Violência Contra Profissionais de Saúde: A Implementação do PAPVSS
GOIPVS | Ponto Focal Local
Iniciar
Índice
Objectivos
Expectativas
O Papel do PFL
HER+
Competências
Importância
Objetivos
O objetivo principal da formação sobre o papel dos Pontos Focais Locais (PFL) é capacitar e alinhar estes profissionais para que possam desempenhar eficazmente a sua função crucial:
Elo
Criação
Implementação
Proximidade
Ser o elo de ligação essencial entre os níveis de decisão nos Cuidados de Saúde Primários
Na criação de programas ou planos a nível Local
Apoio na implementação das estratégias do GOI adaptadas à realidade da sua Unidade Funcional
No apoio em proximidade dos profissionais vítima
Objetivos
Visa dotar os participantes de ferramentas e conhecimentos necessários para serem o elo de ligação vital entre a gestão e a intervenção no terreno, capacitando-os para coordenar a implementação, garantir o fluxo de informação e promover ativamente as ações planeadas na sua área de atuação local.
O programa de formação está estruturado para cobrir os seguintes pontos essenciais:
1. Compreender o papel e responsabilidades
2. Desenvolver competências para a Intervenção
3. Esclarecer Expectativas
4. Reforçar a importância da sua existência
O Papel do Ponto Focal Local
Com base na Resolução do Conselho de Ministros n.º 1/2022, o Ponto Focal Local é uma figura essencial, ainda que não obrigatória, que atua como elo entre profissionais de saúde de uma determinada unidade de atendimento e o(s) Ponto(s) Focai(s) Institucional(ais). O seu papel é crucial para a operacionalização do Plano de Ação para a Prevenção da Violência no Setor da Saúde (PAPVSS), nos moldes que a ULSO e o Grupo Operativo Institucional (GOI) o definirem, garantindo a segurança, o cumprimento e adequação dos procedimentos necessários.
Competências
1. Compreender o Papel e as Responsabilidades
As competências esperadas de um Ponto Focal Local (PFL) são uma combinação de habilidades técnicas, organizacionais e interpessoais, essenciais para transformar orientações estratégicas em ações concretas no terreno. Estas competências definem o seu perfil como um agente de articulação, monitorização e intervenção.
'As maiores agressões são aquelas em que não nos tocam' Anónimo
Competências
1. Compreender o Papel e as Responsabilidades
Comunicação Clara e Eficaz
Capacidade de transmitir informações e orientações de forma simples, estruturada e precisa para as equipas locais, garantindo a compreensão dos processos e procedimentos.
Escuta Ativa
Demonstrar atenção e interesse pelos inputs, dúvidas e problemas levantados pelos profissionais do terreno, servindo como canal de comunicação ascendente.
'Nem tudo o que é Legal, é ético ou moral' Luiz Maria Borges dos Reis
Competências
1. Compreender o Papel e as Responsabilidades
Negociação e Mediação
Habilidade para gerir e prevenir conflitos no âmbito local e facilitar o consenso entre diferentes partes ou serviços, promovendo o espírito de equipa e a colaboração.
Representação
Capacidade de representar o serviço/unidade junto das estruturas superiores (Ponto Focal Institucional ou Grupo Operativo Institucional), articulando as necessidades locais com as diretrizes globais.
'O tolo não se contenta em violar uma regra ética: pretende que a sua transgressão se converta numa regra' - Nicolás Goméz Dávila
Competências
2. Competências de Organização e Implementação
Para o Ponto Focal Local (PFL) atuar de forma eficaz no combate à violência contra profissionais de saúde, as competências de organização e implementação garantem segurança no ambiente de trabalho. Nesta função vital, o PFL deve dominar a capacidade de sistematizar procedimentos, assegurar o cumprimento dos circuitos definidos e gerir a informação de forma rigorosa, garantindo que as medidas preventivas e de resposta imediata são parte integrante da rotina da sua unidade. O foco recai na capacidade de ser o elo operacional que traduz as diretrizes de segurança em práticas diárias tangíveis, promovendo um ambiente de trabalho mais seguro e estruturado.
