo formam-se Horsts e grabens

riftes continentais

A ascenção de magma provoca afinamento da crosta Podem evoluir para um mar estreito e depois para um oceano Nem todos os riftes chegam a essa fase

Exemplo: Rifte Africano.

arcos insulares intraoceânicos

São conjuntos de ilhas vulcânicas alinhadas que se formam em zonas de subducção entre duas placas oceânicas Estão associados a fossas oceânicas profundas

Arcos insulares intraoceânicos

Exemplo: ilhas japonesas

Arcos insulares intraoceânicos

Subducção da Placa Atlântica sob a Placa das Caraíbas — formação do arco vulcânico das Antilhas

Exemplo: Arquipélago das Antilhas

Cadeias Montanhosas

As montanhas formam-se por processos chamados orogenia A maioria das cadeias montanhosas formam-se em margens convergentes de placas tectónicas

Cadeias de Subducção

Geram-se nos limites convergentes de duas placas litosféricas A placa mais densa, geralmente oceânica, mergulha sob uma placa menos densa (continental ou oceânica mais jovem)

Cadeias de Subducção

A subducção provoca fusão parcial do manto,originando magmas andesíticos O magma ascende e dá origem a vulcões e montanhas(ex:Cordilheira dos Andes)

cadeias de obducção

Ocorre quando, em vez de uma placa mergulhar para o manto, partes da crosta oceânica são empurradas para cima de uma placa continental Origina cadeias montanhosas de obducção e permite o transporte de materiais da crusta oceânica para o continente

Info

Cadeias de Colisão

Formam-se a partir da colisão entre duas placas litosféricas continentais A colisão entre as placas, vai impedir a ocorrência de subducção, formando cadeias montanhosas de colisão

Cadeias de Colisão

Os Alpes, localizados na Europa São um exemplo de cadeia montanhosa de colisão, estes formaram-se a partir da colisão entre a Placa Euro-Asiática e a Placa Africana

Cadeias intracontinentais

São formações que se desenvolvem no interior dos continentes, longe das margens das placas tectônicas Estas resultam de forças internas da Terra, como compressões e dobramentos da crosta, que provocam o levantamento das rochas

Cadeias intracontinentais

  • As montanhas Grand Tetons, são um exemplo deste tipo de cadeias

Bacias sedimentares

  • Estas depressões localizam-se normalmente nos oceanos
  • Formam-se devido ao afundamento, estiramento ou devido ao peso dos sedimentos acumulados nas depressões
  • Existem vários tipos de bacias sedimentares

Bacias sedimentares

As bacias sedimentares resultam da acumulação de sedimentos que vão preencher depressões formadas pela atividade geológica.

Principais Tipos de Bacias

Bacias associadas a riftes (bacias de estiramento):

A instalação de um rifte (continental ou oceânico) vai provocar um estiramento da crusta e vai formar bacias sedimentares, como ocorreu na dorsal médio-oceânica ou no rifte africano.

Principais Tipos de Bacias

Bacias em margem passiva:

O abatimento ao longo da margem passiva de uma placa provoca o afundamento dos estratos sedimentares, formando bacias com vários quilómetros de espessura.

A plataforma continental portuguesa, é um exemplo deste tipo de bacias.

Principais Tipos de Bacias

Bacias associadas a zonas de subducção:

Formam-se a partir de uma fossa oceânica. Na margem da placa continental depositam se sedimentos perto da fossa oceânica.

O chamado Anel de Fogo do Pacífico, é um exemplo deste tipo de bacias.

Principais Tipos de Bacias

Bacias associadas a arcos insulares

Formam-se na área entre a fossa oceânica e o arco insular, onde a depressão é causada pelo afundamento parcial da placa que contém o arco insular.

Também podem ser designadas, por bacias frontais. Os arcos das Antilhas, no limite do Oceano Atlântico com o Mar das Caraíbas são exemplos deste tipo de bacias.

Mapa

Marcador

conclusão

Obrigada!

Trabalho realizado por: Beatriz Correia, Dora Fanico, Madalena Veiga, Rita Sardinha e Maria Santana - 12ºCT3. disciplina de Geologia
limites convergentes

➡ Tipo de limite tectónico: destrutivo➡ Movimento relativo: aproximação das placas ➡ Processo principal: destruição da litosfera por subducção (uma placa mergulha) ou colisão (as duas empurram-se até amassarem tudo)

Caldeira de Askja – Islândia

Localização: Parque Nacional de Vatnajökull, no norte da Islândia.Geologia: Caldeira vulcânica situada no Rift Médio-Atlântico, onde as placas da América do Norte e Eurásia se afastam; contém o lago Öskjuvatn e a cratera Víti. Importância: Mostra de forma visível a tectónica de placas e a ligação entre vulcanismo e atividade sísmica.

