UC00601 - Analisar e planear sistemas de informação
Let's go!
Sumário
- Apresentação
- Balanço de competências
- Resumo sobre unidade.
- Introdução aos Sistemas de Informação (SI)
- Discussão
Continue
Continue
Objetivos da Sessão
- Compreender o conceito de Sistema de Informação (SI).
- Identificar tipos e exemplos práticos de SI.
- Reconhecer os componentes de um SI.
- Relacionar SI com o processo de tomada de decisão.
Continue
O que é um Sistema de Informação
Continue
Sistema
Informação
Um sistema é um conjunto de elementos inter-relacionados que trabalham para atingir um objetivo comum. Características:
- Entradas
- Processamento
- Saídas
- Feedback
Exemplo Sistema de rega: sensores de humidade → controlador → válvulas de água → solo com humidade estável.
Informação = dados organizados, contextualizados e compreensíveis. Valor da informação depende:
- Contexto
- Relevância
- Atualidade
- Fiabilidade
Continue
O que é um Sistema de Informação?
Um Sistema de Informação é um sistema que recolhe, guarda, processa e distribui informação para:Apoiar:
- operações
- gestão
- decisão
- estratégia
Inclui:
- Pessoas
- Processos
- Tecnologia
- Dados
Continue
Funções de um Sistema de Informação
- Processar (filtrar, calcular, validar)
Continue
Exemplo: Sistema de gestão de inventário de um armazém.
Continue
Componentes de um Sistema de Informação
- Pessoas – Utilizadores e técnicos que operam o sistema.
- Processos – Conjunto de regras e procedimentos.
- Dados – Informação bruta que será tratada.
- Tecnologia – Hardware e software que suportam o sistema.
Continue
Tipos de Sistemas de Informação
ERP
MRP
CRM
MRP (Material Requirements Planning) é um sistema de planeamento das necessidades de materiais, usado principalmente em empresas de produção e manufatura.
ERP (Enterprise Resource Planning) – sistema de gestão integrada que reúne num único software as principais funções e processos de uma empresa — como finanças, compras, vendas, produção, recursos humanos, logística, e contabilidade. Exemplos ERPs: SAP, Oracle, PHC, Primavera.
CRM – (Customer Relationship Management) é um sistema de gestão de relacionamento com clientes. O seu principal objetivo é organizar, automatizar e melhorar todas as interações que a empresa tem com clientes e potenciais clientes.
Continue
Qual a importância dos SI nas Organizações?
Continue
- Aumentam a eficiência e reduzem erros humanos.
- Facilitam o controlo e a tomada de decisão.
- Permitem integração de dados entre departamentos.
- Apoiam a inovação e competitividade.
Continue
Desvantagens.
- Dependência tecnológica
- Falhas técnicas
- Custos altos de implementação
- Segurança de dados
- Obsolescência
- Resistência dos utilizadore
Continue
Tendências atuais dos SI
- Inteligência Artificial
- Big Data
- Cloud Computing
- IoT
- Automação Robótica (RPA)
- Blockchain
Continue
Caso Prático
Dado um pequeno ginásio, identifique os SI que o podem ajudar.
- objetivos
- processos
- dados recolhidos
- utilizadores
- melhorias esperadas
Continue
Objetivos
- Aumentar a retenção de clientes
- Melhorar o atendimento e personalização dos treinos
- Automatizar tarefas administrativas
- Controlar pagamentos e acessos
- Monitorizar desempenho dos utilizadores
Continue
Processos
- Registo e inscrição de novos membros
- Gestão de mensalidades e pagamentos
- Controlo de acesso (entrada/saída)
- Marcação de aulas e personal trainers
- Gestão de equipamentos e manutenção
- Acompanhamento físico (pesagens, treinos, avaliações)
- Comunicação com clientes (notificações, avisos, promoções)
Continue
Dados Recolhidos
- Dados pessoais dos clientes (nome, idade, contacto)
- Registo biométrico ou cartão de acesso
- Registo de pagamentos e estado das mensalidades
- Histórico de treinos
- Resultados de avaliações físicas (peso, massa gorda, IMC…)
- Disponibilidade de salas, professores e equipamentos
- Estatísticas de utilização do ginásio
Continue
Utilizadores dos Sistemas
- Funcionários de receção
- Instrutores / Personal Trainers
- Clientes / Membros
- Gestor do ginásio
- Equipa de manutenção
- Sistema automático de controlo de acessos
Continue
Melhorias Esperadas com a Implementação de SI
- Redução de erros administrativos
- Check-in automático → menos filas na receção
- Maior controlo das mensalidades e redução de incumprimentos
- Treinos mais personalizados com base nos dados recolhidos
- Melhor planeamento de aulas e lotações
- Acompanhamento mais profissional e motivacional
- Melhor tomada de decisão através de dashboards (ex: horas de maior afluência)
- Comunicação mais eficaz com os clientes
- Aumento da satisfação e fidelização dos membros
Continue
Processo de Decisão e Recolha de Dados
Como os Sistemas de Informação suportam a tomada de decisão e como a recolha de dados influencia a qualidade dessas decisões.
Continue
Objetivos da Sessão
- Explicar as fases do processo de decisão
- Identificar os tipos de decisões numa organização
- Compreender a importância dos dados na decisão
- Reconhecer fontes de dados internas e externas
- Construir mapas de dados e necessidades informacionais
Continue
O Que É Uma Decisão?
Uma escolha consciente entre duas ou mais alternativas, feita para resolver um problema ou alcançar um objetivo.
Elementos de uma boa decisão
- Objetivo – O que quero alcançar?
- Opções – Que alternativas existem?
- Informação – Que dados tenho disponíveis para analisar?
- Consequências – O que pode acontecer com cada escolha?
- Critérios – O que é mais importante? (custo, tempo, qualidade…)
Numa empresa: Escolher um fornecedor com base no preço, qualidade e prazos de entrega. No dia a dia: Decidir se vais trabalhar de carro ou transporte público. Que decisões importantes temos numa oficina automóvel?
Continue
Por Que a Decisão É Importante?
- Tempo e eficiência
- Custos e lucro
- Satisfação do cliente
- Qualidade do serviço
- Cumprimento de prazos
- Reputação do negócio
Quando apoiadas por dados → melhores decisões, menos erros.
Continue
Continue
Continue
Tipos de Decisões
1. Decisões Programadas
2. Decisões Não Programadas
- Rotineiras
- Repetitivas
- Com regras claras
Exemplo?
- Complexas
- Envolvem análise e criatividade
Exemplo?
Continue
Níveis da Decisão
Nível Estratégico (Gestão de topo)
Nível Operacional (Dia-a-dia)
Nível Tático (Gestão intermédia)
- Decisões simples e repetidas
- Organização dos recursos
- Controlo das operações
- Planos a longo prazo
- Objetivos da organização
- Grandes investimentos
Continue
Fases do Processo de Decisão
- Inteligência — Identificar problema
- Modelação — Procurar soluções
- Escolha — Selecionar a melhor
- Implementação — Executar
- Avaliação — O resultado foi positivo?
Cliente reclama atraso → identificar causa → testar opções → mudar fluxo → medir impacto.
Continue
A Importância dos Dados
Sem dados → decisões subjetivas Com dados → decisões objetivas, rápidas e fundamentadas
DADOS PERMITEM:
- Reduzir incerteza
- Reconhecer padrões
- Criar previsões
- Medir desempenho
- Melhorar processos
Gestão de Stocks.
Continue
Tipos de Dados
1. Dados Quantitativos
2. Dados Qualitativos
Continue
Estrutura dos Dados
- Dados brutos → sem tratamento
- Informação → dados processados
- Conhecimento → interpretação dos dados
- Sabedoria → ação baseada em conhecimento
Continue
Fontes Internas de Dados
As Fontes Internas de Dados são todos os dados que a organização já produz ou armazena no decorrer das suas operações diárias. Em qualquer organização, estas fontes são fundamentais para melhorar processos, apoiar decisões e otimizar o negócio.
- Dados Financeiros
- Dados de Cliente (CRM interno)
- Dados de Recursos Humanos
- Dados de Inventário / Armazém
- Dados de Sistemas Internos / Equipamentos
- Dados Operacionais (Produzidos pelas atividades diárias)
Continue
Dados Financeiros
Exemplos nas organizações:
- Faturas emitidas a clientes
- Custos de artigos e componentes
- Margem por tipo de serviço
- Pagamentos em atraso
- Fluxo de caixa mensal
Como são usados:
- Análise de rentabilidade
- Planeamento financeiro
- Ajuste de preços dos serviços
Continue
Dados de Inventário / Armazém
Informação sobre stocks e artigos. Exemplos:
- Quantidade de peças em armazém
- Entradas e saídas
- Tempo médio de reposição
- Peças mais usadas por tipo de serviço
- Fornecedores e prazos de entrega
Como são usados:
- Evitar ruturas de stock
- Identificar peças com baixa rotação
- Automatizar encomendas
Continue
Dados Operacionais (Produzidos pelas atividades diárias)
Incluem toda a informação gerada durante os serviços prestados. Exemplos:
Como são usados:
Continue
Exemplos reais na oficina:
• Ordens de trabalho
• Diagnósticos realizados
• Checklists de manutenção
• Registos de peças utilizadas
• Tempos de execução por tarefa
• Histórico de avarias por veículo
Como são usados:
• Previsão de necessidades de stock
• Comparação entre tempo estimado vs. tempo real
• Identificação de serviços que demoram mais que o esperado
Continue
Fontes Externas de Dados
As Fontes Externas de Dados são todas as informações obtidas fora da organização, mas que influenciam decisões, planeamento e operações do negócio.
- Fabricantes e Fornecedores de Peças
- Bases de Dados Técnicas e Manuais Oficiais
- Legislação e Normas
- Dados de Clientes em Plataformas Online
- Dados de Mercado e Tendências da Indústria
- Parceiros e Redes de Oficinas
Continue
Fabricantes e Fornecedores de Artigos
Os fabricantes são uma das principais fontes de dados externas.
Exemplos reais:
- Catálogos digitais de peças (Bosch, Monroe, Gates…)
- Tabelas de compatibilidades para cada modelo
- Prazos de entrega
- Listas de preços atualizadas
- Boletins técnicos de instalação
Utilidade:
- Encomendas mais rápidas e precisas
- Garantia de compatibilidade
- Planeamento de armazém com base em tempos de entrega
Continue
O Papel do Sistema de Informação na Recolha de Dados
Os Sistemas de Informação (SI) têm um papel central na forma como a organização capta, organiza e valida dados. Manualmente, a recolha de dados torna-se lenta, sujeita a erros e difícil de utilizar para tomar decisões.
Continue
Automatizam a Recolha de Dados Um SI evita que os dados sejam recolhidos manualmente, reduzindo erros e aumentando a velocidade.Exemplo: Atualização automática do stock quando uma peça é usada
Garantem Consistência e Padronização Os dados seguem sempre o mesmo formato, facilitando análises futuras. Exemplo: Campos obrigatórios: marca, modelo, matrícula
Continue
Recolhem Dados em Tempo Real Permitem decisões imediatas baseadas no estado atual da organização.Exemplo: Atualização imediata do estado da viatura (em diagnóstico, em reparação, concluído)
Reduzem a Recolha Duplicada e Erros HumanosO mesmo dado não é introduzido duas vezes. Exemplo: O cliente é registado uma vez e reutilizado em todas as ordens
Continue
Modelos de Decisão 1. Modelo Racional Baseado em dados e análise. 2. Modelo Intuitivo Experiência e instinto. 3. Modelo ComportamentalInfluenciado por emoções e limitações.
Continue
Exemplo Comparativo 1. Mecânico experiente (intuitivo): "A válvula EGR deve estar entupida." 2. SI / Dados (racional): Erro OBD P0401Pressão anormalHistórico similar no mesmo modelo
Continue
Erros Comuns na Decisão
- Dados incompletos
- Dados incorretos
- Dados desatualizados
- Viés de confirmação
- Subjetividade
- Falta de análise
- Pressão do tempo
Continue
Decidir Baseado Apenas na Intuição Depender apenas do “feeling” sem dados confiáveis.Exemplo na oficina: “Penso que vendemos muitas baterias… deve ser melhor encomendar mais.” → Mas os dados mostram que a procura é sazonal e está a baixar.
Continue
Depender Demasiado de Métricas Isoladas Tomar decisões olhando apenas para um indicador e não para o conjunto.Exemplo: Reduzir o preço da mão-de-obra porque a concorrência é mais barata. → mas sem analisar custos, produtividade e margem real.
Continue
Ferramentas de Apoio à Decisão As ferramentas de apoio à decisão ajudam gestores e equipas a analisar dados
1 . Dashboards e Sistemas de Reporting (BI)
Exemplos na Oficina Automóvel: – Tempo médio de reparação por tipo de serviço – Número de carros em fila / agendamentos do dia – Consumo de peças e stock crítico
– Receita diária/semanal
2 - Sistemas de Gestão (ERP / CRM)
– ERP: gestão de stock, compras, faturação – CRM: histórico do cliente, recomendações de serviços, lembretes de revisões Exemplo real: lembrar automaticamente um cliente de trocar a correia de distribuição.
Continue
Mini Caso de Estudo A oficina recebe 40 carros por semana, mas apenas 28 são entregues no prazo. Como um SI pode ajudar?
- Identificação do Problema/Análise do Processo Atual.
- Levantamento dos Dados Necessários.
- Principais Fontes de Dados, internas e externas.
- Ferramentas de Apoio à Decisão Recomendadas.
- Benefícios Esperados.
Proposta?
Continue
Mini Caso de Estudo A oficina recebe 40 carros por semana, mas apenas 28 são entregues no prazo. Como um SI pode ajudar?
O problema:
- Atrasos constantes na entrega dos veículos.
- Repetição de erros no processo (peças em falta, diagnósticos incompletos).
- Queixas por falta de comunicação e prazos incorretos.
Continue
ANÁLISE DE SOFTWARE E RECOLHA DE REQUISITOS
É o momento em que entendemos o problema, os utilizadores, o contexto e definimos o que o sistema deve fazer — antes de programar.
Continue
Objetivos da Sessão
- Compreender o papel da Análise de Software
- Identificar e recolher requisitos essenciais
- Avaliar processos de negócio antes do desenvolvimento
- Elaborar documentação clara e útil
- Entender a importância da comunicação entre stakeholders
Continue
Porque existe? Porque é tão importante?