Competências
20XX
20XX
2. Competências de Organização e Implementação
You can write a subtitle here
You can write a subtitle here
Organização e Planeamento
Orientação para a Ação
Ser capaz de organizar as suas tarefas, gerir o tempo de trabalho e planear a implementação local das atividades e medidas de forma sistemática e rigorosa.
Monitorização e Análise de Informação
Capacidade de ser proativo, tomar iniciativas face a problemas e garantir que os procedimentos estipulados são cumpridos no dia a dia.
Conhecimento Técnico e Processual
We tell thousands and thousands of stories. ⅔ of our conversations are stories.
Habilidade para recolher, registar e analisar dados e ocorrências, de modo a identificar tendências e apoiar o diagnóstico local.
Possuir um domínio claro dos objetivos do programa e dos procedimentos específicos a serem aplicados no seu contexto de atuação.
20XX
20XX
You can write a subtitle here
You can write a subtitle here
Competências
20XX
20XX
3. Competências de Intervenção e Resposta
You can write a subtitle here
You can write a subtitle here
No âmbito da competência de Intervenção e Resposta, o Ponto Focal Local (PFL) assume um papel crítico de primeiro respondedor e gestor de crises imediatas em situações de violência contra profissionais de saúde. O PFL deverá atuar de forma rápida, decisiva e empática, cumprindo as seguintes responsabilidades:
Capacitação e Formação
Prontidão e Disponibilidade
Competência para apoiar e colaborar em processos de formação e sensibilização no seu serviço/unidade, assegurando que todos os profissionais conhecem os procedimentos e o modo de atuar.
Demonstrar capacidade de resposta célere e determinada, especialmente em situações problemáticas ou episódios que exijam uma intervenção imediata.
20XX
20XX
You can write a subtitle here
You can write a subtitle here
Apoio e Encaminhamento
Saber atuar no apoio inicial à vítima ou a quem necessita, e garantir o seu encaminhamento rápido e seguro para os recursos apropriados.
Expectativas
1. Resposta Imediata ao Episódio de Violência
Agir na Situação
Proteger a Vítima
O PFL deve ter a prontidão e o conhecimento para intervir no momento da ocorrência de violência (se for seguro e se estiver presente), ou ser acionado imediatamente após o evento.
Gestão da Crise
A prioridade máxima é proteger o profissional vítima e assegurar que este fica em segurança física e emocional imediatamente após o incidente.
Avaliar a necessidade de intervenção das forças de segurança (PSP/GNR) ou de apoio médico de urgência, garantindo que os contactos são feitos pelos canais e procedimentos corretos.
Expectativas
2. Ativação do Apoio e Encaminhamento
Esclarecimento do Apoio Jurídico
Apoio Psicossocial
Participação HER+
Garantir que a vítima tem acesso imediato aos serviços de apoio clínico e psicológico definidos no Plano de Ação e intervenção em situações de episódios de violência
Informar e orientar o profissional sobre o circuito de apoio jurídico disponível e as opções de participação criminal, assegurando que este tem acesso à "Via Verde" para apoio.
Promover ou realizar a notificação e o registo célere do episódio de violência no sistema de notificação institucional, dado ser fundamental para a análise e monitorização do fenómeno.
Expectativas
3. Garantia de Conformidade e Acompanhamento
Prontidão da Equipa
Assegurar que os restantes elementos do serviço conhecem os procedimentos e estão em estado de prontidão para saber como atuar de forma coordenada durante e após um episódio.
Criação de Contexto de Segurança
Analisar o local da ocorrência em conjunto com a chefia para identificar as vulnerabilidades e propor medidas corretivas imediatas para evitar a repetição.
