Desafio pulmonar
Vamos lá!
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Desafio Pulmonar
Missão: Anamnese e Exame Físico Geral)
VocÊ tem um paciente com queixa de falta de ar, vocÊ deve realizar o exame físico e preparar o paciente para os exames subsequentes
Partiu!
INICIAR MISSÃO
A anamnese respiratória é uma etapa fundamental da avaliação clínica, pois permite identificar e compreender as queixas relacionadas ao sistema respiratório por meio de informações subjetivas e objetivas. Durante a coleta de dados, o profissional deve formular perguntas simples e claras sobre sintomas como dispneia, tosse, expectoração, hemoptise, dor torácica e rouquidão. A observação de sinais físicos, como o uso da musculatura acessória e o batimento das asas do nariz, auxilia na identificação da gravidade da dispneia. Além disso, é importante investigar as características da expectoração — cor, odor, quantidade e presença de sangue —, uma vez que a hemoptise indica a eliminação de sangue vermelho-vivo dos pulmões. A rouquidão, por sua vez, geralmente está associada a alterações na laringe e nas cordas vocais. Também é essencial considerar o estado emocional do paciente, pois fatores psicológicos podem influenciar a manifestação dos sintomas respiratórios.
Ele virou Smurf!
Acho que é a axila
Linha axilar anterior: É uma linha vertical que passa pela borda anterior da axila, ou seja, segue o trajeto do músculo peitoral maior. 👉 Serve como referência lateral do tórax, especialmente para localizar sons respiratórios, áreas de ausculta e posicionar drenos torácicos. Linha hemiclavicular (ou médio-clavicular): Linha vertical que desce do ponto médio da clavícula até o abdome. 👉 É muito usada como referência em exames do pulmão, coração e fígado, por exemplo: o ápice cardíaco normalmente se projeta sobre o 5º espaço intercostal na linha hemiclavicular esquerda. Linha médio-esternal: Linha imaginária que passa exatamente no meio do esterno, dividindo o tórax em metades direita e esquerda. 👉 É uma referência central importante para medir distâncias e localizar estruturas mediastinais.
É perto do apêndice, confia
O eletrodo V4 deve ser colocado no quinto espaço intercostal esquerdo, sobre a linha hemiclavicular — uma linha vertical que parte do meio da clavícula e desce pelo tórax. Essa posição é importante porque o V4 capta a atividade elétrica da parede anterior do ventrículo esquerdo, uma área essencial para avaliar o coração no ECG. Colocar em outra linha (como axilar ou médio-esternal) alteraria o traçado e poderia simular ou esconder alterações cardíacas.
É tudo osso mesmo
As costelas 8ª, 9ª e 10ª são chamadas de costelas falsas, pois não se ligam diretamente ao esterno. Elas se unem por meio das cartilagens costais das costelas superiores, formando um arco costal. Já as 11ª e 12ª são chamadas de costelas flutuantes, pois não têm nenhuma ligação anterior — terminam livres na musculatura da parede abdominal. Essa diferença é importante para localizar pontos anatômicos e durante exames físicos ou procedimentos como drenagem torácica.
MISSÃO INSPEÇÃO
Bora lá!
INICIAR MISSÃO
Existem vários tipos de tórax... Tórax chato/plano: Redução do diâmetro ântero-posterior com escápulas salientes; comum em longilíneos e em algumas doenças pulmonares crônicas. Tórax em tonel (globoso): Aumento do diâmetro ântero-posterior; clássico no enfisema, podendo ocorrer em idosos. Tórax em funil: Depressão do esterno, reduzindo o diâmetro ântero-posterior; associado a raquitismo, síndrome de Marfan e alterações congênitas do tecido conjuntivo. Peito de pombo: Esterno projetado para frente; pode ocorrer em cardiopatias congênitas, asma, raquitismo, síndrome de Marfan e cifoescoliose grave. Tórax em sino: Base torácica alargada; comum em grandes hepatoesplenomegalias e ascite volumosa. Tórax cifótico: Curvatura aumentada da coluna torácica; relacionado à osteoporose, TB vertebral, artrite reumatoide e má postura. Tórax escoliótico: Assimetria torácica devido ao desvio lateral da coluna vertebral. Tórax cifoescoliótico: Presença de cifose e também do desvio lateral da coluna (escoliose). Os pulmões situados abaixo dessa deformidade ficam distorcidos
Existem algumas terminologias...