1. Evita Erros e Retrabalho (o maior custo dos projetos)
- 60% dos problemas em projetos de software vêm de requisitos mal definidos.
- Corrigir erros na fase de desenvolvimento custa até 10x mais do que os identificar na análise.
- Sistemas sem análise tornam-se caros, lentos de implementar e difíceis de manter.
2. Assegura que o Software Resolve o Problema Certo
- A análise garante que entendemos exatamente o processo atual, o que funciona mal e o que precisa de mudar.
- Sem ela, o sistema pode ficar “bonito, mas inútil”.
Continue
Porque existe? Porque é tão importante?
3. Melhora a Comunicação entre Equipas
- Traduz necessidades de negócio → linguagem clara para programadores.
- Evita mal-entendidos entre utilizadores, gestão e equipa técnica.
4. Reduz Custos e Aumenta o Retorno do Investimento (ROI) Planeamento correto evita funcionalidades desnecessárias. Garante que o software apoia diretamente os objetivos da organização.
➡️ Porque é que acham que tantos projetos falham por causa de uma má análise?
Continue
Antes de desenvolver, é preciso…
1. Compreender o Problema Real
- O utilizador descreve o que sente, mas nem sempre descreve o que precisa.
- Antes de pensar em software, é obrigatório perceber:
- Que dor queremos resolver?
- Quem sofre o problema?
- Quando acontece?
- Com que impacto no negócio?
“Se o cliente diz ‘o sistema é lento’, isso é um problema ou um sintoma?”
Continue
Antes de desenvolver, é preciso…
2. Mapear o Processo Atual (AS-IS)
- Identificar como as tarefas são feitas hoje — mesmo que mal feitas.
- Descobrir:
- Responsáveis
- Passos e decisões
- Exceções
- Ferramentas usadas
- Visualizar o processo ajuda a revelar falhas e redundâncias.
Exemplo: oficina automóvel → desde a chegada do cliente até à entrega da viatura: onde existem esperas? quem valida? quem regista?
Continue
Antes de desenvolver, é preciso…
3. Definir Objetivos Claros Não começar por “precisamos de um software novo”. Começar por:
- Queremos reduzir o tempo do processo em 30%
- Queremos evitar erros manuais
- Queremos maior transparência para os clientes
- Queremos registos que cumpram auditorias
Objetivos mal definidos produzem software inútil.
Continue
Antes de desenvolver, é preciso…
4. Recolher Requisitos de Forma Estruturada A análise exige perguntas e investigação:
- O que o sistema vai fazer (funcionais)?
- Como o sistema deve comportar-se (não funcionais)?
- Restrições, integrações, volumes, segurança, acessos…
Ferramentas úteis: entrevistas, workshops, questionários, observação, análise documental.
Continue
Antes de desenvolver, é preciso…
5. Entender os Utilizadores e o Contexto Mais importante que a tecnologia é quem a usa. É necessário identificar:
- Perfis de utilizadores (rececionista, mecânico, gestor…)
- Capacidades tecnológicas
- Tarefas mais críticas
- Frustrações atuais
- Prioridades individuais vs. empresariais
Pergunta crítica: “Quem vai usar isto todos os dias?”
Continue
Antes de desenvolver, é preciso…
6. Validar as Necessidades Antes de Começar Antes do programador tocar no teclado, validar:
- Estamos todos a falar do mesmo?
- As necessidades estão completas?
- Há algo contraditório?
- O que é prioridade?
- O que pode ficar para uma fase 2?
Sem validação → retrabalho → custos → atrasos → frustração.
Continue
O que são Requisitos?
Requisitos são declarações verificáveis sobre o que o sistema deve fazer (funcionais) ou como deve comportar-se (não funcionais).São um contrato: quem pede (negócio) e quem faz (equipa técnica) devem entender e aceitar o mesmo.
Continue
Por que são críticos?
- Evitam mal-entendidos entre utilizador e equipa técnica.
- Permitem estimar corretamente esforço, custos e prazos.
- Servem de base para testes (criterios de aceitação).
- Minimizar retrabalho e desperdício.
Tipos de requisitos
- Funcionais (O QUE): ações, processos e funcionalidades (ex.: “Sistema deve gerar orçamento”).
- Não funcionais (COMO): desempenho, segurança, usabilidade, disponibilidade (ex.: “Resposta < 3s”).
- Requisitos de domínio: regras ou restrições específicas do setor (ex.: normas ambientais).
- Requisitos de interface: integrações com outros sistemas (ex.: faturação automática para o software X).
Continue
Exemplos requisitos funcionais
- Criar ordens de reparação
- Registar entrada de viaturas
- Associar mecânico a um serviço
- Enviar SMS ao cliente quando a viatura está pronta
- Integrar com o software de faturação
Exemplos de requisitos não funcionais.
- Disponibilidade do sistema de 99,5%
- Página inicial carrega em < 2 segundos
- Backups automáticos diários
- A interface deve ser compatível com telemóveis
Continue
Como escrever um requisito bom (boas práticas)
Use regras e modelos para requisitos testáveis e claros:
- INVEST (User Stories): Independente, Negociável, Valiosa, Estimável, Pequena, Testável.
- SMART (para objetivos / NFs): Específico, Mensurável, Atingível, Relevante, Temporal.
- Formato recomendado (requisito funcional): “O sistema deve [verbo + objeto] [condição opcional]”.
Ex.: “O sistema deve gerar o orçamento detalhado (peças + mão de obra) ao guardar a ordem de serviço.”
Continue
Perguntas ESSENCIAIS para fazer aos stakeholders
Sobre o problema / contexto
- Qual é o problema que queremos resolver?
- Com que frequência ocorre? Qual o impacto?
Sobre a funcionalidade
- O que exatamente espera que o sistema faça? Pode dar um exemplo real?
- Que dados entram e que resultados espera receber?
Sobre exceções e regras
- O que acontece se faltar uma peça? E se o cliente recusar o orçamento?
- Existem tempos máximos aceitáveis (SLA)?
Continue
Perguntas ESSENCIAIS para fazer aos stakeholders
Sobre prioridades
- Qual é mais importante: tempo de resposta, segurança ou custo?
- Se tivermos de escolher, o que deve ficar para uma fase posterior?
Sobre utilizadores
- Quem usa isto hoje? Quem usará amanhã? Que proficiência têm com tecnologia?
- Quem valida/assina o resultado (quem aprova o orçamento)?
Sobre testes e aceitação
- Como vamos saber que isto funciona? Que prova aceitaria?
- Quais os critérios mínimos para considerar a funcionalidade aceite?
Continue
Critérios de aceitação (exemplos concretos)
Transforma um requisito numa check list testável: Requisito: “Gerar orçamento ao guardar ordem” Critérios:
- Inclui peças e mão de obra com preço unitário e subtotal.
- Calcula IVA automaticamente.
- Permite editar antes de enviar.
- Guarda versão com timestamp e autor.
- Envia notificação ao cliente (email/SMS) se solicitado.
Continue
Exemplos práticos (Oficina Automóvel)
Funcionais:
- RF-01: “O sistema deve criar uma ordem de serviço ao registar a entrada da viatura, com matrícula, cliente, km e observações.”
- RF-02: “O sistema deve sugerir peças compatíveis com base no modelo e ano da viatura.”
Não funcionais:
- RNF-01: “O tempo de resposta para carregar a ficha de viatura deve ser ≤ 2s.”
- RNF-02: “Os dados sensíveis do cliente devem estar encriptados em repouso (AES-256).”
Continue
Exemplos práticos (Oficina Automóvel)
Critérios de aceitação (RF-01):
- Ficha criada com todos os campos obrigatórios preenchidos;
- Ordem aparece imediatamente no dashboard do mecânico;
- ID da ordem gerado automaticamente;
- Histórico da ordem acessível pelo cliente.
Continue
Técnicas de Análise
- Fluxogramas
- Casos de Uso (UML)
- User Stories (métodos ágeis)
Continue
Fluxogramas e Modelação
Um fluxograma é uma representação visual de um processo, mostrando passos, decisões, entradas e saídas de forma clara e sequencial.
Serve para:
- Compreender processos complexos
- Identificar falhas, redundâncias e desperdícios
- Comunicar de forma simples com qualquer utilizador
- Apoiar a análise e recolha de requisitos
- Criar bases para automatização de tarefas
Continue
Elementos Principais de um Fluxograma
- Início/Fim → indica onde o processo começa e termina
- Processo/Tarefa → ação executada
- Decisão → ponto onde há uma escolha (Sim/Não)
- Entrada/Saída → informação que entra ou sai
- Conectores → continuidade do fluxo
- Documentos/Registos → formulários, relatórios, ordens de trabalho
Continue
Fluxo recepção.
Continue
Casos de Uso
Um Caso de Uso descreve como um utilizador interage com o sistema para atingir um objetivo.
Inclui:
- Ator
- Objetivo
- Fluxo principal
- Fluxos alternativos
- Exceções
Qual o ator mais crítico numa oficina? Justifica.
Continue
Caso de Uso: Criar Orçamento de Reparação
Ator: MecânicoObjetivo: Orçamentar reparação de viatura Fluxo Principal:
- Seleciona viatura
- Regista problemas
- Sistema sugere peças
- Sistema calcula valores
- Mecânico confirma
- Orçamento é enviado ao cliente
Fluxo Alternativo:
Peça não existe em stock → pedido sugerido automaticamente.
Continue
User Stories
As User Stories são descrições curtas e simples que representam uma necessidade real de um utilizador dentro do sistema.
São usadas em métodos ágeis (Scrum, Kanban) para comunicar funcionalidades de forma clara, sem linguagem técnica complexa.
Formato:“Como [utilizador], quero [ação], para [benefício].”
Exemplos:
- Como mecânico, quero registar o tempo de trabalho, para garantir orçamentos corretos.
- Como cliente, quero receber notificações SMS, para acompanhar o estado da reparação.
- Como rececionista, quero gerar uma fatura automaticamente, para reduzir erros de digitação.
Continue
Mockups ou Prototipagem
Prototipar é criar uma versão simplificada, rápida e interativa do sistema antes de o desenvolver totalmente.
Serve para testar ideias, validar requisitos e evitar erros caros.
Tipos de Protótipos : Protótipo de Baixa Fidelidade
- Rascunhos em papel
Esboços simples (wireframes)
- Focado na navegação e estrutura
- Rápido de criar e fácil de alterar
Exemplo:
Um desenho simples da interface da “Receção de Viaturas”.
Protótipo de Média Fidelidade
Mais próximo do visual real Criado em ferramentas como Figma, Balsamiq, Miro Permite testar fluxos e interações básicas Exemplo:
Ecrã clicável para registar uma nova intervenção na oficina.
Continue
Mockups ou Prototipagem
Exemplo aplicado à Oficina Automóvel Imaginem que a oficina quer um módulo para: “Registar veículos e abrir ordens de reparação.” Protótipo típico:
- Ecrã inicial → lista de viaturas
- Botão “Nova Receção”
- Formulário com matrícula, cliente, quilometragem
- Botão “Criar OR”
- Fluxo para anexar fotografias da viatura
O cliente pode testar e dizer: “Falta a opção de indicar o estado dos pneus.” “O campo dos danos devia aceitar fotos.” 👉 Estas correções são baratas, antes do código existir.
Quando usar protótipos?
- No início do projeto
- Quando há muitas incertezas
- Quando o cliente “não sabe o que quer”
- Para validar requisitos com utilizadores reais
- Para explicar o sistema à equipa de desenvolvimento
Continue
Mini Caso Prático — Sistema de Gestão de Ginásio Um ginásio local pretende modernizar o seu processo de gestão. Atualmente, os registos são feitos em Excel e papel. Querem um sistema de informação que permita:
- Gerir inscrições e mensalidades
- Controlar presenças
- Gerir aulas e horários
- Registar treinos personalizados
- Comunicar com os clientes
Tarefas
- 5 requisitos funcionais (RF)
- 3 requisitos não funcionais (RNF)
- 1 caso de uso
- 1 user story
- 1 fluxograma simples
Continue
Introdução à UML e Visual Paradigm
A importância da modelação no desenvolvimento de software Nesta sessão vamos:
- Introduzir a linguagem UML
Perceber porque é essencial antes de programar
- Criar os primeiros diagramas
Continue
Objetivos da Sessão
- Entender a importância da modelação
- Explicar o que é a UML e para que serve
- Identificar os principais tipos de diagramas
- Ler e criar modelos simples
Continue
Porque Modelamos?
Modelamos para… ➡ Entender • ➡ Comunicar • ➡ Reduzir erros • ➡ Planear • ➡ Criar melhor software
Continue
1. Para Entender o Problema Antes de Criar a Solução
- Evita desenvolver algo errado ou incompleto.
- Ajuda a clarificar o que o cliente realmente quer — e não apenas o que “parece que quer”.
- Reduz ambiguidades e interpretações diferentes entre equipa, cliente e utilizadores.
2. Para Comunicar Melhor
- A modelação torna ideias visíveis.
- Diagramas permitem que programadores, analistas, gestores e clientes falem a mesma linguagem.
- Promove alinhamento entre todos, reduzindo falhas de comunicação.
3. Para Reduzir Riscos, Retrabalho e Custos
- Identifica problemas logo no início — quando ainda são baratos de resolver.
- Permite prever comportamentos, dependências e falhas antes de escrever qualquer linha de código.
- Diminui retrabalho, atrasos e frustração do cliente.
Continue
4. Para Organizar o Pensamento e Estruturar o Sistema
- Obriga o analista a pensar de forma lógica e sequencial.
- Torna o sistema mais simples de compreender, dividir, estimar e planear.
- Cria uma visão global e detalhada do que será construído.
5. Para Aumentar a Qualidade do Software
- Modelos melhoram a consistência entre requisitos, casos de uso e implementação.
- Facilita testes: a equipa sabe exatamente o que deve acontecer em cada cenário.
- Ajuda a garantir que o software cumpre o propósito e funciona bem.
6. Para Criar Documentação Útil e Duradoura
- Diagramas tornam-se documentação para:
- novas funcionalidades
- onboarding de novos programadores
- auditorias
- manutenção ao longo dos anos
Continue
O que é a UML?
(Unified Modeling Language) é uma linguagem padrão usada para modelar, visualizar e documentar sistemas de software, independentemente da tecnologia, linguagem de programação ou tipo de aplicação.
Continue
O que não é a UML?
❌ Não é uma linguagem de programação ❌ Não é uma metodologia de desenvolvimento ✔ É apenas uma forma de representar modelos que podem ser usados em Scrum, Waterfall, Kanban, XP, etc.
