SISTEMA IMUNOLÓGICO
O corpo humano contém muitas células e moléculas que identificam e eliminam invasores causadores de infecções e tumores.
ESTRUTURAS DE DEFESA MAIS IMPORTANTES
clique para acessar as informações:
Linfonodos
vasos linfáticos
Timo
Baço
Placas
de Peyer
Medula Óssea
AS VACINAS
São preparadas a partir dos microrganismos (bactérias ou vírus) modificados em laboratório, de forma a perderem a capacidade de provocar a doença.
IDENTIFICAÇÃO
Na vacina, usam-se microrganismos inteiros ou partes dele. O antígeno é a porção do vírus ou bactéria que nossas células de defesa reconhecem.
REPRODUÇÃO
Biorreatores são os equipamentos onde os microrganismos são multiplicados em grande quantidade.
PURIFICAÇÃO
É nesta etapa que os microrganismos são enfraquecidos ou mortos.
FORMULAÇÃO
Consiste na adição de componentes para obter a imunogenicidade ideal, com vista à futura administração.
EXPERIMENTOS EM ANIMAIS:
Começa com camundongos infectados e outros animais, depois primatas e, por fim, humanos. O objetivo é verificar se a vacina é segura e estimula bem a resposta imune.
APLICAÇÃO EM HUMANOS
A vacina é aplicada em um pequeno grupo de humanos. Posteriormente, eles terão contato com o vírus ou bactéria e, então, a eficiência da vacina é testada.
APLICAÇÃO EM UM GRUPO MAIOR
Aumenta-se o número de pessoas em teste. O processo é o mesmo: aguardar que as pessoas sejam infectadas e descobrir se ficaram protegidas contra o vírus.
PROCESSO INDUSTRIAL
Comprovada a eficácia, a vacina passa a ser produzida em escala industrial. O processo de elaboração até a produção pode demorar até dois anos.
A VACINA NO CORPO HUMANO
O objetivo da vacina é estimular o corpo a produzir uma resposta imune (anticorpos e células T), sem que ele precise ter ficado doente antes.
Vírus ou bactérias mortos ou enfraquecidos
Assim que a vacina entra
no corpo, ela simula uma
leve infecção, estimulando
o sistema imunológico.
O estímulo causado pela vacina atrai células com sensores que reconhecem os microrganismos.
As especialistas
nesta função são as células dendríticas.
Ingerindo o antígeno
As células dendríticas saem da área infectada levando partes do microrganismo aos órgãos linfóides secundários (baço, linfonodos etc.), onde são apresentados ao restante do sistema imunológico.
Fragmentando o antígeno
Apresentando o antígeno para um linfócito T
Com as informações do invasor, células T e B são ativadas e percorrem o corpo, iniciando a identificação e eliminação dos invasores com esse antígeno específico.
Nosso sistema imunológico guarda registro de vírus e bactérias, permitindo controlar futuras invasões pelo mesmo microrganismo antes que a doença surja.
A isso chamamos
de imunidade.
ALÉM DA PRIMEIRA DOSE
A resposta imune de memória acelera e dura mais quando o organismo recebe várias doses da vacina em intervalos. Por isso usamos duas ou mais doses para garantir proteção e evitar a doença.
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br
Colaboração: Laboratório de Imunobiologia, Prof Dr. Daniel Mansur, UFSC
LINFONODOS
São responsáveis pela filtragem de substâncias tóxicas e eliminação de vírus e bactérias. Ligados pelos vasos linfáticos, são mais de uma centena de estruturas espalhadas pelo corpo, mas com concentração no pescoço, axilas e virilha.
TIMO
É aqui onde amadurecem os linfócitos T, células que orquestram a resposta imune adquirida.
PLACAS DE PEYER
Localizados no interior do intestino delgado, as placas impedem que microrganismos atravessem a parede intestinal e contaminem outras áreas do corpo.
BAÇO
Multifuncional, faz a filtragem, produção de glóbulos brancos e destruição de velhas células sanguíneas, além de reserva de sangue.
MEDULA ÓSSEA
É no interior dos ossos que são produzidos a maioria dos glóbulos brancos para combater os microrganismos, linfócitos (que produzem substâncias para destruir vírus e bactérias) e os macrófagos (que destroem os intrusos).