Eupneia/ Normopneia: Respiração normal e regular. Taquipneia: Respiração rápida e superficial. Causas: doenças pulmonares restritivas, dor torácica, febre, alcalose metabólica. Bradipneia: Respiração lenta e superficial. Causas: sono, atletas, coma diabético, aumento da pressão intracraniana, intoxicações. Apneia: Ausência de movimentos respiratórios. Hiperpneia: Respiração rápida e profunda. Causas: exercício intenso, ansiedade, acidose metabólica, lesões neurológicas.
Cheer up!
Cheer up!
Inspeção Estática: É a observação do aspecto físico e estrutural do tórax enquanto o paciente está em repouso. Avalia-se: Condições da pele (coloração, hidratação, cicatrizes, lesões), Pelos e sua distribuição, Presença de circulação colateral, abaulamentos ou retrações, Formato do tórax, Dedos e unhas (ex.: baqueteamento, manchas de fumo). Inspeção Dinâmica: É a observação da mecânica e dos movimentos respiratórios durante a respiração. Avalia-se: O tipo/padrão respiratório (abdominal, torácico ou misto), Frequência respiratória (FR), Amplitude e simetria dos movimentos, Ritmo respiratório, Uso de musculatura acessória e Presença de tiragens
Ritmos Respiratórios Anormais
Respiração de Kussmaul: Profunda e trabalhosa, podendo ser rápida, normal ou lenta. Causas: acidose metabólica, cetoacidose diabética, insuficiência renal. Respiração de Cheyne-Stokes: Respiração que aumenta e diminui gradualmente em profundidade, alternando com apneia. Causas: insuficiência cardíaca grave, AVC, traumatismo craniano, intoxicação por opiáceos/barbitúricos. Respiração de Biot: Totalmente irregular, com variação de ritmo e pausas de apneia. Causas: lesão do centro respiratório (bulbo), depressão respiratória. Respiração Suspirosa: Sequência regular interrompida por um suspiro profundo seguido de expiração prolongada.
Alterações Relacionadas à Posição
Ortopneia: Dificuldade para respirar deitado (melhora sentado). Platipneia: Dificuldade para respirar em pé (melhora ao deitar). Trepopneia: Melhor respiração ao deitar sobre um dos lados.
Missão 3: Toque Diagnóstico
INICIAR MISSÃO
Desvio da traqueia, massas e crepitações
Durante a palpação da traqueia, o examinador investiga se há desvio da linha média, o que pode indicar alterações no mediastino, além de massas cervicais e crepitações subcutâneas. Esses achados ajudam a identificar doenças pulmonares ou mediastinais que alteram a posição e o movimento da traqueia.
Atelectasia ou pneumotórax de grande volume
A traqueia pode se desviar para o lado afetado na atelectasia, devido à retração pulmonar, ou para o lado oposto em casos de pneumotórax de grande volume, quando o ar no espaço pleural empurra as estruturas mediastinais. Essa observação é fundamental para identificar alterações de pressão ou volume intratorácico.
Base palmar ou face ulnar da mão
Na palpação da parede torácica, o correto é utilizar a base palmar ou a face ulnar da mão, pois essas áreas são mais sensíveis às vibrações e permitem melhor percepção de frêmito, dor, massas e crepitações. A ponta dos dedos é menos eficaz para essa finalidade.
Avaliação expansibilidade torácica
Na avaliação da expansibilidade torácica, o examinador deve ficar atrás do paciente, colocando as mãos nos ápices pulmonares e observando a simetria do movimento durante a inspiração. O posicionamento à frente e sobre o abdome não permite avaliar corretamente a expansão pulmonar.
Pneumotórax ou derrame pleural
Quando ocorre acúmulo de ar (pneumotórax) ou líquido (derrame pleural) no espaço pleural, o pulmão é comprimido e não consegue expandir-se. Isso leva à diminuição da expansibilidade de um lado do tórax, que o examinador percebe como assimetria respiratória durante a avaliação.
“Trinta e três” ou “um, um, um”
O frêmito toracovocal é a vibração transmitida pela fala através do pulmão até a parede torácica. Palpa-se com a superfície óssea da mão enquanto o paciente repete palavras que geram vibrações intensas, como “trinta e três”. A variação na intensidade do frêmito ajuda a identificar alterações na transmissão sonora.