Acompanhamento Pós-Episódio
Manter um acompanhamento à vítima no período subsequente, validando que os apoios foram ativados e que o profissional está a ser reintegrado no ambiente de trabalho com as condições necessárias.
Aplicação HER+
Como Apresentar uma Participação de Violência contra Profissionais de Saúde ?
HER+
Passo 1: Aceder à aplicação HER+
Aceder à página Intranet da ULSOhttp://intranet-csp.choeste.min-saude.pt/
Clicar na Aplicação Comum "Her+" http://10.209.4.102/Risi.Web/Login
HER+
Passo 2: Dados de acesso à aplicação "HER+"
Colocar o N.º Mecanográfico
Password de início de sessão do Windows
Possibilidade de anonimato e visualização do histórico de incidentes
HER+
Passo 3: Apresentar Participação de Violência contra Profissionais de Saúde
Clicar "Registo de Incidentes"
Escolher "Risco Geral"
Selecionar "2 - Violência Sobre Profissionais"
HER+
Passo 4: Preencher a Participação de Violência contra Profissionais de Saúde
Preencher a Participação
Nota importanteDeverá ser preenchido no espaço "Declarante", o nome do profissional que esteve envolvido no Incidente de Violência contra Profissionais de Saúde
Importância
O PFL será, assim, um dos pilares de suporte e ação da unidade, responsável por assegurar que nenhum episódio de violência passa sem uma resposta estruturada, rápida e humanizada para a proteção do profissional.
A articulação entre o Ponto Focal Local (PFL) e o Ponto Focal Institucional (PFI) é fundamental para o sucesso e a coesão da estratégia de prevenção e combate à violência no setor da saúde. O PFI atua como o centro de coordenação ao nível da instituição (hospital, agrupamento de centros de saúde, etc.), enquanto o PFL é a extensão operacional dessa estratégia no serviço ou unidade específica. A relação de articulação é essencialmente bidirecional e abrange dois fluxos.
Importância
1. Fluxo Ascendente de Informação (PFL PFI)
O PFL é o principal responsável por garantir que a realidade do terreno chega à gestão institucional, através de:
Notificação e Registo de Ocorrências
Promover o registo e o envio dos dados de todos os episódios de violência verificados no serviço/unidade, garantindo a fiabilidade da informação que alimenta o sistema de monitorização institucional
Identificação de Riscos e Necessidades
Reportar ao PFI a avaliação dos riscos de violência específicos do serviço (estruturais, operacionais ou situacionais) e as necessidades de recursos essenciais para a prevenção.
Feedback sobre a Implementação
Informar o PFI sobre o status da implementação das medidas e procedimentos definidos, destacando barreiras ou dificuldades encontradas na operacionalização local.
Importância
1. Fluxo Descendente de Orientações (PFI PFL)
O PFI coordena o trabalho dos PFLs, assegurando a coerência da resposta institucional - GOI:
Transmissão de Diretrizes
O PFI é o canal para a transmissão das orientações estratégicas do Plano de Ação (definidas a nível superior - GOI - CA) e dos protocolos institucionais para o nível local.
Apoio e Enquadramento
O PFL deve ser enquadrado, apoiado e coordenado pelo PFI na temática, ao qual compete fornecer as ferramentas, os recursos formativos e o suporte necessário para o PFL dar cumprimento às suas atribuições.
Monitorização e Consistência
O PFI monitoriza a atuação dos PFLs, garantindo que a abordagem, a linguagem e as competências na prevenção e gestão da violência são consistentes e comuns em toda a instituição.