Continue
Para que Serve?
- Representa processos, regras, funcionalidades, arquiteturas e interações.
- Cria uma visão comum entre analistas, programadores, gestores, clientes e testers.
- Ajuda a passar do “problema” para uma solução organizada e estruturada
Porque foi criada?
- Antes da UML, cada empresa usava os seus próprios diagramas → muita confusão.
- A UML tornou a modelação unificada, compreensível e standard.
- Permite que qualquer pessoa da área entenda o modelo criado por outra equipa.
Continue
Os 3 Grandes Tipos de Diagramas da UML
Categoria O que representam Exemplos
Estruturais Como o sistema é composto Classes, Objetos, Pacotes
Comportamentais Como o sistema se comporta Casos de uso, Atividades, Sequência
Interação Como partes do sistema interagem Sequência, Comunicação
Continue
Benefícios de Usar UML
- Reduz erros e ambiguidades
- Melhora a comunicação entre equipas
- Acelera o desenvolvimento
- Serve como documentação de longo prazo
- Facilita testes e validação de requisitos
Continue
Exemplos onde sao usados
Nos bancos
-
Modelos de risco para decidir aprovações de crédito.
- Fluxogramas de atendimento ao cliente.
- Modelos de dados para contas, cartões e movimentos.
Em aplicações do dia-a-dia Uber / Bolt:
- Modelo de procura vs. oferta para calcular “surge pricing”.
Netflix / YouTube:
- Modelos de recomendação baseados no comportamento do utilizador.
- Diagramas de fluxo interno de processamento de vídeo.
E-commerce (Amazon, Worten, etc.):
- Modelos de carrinho → pagamento → entrega.
- Fluxograma de devoluções e trocas.
Continue
Exemplos onde sao usados
Na saúde
- Processos de triagem num hospital.
- Modelos de dados do doente: histórico, exames, prescrições.
- Protocolos clínicos representados como fluxogramas.
Na vida pessoal
- Planeamento mensal de despesas (modelo financeiro pessoal).
- Organização de tarefas (Kanban, listas, prioridades).
- Preparação de refeições (diagramas simples: compra → preparo → conservação).
Sempre que precisas de organizar, explicar, simplificar ou prever algo → estás a modelar.
Continue
Tipos de Diagramas
Como representamos visualmente um sistema?
A UML oferece vários tipos de diagramas, cada um com um propósito específico.
Todos servem para compreender melhor o sistema antes de o construir.
Continue
Tipos de Diagramas
Diagramas Estruturais (estáticos)
Representam a estrutura, os componentes e as relações do sistema.Mostram como “as coisas estão organizadas”.
Continue
Diagramas Estruturais
Mostram a estrutura do sistema: elementos, entidades, objetos e relações.
Diagrama de Classes Representa os “blocos” principais do sistema. Exemplos: Biblioteca Digital Classe: Livro
- título: “O Alquimista”
- ISBN: 978-972-23-1234-5
- ano: 1988
Continue
Diagramas Estruturais
Classe: Autor
- nome: Paulo Coelho
- nacionalidade: Espanhola
Classe: Utilizador
- nome: Sofia Mendes
- ID: 5502
- tipo: Estudante
Relações:
- Autor —< escreve >— Livro
- Utilizador —< requisita >— Livro
Diagrama de Classes.
Continue
Diagramas Comportamentais (o “comportamento” do sistema)
Descrevem como o sistema funciona ao longo do tempo e como os utilizadores interagem.
Mostra funcionalidades vistas pelos utilizadores.
Ele mostra:
- Quem usa o sistema (os atores).
- O que o sistema permite fazer (os casos de uso).
- Como cada ator interage com essas funcionalidades.
É uma visão macro — não mostra detalhes técnicos, mas sim o que o sistema faz do ponto de vista do utilizador.
Continue
Elementos principais
Atores São pessoas, sistemas externos ou dispositivos que interagem com o sistema. Exemplos:
- Utilizador (cliente)
- Administrador
- Sistema de Faturação (outro sistema)
Continue
Elementos principais
Casos de Uso São ações ou funcionalidades que o ator realiza no sistema. Exemplos:
- Criar Ticket
- Consultar Estado
- Atribuir Técnico
- Gerar Relatório
Continue
Elementos principais
Exemplo Sistema: Gestão de Tickets Atores:
- Cliente
- Técnico
- Administrador
Casos:
- Criar ticket
- Consultar ticket
- Fechar ticket
- Atribuir técnico
Continue
Actividades
Mostra fluxos de trabalho.
Exemplo (Processo de Check-in num Hotel):
- Cliente chega
- Rececionista confirma reserva
- (Decisão) Reserva encontrada?
- Não → Criar nova reserva
- Sim → Continuar
- Solicitar documento
- Emitir chave do quarto
- Finalizar check-in
Continue
Sequência
Mostra ordem das mensagens
Exemplo (Sistema de Bilhética de Metro): Objetos: Passageiro → Torniquete → Sistema Central → Cartão
- Passageiro aproxima cartão
- Torniquete lê chip
- Torniquete envia pedido ao Sistema Central
- Sistema Central verifica saldo
- Se saldo OK → aprovar
- Torniquete abre
- Sistema Central regista viagem
Continue
Estados
Mostra o “ciclo de vida” de algo.
Exemplo (Estado de uma Encomenda Online):
- Criada
- Confirmada
- Em preparação
- Enviada
- Em transporte
- Entregue
- Arquivada
(Com transições claras entre estados.)
Continue
Visual Paradigm
O que é o Visual Paradigm?
- Ferramenta líder de modelação UML, BPMN, ERD, SysML, ArchiMate…
- Usada por +300 000 empresas e universidades
- Versões: Community (grátis), Standard, Enterprise, Modeler
- Funciona em Windows, macOS e Linux
Continue
Visual Paradigm - Interface
- Project Browser (esquerda)
- Diagramas abertos (centro)
- Barra superior rápida
Continue
Visual Paradigm - New project
Passo a passo:
- Escolher Tipo UML
- Dar nome (ex: “Sistema Biblioteca”)
- Clicar “Create Blank Project”
Continue
Visual Paradigm - Tipos de diagramas mais usados
- Use Case Diagram
- Class Diagram
- Sequence Diagram
- Activity Diagram
- State Machine Diagram
- BPMN Business Process Diagram
- Entity Relationship Diagram (ERD)
Continue
Mini Caso Pratico
Sistema de Gestão de Reservas de Campos de Padel
Contexto do Caso Um centro desportivo dispõe de vários campos de padel que podem ser reservados pelos clientes. Os clientes podem consultar horários, fazer reservas e pagar. Os funcionários podem gerir campos, ver reservas e registar pagamentos presenciais. O sistema deve permitir operações simples, rápidas e acessíveis via web.
Continue
Mini Caso Pratico
Sistema de Gestão de Reservas de Campos de Padel
Requisitos Funcionais
- O sistema deve permitir que o cliente consulte horários disponíveis dos campos.
- O sistema deve permitir ao cliente efetuar uma reserva indicando data, hora e número de jogadores.
- O sistema deve enviar uma confirmação de reserva por e-mail.
- Os funcionários devem poder registar manualmente reservas presenciais.
- O sistema deve permitir ao cliente cancelar reservas até 2h antes do horário marcado.
Continue
Mini Caso Pratico
Sistema de Gestão de Reservas de Campos de Padel
Requisitos Funcionais
- O sistema deve permitir que o cliente consulte horários disponíveis dos campos.
- O sistema deve permitir ao cliente efetuar uma reserva indicando data, hora e número de jogadores.
- O sistema deve enviar uma confirmação de reserva por e-mail.
- Os funcionários devem poder registar manualmente reservas presenciais.
- O sistema deve permitir ao cliente cancelar reservas até 2h antes do horário marcado.
Continue
DIAGRAMAS DE CASOS DE USO
Continue
Objetivos da Sessão
- Compreender o que são Casos de Uso
- Identificar Atores e Interações
- Desenhar Diagramas de Casos de Uso
- Relacionar casos de uso (include, extend, generalização)
Continue
O que é um Caso de Uso?
Um caso de uso descreve como um utilizador (ator) interage com o sistema para atingir um objetivo.
O foco é sempre no que o utilizador quer fazer, não no funcionamento interno.
Continue
Não representa um..
- Não é um diagrama de fluxo
- Não mostra como o sistema funciona internamente
- Não mostra código nem base de dados
- Não representa layout de ecrãs
✔ É apenas sobre interações entre utilizadores e sistema.
Continue
A solução
- Descrevem a interação entre um ator e o sistema
- Foco no “O quê” e “Porquê”, não no “Como”
- Linguagem simples (quase natural)
- Servem de contrato entre cliente e equipa técnica
Continue
Erros mais comuns (e como evitar)
- Escrever tudo num único caso de uso gigante
- Misturar interface (botões, telas) dentro do caso de uso
- Esquecer fluxos alternativos e de exceção
- Usar Include/Extend sem critério
Continue
Onde são usados?Em que altura do processo?
- Levantamento de requisitos
- Comunicação com stakeholders
- Base para testes funcionais
- Base para prototipagem
- Definição do âmbito do projeto
- No desenvolvimento da documentação
Continue
Template oficial de Caso de Uso
- Nome do Caso de Uso
- Atores
- Objetivo
- Pré-condições
- Pós-condições (sucesso + falha)
- Casos de uso
- As ações/objetivos do ator.
- Relacionamentos
- Include, extend, generalização
- Fluxo Principal (passos numerados)
- Fluxos Alternativos (A1, A2…)
- Fluxos de Exceção (E1, E2…)
Continue
Atores: Exemplos. Quem são?
Pessoa ou sistema externo que interage com o nosso sistema
Exemplos no Padel:
- Cliente (ator principal em quase tudo)
- Funcionário
- Sistema de Pagamentos (ator secundário)
- Serviço de Email
- Cliente
- Administrador
- Funcionário
- Sistema Externo (ex: API de Pagamentos)
- Cron job / sistema de envio automático
Dica: Atores são sempre “fora” do sistema.
Continue
Como identificar atores?
Perguntas úteis:
✔ Quem usa o sistema?✔ Quem beneficia da funcionalidade?✔ Quem fornece informação ao sistema?✔ Quem recebe informação do sistema?
Continue
Pré-condições vs Pós-condições
Pré-condição = o que tem de estar verdadeiro ANTES
Ex: “Cliente autenticado”, “Campo existe” Pós-condição de sucesso = o que fica verdadeiro DEPOIS
Ex: “Reserva criada”, “Email enviado” Pós-condição de falha = o que fica verdadeiro se correr mal
Ex: “Nenhum dado alterado”, “Mensagem de erro exibida”
Continue
Fluxo Principal = Caminho Feliz
Passos numerados 1, 2, 3…Ação do ator → Resposta do sistema (alternar) Verbo no presente, linguagem ativa Ex:
- O cliente seleciona o horário
- O sistema apresenta formulário de reserva
Continue
Fluxos Alternativos e de Exceção
A1 – Horário já não disponível E1 – Erro de ligação à base de dados Sempre referenciar em que passo “sai” do fluxo principa
Continue
Relação «include»
Quando um comportamento é usado por vários casos de usoEx: “Autenticar Utilizador” é incluído em quase todos → Evita repetição
Continue
Relação «extend»
Comportamento opcional ou condicional Ex: “Aplicar Desconto Promoção” estende “Efetuar Reserva” apenas se o cliente tiver código
Continue
Quando usar Include vs Extend?
Include → Obrigatório e reutilizável
Extend → Opcional ou condicional
Continue
Notação visual básica - diagrama
Bonequinhos → Atores Ovais → Casos de uso Sistema → Caixa retangular Linhas → Associações
Continue
Exemplo Ginásio
Casos de Uso
Efetuar Check-in na Entrada
Marcar Aula de Grupo
Renovar Mensalidade
Registar Novo Sócio (presencial)
Comprar Produto na Loja (proteína, toalha, água…)
Cancelar Inscrição no Ginásio
Receber Lembrete de Aula (automático)
Continue
Exemplo Ginásio
Efetuar Check-in na Entrada Ator principal: Sócio Objetivo: Registar a entrada no ginásio
Fluxo principal:
- Sócio aproxima o cartão ou QR code
- Sistema valida cartão ativo
- Sistema regista hora de entrada
- Torniquete/porta abre
Pós-condição: Entrada registada e sócio dentro do ginásio
Continue
Exemplo Ginásio
Marcar Aula de Grupo
Ator principal: Sócio
Objetivo: Reservar lugar numa aula (Crossfit, Zumba, Yoga…)
Fluxo principal:
- Sócio faz login na app/site
- Escolhe dia e hora
- Seleciona aula disponível
- Sistema verifica lotação
- Reserva efetuada
Pós-condição: Sócio tem lugar reservado + recebe lembrete 1h antes
Continue
Exemplo Ginásio
Renovar Mensalidade
Ator principal: Sócio
Objetivo: Pagar o mês seguinte
Fluxo principal:
- Sócio recebe notificação 5 dias antes do vencimento
- Acede à área de pagamentos
- Escolhe método (MB Way, cartão, débito direto)
- Efetua pagamento
- Sistema renova plano automaticamente
Pós-condição: Plano ativo por mais 30 dias
Continue
Exemplo Ginásio
Registar Novo Sócio (presencial)
Ator principal: Rececionista
Objetivo: Criar ficha de novo membro
Fluxo principal:
- Rececionista preenche dados pessoais + foto
- Escolhe plano (Basic, Premium, Familiar…)
- Sócio assina contrato digital
- Sistema gera cartão/QR code
Pós-condição: Novo sócio fica ativo no sistema
Continue
Exemplo Ginásio
Comprar Produto na Loja (proteína, toalha, garrafa…)
Ator principal: Sócio
Objetivo: Comprar artigo na receção
Fluxo principal:
- Sócio pede artigo
- Rececionista regista venda no POS
- Sócio paga (numerário, MB Way ou débito na mensalidade)
- Sistema atualiza stock
Pós-condição: Produto entregue e stock atualizado
Continue
Exemplo Ginásio
Cancelar Inscrição no Ginásio
Ator principal: Sócio
Objetivo: Dar baixa definitiva
Fluxo principal:
- Sócio pede cancelamento com 30 dias de antecedência
- Preenche formulário de saída
- Sistema bloqueia renovação automática
Pós-condição: Plano termina no final do mês pago
Continue
Exemplo Ginásio
Receber Lembrete de Aula (automático)
Ator principal: Sistema
Objetivo: Enviar notificação 1 hora antes da aula marcada
(Este é desencadeado pelo sistema – ator temporal)
Continue
Continue
Casos de Uso – Site de E-commerce
Pesquisar Produtos – Cliente
Adicionar ao Carrinho – Cliente
Finalizar Compra – Cliente
Efetuar Pagamento – Cliente (include obrigatório)
Criar Conta – Visitante → Cliente
Fazer Login – Cliente
Aplicar Cupão de Desconto – Cliente (extend opcional)
Escolher Morada de Entrega – Cliente (include)
Rastrear Encomenda – Cliente
Pedir Devolução/Reembolso – Cliente (após entrega)
Continue
Continue
DIAGRAMAS DE CASOS DE USO - Pratica
Continue
Objetivos da Sessão
- Desenvolver Diagramas Casos de Uso
- Trabalho Prático
Continue
Diagramas de Classes (UML)
Continue
Objetivos da Sessão
- Explicar o que é um Diagrama de Classes
- Identificar classes, atributos e métodos
- Representar relações entre classes
- Compreender multiplicidades
- Ler e interpretar diagramas reais
- Criar um diagrama de classes no Visual Paradigm
Continue
O que é um Diagrama de Classes?