Missão 4: Som Revelador
Vamos lá!!
INICIAR MISSÃO
Pneumonia ou Condensação pulmonar
Na pneumonia, ocorre condensação pulmonar, ou seja, o tecido pulmonar fica mais denso e transmite melhor as vibrações da voz. Isso faz com que o frêmito toracovocal seja percebido de forma mais intensa na palpação. Já nas condições que afastam o pulmão da parede torácica (como pneumotórax ou derrame pleural), o frêmito diminui ou desaparece.
Percussão torácica
Não tem relação com a frequência respiratória. Sua função é identificar características sonoras que indicam se o tecido pulmonar contém ar, líquido ou massa sólida, auxiliando no diagnóstico de condições como pneumotórax, derrame pleural ou consolidação pulmonar.
Som hipersonoro
É produzido quando há excesso de ar nos pulmões ou no espaço pleural, como no pneumotórax e no enfisema pulmonar. Ele apresenta um timbre mais grave e intenso do que o som claro pulmonar, que é o som normal do tecido pulmonar saudável.
Diminuição de ar nos alvéolos
O som maciço (ou submaciço) indica redução do ar nos alvéolos pulmonares, comum em pneumonia, derrame pleural, atelectasia e tumores pulmonares. Nessas condições, o som fica abafado porque o tecido pulmonar se torna mais sólido ou preenchido por líquido.
Missão 5 Voz do Pulmão (Ausculta)
Com o estetoscópio digital, ausculte diferentes áreas do tórax. Distingua murmúrio vesicular, sibilos, roncos e estertores.
Ultima Missão !
INICIAR MISSÃO
Info
Ausculta é a técnica de exame mais importante para avaliar o fluxo aéreo pela árvore traqueobrônica. Deve ser realizada preferencialmente com o paciente sentado, com o tórax parcial ou totalmente descoberto. Avaliar três elementos: características dos ruídos respiratórios, presença de ruídos adventícios e característica da voz falada e sussurrada
Info
Info
Os sons respiratórios normais são gerados pela movimentação do ar através das vias respiratórias e variam conforme a região auscultada. Som traqueal: ouvido sobre a traqueia, é intenso e de alta frequência. Som brônquico: ocorre sobre os grandes brônquios, sendo forte, alto e com expiração mais prolongada. Murmúrio vesicular: é o som mais comum, ouvido nas regiões periféricas dos pulmões; é suave, de baixa intensidade, e predomina na inspiração. Som broncovesicular: apresenta características intermediárias entre o som brônquico e o murmúrio vesicular, sendo ouvido em áreas próximas ao esterno e entre as escápulas. Esses sons ajudam o profissional de saúde a avaliar se a ventilação pulmonar está normal ou se há alterações que indiquem doenças respiratórias.
Info
Info
Info
Info
Info
Broncofonia- Aumento da nitidez da voz falada (“trinta e três” claramente audível), Indica condensação pulmonar (inflamação, neoplasia ou cavitação), O som é transmitido com mais facilidade pelo tecido consolidado.
Egofonia- Transformação do som da letra “i” em “a”, com tonalidade anasalada, Presente em derrames pleurais, pneumonias e atelectasias, Reflete alteração na qualidade da transmissão sonora.
Pectoriloquia Áfona- Voz sussurrada (“um-dois-três”) audível com nitidez, Indica pulmão condensado e sem ar (tumores, pneumonia, fibrose), Normalmente, sussurros não deveriam ser audíveis na ausculta.
Info
Info
A expansão torácica assimétrica (palpação) e o som submaciço à percussão indicam consolidação pulmonar. Os estertores crepitantes (ausculta) reforçam o diagnóstico de pneumonia, condição em que o tecido pulmonar se enche de líquido e secreções, alterando o som e a ventilação.
Info
Parabéns
Você completou todas as missões, decifrou os códigos e provou sua habilidade em observar, tocar, ouvir e compreender o sistema respiratório. Agora, domina cada etapa do exame físico — da anamnese à ausculta — e entende que cada respiração conta uma história, cada som revela um sinal e cada detalhe pode salvar uma vida. Cuidar é ouvir até o silêncio dos pulmões.” Missão concluída com sucesso. Respire fundo… O conhecimento agora vive em você.
