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Serviços públicos e o mito da gratuitidade

Carolina Osório

Created on October 28, 2025

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Transcript

Serviços públicos e o mito da gratuitidade

Carolina Osório nº6, Economia A

Índice

1. Apresentação da frase

4. Consequências

2. Notícia

5. Webgrafia

3. Impacto no PIB e na economia

"People talk about a "free" service. It is not free. You have to pay it."

-Margaret Thatcher

Contextualização da citação

Margaret Thatcher, no discurso de 1983, apontava para algo que ainda hoje é válido: quando se fala de “serviço gratuito” para o utilizador, isso raramente significa “sem custo” para a sociedade ou para a economia. Podemos decompor a ideia em três partes: -Há serviços que parecem “gratuitos” para o indivíduo. -Contudo, estes serviços implicam custos reais: para o Estado, para os contribuintes e para o orçamento público. -O custo desses serviços afeta a economia global.

Notícia

"Despesa corrente em saúde aumentou 8,7% em 2024 e ascendeu a 29.205,1 milhões de euros, representando 10,2% do Produto Interno Bruto (PIB).”

Porque esta notícia confirma a afirmação da Margaret Thatcher?

  • Não é um “serviço de custo zero”: custou €29 205 milhões em 2024.
  • No famoso "serviço gratuito", o custo existe, e recai sobre o Estado, sobre os contribuintes e sobre a economia.
  • O facto de este montante representar 10,2% do PIB mostra que é um custo significativo para a economia nacional.

Impacto no PIB e na economia

  • A despesa corrente em saúde foi 10,2% do PIB.
  • Esta percentagem é elevada.
  • A despesa em saúde aumentou mais rapidamente (8,7%) do que o PIB (crescimento menor) no mesmo período de tempo.

Consequências

  • Uma fatia crescente do “bolo económico” nacional está a ser consumida por este serviço, o que pode reduzir a margem para investimento noutras áreas.
  • Se os custos continuarem a subir mais rápido que o crescimento económico, poderá haver pressão sobre as finanças públicas.
  • A sustentabilidade do sistema torna-se um tema crítico: se “alguém tem de pagar” e esse alguém é o Estado / Economia, então há limites para esse “gratuito”.

Webgrafia

  • ECO
  • in.pt
  • sapo.pt
  • cfp.pt

Obrigada!