Um Diagrama de Classes é um diagrama da UML que representa a estrutura estática de um sistema. Ele mostra:
- Quais são as classes do sistema
- Que informação cada classe guarda
- Que comportamentos cada classe tem
- Como as classes se relacionam entre si
Continue
Para que serve um Diagrama de Classes?
- Traduz requisitos em estrutura técnica
- Apoia o desenho da base de dados
- Facilita a comunicação entre analistas e programadores
- Ajuda a evitar inconsistências
- Serve de base para desenvolvimento e testes
Se o diagrama de classes estiver errado, o sistema quase de certeza também estará.
Continue
Para que serve um Diagrama de Classes?
- Traduz requisitos em estrutura técnica
- Apoia o desenho da base de dados
- Facilita a comunicação entre analistas e programadores
- Ajuda a evitar inconsistências
- Serve de base para desenvolvimento e testes
Se o diagrama de classes estiver errado, o sistema quase de certeza também estará.
Continue
Relação com outros Diagramas
- Casos de Uso → dizem o que o sistema faz
- Diagramas de Classes → dizem com o quê o sistema é construído
- Diagramas de Sequência → mostram como as classes comunicam
Continue
O que é uma Classe?
Uma classe representa um conceito do mundo real ou do negócio.
Exemplos:
- Cliente
- Reserva
- Campo de Padel
- Fatura
Uma classe é como um molde que define como os objetos vão ser criados.
Continue
Elementos de uma Classe
Cada classe é composta por 3 partes:
Nome da Classe
- Identifica o conceito
- Deve ser claro e em singular
Exemplo: Reserva
Continue
Elementos de uma Classe
Cada classe é composta por 3 partes:
Atributos (dados)
- Informação que o sistema precisa guardar
Exemplo:
Continue
Elementos de uma Classe
Cada classe é composta por 3 partes:
Métodos (ações)
- O que a classe pode fazer
Exemplo:
- confirmarReserva()
- cancelarReserva()
Continue
Relações entre Classes
Os diagramas de classes também mostram como as classes se ligam:
- Associação (ligação simples)
- Agregação (tem, mas pode existir sem)
- Composição (faz parte e depende)
- Herança (é um tipo de)
Estas relações ajudam a perceber:
- Dependências
- Regras do negócio
- Impacto de alterações no sistema
Continue
Associação (Exemplo Campo de Padel)
Uma associação representa uma ligação simples entre duas classes, indicando que objetos dessas classes estão relacionados, mas continuam a existir de forma independente.
Um Cliente pode efetuar reservas de um Campo de Padel.
- O cliente existe independentemente das reservas
- O campo existe mesmo que não esteja reservado
- A reserva liga temporariamente o cliente ao campo
Continue
Associação (Exemplo Campo de Padel)
Classes envolvidas Cliente
CampoPadel
- idCampo
- numero
- tipo (Interior / Exterior)
Continue
Associação (Exemplo Campo de Padel)
Multiplicidades Indicam quantos objetos podem estar relacionados Um Cliente pode reservar vários campos ao longo do tempo Cliente 1 ─── 0..* CampoPadel Um Campo de Padel pode ser reservado por vários clientes, em horários diferentes CampoPadel 1 ─── 0..* Cliente
Continue
Agregação
A agregação é um tipo especial de associação que representa uma relação “tem um”, onde:
- As classes estão relacionadas
- Mas podem existir de forma independente
É uma relação fraca, representada por um losango branco (◇).
Continue
Exemplo no contexto do Padel
Um Clube de Padel possui vários Campos de Padel.
- O clube “tem” campos
- Os campos pertencem ao clube
- Mas um campo pode existir mesmo que o clube deixe de existir (por exemplo, mudança de gestão)
Relação de Agregação ClubePadel ◇────── CampoPadel
Continue
Interpretação prática
- Apagar o clube não apaga fisicamente os campos
- Os campos podem ser reassociados a outro clube
- Os campos não dependem totalmente do ciclo de vida do clube
Regra de ouro Se a “parte” pode existir sem o “todo”, então estamos perante agregação.
Continue
Composição
A composição é uma relação forte “parte de”, onde:
- Uma classe não pode existir sem a outra
- A parte depende totalmente do ciclo de vida do todo
- Se o todo é eliminado, as partes também são eliminadas
É representada por um losango preto (◆).
Continue
Composição - Exemplo no contexto do Padel
Uma Reserva faz parte de um Campo de Padel.
- A reserva não existe sozinha
- Só faz sentido existir associada a um campo
- Se o campo for removido do sistema, as reservas associadas deixam de existir
Relação de Composição CampoPadel ◆────── Reserva
Continue
Interpretação prática
- Não faz sentido manter reservas sem campo
- A reserva depende totalmente do campo
- O campo controla o ciclo de vida das reservas
Regra de ouro
Se a “parte” não pode existir sem o “todo”, então estamos perante composição.
Continue
Generalização (Herança)
A generalização (ou herança) é uma relação em que uma classe herda características de outra.
- Existe uma classe mais genérica (superclasse)
- Existem classes mais específicas (subclasses)
- As subclasses herdam atributos e métodos da superclasse
Continue
Exemplo no contexto do Padel
No sistema de gestão de um clube de padel, existem vários tipos de utilizadores. Todos partilham características comuns, mas têm comportamentos diferentes.
Utilizador (superclasse) idUtilizador nome email telefone Métodos comuns: autenticar() atualizarDados()
Cliente (subclasse) nivelJogo historicoReservas Métodos específicos: efetuarReserva() cancelarReserva()
Funcionario (subclasse) cargo horarioTrabalho Métodos específicos: registarReservaPresencial() gerirCampos()
Continue
Generalização (Herança)
Continue
Padel
Continue
Mini Caso Pratico - Diagrama de classes de um ginásio.
Classes Ginasio Socio Instrutor Sala Pagamento ReservarAula Aula Equipamento
Continue
Diagramas de Sequencia (UML)
Continue
Objetivos da Sessão
- Explicar o que é um Diagrama de Sequencia
- Entender o seu Papel
- Conhecer a notação UML
- Saber quando e como aplicar
- Criar diagramas corretos e legíveis
Continue
O que é um Diagrama de Sequência?
- É um diagrama UML de interação
- Representa como os elementos de um sistema comunicam entre si
- Mostra a ordem temporal das mensagens trocadas
- O tempo flui de cima para baixo
- Cada linha vertical representa a vida de um objeto ao longo do tempo
Continue
O que este diagrama responde?
- Quem comunica com quem?
- Em que ordem acontecem as ações?
- Que mensagens são trocadas?
- Em que momento cada objeto executa uma ação?
Continue
Quando usar Diagrama de Sequência?
- Detalhar um caso de uso
- Explicar lógica de negócio
- Descrever processos complexos
- Apoiar desenvolvimento e testes
Continue
O que NÃO mostra?
- Estrutura interna das classes
- Detalhes de implementação de código
- Algoritmos complexos
Em termos simples: Um diagrama de sequência é como uma história passo a passo
que explica o que acontece primeiro, depois e no fim
quando um utilizador ou sistema executa uma ação.
Continue
Componentes Principais
- Ator
- Objeto
- Linha de Vida (Lifeline)
- Mensagens
- Ativações
Continue
Ator
- Entidade externa ao sistema
- Pode ser humano ou outro sistema
- Inicia interações
- Representado por boneco ou nome
Ativação
- Retângulo fino sobre a lifeline
- Indica período de execução
- Pode haver ativações aninhadas
- Representa processamento
Objeto
- Instância de uma classe
- Notação: objeto:Classe
- Participa na troca de mensagens
- Representa parte interna do sistema
Mensagens
- Comunicação entre objetos
- Representadas por setas
- Ordem indica sequência temporal
- Podem ter parâmetros
Linha de Vida (Lifeline)
- Linha vertical tracejada
- Representa existência do objeto no tempo
- Começa quando o objeto é criado
- Termina quando é destruído
Tipos de Mensagens
- Síncronas
- Assíncronas
- Retorno
- Criação
- Destruição
Continue
Mensagem Síncrona
- Chamada de método
- Remetente fica bloqueado
- Seta cheia
- Muito comum em chamadas diretas
Mensagem Assíncrona
- Não bloqueia remetente
- Usada em eventos e filas
- Seta aberta
- Execução paralela possível
Continue
Mensagem de Retorno
- Resposta à chamada
- Representada por linha tracejada
- Opcional no diagrama
- Pode mostrar valores devolvidos
Mensagem de Destruição
- Finaliza existência do objeto
- Representada por um “X”
Indica
- libertação de recursos
Mensagem de Criação
- Cria uma nova instância
- Seta aponta para início da lifeline
- Objeto passa a existir a partir daí
Continue
Fragmentos Combinados
- Controlam o fluxo do diagrama
- Representados por uma moldura
- Possuem operador lógico
- Tornam o diagrama mais expressivo
Continue
Fragmento ALT
Fragmento LOOP
- Representa alternativa (if / else)
- Cada bloco tem uma condição
- Apenas um fluxo é executado
- Repetição de mensagens
- Pode indicar condição
- Pode indicar número de iterações
Fragmento OPT
Fragmento PAR
- Opção simples (if)
- Executado apenas se condição for verdadeira
- Não existe alternativa
- Execução paralela
- Múltiplos fluxos simultâneos
- Muito usado em sistemas distribuídos
Continue
Continue
Continue
Continue
Continue
Continue
Mini Caso Pratico
Desenhar os diferentes diagramas para os seguintes caso de uso:
Login no Sistema
Processamento de Encomenda
Levantamento em ATM
Reserva de Voo + Hotel
Continue
Pratica
Desenhar os diferentes diagramas para os seguintes caso de uso da oficina:
Recepção Viatura
Reparação da Viatura
Continue
Diagramas de Actividades (UML)
Continue
Objetivos da Sessão
- Compreender o Diagrama de Atividades
- Identificar os seus componentes
- Modelar processos simples e complexos
- Aplicar o diagrama a casos reais
- Evitar erros comuns de modelação
- Desenhar Diagramas no Visual Paradigm
Continue
O que é um Diagrama de Atividades?
- O Diagrama de Atividades é um diagrama comportamental da UML
- Representa processos, fluxos de trabalho e sequências de ações
- Mostra o que acontece, em que ordem e sob que condições
- É semelhante a um fluxograma, mas com regras UML mais formais
- Foca-se no comportamento dinâmico
Continue
O que este diagrama descreve?
- As etapas de um processo
- A ordem de execução das atividades
- Decisões que alteram o caminho do processo
- Atividades paralelas que ocorrem ao mesmo tempo
- Responsabilidades de cada ator ou sistema
Continue
O que NÃO é o objetivo deste diagrama?
- Detalhar classes ou atributos
- Mostrar chamadas de métodos entre objetos
- Representar lógica técnica de código
- Substituir diagramas de sequência
Continue
Em termos simples: Um Diagrama de Atividades funciona como um fluxograma inteligente, que explica passo a passo o que acontece num processo, desde o início até ao fim.
Continue
Quando usar um Diagrama de Atividades?
- Para analisar requisitos funcionais
- Para explicar processos a pessoas técnicas e não técnicas
- Para documentar workflows de negócio
- Para identificar gargalos ou passos desnecessários
Continue
Exemplo de Processos
- Pedido de férias
- Compra online
- Marcação de campo de padel
- Abertura de ticket
Continue
Elementos do Diagrama de Atividades
- Nó inicial
- Atividade / Ação
- Fluxo de controlo
- Nó final
- Decisão
- Paralelismo
- Swimlanes
Continue
Nó Inicial
Um círculo preto preenchido, isolado Texto por baixo: Nó Inicial Explicação
- Indica onde o processo começa
- Existe apenas um por diagrama
- Não tem entradas, apenas saídas
Continue
Atividade / Ação
Retângulo com cantos arredondados Texto dentro: Validar Pedido Explicação Representa um passo do processo Deve usar verbo no infinitivo Ex.: “Verificar disponibilidade”, “Enviar email”
Continue
Fluxo de Controlo
Seta simples entre duas atividades Explicação Define a ordem de execução Liga atividades, decisões e nós
Continue
Nó Final
Círculo duplo (alvo) Texto: Fim do Processo Explicação Indica o término do fluxo Pode existir mais do que um Quando atingido, o processo termina
Continue
Nó de Decisão
Losango Duas ou mais setas de saída: [Sim] [Não] Explicação Representa uma escolha Apenas um caminho é seguido As saídas devem ter condições claras
Continue
Nó de Junção (Merge)
Losango Várias setas a entrar Uma seta a sair Explicação Junta caminhos alternativos Usado após decisões Não cria paralelismo
Continue
Paralelismo — Fork
Barra grossa horizontal Uma seta a entrar Duas ou mais setas a sair Explicação Divide o fluxo em atividades paralelas Todas começam ao mesmo tempo Ex.: “Enviar email” e “Atualizar sistema”
Continue
Sincronização — Join
Barra grossa horizontal Duas ou mais setas a entrar Uma seta a sair Explicação Junta fluxos paralelos O processo só continua quando todas terminam
Continue
Swimlanes (Pistas)
Diagrama dividido em colunas ou linhas Títulos no topo: Cliente Sistema Administrador Explicação Indicam quem é responsável por cada atividade Melhoram a leitura e organização Muito usadas em processos de negócio
Continue
Continue
10
Diagramas de Estados (UML)
Continue
Objetivos da Sessão
- Compreender o que é um Diagrama de Estados
- Identificar os seus componentes
- Saber quando utilizar este diagrama
- Modelar estados simples e complexos
- Analisar exemplos reais
- Desenhar Diagramas no Visual Paradigm
Continue
O que é um Diagrama de Estados?