ERROU!
Você errou e vai ter que começar de novo!
Não desista! O erro você já tem!
Tente de novo, se você voltar aqui ai... a gente vÊ né?
Voltar ao inicio
Eita como erra
ERROU!
Você errou e vai ter que começar de novo!
Não desista! O erro você já tem!
Tente de novo, se você voltar aqui ai... a gente vÊ né?
Voltar a missão 2
Eita como erra
ERROU!
Você errou e vai ter que começar de novo!
Não desista! O erro você já tem!
Tente de novo, se você voltar aqui ai... a gente vÊ né?
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Eita como erra
ERROU!
Você errou e vai ter que começar de novo!
Não desista! O erro você já tem!
Tente de novo, se você voltar aqui ai... a gente vÊ né?
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Eita como erra
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Não desista! O erro você já tem!
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Eita como erra
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Desafio pulmonar
Leticia Leite Costa
Created on November 5, 2025
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Desafio pulmonar
Vamos lá!
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Missão: Anamnese e Exame Físico Geral)
VocÊ tem um paciente com queixa de falta de ar, vocÊ deve realizar o exame físico e preparar o paciente para os exames subsequentes
Partiu!
INICIAR MISSÃO
A anamnese respiratória é uma etapa fundamental da avaliação clínica, pois permite identificar e compreender as queixas relacionadas ao sistema respiratório por meio de informações subjetivas e objetivas. Durante a coleta de dados, o profissional deve formular perguntas simples e claras sobre sintomas como dispneia, tosse, expectoração, hemoptise, dor torácica e rouquidão. A observação de sinais físicos, como o uso da musculatura acessória e o batimento das asas do nariz, auxilia na identificação da gravidade da dispneia. Além disso, é importante investigar as características da expectoração — cor, odor, quantidade e presença de sangue —, uma vez que a hemoptise indica a eliminação de sangue vermelho-vivo dos pulmões. A rouquidão, por sua vez, geralmente está associada a alterações na laringe e nas cordas vocais. Também é essencial considerar o estado emocional do paciente, pois fatores psicológicos podem influenciar a manifestação dos sintomas respiratórios.
Ele virou Smurf!
Acho que é a axila
Linha axilar anterior: É uma linha vertical que passa pela borda anterior da axila, ou seja, segue o trajeto do músculo peitoral maior. 👉 Serve como referência lateral do tórax, especialmente para localizar sons respiratórios, áreas de ausculta e posicionar drenos torácicos. Linha hemiclavicular (ou médio-clavicular): Linha vertical que desce do ponto médio da clavícula até o abdome. 👉 É muito usada como referência em exames do pulmão, coração e fígado, por exemplo: o ápice cardíaco normalmente se projeta sobre o 5º espaço intercostal na linha hemiclavicular esquerda. Linha médio-esternal: Linha imaginária que passa exatamente no meio do esterno, dividindo o tórax em metades direita e esquerda. 👉 É uma referência central importante para medir distâncias e localizar estruturas mediastinais.
É perto do apêndice, confia
O eletrodo V4 deve ser colocado no quinto espaço intercostal esquerdo, sobre a linha hemiclavicular — uma linha vertical que parte do meio da clavícula e desce pelo tórax. Essa posição é importante porque o V4 capta a atividade elétrica da parede anterior do ventrículo esquerdo, uma área essencial para avaliar o coração no ECG. Colocar em outra linha (como axilar ou médio-esternal) alteraria o traçado e poderia simular ou esconder alterações cardíacas.
É tudo osso mesmo
As costelas 8ª, 9ª e 10ª são chamadas de costelas falsas, pois não se ligam diretamente ao esterno. Elas se unem por meio das cartilagens costais das costelas superiores, formando um arco costal. Já as 11ª e 12ª são chamadas de costelas flutuantes, pois não têm nenhuma ligação anterior — terminam livres na musculatura da parede abdominal. Essa diferença é importante para localizar pontos anatômicos e durante exames físicos ou procedimentos como drenagem torácica.
MISSÃO INSPEÇÃO
Bora lá!
