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Azitromicina VS Rivaroxabano

Matilde Pereira

Created on October 10, 2025

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Transcript

Grupo 28UC Toxicologia Farmacêutica2025-2026

Azitromicina VS Rivaroxabano

Interações entre fármacos

Rivaroxabano

Azitromicina

Mecanismo de ação, metabolismo e excreção

Mecanismo de ação, metabolismo e excreção

Quiz Final

Aconselhamento

Interação

O que fazer para ajudar

Riscos e sintomas

Rivaroxabano

Mecanismo de Ação

Agora que entendemos a cascata de coagulação, onde atua o Rivaroxabano?

Rivaroxabano

Mecanismo de Ação
  • O rivaroxabano inibe competitivamente o fator Xa livre e o fator Xa ligado ao coágulo.
  • É uma inibição irreversível

E quando ao seu metabolismo e excreção?

Rivaroxabano

Metabolismo e Excreção

Excreção

Metabolismo

  • Aproximadamente dois terços do rivaroxabano são excretados pela urina. O terço restante é excretado nas fezes.
  • Aproximadamente dois terços da dose são metabolizados pelos mecanismos CYP3A4, CYP3A5, CYP2J2 e CYP-independente.

Azitromicina

Mecanismo de Ação

E quanto ao seu metabolismo e excreção?

Azitromicina

Metabolismo e Excreção

Excreção

Metabolismo

  • Apenas 12% do fármaco é excretado em sua forma inalterada na urina.
  • A excreção biliar, principalmente como fármaco inalterado, é uma das principais vias de eliminação.
  • O fármaco sofre metabolismo hepático.

Interação

Azitromicina VS Rivaroxabano

Para testares interações entre outros fármacos carrega aqui!

Azitromicina

Rivaroxabano

Atenção em utentes com Função Renal Comprometida

P-gp

Rivaroxabano

Interação

Azitromicina VS Rivaroxabano
  • ML, 72 anos, reformada, residente em meio urbano.
  • Dirige-se à farmácia com uma prescrição de azitromicina 500 mg (1 comprimido por dia durante 3 dias), prescrita pelo seu médico de família.
  • Durante a análise da receita e da medicação habitual, o farmacêutico confirma que a utente toma diariamente rivaroxabano 20 mg para prevenção de tromboembolismo em contexto de fibrilhação auricular.

Carrega aqui para perceberes como atuar nesta situação.

Interação

Azitromicina VS Rivaroxabano

O farmacêutico deve explicar à utente:

  • Que deve estar atenta a sinais de sangramento (gengivas, urina, fezes escuras, hematomas).
  • Que deve manter a toma do rivaroxabano com alimentos, no mesmo horário habitual.
  • Que deve contactar o médico se notar qualquer sintoma de hemorragia, tontura, fraqueza ou mal-estar persistente.

Azitromicina VS Rivaroxabano

Quiz final

Azitromicina VS Rivaroxabano

Quiz final

Azitromicina VS Rivaroxabano

Quiz final

Azitromicina VS Rivaroxabano

Quiz final

Azitromicina VS Rivaroxabano

Parabéns, agora já sabes mais sobre estes dois fármacos!

Interação

  • A azitromicina é um inibidor fraco da P-glicoproteína (P-gp).
  • O rivaroxabano é transportado pela P-gp e metabolizado pelo CYP3A4.
  • A inibição da P-gp pela azitromicina pode aumentar ligeiramente os níveis plasmáticos de rivaroxabano.
  • Para se replicarem, as bactérias requerem um processo específico de síntese proteica, possibilitado pelas proteínas ribossómicas.
  • A azitromicina (macrólido) liga-se ao RNAr 23S da subunidade ribossómica 50S bacteriana.
  • Interrompe a síntese proteica bacteriana inibindo a etapa de transpeptidação/translocação da síntese proteica e a montagem da subunidade ribossómica 50S.
  • Isto resulta no controlo de diversas infeções bacterianas sendo considerado um macrólido de largo espetro.
Via intrínseca
  • Inicia-se quando o sangue entra em contacto com uma superfície que sofreu um trauma iniciando a dita cascata de coagulação.
  • Tudo começa com a ativação do fator XII e sequencialmente o fator XI e IX que, com a ajuda do fator VIII e do cálcio (Ca²⁺), converte o fator X em Xa.
Via Extrínseca
  • A via extrínseca começa com o fator VII, uma proteína do plasma.
  • Quando ocorre uma lesão no tecido, o fator VII é ativado, transformando-se em VIIa.
  • Esse fator VIIa, juntamente com o cálcio (Ca²⁺) e o fator tecidual, ativam diretamente o fator X, convertendo-o em Xa.
  • O fator Xa então entra na via comum.
Via Comum
  • Com o auxílio do fator V e do cálcio, o Xa converte a protrombina (II) em trombina (IIa).
  • A trombina, por sua vez, transforma o fibrinogénio em fibrina, formando uma rede sólida que estanca a hemorragia.
  • Forma-se então um coágulo.