Importância
Em conclusão, a figura do Ponto Focal Local (PFL) é imprescindível para o sucesso e a sustentabilidade das políticas de prevenção e combate à violência no setor da saúde. O PFL consolida-se como o elo de ligação estratégico-operacional da Instituição, desempenhando um papel duplo e complementar:
Olhar no Terreno (Recolha e Diagnóstico)
O PFL é o agente de inteligência local, responsável por promover ativamente, a notificação de todos os episódios de violência, garantindo a recolha de dados fidedignos e sistemáticos. Esta informação é crucial, pois ascende ao Ponto Focal Institucional (PFI) para permitir a análise do fenómeno, a monitorização da prevalência do risco e a tomada de decisão institucional informada.
Braço Executor (Implementação e Resposta)
O PFL assegura a implementação tangível das orientações e procedimentos definidos pelo PFI ao nível do seu serviço ou unidade. É ele quem garante a prontidão na intervenção perante uma crise, protege a vítima, ativa os circuitos de apoio e supervisiona o cumprimento das medidas preventivas no dia a dia.
Hierarquia do PAPVSS
Conselho de Administração
PFI ULSODr.ª Alexandra Seabra
GOIPVS
PFLI Hospital
PFLI CSPDr.ª Rita Piscarreta Enf.ª Alexandra Cosme
Equipa do GOIPVS
O GOIPVS é composto por 13 profissionais. Elementos que integram o GOIPVS nos CSP:
Dr.ª Ana Gomes
Dr.ª Marina Catarino
Médica | CSP Norte
Técnica Superior | CSP Sul
Enf.ª Alexandra Cosme
Enfermeira | CSP Norte
Dr.ª Raquel Monteiro
Médica | CSP Norte
Dr.ª Gisela Wilson
Técnica Superior | CSP Sul
Dr.ª Rita Piscarreta
Técnica Superior | CSP Sul
Sr.ª Graça Carvalho
Assistente Técnica | CSP Sul
Vamos testar conhecimentos?
Nesta sessão, iremos preencher uma Participação de Violência contra Profissionais de Saúde
When delivering a presentation, two goals must be pursued: conveying information and avoiding yawns. To achieve this, it may be a good practice to create an outline and use words that sear into your audience's brains.
Desta forma, a articulação formal entre o PFL e o PFI estabelece um ciclo virtuoso de segurança: As diretrizes descem com coerência, a informação sobe com rigor, e a resposta é dada de forma eficaz e padronizada, transformando a política de segurança de um documento estratégico, nomeadamente, o "Plano de Acção GOI para a segurança e Prevenção da Violência" (doc. que ainda se encontra em elaboração) numa realidade operacional em cada local de trabalho.
If you want to provide additional information or elaborate on the content in more detail, you can do so through your oral presentation. We recommend that you practice and rehearse: the best improvisation is always the most rehearsed!
Interactivity and animation can be your best allies when creating tables, infographics, or graphics that help provide context to information and simplify data for presentation to your audience. We are visual beings and find it easier to 'read' images than to read written text.
A relação hierárquica e funcional entre o Ponto Focal Local (PFL) e o Ponto Focal Institucional (PFI) culmina na formalização de uma estrutura de governação que assegura a segurança dos profissionais de saúde.
Interactivity and animation can be your best allies when creating tables, infographics, or graphics that help provide context to information and simplify data for presentation to your audience. We are visual beings and find it easier to 'read' images than to read written text.
If you want to provide additional information or elaborate on the content in more detail, you can do so through your oral presentation. We recommend that you practice and rehearse: the best improvisation is always the most rehearsed!
Need more reasons to create dynamic content? Well: 90% of the information we assimilate comes through our eyes, and we retain 42% more information when the content is in motion.
Need more reasons to create dynamic content? Well: 90% of the information we assimilate comes through our eyes, and we retain 42% more information when the content is in motion.
When delivering a presentation, two goals must be pursued: conveying information and avoiding yawns. To achieve this, it may be a good practice to create an outline and use words that sear into your audience's brains.