Um Diagrama de Estados é um diagrama comportamental da UML que descreve os diferentes estados pelos quais um objeto, sistema ou entidade passa ao longo do seu ciclo de vida, bem como as transições entre esses estados, provocadas por eventos. Este diagrama responde essencialmente às perguntas:
- Em que estado o objeto se encontra?
- O que pode acontecer nesse estado?
- O que faz o objeto mudar de estado?
É especialmente útil quando o comportamento do sistema depende fortemente do estado atual.
Continue
Características principais
- Representa situações estáveis (estados)
- Mostra mudanças de estado (transições)
- É orientado a eventos
- Modela regras de negócio e ciclos de vida
- Foca-se num objeto ou entidade específica
Continue
Quando usar um Diagrama de Estados?
- Quando um objeto tem vários estados bem definidos
- Quando as ações possíveis dependem do estado atual
- Quando existem regras condicionais (ex.: só pagar se estiver reservado)
- Em sistemas reativos ou orientados a eventos
Continue
Elementos do Diagrama de Estados
- Estado
- Estado inicial
- Estado final
- Transição
- Evento
- Ação / Atividade
Continue
Estado
- Situação em que um objeto se encontra
- Tem significado no negócio
- Representado por retângulo arredondado
- Ex.: Pago, Em análise, Cancelado
Continue
Estado Inicial
- Indica o início do ciclo de vida
- Apenas um por diagrama
- Representado por círculo preenchido
Continue
Estado Final
- Indica o fim do ciclo de vida
- Pode haver vários
- Representado por círculo duplo
Continue
Transição
- Mudança de um estado para outro
- Representada por seta
- Geralmente ativada por um evento
Continue
Evento
- Algo que acontece no sistema
- Provoca a transição
- Ex.: Pagamento recebido, Cancelar pedido
Continue
Exemplos
Pedido Online
- Novo
- Pago
- Enviado
- Entregue
- Cancelado
Continue
Exemplos
Pedido de Suporte
- Aberto
- Em análise
- Em resolução
- Resolvido
- Fechado
Continue
Exemplos
Marcação de Campo de Padel
- Disponível
- Reservado
- Pago
- Cancelado
- Concluído
Continue
Estados Compostos
- Estados que contêm outros estados
- Permitem organizar complexidade
- Muito usados em sistemas grandes
Continue
Exemplo de Estado Composto
Pagamento
- Aguardando pagamento
- Pago
- Falhou
Continue
Estados Paralelos
- Permitem comportamento simultâneo
- Usam regiões paralelas
- Representam atividades independentes
- Só sai do estado paralelo quando todas as regiões terminarem.
Continue
Estados Paralelos
Quando usar?
- Quando há processos independentes
- Quando atividades ocorrem simultaneamente
- Quando o progresso de uma parte não bloqueia a outra
Continue
Estado composto: Em Processamento Dentro deste estado, ocorrem duas atividades em paralelo: Região 1 — Pagamento
- Aguardando confirmação
- Pagamento confirmado
Região 2 — Preparação da Encomenda
- Separar produtos
- Embalar pedido
📍 Ambos acontecem ao mesmo tempo.
Exemplo
Continue
Continue
Guardas (Condições)
- Condições associadas às transições
- Representadas entre []
- Ex.: [saldo suficiente]
Continue
Transições Internas
As transições internas representam eventos que ocorrem dentro de um estado, sem provocar mudança para outro estado. 👉 O objeto permanece no mesmo estado, mas executa uma ação associada ao evento.
Exemplo Pedido Online Estado: Pago Evento: enviarLembrete Ação: enviar email ao cliente O pedido continua no estado Pago
- Não alteram o estado atual
- São ativadas por eventos
- Executam ações internas
- Não disparam ações entry nem exit
- Mantêm o comportamento encapsulado no estado
Continue
Resumo
- Estados representam situações
- Transições mostram mudanças
- Eventos disparam comportamento
- Ideal para ciclos de vida
- Diagrama de Estados é essencial
- Muito usado em sistemas reais
- Facilita regras de negócio
- Complementa outros diagramas UML
Continue
Casos Praticos
- E-commerce – Ciclo de Vida de uma Encomenda
- Gestão de Projetos – Ciclo de Vida de uma Tarefa num Software de Gestão (ex: Jira/Trello)
- Processo de Entrada de um Sócio num Ginásio (check-in / acesso às instalações).
- Automotivo – Sistema de Ar Condicionado do Carro
Continue
11
RGPD – Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados
Continue
Objetivos da Sessão
- O que é o RGPD
- Porque é importante
- Como cumprir
- Impacto nas organizações
Continue
O Que é o RGPD?
- Definição: Regulamento (UE) 2016/679, aprovado em 2016 e em vigor desde 25 de maio de 2018.
- Objetivo: Proteger os dados pessoais dos cidadãos da UE, harmonizando leis de privacidade em 27 países membros + EEE (Espaço Economico Europeu).
- Âmbito: Aplica-se a qualquer entidade que processe dados de residentes da UE, independentemente da localização (extraterritorialidade).
Continue
Por Que Foi Criado?
- Contexto: Crescimento da economia digital, escândalos como Cambridge Analytica (2018).
- Substitui a Diretiva 95/46/CE, que era fragmentada.
- Foco em direitos individuais na era da IA, big data e redes sociais.
Continue
Diferenças com Leis Anteriores
- Tabela comparativa: Diretiva 95/46 vs. RGPD (ex.: multas mais altas, DPO( Data Protection Officer) obrigatório, consentimento explícito).
- Atualizações recentes (2026): Integração com IA Act (2024) e Digital Services Act (2022).
Continue
História e Evolução do RGPD
- 1950: Convenção Europeia dos Direitos Humanos (Artigo 8: Direito à privacidade).
- 1995: Diretiva de Proteção de Dados.
- 2012-2016: Negociações e aprovação.
- 2018: Entrada em vigor.
- Pós-2018: Decisões do TJUE (ex.: Schrems II em 2020, invalidando Privacy Shield).
- 2024-2026: Adaptações para IA e dados biométricos.
Continue
Impacto Global
- Influenciou leis como LGPD (Brasil, 2020), CCPA (Califórnia, 2018) e PDPA (Singapura).
- Exemplos: Empresas como Google e Meta multadas em bilhões.
Continue
Princípios Fundamentais do RGPD
Os 7 Princípios Chave (Artigo 5)
- Legalidade, lealdade e transparência.
-
Limitação das finalidades.
-
Minimização dos dados.
-
Exatidão.
-
Limitação da conservação.
-
Integridade e confidencialidade.
-
Responsabilização (accountability).
Continue
Direitos dos Titulares de Dados
Visão Geral dos Direitos (Artigos 12-23) Lista: Acesso, retificação, remover os dados, restrição, portabilidade, oposição, decisões automatizadas.
Continue
Obrigações dos Responsáveis e Subcontratantes
Definições Responsável pelo Tratamento (Controller): Decide o "porquê" e "como" (ex.: empresa que recolhe os dados).Subcontratante (Processor): Processa por conta do responsável (ex.: serviço de cloud).
Continue
Obrigações dos Responsáveis e Subcontratantes
Obrigações Principais
- Consentimento (Artigo 7): Explícito, livre, revogável.
- Avaliação de Impacto (DPIA, Artigo 35): Para tratamentos de alto risco.
- Registros de Atividades (Artigo 30).
- Notificação de Violações (Artigo 33-34): 72 horas para autoridade.
- Exemplos: Uso de cookies em sites (necessidade de banner de consentimento).
- Tabela: Diferenças entre Controller e Processor.
Continue
Violações de Dados
Definição: Perda, alteração ou acesso não autorizado.
Procedimentos: Notificação à CNPD (Portugal) ou EDPB.
Exemplos: Equifax (2017, multa de €100M+), TikTok (2023, violações com dados de menores).
Continue
Importância do RGPD
Para Indivíduos: Empodera contra abuso de dados, promove confiança na digitalização.
Para Empresas: Evita riscos financeiros/reputacionais, fomenta inovação ética (ex.: privacy by design).
Sociedade: Reduz desigualdades digitais, integra com sustentabilidade (dados como recurso).
Impacto Econômico: Estudo da UE estima €2.3B em benefícios anuais.
Continue
Casos Reais
Caso 1: Google Analytics (violações em transferências, decisão austríaca 2022).
Caso 2: Hospital Português multado por acesso indevido (CNPD, 2020).
Caso 3: IA e RGPD (ex.: ChatGPT sob escrutínio em 2023-2025).
Continue
Melhores Práticas
Implementar Privacy by Design/Default (Artigo 25).
Treinamentos internos, auditorias regulares.
Ferramentas: Uso de software como OneTrust ou políticas de dados.
Continue
Igualdade de Género em Portugal (2025) – Um Direito Fundamental que se cruza com a Proteção de Dados
Portugal no Índice de Igualdade de Género (EIGE 2025)
Pontuação: 63,4 / 100 (igual à média da UE-27)
Posição: 10.º lugar na União Europeia (subiu 5 posições!)
Progresso desde 2015: +9,1 pontos (principalmente no domínio do Poder) Domínios Principais:
- Trabalho → 74,9 pontos (6.º lugar na UE)
- Dinheiro → 79,9 pontos
- Saúde → 80,6 pontos
- Poder → 36,8 pontos (grande melhoria recente)
- Conhecimento → 55,5 pontos
- Tempo → 67,0 pontos
Continue
Igualdade de Género em Portugal (2025) – Um Direito Fundamental que se cruza com a Proteção de Dados
O RGPD protege dados pessoais sensíveis relacionados com género, orientação sexual e saúde reprodutiva → ajuda a combater discriminação algorítmica e violações de privacidade que afetam desproporcionalmente mulheres e minorias de género.
Princípios comuns: Transparência • Não discriminação • Accountability • Proteção de direitos fundamentais. "A igualdade de género não é só um direito humano – é também uma questão de proteção de dados justos e éticos na era digital."
Continue
Desenvolvimento Sustentável
Processo de crescimento que atende o presente sem comprometer o futuro
Como os Sistemas de Informação impulsionam isso?
- Eficiência Energética → Green Computing: Data centers com energia 100% renovável (ex.: >70% em Portugal)
- Dados para Decisões Verdes → Big Data + IA para monitorar emissões, otimizar recursos e relatórios ESG
- Economia Circular Digital → Blockchain e IoT para rastrear materiais e reduzir desperdício
- Transparência e Accountability → Sistemas de informação garantem relatórios fiáveis (ex.: pegada de carbono digital)
- Tendências 2025/2026 → IA verde, software sustentável e Green Digital Action Hub (COP30 legado)
Continue
FIM
Continue
Centraliza informações sobre contactos, histórico de compras, comunicações e oportunidades de negócio. Ajuda as equipas de vendas, marketing e apoio ao cliente a trabalharem de forma coordenada. Permite acompanhar o ciclo de vida do cliente, desde o primeiro contacto até à fidelização. 📈 Principais benefícios: Melhora o atendimento e a experiência do cliente. Aumenta as vendas e a retenção. Facilita o acompanhamento de leads e campanhas. Fornece relatórios e métricas para apoiar decisões estratégicas. 🔹 Exemplos de CRMs populares: Salesforce, HubSpot, Zoho CRM, Pipedrive, Dynamics 365.
Calcula quando e quanto comprar ou produzir. Baseia-se em três dados principais: 1. Plano de produção (o que e quando se vai produzir) 2. Listas de materiais (BOM – Bill of Materials) 3. Stocks atuais e encomendas em curso Ajuda a otimizar o inventário, reduzir custos e melhorar prazos de entrega.
Um Sistema de Informação (SI) é um conjunto organizado de pessoas, processos, dados e tecnologias que trabalham em conjunto para recolher, processar, armazenar e distribuir informação.
Centraliza informações sobre contactos, histórico de compras, comunicações e oportunidades de negócio. Ajuda as equipas de vendas, marketing e apoio ao cliente a trabalharem de forma coordenada. Permite acompanhar o ciclo de vida do cliente, desde o primeiro contacto até à fidelização. 📈 Principais benefícios: Melhora o atendimento e a experiência do cliente. Aumenta as vendas e a retenção. Facilita o acompanhamento de leads e campanhas. Fornece relatórios e métricas para apoiar decisões estratégicas. 🔹 Exemplos de CRMs populares: Salesforce, HubSpot, Zoho CRM, Pipedrive, Dynamics 365.
Centraliza informações sobre contactos, histórico de compras, comunicações e oportunidades de negócio. Ajuda as equipas de vendas, marketing e apoio ao cliente a trabalharem de forma coordenada. Permite acompanhar o ciclo de vida do cliente, desde o primeiro contacto até à fidelização. 📈 Principais benefícios: Melhora o atendimento e a experiência do cliente. Aumenta as vendas e a retenção. Facilita o acompanhamento de leads e campanhas. Fornece relatórios e métricas para apoiar decisões estratégicas. 🔹 Exemplos de CRMs populares: Salesforce, HubSpot, Zoho CRM, Pipedrive, Dynamics 365.
Calcula quando e quanto comprar ou produzir. Baseia-se em três dados principais: 1. Plano de produção (o que e quando se vai produzir) 2. Listas de materiais (BOM – Bill of Materials) 3. Stocks atuais e encomendas em curso Ajuda a otimizar o inventário, reduzir custos e melhorar prazos de entrega.
UC00601 - Analisar e planear sistemas de informação
Marco Mendes
Created on November 3, 2025
Start designing with a free template
Discover more than 1500 professional designs like these:
View
Terrazzo Presentation
View
Visual Presentation
View
Relaxing Presentation
View
Modern Presentation
View
Colorful Presentation
View
Modular Structure Presentation
View
Chromatic Presentation
Explore all templates
Transcript
UC00601 - Analisar e planear sistemas de informação
Let's go!