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Existem vários tipos de tórax... Tórax chato/plano: Redução do diâmetro ântero-posterior com escápulas salientes; comum em longilíneos e em algumas doenças pulmonares crônicas. Tórax em tonel (globoso): Aumento do diâmetro ântero-posterior; clássico no enfisema, podendo ocorrer em idosos. Tórax em funil: Depressão do esterno, reduzindo o diâmetro ântero-posterior; associado a raquitismo, síndrome de Marfan e alterações congênitas do tecido conjuntivo. Peito de pombo: Esterno projetado para frente; pode ocorrer em cardiopatias congênitas, asma, raquitismo, síndrome de Marfan e cifoescoliose grave. Tórax em sino: Base torácica alargada; comum em grandes hepatoesplenomegalias e ascite volumosa. Tórax cifótico: Curvatura aumentada da coluna torácica; relacionado à osteoporose, TB vertebral, artrite reumatoide e má postura. Tórax escoliótico: Assimetria torácica devido ao desvio lateral da coluna vertebral. Tórax cifoescoliótico: Presença de cifose e também do desvio lateral da coluna (escoliose). Os pulmões situados abaixo dessa deformidade ficam distorcidos
Existem algumas terminologias...
Eupneia/ Normopneia: Respiração normal e regular. Taquipneia: Respiração rápida e superficial. Causas: doenças pulmonares restritivas, dor torácica, febre, alcalose metabólica. Bradipneia: Respiração lenta e superficial. Causas: sono, atletas, coma diabético, aumento da pressão intracraniana, intoxicações. Apneia: Ausência de movimentos respiratórios. Hiperpneia: Respiração rápida e profunda. Causas: exercício intenso, ansiedade, acidose metabólica, lesões neurológicas.
Cheer up!
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Inspeção Estática: É a observação do aspecto físico e estrutural do tórax enquanto o paciente está em repouso. Avalia-se: Condições da pele (coloração, hidratação, cicatrizes, lesões), Pelos e sua distribuição, Presença de circulação colateral, abaulamentos ou retrações, Formato do tórax, Dedos e unhas (ex.: baqueteamento, manchas de fumo). Inspeção Dinâmica: É a observação da mecânica e dos movimentos respiratórios durante a respiração. Avalia-se: O tipo/padrão respiratório (abdominal, torácico ou misto), Frequência respiratória (FR), Amplitude e simetria dos movimentos, Ritmo respiratório, Uso de musculatura acessória e Presença de tiragens
Ritmos Respiratórios Anormais
Respiração de Kussmaul: Profunda e trabalhosa, podendo ser rápida, normal ou lenta. Causas: acidose metabólica, cetoacidose diabética, insuficiência renal. Respiração de Cheyne-Stokes: Respiração que aumenta e diminui gradualmente em profundidade, alternando com apneia. Causas: insuficiência cardíaca grave, AVC, traumatismo craniano, intoxicação por opiáceos/barbitúricos. Respiração de Biot: Totalmente irregular, com variação de ritmo e pausas de apneia. Causas: lesão do centro respiratório (bulbo), depressão respiratória. Respiração Suspirosa: Sequência regular interrompida por um suspiro profundo seguido de expiração prolongada.
Alterações Relacionadas à Posição
Ortopneia: Dificuldade para respirar deitado (melhora sentado). Platipneia: Dificuldade para respirar em pé (melhora ao deitar). Trepopneia: Melhor respiração ao deitar sobre um dos lados.
Missão 3: Toque Diagnóstico
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Desvio da traqueia, massas e crepitações
Durante a palpação da traqueia, o examinador investiga se há desvio da linha média, o que pode indicar alterações no mediastino, além de massas cervicais e crepitações subcutâneas. Esses achados ajudam a identificar doenças pulmonares ou mediastinais que alteram a posição e o movimento da traqueia.
Atelectasia ou pneumotórax de grande volume
A traqueia pode se desviar para o lado afetado na atelectasia, devido à retração pulmonar, ou para o lado oposto em casos de pneumotórax de grande volume, quando o ar no espaço pleural empurra as estruturas mediastinais. Essa observação é fundamental para identificar alterações de pressão ou volume intratorácico.
Base palmar ou face ulnar da mão
Na palpação da parede torácica, o correto é utilizar a base palmar ou a face ulnar da mão, pois essas áreas são mais sensíveis às vibrações e permitem melhor percepção de frêmito, dor, massas e crepitações. A ponta dos dedos é menos eficaz para essa finalidade.