Violência Contra Profissionais de Saúde: A Implementação do PAPVSS
Gi Wilson
Created on October 17, 2025
Start designing with a free template
Discover more than 1500 professional designs like these:
View
Essential Course
View
Practical Course
View
Course 3D Style
View
Customer Service Course
View
Dynamic Visual Course
View
Dynamic Learning Course
View
Akihabara Course
Explore all templates
Transcript
Violência Contra Profissionais de Saúde: A Implementação do PAPVSS
GOIPVS | Ponto Focal Local
Iniciar
Índice
Objectivos
Expectativas
O Papel do PFL
HER+
Competências
Importância
Objetivos
O objetivo principal da formação sobre o papel dos Pontos Focais Locais (PFL) é capacitar e alinhar estes profissionais para que possam desempenhar eficazmente a sua função crucial:
Elo
Criação
Implementação
Proximidade
Ser o elo de ligação essencial entre os níveis de decisão nos Cuidados de Saúde Primários
Na criação de programas ou planos a nível Local
Apoio na implementação das estratégias do GOI adaptadas à realidade da sua Unidade Funcional
No apoio em proximidade dos profissionais vítima
Objetivos
Visa dotar os participantes de ferramentas e conhecimentos necessários para serem o elo de ligação vital entre a gestão e a intervenção no terreno, capacitando-os para coordenar a implementação, garantir o fluxo de informação e promover ativamente as ações planeadas na sua área de atuação local.
O programa de formação está estruturado para cobrir os seguintes pontos essenciais:
1. Compreender o papel e responsabilidades
2. Desenvolver competências para a Intervenção
3. Esclarecer Expectativas
4. Reforçar a importância da sua existência
O Papel do Ponto Focal Local
Com base na Resolução do Conselho de Ministros n.º 1/2022, o Ponto Focal Local é uma figura essencial, ainda que não obrigatória, que atua como elo entre profissionais de saúde de uma determinada unidade de atendimento e o(s) Ponto(s) Focai(s) Institucional(ais). O seu papel é crucial para a operacionalização do Plano de Ação para a Prevenção da Violência no Setor da Saúde (PAPVSS), nos moldes que a ULSO e o Grupo Operativo Institucional (GOI) o definirem, garantindo a segurança, o cumprimento e adequação dos procedimentos necessários.
Competências
1. Compreender o Papel e as Responsabilidades
As competências esperadas de um Ponto Focal Local (PFL) são uma combinação de habilidades técnicas, organizacionais e interpessoais, essenciais para transformar orientações estratégicas em ações concretas no terreno. Estas competências definem o seu perfil como um agente de articulação, monitorização e intervenção.
'As maiores agressões são aquelas em que não nos tocam' Anónimo
Competências
1. Compreender o Papel e as Responsabilidades
Comunicação Clara e Eficaz
Capacidade de transmitir informações e orientações de forma simples, estruturada e precisa para as equipas locais, garantindo a compreensão dos processos e procedimentos.
Escuta Ativa
Demonstrar atenção e interesse pelos inputs, dúvidas e problemas levantados pelos profissionais do terreno, servindo como canal de comunicação ascendente.
'Nem tudo o que é Legal, é ético ou moral' Luiz Maria Borges dos Reis
Competências
1. Compreender o Papel e as Responsabilidades
Negociação e Mediação
Habilidade para gerir e prevenir conflitos no âmbito local e facilitar o consenso entre diferentes partes ou serviços, promovendo o espírito de equipa e a colaboração.
Representação
Capacidade de representar o serviço/unidade junto das estruturas superiores (Ponto Focal Institucional ou Grupo Operativo Institucional), articulando as necessidades locais com as diretrizes globais.