Sumário
Continue
Continue
Objetivos da Sessão
Continue
O que é um Sistema de Informação
Continue
Sistema
Informação
Um sistema é um conjunto de elementos inter-relacionados que trabalham para atingir um objetivo comum. Características:
- Entradas
- Processamento
- Saídas
- Feedback
Exemplo Sistema de rega: sensores de humidade → controlador → válvulas de água → solo com humidade estável.Informação = dados organizados, contextualizados e compreensíveis. Valor da informação depende:
Continue
O que é um Sistema de Informação?
Um Sistema de Informação é um sistema que recolhe, guarda, processa e distribui informação para:Apoiar:
- operações
- gestão
- decisão
- estratégia
Inclui:Continue
Funções de um Sistema de Informação
Continue
Exemplo: Sistema de gestão de inventário de um armazém.
Continue
Componentes de um Sistema de Informação
Continue
Tipos de Sistemas de Informação
ERP
MRP
CRM
MRP (Material Requirements Planning) é um sistema de planeamento das necessidades de materiais, usado principalmente em empresas de produção e manufatura.
ERP (Enterprise Resource Planning) – sistema de gestão integrada que reúne num único software as principais funções e processos de uma empresa — como finanças, compras, vendas, produção, recursos humanos, logística, e contabilidade. Exemplos ERPs: SAP, Oracle, PHC, Primavera.
CRM – (Customer Relationship Management) é um sistema de gestão de relacionamento com clientes. O seu principal objetivo é organizar, automatizar e melhorar todas as interações que a empresa tem com clientes e potenciais clientes.
Continue
Qual a importância dos SI nas Organizações?
Continue
Continue
Desvantagens.
Continue
Tendências atuais dos SI
Continue
Caso Prático
Dado um pequeno ginásio, identifique os SI que o podem ajudar.
Continue
Objetivos
Continue
Processos
Continue
Dados Recolhidos
Continue
Utilizadores dos Sistemas
Continue
Melhorias Esperadas com a Implementação de SI
Continue
Processo de Decisão e Recolha de Dados
Como os Sistemas de Informação suportam a tomada de decisão e como a recolha de dados influencia a qualidade dessas decisões.
Continue
Objetivos da Sessão
Continue
O Que É Uma Decisão?
Uma escolha consciente entre duas ou mais alternativas, feita para resolver um problema ou alcançar um objetivo.
Elementos de uma boa decisão
- Objetivo – O que quero alcançar?
- Opções – Que alternativas existem?
- Informação – Que dados tenho disponíveis para analisar?
- Consequências – O que pode acontecer com cada escolha?
- Critérios – O que é mais importante? (custo, tempo, qualidade…)
Numa empresa: Escolher um fornecedor com base no preço, qualidade e prazos de entrega. No dia a dia: Decidir se vais trabalhar de carro ou transporte público. Que decisões importantes temos numa oficina automóvel?Continue
Por Que a Decisão É Importante?
- Tempo e eficiência
- Custos e lucro
- Satisfação do cliente
- Qualidade do serviço
- Cumprimento de prazos
- Reputação do negócio
Quando apoiadas por dados → melhores decisões, menos erros.Continue
Continue
Continue
Tipos de Decisões
1. Decisões Programadas
2. Decisões Não Programadas
- Rotineiras
- Repetitivas
- Com regras claras
Exemplo?- Complexas
- Envolvem análise e criatividade
Exemplo?Continue
Níveis da Decisão
Nível Estratégico (Gestão de topo)
Nível Operacional (Dia-a-dia)
Nível Tático (Gestão intermédia)
Continue
Fases do Processo de Decisão
Cliente reclama atraso → identificar causa → testar opções → mudar fluxo → medir impacto.
Continue
A Importância dos Dados
Sem dados → decisões subjetivas Com dados → decisões objetivas, rápidas e fundamentadas
DADOS PERMITEM:
Gestão de Stocks.
Continue
Tipos de Dados
1. Dados Quantitativos
2. Dados Qualitativos
Continue
Estrutura dos Dados
Continue
Fontes Internas de Dados
As Fontes Internas de Dados são todos os dados que a organização já produz ou armazena no decorrer das suas operações diárias. Em qualquer organização, estas fontes são fundamentais para melhorar processos, apoiar decisões e otimizar o negócio.
Continue
Dados Financeiros
Exemplos nas organizações:
- Faturas emitidas a clientes
- Custos de artigos e componentes
- Margem por tipo de serviço
- Pagamentos em atraso
- Fluxo de caixa mensal
Como são usados:Continue
Dados de Inventário / Armazém
Informação sobre stocks e artigos. Exemplos:
- Quantidade de peças em armazém
- Entradas e saídas
- Tempo médio de reposição
- Peças mais usadas por tipo de serviço
- Fornecedores e prazos de entrega
Como são usados:Continue
Dados Operacionais (Produzidos pelas atividades diárias)
Incluem toda a informação gerada durante os serviços prestados. Exemplos:
- ?
Como são usados:Continue
Exemplos reais na oficina: • Ordens de trabalho • Diagnósticos realizados • Checklists de manutenção • Registos de peças utilizadas • Tempos de execução por tarefa • Histórico de avarias por veículo Como são usados: • Previsão de necessidades de stock • Comparação entre tempo estimado vs. tempo real • Identificação de serviços que demoram mais que o esperado
Continue
Fontes Externas de Dados
As Fontes Externas de Dados são todas as informações obtidas fora da organização, mas que influenciam decisões, planeamento e operações do negócio.
Continue
Fabricantes e Fornecedores de Artigos
Os fabricantes são uma das principais fontes de dados externas.
Exemplos reais:
- Catálogos digitais de peças (Bosch, Monroe, Gates…)
- Tabelas de compatibilidades para cada modelo
- Prazos de entrega
- Listas de preços atualizadas
- Boletins técnicos de instalação
Utilidade:Continue
O Papel do Sistema de Informação na Recolha de Dados
Os Sistemas de Informação (SI) têm um papel central na forma como a organização capta, organiza e valida dados. Manualmente, a recolha de dados torna-se lenta, sujeita a erros e difícil de utilizar para tomar decisões.
Continue
Automatizam a Recolha de Dados Um SI evita que os dados sejam recolhidos manualmente, reduzindo erros e aumentando a velocidade.Exemplo: Atualização automática do stock quando uma peça é usada
Garantem Consistência e Padronização Os dados seguem sempre o mesmo formato, facilitando análises futuras. Exemplo: Campos obrigatórios: marca, modelo, matrícula
Continue
Recolhem Dados em Tempo Real Permitem decisões imediatas baseadas no estado atual da organização.Exemplo: Atualização imediata do estado da viatura (em diagnóstico, em reparação, concluído)
Reduzem a Recolha Duplicada e Erros HumanosO mesmo dado não é introduzido duas vezes. Exemplo: O cliente é registado uma vez e reutilizado em todas as ordens
Continue
Modelos de Decisão 1. Modelo Racional Baseado em dados e análise. 2. Modelo Intuitivo Experiência e instinto. 3. Modelo ComportamentalInfluenciado por emoções e limitações.
Continue
Exemplo Comparativo 1. Mecânico experiente (intuitivo): "A válvula EGR deve estar entupida." 2. SI / Dados (racional): Erro OBD P0401Pressão anormalHistórico similar no mesmo modelo
Continue
Erros Comuns na Decisão
Continue
Decidir Baseado Apenas na Intuição Depender apenas do “feeling” sem dados confiáveis.Exemplo na oficina: “Penso que vendemos muitas baterias… deve ser melhor encomendar mais.” → Mas os dados mostram que a procura é sazonal e está a baixar.
Continue
Depender Demasiado de Métricas Isoladas Tomar decisões olhando apenas para um indicador e não para o conjunto.Exemplo: Reduzir o preço da mão-de-obra porque a concorrência é mais barata. → mas sem analisar custos, produtividade e margem real.
Continue
Ferramentas de Apoio à Decisão As ferramentas de apoio à decisão ajudam gestores e equipas a analisar dados
1 . Dashboards e Sistemas de Reporting (BI)
Exemplos na Oficina Automóvel: – Tempo médio de reparação por tipo de serviço – Número de carros em fila / agendamentos do dia – Consumo de peças e stock crítico – Receita diária/semanal
2 - Sistemas de Gestão (ERP / CRM)
– ERP: gestão de stock, compras, faturação – CRM: histórico do cliente, recomendações de serviços, lembretes de revisões Exemplo real: lembrar automaticamente um cliente de trocar a correia de distribuição.
Continue
Mini Caso de Estudo A oficina recebe 40 carros por semana, mas apenas 28 são entregues no prazo. Como um SI pode ajudar?
- Identificação do Problema/Análise do Processo Atual.
- Levantamento dos Dados Necessários.
- Principais Fontes de Dados, internas e externas.
- Ferramentas de Apoio à Decisão Recomendadas.
- Benefícios Esperados.
Proposta?Continue
Mini Caso de Estudo A oficina recebe 40 carros por semana, mas apenas 28 são entregues no prazo. Como um SI pode ajudar?
O problema:
Continue
ANÁLISE DE SOFTWARE E RECOLHA DE REQUISITOS
É o momento em que entendemos o problema, os utilizadores, o contexto e definimos o que o sistema deve fazer — antes de programar.
Continue
Objetivos da Sessão
Continue
Porque existe? Porque é tão importante?
1. Evita Erros e Retrabalho (o maior custo dos projetos)
2. Assegura que o Software Resolve o Problema Certo
Continue
Porque existe? Porque é tão importante?
3. Melhora a Comunicação entre Equipas
4. Reduz Custos e Aumenta o Retorno do Investimento (ROI) Planeamento correto evita funcionalidades desnecessárias. Garante que o software apoia diretamente os objetivos da organização.
➡️ Porque é que acham que tantos projetos falham por causa de uma má análise?
Continue
Antes de desenvolver, é preciso…
1. Compreender o Problema Real
- O utilizador descreve o que sente, mas nem sempre descreve o que precisa.
- Antes de pensar em software, é obrigatório perceber:
- Que dor queremos resolver?
- Quem sofre o problema?
- Quando acontece?
- Com que impacto no negócio?
“Se o cliente diz ‘o sistema é lento’, isso é um problema ou um sintoma?”Continue
Antes de desenvolver, é preciso…
2. Mapear o Processo Atual (AS-IS)
- Identificar como as tarefas são feitas hoje — mesmo que mal feitas.
- Descobrir:
- Responsáveis
- Passos e decisões
- Exceções
- Ferramentas usadas
- Visualizar o processo ajuda a revelar falhas e redundâncias.
Exemplo: oficina automóvel → desde a chegada do cliente até à entrega da viatura: onde existem esperas? quem valida? quem regista?Continue
Antes de desenvolver, é preciso…
3. Definir Objetivos Claros Não começar por “precisamos de um software novo”. Começar por:
- Queremos reduzir o tempo do processo em 30%
- Queremos evitar erros manuais
- Queremos maior transparência para os clientes
- Queremos registos que cumpram auditorias
Objetivos mal definidos produzem software inútil.Continue
Antes de desenvolver, é preciso…
4. Recolher Requisitos de Forma Estruturada A análise exige perguntas e investigação:
- O que o sistema vai fazer (funcionais)?
- Como o sistema deve comportar-se (não funcionais)?
- Restrições, integrações, volumes, segurança, acessos…
Ferramentas úteis: entrevistas, workshops, questionários, observação, análise documental.Continue
Antes de desenvolver, é preciso…
5. Entender os Utilizadores e o Contexto Mais importante que a tecnologia é quem a usa. É necessário identificar:
- Perfis de utilizadores (rececionista, mecânico, gestor…)
- Capacidades tecnológicas
- Tarefas mais críticas
- Frustrações atuais
- Prioridades individuais vs. empresariais
Pergunta crítica: “Quem vai usar isto todos os dias?”Continue
Antes de desenvolver, é preciso…
6. Validar as Necessidades Antes de Começar Antes do programador tocar no teclado, validar:
- Estamos todos a falar do mesmo?
- As necessidades estão completas?
- Há algo contraditório?
- O que é prioridade?
- O que pode ficar para uma fase 2?
Sem validação → retrabalho → custos → atrasos → frustração.Continue
O que são Requisitos?
Requisitos são declarações verificáveis sobre o que o sistema deve fazer (funcionais) ou como deve comportar-se (não funcionais).São um contrato: quem pede (negócio) e quem faz (equipa técnica) devem entender e aceitar o mesmo.
Continue
Por que são críticos?
Tipos de requisitos
Continue
Exemplos requisitos funcionais
Exemplos de requisitos não funcionais.
Continue
Como escrever um requisito bom (boas práticas)
Use regras e modelos para requisitos testáveis e claros:
- INVEST (User Stories): Independente, Negociável, Valiosa, Estimável, Pequena, Testável.
- SMART (para objetivos / NFs): Específico, Mensurável, Atingível, Relevante, Temporal.
- Formato recomendado (requisito funcional): “O sistema deve [verbo + objeto] [condição opcional]”.
Ex.: “O sistema deve gerar o orçamento detalhado (peças + mão de obra) ao guardar a ordem de serviço.”Continue
Perguntas ESSENCIAIS para fazer aos stakeholders
Sobre o problema / contexto
- Qual é o problema que queremos resolver?
- Com que frequência ocorre? Qual o impacto?
Sobre a funcionalidade- O que exatamente espera que o sistema faça? Pode dar um exemplo real?
- Que dados entram e que resultados espera receber?
Sobre exceções e regrasContinue
Perguntas ESSENCIAIS para fazer aos stakeholders
Sobre prioridades
- Qual é mais importante: tempo de resposta, segurança ou custo?
- Se tivermos de escolher, o que deve ficar para uma fase posterior?
Sobre utilizadores- Quem usa isto hoje? Quem usará amanhã? Que proficiência têm com tecnologia?
- Quem valida/assina o resultado (quem aprova o orçamento)?
Sobre testes e aceitaçãoContinue
Critérios de aceitação (exemplos concretos)
Transforma um requisito numa check list testável: Requisito: “Gerar orçamento ao guardar ordem” Critérios:
Continue
Exemplos práticos (Oficina Automóvel)
Funcionais:
- RF-01: “O sistema deve criar uma ordem de serviço ao registar a entrada da viatura, com matrícula, cliente, km e observações.”
- RF-02: “O sistema deve sugerir peças compatíveis com base no modelo e ano da viatura.”
Não funcionais:Continue
Exemplos práticos (Oficina Automóvel)
Critérios de aceitação (RF-01):
Continue
Técnicas de Análise
Continue
Fluxogramas e Modelação
Um fluxograma é uma representação visual de um processo, mostrando passos, decisões, entradas e saídas de forma clara e sequencial.