Avaliação expansibilidade torácica
Na avaliação da expansibilidade torácica, o examinador deve ficar atrás do paciente, colocando as mãos nos ápices pulmonares e observando a simetria do movimento durante a inspiração. O posicionamento à frente e sobre o abdome não permite avaliar corretamente a expansão pulmonar.
Pneumotórax ou derrame pleural
Quando ocorre acúmulo de ar (pneumotórax) ou líquido (derrame pleural) no espaço pleural, o pulmão é comprimido e não consegue expandir-se. Isso leva à diminuição da expansibilidade de um lado do tórax, que o examinador percebe como assimetria respiratória durante a avaliação.
“Trinta e três” ou “um, um, um”
O frêmito toracovocal é a vibração transmitida pela fala através do pulmão até a parede torácica. Palpa-se com a superfície óssea da mão enquanto o paciente repete palavras que geram vibrações intensas, como “trinta e três”. A variação na intensidade do frêmito ajuda a identificar alterações na transmissão sonora.
Missão 4: Som Revelador
Vamos lá!!
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Pneumonia ou Condensação pulmonar
Na pneumonia, ocorre condensação pulmonar, ou seja, o tecido pulmonar fica mais denso e transmite melhor as vibrações da voz. Isso faz com que o frêmito toracovocal seja percebido de forma mais intensa na palpação. Já nas condições que afastam o pulmão da parede torácica (como pneumotórax ou derrame pleural), o frêmito diminui ou desaparece.
Percussão torácica
Não tem relação com a frequência respiratória. Sua função é identificar características sonoras que indicam se o tecido pulmonar contém ar, líquido ou massa sólida, auxiliando no diagnóstico de condições como pneumotórax, derrame pleural ou consolidação pulmonar.
Som hipersonoro
É produzido quando há excesso de ar nos pulmões ou no espaço pleural, como no pneumotórax e no enfisema pulmonar. Ele apresenta um timbre mais grave e intenso do que o som claro pulmonar, que é o som normal do tecido pulmonar saudável.
Diminuição de ar nos alvéolos
O som maciço (ou submaciço) indica redução do ar nos alvéolos pulmonares, comum em pneumonia, derrame pleural, atelectasia e tumores pulmonares. Nessas condições, o som fica abafado porque o tecido pulmonar se torna mais sólido ou preenchido por líquido.
Missão 5 Voz do Pulmão (Ausculta)
Com o estetoscópio digital, ausculte diferentes áreas do tórax. Distingua murmúrio vesicular, sibilos, roncos e estertores.
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Ausculta é a técnica de exame mais importante para avaliar o fluxo aéreo pela árvore traqueobrônica. Deve ser realizada preferencialmente com o paciente sentado, com o tórax parcial ou totalmente descoberto. Avaliar três elementos: características dos ruídos respiratórios, presença de ruídos adventícios e característica da voz falada e sussurrada
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Os sons respiratórios normais são gerados pela movimentação do ar através das vias respiratórias e variam conforme a região auscultada. Som traqueal: ouvido sobre a traqueia, é intenso e de alta frequência. Som brônquico: ocorre sobre os grandes brônquios, sendo forte, alto e com expiração mais prolongada. Murmúrio vesicular: é o som mais comum, ouvido nas regiões periféricas dos pulmões; é suave, de baixa intensidade, e predomina na inspiração. Som broncovesicular: apresenta características intermediárias entre o som brônquico e o murmúrio vesicular, sendo ouvido em áreas próximas ao esterno e entre as escápulas. Esses sons ajudam o profissional de saúde a avaliar se a ventilação pulmonar está normal ou se há alterações que indiquem doenças respiratórias.
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A expansão torácica assimétrica (palpação) e o som submaciço à percussão indicam consolidação pulmonar. Os estertores crepitantes (ausculta) reforçam o diagnóstico de pneumonia, condição em que o tecido pulmonar se enche de líquido e secreções, alterando o som e a ventilação.
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Você completou todas as missões, decifrou os códigos e provou sua habilidade em observar, tocar, ouvir e compreender o sistema respiratório. Agora, domina cada etapa do exame físico — da anamnese à ausculta — e entende que cada respiração conta uma história, cada som revela um sinal e cada detalhe pode salvar uma vida. Cuidar é ouvir até o silêncio dos pulmões.” Missão concluída com sucesso. Respire fundo… O conhecimento agora vive em você.
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