'O tolo não se contenta em violar uma regra ética: pretende que a sua transgressão se converta numa regra' - Nicolás Goméz Dávila
Competências
2. Competências de Organização e Implementação
Para o Ponto Focal Local (PFL) atuar de forma eficaz no combate à violência contra profissionais de saúde, as competências de organização e implementação garantem segurança no ambiente de trabalho. Nesta função vital, o PFL deve dominar a capacidade de sistematizar procedimentos, assegurar o cumprimento dos circuitos definidos e gerir a informação de forma rigorosa, garantindo que as medidas preventivas e de resposta imediata são parte integrante da rotina da sua unidade. O foco recai na capacidade de ser o elo operacional que traduz as diretrizes de segurança em práticas diárias tangíveis, promovendo um ambiente de trabalho mais seguro e estruturado.
Competências
20XX
20XX
2. Competências de Organização e Implementação
You can write a subtitle here
You can write a subtitle here
Organização e Planeamento
Orientação para a Ação
Ser capaz de organizar as suas tarefas, gerir o tempo de trabalho e planear a implementação local das atividades e medidas de forma sistemática e rigorosa.
Monitorização e Análise de Informação
Capacidade de ser proativo, tomar iniciativas face a problemas e garantir que os procedimentos estipulados são cumpridos no dia a dia.
Conhecimento Técnico e Processual
We tell thousands and thousands of stories. ⅔ of our conversations are stories.
Habilidade para recolher, registar e analisar dados e ocorrências, de modo a identificar tendências e apoiar o diagnóstico local.
Possuir um domínio claro dos objetivos do programa e dos procedimentos específicos a serem aplicados no seu contexto de atuação.
20XX
20XX
You can write a subtitle here
You can write a subtitle here
Competências
20XX
20XX
3. Competências de Intervenção e Resposta
You can write a subtitle here
You can write a subtitle here
No âmbito da competência de Intervenção e Resposta, o Ponto Focal Local (PFL) assume um papel crítico de primeiro respondedor e gestor de crises imediatas em situações de violência contra profissionais de saúde. O PFL deverá atuar de forma rápida, decisiva e empática, cumprindo as seguintes responsabilidades:
Capacitação e Formação
Prontidão e Disponibilidade
Competência para apoiar e colaborar em processos de formação e sensibilização no seu serviço/unidade, assegurando que todos os profissionais conhecem os procedimentos e o modo de atuar.
Demonstrar capacidade de resposta célere e determinada, especialmente em situações problemáticas ou episódios que exijam uma intervenção imediata.
20XX
20XX
You can write a subtitle here
You can write a subtitle here
Apoio e Encaminhamento
Saber atuar no apoio inicial à vítima ou a quem necessita, e garantir o seu encaminhamento rápido e seguro para os recursos apropriados.
Expectativas
1. Resposta Imediata ao Episódio de Violência
Agir na Situação
Proteger a Vítima
O PFL deve ter a prontidão e o conhecimento para intervir no momento da ocorrência de violência (se for seguro e se estiver presente), ou ser acionado imediatamente após o evento.
Gestão da Crise
A prioridade máxima é proteger o profissional vítima e assegurar que este fica em segurança física e emocional imediatamente após o incidente.
Avaliar a necessidade de intervenção das forças de segurança (PSP/GNR) ou de apoio médico de urgência, garantindo que os contactos são feitos pelos canais e procedimentos corretos.
Expectativas
2. Ativação do Apoio e Encaminhamento
Esclarecimento do Apoio Jurídico
Apoio Psicossocial
Participação HER+
Garantir que a vítima tem acesso imediato aos serviços de apoio clínico e psicológico definidos no Plano de Ação e intervenção em situações de episódios de violência
Informar e orientar o profissional sobre o circuito de apoio jurídico disponível e as opções de participação criminal, assegurando que este tem acesso à "Via Verde" para apoio.
Promover ou realizar a notificação e o registo célere do episódio de violência no sistema de notificação institucional, dado ser fundamental para a análise e monitorização do fenómeno.
Expectativas
3. Garantia de Conformidade e Acompanhamento
Prontidão da Equipa
Assegurar que os restantes elementos do serviço conhecem os procedimentos e estão em estado de prontidão para saber como atuar de forma coordenada durante e após um episódio.