Serve para:
Continue
Elementos Principais de um Fluxograma
Continue
Fluxo recepção.
Continue
Casos de Uso
Um Caso de Uso descreve como um utilizador interage com o sistema para atingir um objetivo.
Inclui:
- Ator
- Objetivo
- Fluxo principal
- Fluxos alternativos
- Exceções
Qual o ator mais crítico numa oficina? Justifica.Continue
Caso de Uso: Criar Orçamento de Reparação
Ator: MecânicoObjetivo: Orçamentar reparação de viatura Fluxo Principal:
Fluxo Alternativo: Peça não existe em stock → pedido sugerido automaticamente.
Continue
User Stories
As User Stories são descrições curtas e simples que representam uma necessidade real de um utilizador dentro do sistema. São usadas em métodos ágeis (Scrum, Kanban) para comunicar funcionalidades de forma clara, sem linguagem técnica complexa.
Formato:“Como [utilizador], quero [ação], para [benefício].”
Exemplos:
Continue
Mockups ou Prototipagem
Prototipar é criar uma versão simplificada, rápida e interativa do sistema antes de o desenvolver totalmente. Serve para testar ideias, validar requisitos e evitar erros caros.
Tipos de Protótipos : Protótipo de Baixa Fidelidade
- Rascunhos em papel
Esboços simples (wireframes)
- Focado na navegação e estrutura
- Rápido de criar e fácil de alterar
Exemplo: Um desenho simples da interface da “Receção de Viaturas”.Protótipo de Média Fidelidade Mais próximo do visual real Criado em ferramentas como Figma, Balsamiq, Miro Permite testar fluxos e interações básicas Exemplo: Ecrã clicável para registar uma nova intervenção na oficina.
Continue
Mockups ou Prototipagem
Exemplo aplicado à Oficina Automóvel Imaginem que a oficina quer um módulo para: “Registar veículos e abrir ordens de reparação.” Protótipo típico:
- Ecrã inicial → lista de viaturas
- Botão “Nova Receção”
- Formulário com matrícula, cliente, quilometragem
- Botão “Criar OR”
- Fluxo para anexar fotografias da viatura
O cliente pode testar e dizer: “Falta a opção de indicar o estado dos pneus.” “O campo dos danos devia aceitar fotos.” 👉 Estas correções são baratas, antes do código existir.Quando usar protótipos?
Continue
Mini Caso Prático — Sistema de Gestão de Ginásio Um ginásio local pretende modernizar o seu processo de gestão. Atualmente, os registos são feitos em Excel e papel. Querem um sistema de informação que permita:
Tarefas
Continue
Introdução à UML e Visual Paradigm
A importância da modelação no desenvolvimento de software Nesta sessão vamos:
Continue
Objetivos da Sessão
Continue
Porque Modelamos?
Modelamos para… ➡ Entender • ➡ Comunicar • ➡ Reduzir erros • ➡ Planear • ➡ Criar melhor software
Continue
1. Para Entender o Problema Antes de Criar a Solução
2. Para Comunicar Melhor
3. Para Reduzir Riscos, Retrabalho e Custos
Continue
4. Para Organizar o Pensamento e Estruturar o Sistema
5. Para Aumentar a Qualidade do Software
6. Para Criar Documentação Útil e Duradoura
Continue
O que é a UML?
(Unified Modeling Language) é uma linguagem padrão usada para modelar, visualizar e documentar sistemas de software, independentemente da tecnologia, linguagem de programação ou tipo de aplicação.
Continue
O que não é a UML?
❌ Não é uma linguagem de programação ❌ Não é uma metodologia de desenvolvimento ✔ É apenas uma forma de representar modelos que podem ser usados em Scrum, Waterfall, Kanban, XP, etc.
Continue
Para que Serve?
Porque foi criada?
Continue
Os 3 Grandes Tipos de Diagramas da UML
Categoria O que representam Exemplos
Estruturais Como o sistema é composto Classes, Objetos, Pacotes
Comportamentais Como o sistema se comporta Casos de uso, Atividades, Sequência
Interação Como partes do sistema interagem Sequência, Comunicação
Continue
Benefícios de Usar UML
Continue
Exemplos onde sao usados
Nos bancos
Em aplicações do dia-a-dia Uber / Bolt:
- Modelo de procura vs. oferta para calcular “surge pricing”.
Netflix / YouTube:- Modelos de recomendação baseados no comportamento do utilizador.
- Diagramas de fluxo interno de processamento de vídeo.
E-commerce (Amazon, Worten, etc.):Continue
Exemplos onde sao usados
Na saúde
Na vida pessoal
Sempre que precisas de organizar, explicar, simplificar ou prever algo → estás a modelar.
Continue
Tipos de Diagramas
Como representamos visualmente um sistema?
A UML oferece vários tipos de diagramas, cada um com um propósito específico. Todos servem para compreender melhor o sistema antes de o construir.
Continue
Tipos de Diagramas
Diagramas Estruturais (estáticos)
Representam a estrutura, os componentes e as relações do sistema.Mostram como “as coisas estão organizadas”.
Continue
Diagramas Estruturais
Mostram a estrutura do sistema: elementos, entidades, objetos e relações.
Diagrama de Classes Representa os “blocos” principais do sistema. Exemplos: Biblioteca Digital Classe: Livro
Continue
Diagramas Estruturais
Classe: Autor
- nome: Paulo Coelho
- nacionalidade: Espanhola
Classe: Utilizador- nome: Sofia Mendes
- ID: 5502
- tipo: Estudante
Relações:Diagrama de Classes.
Continue
Diagramas Comportamentais (o “comportamento” do sistema)
Descrevem como o sistema funciona ao longo do tempo e como os utilizadores interagem.
Mostra funcionalidades vistas pelos utilizadores.
Ele mostra:
- Quem usa o sistema (os atores).
- O que o sistema permite fazer (os casos de uso).
- Como cada ator interage com essas funcionalidades.
É uma visão macro — não mostra detalhes técnicos, mas sim o que o sistema faz do ponto de vista do utilizador.Continue
Elementos principais
Atores São pessoas, sistemas externos ou dispositivos que interagem com o sistema. Exemplos:
Continue
Elementos principais
Casos de Uso São ações ou funcionalidades que o ator realiza no sistema. Exemplos:
Continue
Elementos principais
Exemplo Sistema: Gestão de Tickets Atores:
- Cliente
- Técnico
- Administrador
Casos:Continue
Actividades
Mostra fluxos de trabalho.
Exemplo (Processo de Check-in num Hotel):
Continue
Sequência
Mostra ordem das mensagens
Exemplo (Sistema de Bilhética de Metro): Objetos: Passageiro → Torniquete → Sistema Central → Cartão
Continue
Estados
Mostra o “ciclo de vida” de algo.
Exemplo (Estado de uma Encomenda Online):
- Criada
- Confirmada
- Em preparação
- Enviada
- Em transporte
- Entregue
- Arquivada
(Com transições claras entre estados.)Continue
Visual Paradigm
O que é o Visual Paradigm?
Continue
Visual Paradigm - Interface
Continue
Visual Paradigm - New project
Passo a passo:
Continue
Visual Paradigm - Tipos de diagramas mais usados
Continue
Mini Caso Pratico
Sistema de Gestão de Reservas de Campos de Padel
Contexto do Caso Um centro desportivo dispõe de vários campos de padel que podem ser reservados pelos clientes. Os clientes podem consultar horários, fazer reservas e pagar. Os funcionários podem gerir campos, ver reservas e registar pagamentos presenciais. O sistema deve permitir operações simples, rápidas e acessíveis via web.
Continue
Mini Caso Pratico
Sistema de Gestão de Reservas de Campos de Padel
Requisitos Funcionais
Continue
Mini Caso Pratico
Sistema de Gestão de Reservas de Campos de Padel
Requisitos Funcionais
Continue
DIAGRAMAS DE CASOS DE USO
Continue
Objetivos da Sessão
Continue
O que é um Caso de Uso?
Um caso de uso descreve como um utilizador (ator) interage com o sistema para atingir um objetivo.
O foco é sempre no que o utilizador quer fazer, não no funcionamento interno.
Continue
Não representa um..
- Não é um diagrama de fluxo
- Não mostra como o sistema funciona internamente
- Não mostra código nem base de dados
- Não representa layout de ecrãs
✔ É apenas sobre interações entre utilizadores e sistema.Continue
A solução
Continue
Erros mais comuns (e como evitar)
Continue
Onde são usados?Em que altura do processo?
Continue
Template oficial de Caso de Uso
Continue
Atores: Exemplos. Quem são?
Pessoa ou sistema externo que interage com o nosso sistema
Exemplos no Padel:
Dica: Atores são sempre “fora” do sistema.
Continue
Como identificar atores?
Perguntas úteis:
✔ Quem usa o sistema?✔ Quem beneficia da funcionalidade?✔ Quem fornece informação ao sistema?✔ Quem recebe informação do sistema?
Continue
Pré-condições vs Pós-condições
Pré-condição = o que tem de estar verdadeiro ANTES Ex: “Cliente autenticado”, “Campo existe” Pós-condição de sucesso = o que fica verdadeiro DEPOIS Ex: “Reserva criada”, “Email enviado” Pós-condição de falha = o que fica verdadeiro se correr mal Ex: “Nenhum dado alterado”, “Mensagem de erro exibida”
Continue
Fluxo Principal = Caminho Feliz
Passos numerados 1, 2, 3…Ação do ator → Resposta do sistema (alternar) Verbo no presente, linguagem ativa Ex:
Continue
Fluxos Alternativos e de Exceção
A1 – Horário já não disponível E1 – Erro de ligação à base de dados Sempre referenciar em que passo “sai” do fluxo principa
Continue
Relação «include»
Quando um comportamento é usado por vários casos de usoEx: “Autenticar Utilizador” é incluído em quase todos → Evita repetição
Continue
Relação «extend»
Comportamento opcional ou condicional Ex: “Aplicar Desconto Promoção” estende “Efetuar Reserva” apenas se o cliente tiver código
Continue
Quando usar Include vs Extend?
Include → Obrigatório e reutilizável Extend → Opcional ou condicional
Continue
Notação visual básica - diagrama
Bonequinhos → Atores Ovais → Casos de uso Sistema → Caixa retangular Linhas → Associações
Continue
Exemplo Ginásio
Casos de Uso
Efetuar Check-in na Entrada Marcar Aula de Grupo Renovar Mensalidade Registar Novo Sócio (presencial) Comprar Produto na Loja (proteína, toalha, água…) Cancelar Inscrição no Ginásio Receber Lembrete de Aula (automático)
Continue
Exemplo Ginásio
Efetuar Check-in na Entrada Ator principal: Sócio Objetivo: Registar a entrada no ginásio Fluxo principal:
- Sócio aproxima o cartão ou QR code
- Sistema valida cartão ativo
- Sistema regista hora de entrada
- Torniquete/porta abre
Pós-condição: Entrada registada e sócio dentro do ginásioContinue
Exemplo Ginásio
Marcar Aula de Grupo Ator principal: Sócio Objetivo: Reservar lugar numa aula (Crossfit, Zumba, Yoga…) Fluxo principal:
- Sócio faz login na app/site
- Escolhe dia e hora
- Seleciona aula disponível
- Sistema verifica lotação
- Reserva efetuada
Pós-condição: Sócio tem lugar reservado + recebe lembrete 1h antesContinue
Exemplo Ginásio
Renovar Mensalidade Ator principal: Sócio Objetivo: Pagar o mês seguinte Fluxo principal:
- Sócio recebe notificação 5 dias antes do vencimento
- Acede à área de pagamentos
- Escolhe método (MB Way, cartão, débito direto)
- Efetua pagamento
- Sistema renova plano automaticamente
Pós-condição: Plano ativo por mais 30 diasContinue
Exemplo Ginásio
Registar Novo Sócio (presencial) Ator principal: Rececionista Objetivo: Criar ficha de novo membro Fluxo principal:
- Rececionista preenche dados pessoais + foto
- Escolhe plano (Basic, Premium, Familiar…)
- Sócio assina contrato digital
- Sistema gera cartão/QR code
Pós-condição: Novo sócio fica ativo no sistemaContinue
Exemplo Ginásio
Comprar Produto na Loja (proteína, toalha, garrafa…) Ator principal: Sócio Objetivo: Comprar artigo na receção Fluxo principal:
- Sócio pede artigo
- Rececionista regista venda no POS
- Sócio paga (numerário, MB Way ou débito na mensalidade)
- Sistema atualiza stock
Pós-condição: Produto entregue e stock atualizadoContinue
Exemplo Ginásio
Cancelar Inscrição no Ginásio Ator principal: Sócio Objetivo: Dar baixa definitiva Fluxo principal:
- Sócio pede cancelamento com 30 dias de antecedência
- Preenche formulário de saída
- Sistema bloqueia renovação automática
Pós-condição: Plano termina no final do mês pagoContinue
Exemplo Ginásio
Receber Lembrete de Aula (automático) Ator principal: Sistema Objetivo: Enviar notificação 1 hora antes da aula marcada (Este é desencadeado pelo sistema – ator temporal)
Continue
Continue
Casos de Uso – Site de E-commerce
Pesquisar Produtos – Cliente Adicionar ao Carrinho – Cliente Finalizar Compra – Cliente Efetuar Pagamento – Cliente (include obrigatório) Criar Conta – Visitante → Cliente Fazer Login – Cliente Aplicar Cupão de Desconto – Cliente (extend opcional) Escolher Morada de Entrega – Cliente (include) Rastrear Encomenda – Cliente Pedir Devolução/Reembolso – Cliente (após entrega)
Continue
Continue
DIAGRAMAS DE CASOS DE USO - Pratica
Continue
Objetivos da Sessão
Continue
Diagramas de Classes (UML)
Continue
Objetivos da Sessão
Continue
O que é um Diagrama de Classes?
Um Diagrama de Classes é um diagrama da UML que representa a estrutura estática de um sistema. Ele mostra:
Continue
Para que serve um Diagrama de Classes?
Se o diagrama de classes estiver errado, o sistema quase de certeza também estará.
Continue
Para que serve um Diagrama de Classes?
Se o diagrama de classes estiver errado, o sistema quase de certeza também estará.
Continue
Relação com outros Diagramas
Continue
O que é uma Classe?
Uma classe representa um conceito do mundo real ou do negócio.
Exemplos:
Uma classe é como um molde que define como os objetos vão ser criados.