Vacina_Como _Funciona
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SISTEMA IMUNOLÓGICO
O corpo humano contém muitas células e moléculas que identificam e eliminam invasores causadores de infecções e tumores.
ESTRUTURAS DE DEFESA MAIS IMPORTANTES
clique para acessar as informações:
Linfonodos
vasos linfáticos
Timo
Baço
Placas de Peyer
Medula Óssea
AS VACINAS
São preparadas a partir dos microrganismos (bactérias ou vírus) modificados em laboratório, de forma a perderem a capacidade de provocar a doença.
IDENTIFICAÇÃO Na vacina, usam-se microrganismos inteiros ou partes dele. O antígeno é a porção do vírus ou bactéria que nossas células de defesa reconhecem.
REPRODUÇÃO Biorreatores são os equipamentos onde os microrganismos são multiplicados em grande quantidade.
PURIFICAÇÃO É nesta etapa que os microrganismos são enfraquecidos ou mortos.
FORMULAÇÃO Consiste na adição de componentes para obter a imunogenicidade ideal, com vista à futura administração.
EXPERIMENTOS EM ANIMAIS: Começa com camundongos infectados e outros animais, depois primatas e, por fim, humanos. O objetivo é verificar se a vacina é segura e estimula bem a resposta imune.
APLICAÇÃO EM HUMANOS A vacina é aplicada em um pequeno grupo de humanos. Posteriormente, eles terão contato com o vírus ou bactéria e, então, a eficiência da vacina é testada.
APLICAÇÃO EM UM GRUPO MAIOR Aumenta-se o número de pessoas em teste. O processo é o mesmo: aguardar que as pessoas sejam infectadas e descobrir se ficaram protegidas contra o vírus.
PROCESSO INDUSTRIAL Comprovada a eficácia, a vacina passa a ser produzida em escala industrial. O processo de elaboração até a produção pode demorar até dois anos.
A VACINA NO CORPO HUMANO
O objetivo da vacina é estimular o corpo a produzir uma resposta imune (anticorpos e células T), sem que ele precise ter ficado doente antes.
Vírus ou bactérias mortos ou enfraquecidos
Assim que a vacina entra no corpo, ela simula uma leve infecção, estimulando o sistema imunológico.
O estímulo causado pela vacina atrai células com sensores que reconhecem os microrganismos. As especialistas nesta função são as células dendríticas.
Ingerindo o antígeno
As células dendríticas saem da área infectada levando partes do microrganismo aos órgãos linfóides secundários (baço, linfonodos etc.), onde são apresentados ao restante do sistema imunológico.
Fragmentando o antígeno
Apresentando o antígeno para um linfócito T
Com as informações do invasor, células T e B são ativadas e percorrem o corpo, iniciando a identificação e eliminação dos invasores com esse antígeno específico.
Nosso sistema imunológico guarda registro de vírus e bactérias, permitindo controlar futuras invasões pelo mesmo microrganismo antes que a doença surja. A isso chamamos de imunidade.
ALÉM DA PRIMEIRA DOSE
A resposta imune de memória acelera e dura mais quando o organismo recebe várias doses da vacina em intervalos. Por isso usamos duas ou mais doses para garantir proteção e evitar a doença.
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br
Colaboração: Laboratório de Imunobiologia, Prof Dr. Daniel Mansur, UFSC
LINFONODOS
São responsáveis pela filtragem de substâncias tóxicas e eliminação de vírus e bactérias. Ligados pelos vasos linfáticos, são mais de uma centena de estruturas espalhadas pelo corpo, mas com concentração no pescoço, axilas e virilha.
TIMO
É aqui onde amadurecem os linfócitos T, células que orquestram a resposta imune adquirida.
PLACAS DE PEYER
Localizados no interior do intestino delgado, as placas impedem que microrganismos atravessem a parede intestinal e contaminem outras áreas do corpo.
BAÇO
Multifuncional, faz a filtragem, produção de glóbulos brancos e destruição de velhas células sanguíneas, além de reserva de sangue.
MEDULA ÓSSEA
É no interior dos ossos que são produzidos a maioria dos glóbulos brancos para combater os microrganismos, linfócitos (que produzem substâncias para destruir vírus e bactérias) e os macrófagos (que destroem os intrusos).