Criação de Contexto de Segurança
Analisar o local da ocorrência em conjunto com a chefia para identificar as vulnerabilidades e propor medidas corretivas imediatas para evitar a repetição.
Acompanhamento Pós-Episódio
Manter um acompanhamento à vítima no período subsequente, validando que os apoios foram ativados e que o profissional está a ser reintegrado no ambiente de trabalho com as condições necessárias.
Aplicação HER+
Como Apresentar uma Participação de Violência contra Profissionais de Saúde ?
HER+
Passo 1: Aceder à aplicação HER+
Aceder à página Intranet da ULSOhttp://intranet-csp.choeste.min-saude.pt/
Clicar na Aplicação Comum "Her+" http://10.209.4.102/Risi.Web/Login
HER+
Passo 2: Dados de acesso à aplicação "HER+"
Colocar o N.º Mecanográfico
Password de início de sessão do Windows
Possibilidade de anonimato e visualização do histórico de incidentes
HER+
Passo 3: Apresentar Participação de Violência contra Profissionais de Saúde
Clicar "Registo de Incidentes"
Escolher "Risco Geral"
Selecionar "2 - Violência Sobre Profissionais"
HER+
Passo 4: Preencher a Participação de Violência contra Profissionais de Saúde
Preencher a Participação
Nota importanteDeverá ser preenchido no espaço "Declarante", o nome do profissional que esteve envolvido no Incidente de Violência contra Profissionais de Saúde
Importância
O PFL será, assim, um dos pilares de suporte e ação da unidade, responsável por assegurar que nenhum episódio de violência passa sem uma resposta estruturada, rápida e humanizada para a proteção do profissional.
A articulação entre o Ponto Focal Local (PFL) e o Ponto Focal Institucional (PFI) é fundamental para o sucesso e a coesão da estratégia de prevenção e combate à violência no setor da saúde. O PFI atua como o centro de coordenação ao nível da instituição (hospital, agrupamento de centros de saúde, etc.), enquanto o PFL é a extensão operacional dessa estratégia no serviço ou unidade específica. A relação de articulação é essencialmente bidirecional e abrange dois fluxos.
Importância
1. Fluxo Ascendente de Informação (PFL PFI)
O PFL é o principal responsável por garantir que a realidade do terreno chega à gestão institucional, através de:
Notificação e Registo de Ocorrências
Promover o registo e o envio dos dados de todos os episódios de violência verificados no serviço/unidade, garantindo a fiabilidade da informação que alimenta o sistema de monitorização institucional
Identificação de Riscos e Necessidades
Reportar ao PFI a avaliação dos riscos de violência específicos do serviço (estruturais, operacionais ou situacionais) e as necessidades de recursos essenciais para a prevenção.
Feedback sobre a Implementação
Informar o PFI sobre o status da implementação das medidas e procedimentos definidos, destacando barreiras ou dificuldades encontradas na operacionalização local.
Importância
1. Fluxo Descendente de Orientações (PFI PFL)
O PFI coordena o trabalho dos PFLs, assegurando a coerência da resposta institucional - GOI:
Transmissão de Diretrizes
O PFI é o canal para a transmissão das orientações estratégicas do Plano de Ação (definidas a nível superior - GOI - CA) e dos protocolos institucionais para o nível local.
Apoio e Enquadramento
O PFL deve ser enquadrado, apoiado e coordenado pelo PFI na temática, ao qual compete fornecer as ferramentas, os recursos formativos e o suporte necessário para o PFL dar cumprimento às suas atribuições.
Monitorização e Consistência
O PFI monitoriza a atuação dos PFLs, garantindo que a abordagem, a linguagem e as competências na prevenção e gestão da violência são consistentes e comuns em toda a instituição.
