Cancro da Mama pelo Mundo
França
Há mais de 60 mil novos casos anuais. O rastreio nacional assegura deteção precoce e a mortalidade está a diminuir. O tratamento é moderno e gratuito no sistema público.
Itália
Com mais de 55 mil novos casos por ano, o rastreio regular permite diagnóstico precoce. A mortalidade é baixa e o tratamento é acessível e eficaz.
Reino Unido
São diagnosticados mais de 55 mil casos anuais. O rastreio gratuito dos 50 aos 71 anos garante deteção precoce. A sobrevivência é elevada graças a terapias avançadas.
Alemanha
Regista cerca de 70 mil novos casos por ano. O rastreio entre os 50 e 69 anos garante boa deteção precoce. A mortalidade tem vindo a cair graças a tratamentos combinados e acompanhamento especializado.
Brasil
Mais de 60 mil novos casos anuais. O rastreio entre 50 e 69 anos é gratuito, mas irregular. O diagnóstico precoce é um desafio, e o tratamento varia por região.
África do Sul
Mais de 12 mil novos casos anuais. O rastreio é limitado, mas o tratamento urbano tem boa qualidade.
México
Cerca de 30 mil novos casos por ano. O rastreio ainda é limitado e o diagnóstico tende a ser tardio. O tratamento está em expansão.
China
Mais de 400 mil novos casos anuais. O rastreio é mais forte nas cidades, mas limitado nas zonas rurais. O acesso ao tratamento é desigual.
Portugal
Há cerca de 9 mil novos casos por ano. O rastreio gratuito entre os 45 e 69 anos permite diagnósticos precoces. A mortalidade ronda os 2 mil casos anuais. O tratamento combina cirurgia, radioterapia e terapias alvo, com bons resultados.
Nigéria
Cerca de 25 mil novos casos por ano. Rastreio limitado, diagnóstico tardio e mortalidade ainda elevada.
Estados Unidos
Há mais de 300 mil novos casos todos os anos. O acesso à medicina moderna e à investigação permite taxas de sobrevivência acima dos 90%, embora ainda existam desigualdades no acesso aos cuidados.
Índia
Mais de 200 mil novos casos por ano. O rastreio é escasso e muitos casos são detetados tarde. O tratamento existe mas é difícil de aceder em zonas rurais.
Espanha
São registados mais de 30 mil novos casos por ano. O rastreio entre os 50 e 69 anos ajuda à deteção precoce e a mortalidade é baixa. O acesso ao tratamento é universal e eficaz.
Japão
Mais de 90 mil novos casos por ano. O rastreio nacional garante deteção precoce e a sobrevivência é elevada.
Canadá
Mais de 28 mil novos casos anuais. O rastreio é universal e gratuito. A sobrevivência é alta e o tratamento de ponta.
Suécia
Mais de 8 mil novos casos anuais. O rastreio é universal e a sobrevivência ultrapassa os 90%. O tratamento é de elevada qualidade e gratuito.
Noruega
Alta incidência mas baixa mortalidade. O rastreio cobre quase todas as mulheres e a sobrevivência é das mais altas da Europa.
Polónia
Mais de 20 mil novos casos anuais. O rastreio está a crescer, mas o diagnóstico ainda é por vezes tardio. O acesso ao tratamento tem vindo a melhorar.
Suíça
Incidência alta, com rastreio eficaz e acesso rápido ao tratamento. A mortalidade é uma das mais baixas da Europa.
Argentina
Cerca de 22 mil novos casos anuais. A deteção precoce é limitada, mas o acesso ao tratamento público tem melhorado.
Chile
Aproximadamente 6 mil novos casos por ano. O rastreio está a expandir-se e o tratamento é garantido pelo sistema público.
Colômbia
Mais de 13 mil novos casos anuais. O rastreio é parcial e o diagnóstico ainda ocorre em estádios tardios.
Coreia do Sul
Alta incidência com mais de 25 mil novos casos por ano. O rastreio é eficiente e o tratamento moderno
Arábia Saudita
Cerca de 4 mil novos casos anuais. O rastreio está a crescer e o tratamento é gratuito no setor público.
Egito
Mais de 20 mil novos casos anuais. O diagnóstico ainda é tardio, mas os programas de rastreio e tratamento público estão a melhorar.
Marrocos
Mais de 10 mil novos casos por ano. O rastreio é limitado e a mortalidade ainda elevada.
Túrquia
Mais de 25 mil novos casos anuais. O rastreio público é crescente e o tratamento segue padrões europeus.
Rússia
Cerca de 70 mil novos casos anuais. O rastreio é irregular e o diagnóstico muitas vezes tardio.