Continue
Elementos de uma Classe
Cada classe é composta por 3 partes:
Nome da Classe
- Identifica o conceito
- Deve ser claro e em singular
Exemplo: ReservaContinue
Elementos de uma Classe
Cada classe é composta por 3 partes:
Atributos (dados)
- Informação que o sistema precisa guardar
Exemplo:Continue
Elementos de uma Classe
Cada classe é composta por 3 partes:
Métodos (ações)
- O que a classe pode fazer
Exemplo:Continue
Relações entre Classes
Os diagramas de classes também mostram como as classes se ligam:
- Associação (ligação simples)
- Agregação (tem, mas pode existir sem)
- Composição (faz parte e depende)
- Herança (é um tipo de)
Estas relações ajudam a perceber:Continue
Associação (Exemplo Campo de Padel)
Uma associação representa uma ligação simples entre duas classes, indicando que objetos dessas classes estão relacionados, mas continuam a existir de forma independente.
Um Cliente pode efetuar reservas de um Campo de Padel.
Continue
Associação (Exemplo Campo de Padel)
Classes envolvidas Cliente
- idCliente
- nome
- email
CampoPadelContinue
Associação (Exemplo Campo de Padel)
Multiplicidades Indicam quantos objetos podem estar relacionados Um Cliente pode reservar vários campos ao longo do tempo Cliente 1 ─── 0..* CampoPadel Um Campo de Padel pode ser reservado por vários clientes, em horários diferentes CampoPadel 1 ─── 0..* Cliente
Continue
Agregação
A agregação é um tipo especial de associação que representa uma relação “tem um”, onde:
É uma relação fraca, representada por um losango branco (◇).
Continue
Exemplo no contexto do Padel
Um Clube de Padel possui vários Campos de Padel.
Relação de Agregação ClubePadel ◇────── CampoPadel
Continue
Interpretação prática
Regra de ouro Se a “parte” pode existir sem o “todo”, então estamos perante agregação.
Continue
Composição
A composição é uma relação forte “parte de”, onde:
É representada por um losango preto (◆).
Continue
Composição - Exemplo no contexto do Padel
Uma Reserva faz parte de um Campo de Padel.
Relação de Composição CampoPadel ◆────── Reserva
Continue
Interpretação prática
Regra de ouro
Se a “parte” não pode existir sem o “todo”, então estamos perante composição.
Continue
Generalização (Herança)
A generalização (ou herança) é uma relação em que uma classe herda características de outra.
Continue
Exemplo no contexto do Padel
No sistema de gestão de um clube de padel, existem vários tipos de utilizadores. Todos partilham características comuns, mas têm comportamentos diferentes.
Utilizador (superclasse) idUtilizador nome email telefone Métodos comuns: autenticar() atualizarDados()
Cliente (subclasse) nivelJogo historicoReservas Métodos específicos: efetuarReserva() cancelarReserva()
Funcionario (subclasse) cargo horarioTrabalho Métodos específicos: registarReservaPresencial() gerirCampos()
Continue
Generalização (Herança)
Continue
Padel
Continue
Mini Caso Pratico - Diagrama de classes de um ginásio.
Classes Ginasio Socio Instrutor Sala Pagamento ReservarAula Aula Equipamento
Continue
Diagramas de Sequencia (UML)
Continue
Objetivos da Sessão
Continue
O que é um Diagrama de Sequência?
Continue
O que este diagrama responde?
Continue
Quando usar Diagrama de Sequência?
Continue
O que NÃO mostra?
Em termos simples: Um diagrama de sequência é como uma história passo a passo que explica o que acontece primeiro, depois e no fim quando um utilizador ou sistema executa uma ação.
Continue
Componentes Principais
Continue
Ator
Ativação
Objeto
Mensagens
Linha de Vida (Lifeline)
Tipos de Mensagens
Continue
Mensagem Síncrona
Mensagem Assíncrona
Continue
Mensagem de Retorno
Mensagem de Destruição
Mensagem de Criação
Continue
Fragmentos Combinados
Continue
Fragmento ALT
Fragmento LOOP
Fragmento OPT
Fragmento PAR
Continue
Continue
Continue
Continue
Continue
Continue
Mini Caso Pratico
Desenhar os diferentes diagramas para os seguintes caso de uso:
Login no Sistema
Processamento de Encomenda
Levantamento em ATM
Reserva de Voo + Hotel
Continue
Pratica
Desenhar os diferentes diagramas para os seguintes caso de uso da oficina:
Recepção Viatura
Reparação da Viatura
Continue
Diagramas de Actividades (UML)
Continue
Objetivos da Sessão
Continue
O que é um Diagrama de Atividades?
Continue
O que este diagrama descreve?
Continue
O que NÃO é o objetivo deste diagrama?
Continue
Em termos simples: Um Diagrama de Atividades funciona como um fluxograma inteligente, que explica passo a passo o que acontece num processo, desde o início até ao fim.
Continue
Quando usar um Diagrama de Atividades?
Continue
Exemplo de Processos
Continue
Elementos do Diagrama de Atividades
Continue
Nó Inicial
Um círculo preto preenchido, isolado Texto por baixo: Nó Inicial Explicação
Continue
Atividade / Ação
Retângulo com cantos arredondados Texto dentro: Validar Pedido Explicação Representa um passo do processo Deve usar verbo no infinitivo Ex.: “Verificar disponibilidade”, “Enviar email”
Continue
Fluxo de Controlo
Seta simples entre duas atividades Explicação Define a ordem de execução Liga atividades, decisões e nós
Continue
Nó Final
Círculo duplo (alvo) Texto: Fim do Processo Explicação Indica o término do fluxo Pode existir mais do que um Quando atingido, o processo termina
Continue
Nó de Decisão
Losango Duas ou mais setas de saída: [Sim] [Não] Explicação Representa uma escolha Apenas um caminho é seguido As saídas devem ter condições claras
Continue
Nó de Junção (Merge)
Losango Várias setas a entrar Uma seta a sair Explicação Junta caminhos alternativos Usado após decisões Não cria paralelismo
Continue
Paralelismo — Fork
Barra grossa horizontal Uma seta a entrar Duas ou mais setas a sair Explicação Divide o fluxo em atividades paralelas Todas começam ao mesmo tempo Ex.: “Enviar email” e “Atualizar sistema”
Continue
Sincronização — Join
Barra grossa horizontal Duas ou mais setas a entrar Uma seta a sair Explicação Junta fluxos paralelos O processo só continua quando todas terminam
Continue
Swimlanes (Pistas)
Diagrama dividido em colunas ou linhas Títulos no topo: Cliente Sistema Administrador Explicação Indicam quem é responsável por cada atividade Melhoram a leitura e organização Muito usadas em processos de negócio
Continue
Continue
10
Diagramas de Estados (UML)
Continue
Objetivos da Sessão
Continue
O que é um Diagrama de Estados?
Um Diagrama de Estados é um diagrama comportamental da UML que descreve os diferentes estados pelos quais um objeto, sistema ou entidade passa ao longo do seu ciclo de vida, bem como as transições entre esses estados, provocadas por eventos. Este diagrama responde essencialmente às perguntas:
- Em que estado o objeto se encontra?
- O que pode acontecer nesse estado?
- O que faz o objeto mudar de estado?
É especialmente útil quando o comportamento do sistema depende fortemente do estado atual.Continue
Características principais
Continue
Quando usar um Diagrama de Estados?
Continue
Elementos do Diagrama de Estados
Continue
Estado
Continue
Estado Inicial
Continue
Estado Final
Continue
Transição
Continue
Evento
Continue
Exemplos
Pedido Online
Continue
Exemplos
Pedido de Suporte
Continue
Exemplos
Marcação de Campo de Padel
Continue
Estados Compostos
Continue
Exemplo de Estado Composto
Pagamento
Continue
Estados Paralelos
Continue
Estados Paralelos
Quando usar?
Continue
Estado composto: Em Processamento Dentro deste estado, ocorrem duas atividades em paralelo: Região 1 — Pagamento
- Aguardando confirmação
- Pagamento confirmado
Região 2 — Preparação da Encomenda- Separar produtos
- Embalar pedido
📍 Ambos acontecem ao mesmo tempo.Exemplo
Continue
Continue
Guardas (Condições)
Continue
Transições Internas
As transições internas representam eventos que ocorrem dentro de um estado, sem provocar mudança para outro estado. 👉 O objeto permanece no mesmo estado, mas executa uma ação associada ao evento.
Exemplo Pedido Online Estado: Pago Evento: enviarLembrete Ação: enviar email ao cliente O pedido continua no estado Pago
Continue
Resumo
Continue
Casos Praticos
Continue
11
RGPD – Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados
Continue
Objetivos da Sessão
Continue
O Que é o RGPD?
Continue
Por Que Foi Criado?
Continue
Diferenças com Leis Anteriores
Continue
História e Evolução do RGPD
Continue
Impacto Global
Continue
Princípios Fundamentais do RGPD
Os 7 Princípios Chave (Artigo 5)
Continue
Direitos dos Titulares de Dados
Visão Geral dos Direitos (Artigos 12-23) Lista: Acesso, retificação, remover os dados, restrição, portabilidade, oposição, decisões automatizadas.
Continue
Obrigações dos Responsáveis e Subcontratantes
Definições Responsável pelo Tratamento (Controller): Decide o "porquê" e "como" (ex.: empresa que recolhe os dados).Subcontratante (Processor): Processa por conta do responsável (ex.: serviço de cloud).
Continue
Obrigações dos Responsáveis e Subcontratantes
Obrigações Principais
Continue
Violações de Dados
Definição: Perda, alteração ou acesso não autorizado. Procedimentos: Notificação à CNPD (Portugal) ou EDPB. Exemplos: Equifax (2017, multa de €100M+), TikTok (2023, violações com dados de menores).
Continue
Importância do RGPD
Para Indivíduos: Empodera contra abuso de dados, promove confiança na digitalização. Para Empresas: Evita riscos financeiros/reputacionais, fomenta inovação ética (ex.: privacy by design). Sociedade: Reduz desigualdades digitais, integra com sustentabilidade (dados como recurso). Impacto Econômico: Estudo da UE estima €2.3B em benefícios anuais.
Continue
Casos Reais
Caso 1: Google Analytics (violações em transferências, decisão austríaca 2022). Caso 2: Hospital Português multado por acesso indevido (CNPD, 2020). Caso 3: IA e RGPD (ex.: ChatGPT sob escrutínio em 2023-2025).
Continue
Melhores Práticas
Implementar Privacy by Design/Default (Artigo 25). Treinamentos internos, auditorias regulares. Ferramentas: Uso de software como OneTrust ou políticas de dados.
Continue
Igualdade de Género em Portugal (2025) – Um Direito Fundamental que se cruza com a Proteção de Dados
Portugal no Índice de Igualdade de Género (EIGE 2025) Pontuação: 63,4 / 100 (igual à média da UE-27) Posição: 10.º lugar na União Europeia (subiu 5 posições!) Progresso desde 2015: +9,1 pontos (principalmente no domínio do Poder) Domínios Principais:
Continue
Igualdade de Género em Portugal (2025) – Um Direito Fundamental que se cruza com a Proteção de Dados
O RGPD protege dados pessoais sensíveis relacionados com género, orientação sexual e saúde reprodutiva → ajuda a combater discriminação algorítmica e violações de privacidade que afetam desproporcionalmente mulheres e minorias de género. Princípios comuns: Transparência • Não discriminação • Accountability • Proteção de direitos fundamentais. "A igualdade de género não é só um direito humano – é também uma questão de proteção de dados justos e éticos na era digital."
Continue
Desenvolvimento Sustentável
Processo de crescimento que atende o presente sem comprometer o futuro
Como os Sistemas de Informação impulsionam isso?
Continue
FIM
Continue
Centraliza informações sobre contactos, histórico de compras, comunicações e oportunidades de negócio. Ajuda as equipas de vendas, marketing e apoio ao cliente a trabalharem de forma coordenada. Permite acompanhar o ciclo de vida do cliente, desde o primeiro contacto até à fidelização. 📈 Principais benefícios: Melhora o atendimento e a experiência do cliente. Aumenta as vendas e a retenção. Facilita o acompanhamento de leads e campanhas. Fornece relatórios e métricas para apoiar decisões estratégicas. 🔹 Exemplos de CRMs populares: Salesforce, HubSpot, Zoho CRM, Pipedrive, Dynamics 365.
Calcula quando e quanto comprar ou produzir. Baseia-se em três dados principais: 1. Plano de produção (o que e quando se vai produzir) 2. Listas de materiais (BOM – Bill of Materials) 3. Stocks atuais e encomendas em curso Ajuda a otimizar o inventário, reduzir custos e melhorar prazos de entrega.
Um Sistema de Informação (SI) é um conjunto organizado de pessoas, processos, dados e tecnologias que trabalham em conjunto para recolher, processar, armazenar e distribuir informação.
Centraliza informações sobre contactos, histórico de compras, comunicações e oportunidades de negócio. Ajuda as equipas de vendas, marketing e apoio ao cliente a trabalharem de forma coordenada. Permite acompanhar o ciclo de vida do cliente, desde o primeiro contacto até à fidelização. 📈 Principais benefícios: Melhora o atendimento e a experiência do cliente. Aumenta as vendas e a retenção. Facilita o acompanhamento de leads e campanhas. Fornece relatórios e métricas para apoiar decisões estratégicas. 🔹 Exemplos de CRMs populares: Salesforce, HubSpot, Zoho CRM, Pipedrive, Dynamics 365.
Centraliza informações sobre contactos, histórico de compras, comunicações e oportunidades de negócio. Ajuda as equipas de vendas, marketing e apoio ao cliente a trabalharem de forma coordenada. Permite acompanhar o ciclo de vida do cliente, desde o primeiro contacto até à fidelização. 📈 Principais benefícios: Melhora o atendimento e a experiência do cliente. Aumenta as vendas e a retenção. Facilita o acompanhamento de leads e campanhas. Fornece relatórios e métricas para apoiar decisões estratégicas. 🔹 Exemplos de CRMs populares: Salesforce, HubSpot, Zoho CRM, Pipedrive, Dynamics 365.
Calcula quando e quanto comprar ou produzir. Baseia-se em três dados principais: 1. Plano de produção (o que e quando se vai produzir) 2. Listas de materiais (BOM – Bill of Materials) 3. Stocks atuais e encomendas em curso Ajuda a otimizar o inventário, reduzir custos e melhorar prazos de entrega.