Importância
Em conclusão, a figura do Ponto Focal Local (PFL) é imprescindível para o sucesso e a sustentabilidade das políticas de prevenção e combate à violência no setor da saúde. O PFL consolida-se como o elo de ligação estratégico-operacional da Instituição, desempenhando um papel duplo e complementar:
Olhar no Terreno (Recolha e Diagnóstico)
O PFL é o agente de inteligência local, responsável por promover ativamente, a notificação de todos os episódios de violência, garantindo a recolha de dados fidedignos e sistemáticos. Esta informação é crucial, pois ascende ao Ponto Focal Institucional (PFI) para permitir a análise do fenómeno, a monitorização da prevalência do risco e a tomada de decisão institucional informada.
Braço Executor (Implementação e Resposta)
O PFL assegura a implementação tangível das orientações e procedimentos definidos pelo PFI ao nível do seu serviço ou unidade. É ele quem garante a prontidão na intervenção perante uma crise, protege a vítima, ativa os circuitos de apoio e supervisiona o cumprimento das medidas preventivas no dia a dia.
Hierarquia do PAPVSS
Conselho de Administração
PFI ULSODr.ª Alexandra Seabra
GOIPVS
PFLI Hospital
PFLI CSPDr.ª Rita Piscarreta Enf.ª Alexandra Cosme
Equipa do GOIPVS
O GOIPVS é composto por 13 profissionais. Elementos que integram o GOIPVS nos CSP:
Dr.ª Ana Gomes
Dr.ª Marina Catarino
Médica | CSP Norte
Técnica Superior | CSP Sul
Enf.ª Alexandra Cosme
Enfermeira | CSP Norte
Dr.ª Raquel Monteiro
Médica | CSP Norte
Dr.ª Gisela Wilson
Técnica Superior | CSP Sul
Dr.ª Rita Piscarreta
Técnica Superior | CSP Sul
Sr.ª Graça Carvalho
Assistente Técnica | CSP Sul
Vamos testar conhecimentos?
Nesta sessão, iremos preencher uma Participação de Violência contra Profissionais de Saúde
When delivering a presentation, two goals must be pursued: conveying information and avoiding yawns. To achieve this, it may be a good practice to create an outline and use words that sear into your audience's brains.
Desta forma, a articulação formal entre o PFL e o PFI estabelece um ciclo virtuoso de segurança: As diretrizes descem com coerência, a informação sobe com rigor, e a resposta é dada de forma eficaz e padronizada, transformando a política de segurança de um documento estratégico, nomeadamente, o "Plano de Acção GOI para a segurança e Prevenção da Violência" (doc. que ainda se encontra em elaboração) numa realidade operacional em cada local de trabalho.
If you want to provide additional information or elaborate on the content in more detail, you can do so through your oral presentation. We recommend that you practice and rehearse: the best improvisation is always the most rehearsed!
Interactivity and animation can be your best allies when creating tables, infographics, or graphics that help provide context to information and simplify data for presentation to your audience. We are visual beings and find it easier to 'read' images than to read written text.
A relação hierárquica e funcional entre o Ponto Focal Local (PFL) e o Ponto Focal Institucional (PFI) culmina na formalização de uma estrutura de governação que assegura a segurança dos profissionais de saúde.
Interactivity and animation can be your best allies when creating tables, infographics, or graphics that help provide context to information and simplify data for presentation to your audience. We are visual beings and find it easier to 'read' images than to read written text.
If you want to provide additional information or elaborate on the content in more detail, you can do so through your oral presentation. We recommend that you practice and rehearse: the best improvisation is always the most rehearsed!
Need more reasons to create dynamic content? Well: 90% of the information we assimilate comes through our eyes, and we retain 42% more information when the content is in motion.
Need more reasons to create dynamic content? Well: 90% of the information we assimilate comes through our eyes, and we retain 42% more information when the content is in motion.
When delivering a presentation, two goals must be pursued: conveying information and avoiding yawns. To achieve this, it may be a good practice to create an outline and use words that sear into your audience's brains.