Cancro da Mama pelo Mundo
Sara Manuela Cardoso Passos
Created on October 23, 2025
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Cancro da Mama pelo Mundo
França
Há mais de 60 mil novos casos anuais. O rastreio nacional assegura deteção precoce e a mortalidade está a diminuir. O tratamento é moderno e gratuito no sistema público.
Itália
Com mais de 55 mil novos casos por ano, o rastreio regular permite diagnóstico precoce. A mortalidade é baixa e o tratamento é acessível e eficaz.
Reino Unido
São diagnosticados mais de 55 mil casos anuais. O rastreio gratuito dos 50 aos 71 anos garante deteção precoce. A sobrevivência é elevada graças a terapias avançadas.
Alemanha
Regista cerca de 70 mil novos casos por ano. O rastreio entre os 50 e 69 anos garante boa deteção precoce. A mortalidade tem vindo a cair graças a tratamentos combinados e acompanhamento especializado.
Brasil
Mais de 60 mil novos casos anuais. O rastreio entre 50 e 69 anos é gratuito, mas irregular. O diagnóstico precoce é um desafio, e o tratamento varia por região.
África do Sul
Mais de 12 mil novos casos anuais. O rastreio é limitado, mas o tratamento urbano tem boa qualidade.
México
Cerca de 30 mil novos casos por ano. O rastreio ainda é limitado e o diagnóstico tende a ser tardio. O tratamento está em expansão.
China
Mais de 400 mil novos casos anuais. O rastreio é mais forte nas cidades, mas limitado nas zonas rurais. O acesso ao tratamento é desigual.
Portugal
Há cerca de 9 mil novos casos por ano. O rastreio gratuito entre os 45 e 69 anos permite diagnósticos precoces. A mortalidade ronda os 2 mil casos anuais. O tratamento combina cirurgia, radioterapia e terapias alvo, com bons resultados.
Nigéria
Cerca de 25 mil novos casos por ano. Rastreio limitado, diagnóstico tardio e mortalidade ainda elevada.
Estados Unidos
Há mais de 300 mil novos casos todos os anos. O acesso à medicina moderna e à investigação permite taxas de sobrevivência acima dos 90%, embora ainda existam desigualdades no acesso aos cuidados.
Índia
Mais de 200 mil novos casos por ano. O rastreio é escasso e muitos casos são detetados tarde. O tratamento existe mas é difícil de aceder em zonas rurais.
Espanha
São registados mais de 30 mil novos casos por ano. O rastreio entre os 50 e 69 anos ajuda à deteção precoce e a mortalidade é baixa. O acesso ao tratamento é universal e eficaz.
Japão
Mais de 90 mil novos casos por ano. O rastreio nacional garante deteção precoce e a sobrevivência é elevada.
Canadá
Mais de 28 mil novos casos anuais. O rastreio é universal e gratuito. A sobrevivência é alta e o tratamento de ponta.
Suécia
Mais de 8 mil novos casos anuais. O rastreio é universal e a sobrevivência ultrapassa os 90%. O tratamento é de elevada qualidade e gratuito.
Noruega
Alta incidência mas baixa mortalidade. O rastreio cobre quase todas as mulheres e a sobrevivência é das mais altas da Europa.
Polónia
Mais de 20 mil novos casos anuais. O rastreio está a crescer, mas o diagnóstico ainda é por vezes tardio. O acesso ao tratamento tem vindo a melhorar.
Suíça
Incidência alta, com rastreio eficaz e acesso rápido ao tratamento. A mortalidade é uma das mais baixas da Europa.
Argentina
Cerca de 22 mil novos casos anuais. A deteção precoce é limitada, mas o acesso ao tratamento público tem melhorado.
Chile
Aproximadamente 6 mil novos casos por ano. O rastreio está a expandir-se e o tratamento é garantido pelo sistema público.
Colômbia
Mais de 13 mil novos casos anuais. O rastreio é parcial e o diagnóstico ainda ocorre em estádios tardios.
Coreia do Sul
Alta incidência com mais de 25 mil novos casos por ano. O rastreio é eficiente e o tratamento moderno
Arábia Saudita
Cerca de 4 mil novos casos anuais. O rastreio está a crescer e o tratamento é gratuito no setor público.
Egito
Mais de 20 mil novos casos anuais. O diagnóstico ainda é tardio, mas os programas de rastreio e tratamento público estão a melhorar.
Marrocos
Mais de 10 mil novos casos por ano. O rastreio é limitado e a mortalidade ainda elevada.
Túrquia
Mais de 25 mil novos casos anuais. O rastreio público é crescente e o tratamento segue padrões europeus.
Rússia
Cerca de 70 mil novos casos anuais. O rastreio é irregular e o diagnóstico muitas vezes tardio.