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Serra d’Ossa – Alentejo, Portugal

Localização: Alentejo Central, entre Redondo, Estremoz e Alandroal.Geologia: Pertence à Zona de Ossa-Morena; composta por rochas metamórficas e magmáticas com mais de 500 milhões de anos, formadas durante a Orogenia Varisca. Importância: Revela parte do antigo Maciço Ibérico e testemunha a história tectónica da Península Ibérica.

Localização: Alentejo Central, entre Redondo, Estremoz e Alandroal.Geologia: Pertence à Zona de Ossa-Morena; composta por rochas metamórficas e magmáticas com mais de 500 milhões de anos, formadas durante a Orogenia Varisca. Importância: Revela parte do antigo Maciço Ibérico e testemunha a história tectónica da Península Ibérica.

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limites transformantes

➡ Tipo de limite tectónico: conservativo➡ Movimento relativo: deslizamento lateral entre placas ➡ Processo principal: não há criação nem destruição de litosfera

limites convergentes

➡ Tipo de limite tectónico: destrutivo➡ Movimento relativo: aproximação das placas ➡ Processo principal: destruição da litosfera por subducção (uma placa mergulha) ou colisão (as duas empurram-se até amassarem tudo)

limites divergentes

➡ Tipo de limite tectónico: construtivo➡ Movimento relativo: afastamento das placas ➡ Processo principal: formação de nova litosfera em zona de rifte

Obducção: processo em que a crosta oceânica é sobreposta à crosta continental.

Quando a crosta começa a esticar, forma-se um graben (bloco que desce entre duas falhas) e horsts (blocos mais elevados). O afinamento da crosta permite a ascensão de magma basáltico, originando vulcanismo fissural.

Zhangye Danxia (China)

Localização: Província de Gansu, noroeste da China.Geologia: Formações de arenitos e argilitos coloridos acumulados há cerca de 24 milhões de anos; moldados por movimentos tectónicos e erosão em clima árido. Importância: Exemplo clássico de relevo Danxia; Património Mundial da UNESCO desde 2010.

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limites divergentes

➡ Tipo de limite tectónico: construtivo➡ Movimento relativo: afastamento das placas ➡ Processo principal: formação de nova litosfera em zona de rifte

Quando a crosta começa a esticar, forma-se um graben (bloco que desce entre duas falhas) e horsts (blocos mais elevados). O afinamento da crosta permite a ascensão de magma basáltico, originando vulcanismo fissural.

limites transformantes

➡ Tipo de limite tectónico: conservativo➡ Movimento relativo: deslizamento lateral entre placas ➡ Processo principal: não há criação nem destruição de litosfera

Quando a crosta começa a esticar, forma-se um graben (bloco que desce entre duas falhas) e horsts (blocos mais elevados). O afinamento da crosta permite a ascensão de magma basáltico, originando vulcanismo fissural.

Namakdan Salt Cave / Cúpula de Sal – Ilha de Qeshm (Irão)

Localização: Ilha de Qeshm, no Golfo Pérsico.Geologia: Estrutura formada pela ascensão de antigos depósitos de sal marinho (diapiro); inclui a Namakdan Salt Cave, com mais de 6 km de extensão. Importância: Demonstra processos tectónicos e sedimentares ligados à formação de domos salinos e armadilhas naturais de petróleo e gás.

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Zona de Wadati-Benioff
limites convergentes

➡ Tipo de limite tectónico: destrutivo➡ Movimento relativo: aproximação das placas ➡ Processo principal: destruição da litosfera por subducção (uma placa mergulha) ou colisão (as duas empurram-se até amassarem tudo)

Exemplos de arcos insulares incluem as Aleutas, as Filipinas, as Marianas, o arquipélago da Indonésia e as ilhas japonesas. As ilhas japonesas formaram-se devido à subducção da Placa do Pacífico sob a Placa Euro-Asiática. A placa oceânica, ao afundar-se e atingir cerca de 100 km de profundidade, sofre fusão parcial devido ao aumento da temperatura e à presença de água nos sedimentos, dando origem a magma andesítico. Este magma ascende e forma vulcões, originando as ilhas.

Fig1: Ilhas japonesas
cadeias montanhosas
de margem
intracontinentais
cadeias de colisão
cadeias de subducção
cadeias de obducção
limites transformantes

➡ Tipo de limite tectónico: conservativo➡ Movimento relativo: deslizamento lateral entre placas ➡ Processo principal: não há criação nem destruição de litosfera

limites divergentes

➡ Tipo de limite tectónico: construtivo➡ Movimento relativo: afastamento das placas ➡ Processo principal: formação de nova litosfera em zona de rifte